janeiro, 2024 - Informativo Atitude - Page 8

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Uma mulher morreu e outros quatro adolescentes ficaram feridos em um acidente grave na noite desse domingo (14) na zona rural de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. O motorista do carro, que era da mesma família, fugiu do local.

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma das vítimas socorridas informou que tudo aconteceu após uma discussão. O motorista do veículo estava alcoolizado e em alta velocidade quando perdeu o controle do carro e capotou.

A mulher não resistiu aos ferimentos e morreu no local. A informação é do Metrópoles.

Uma estudante universitária de 24 anos foi agredida pelo síndico do prédio onde mora, na madrugada deste domingo (14), em Teresina, no Piauí. A vítima, Mariana Lopes de Meneses, foi ao apartamento do síndico, acompanhada do companheiro, Alexandre Vieira, para relatar que havia sentido cheiro forte de gás de cozinha no apartamento acima do deles. A informação é do Notícias ao Minuto.

Ao atender a porta, o síndico, que não teve a identidade revelada, teria reclamado do horário e agredido o casal com palavrões. Durante a briga, ele desferiu um soco no rosto de Mariana, causando um buraco de 3 cm na face esquerda.

O casal desceu até a portaria do prédio e acionou a Polícia Militar. Os policiais foram até o local, mas o síndico não foi encontrado.

Mariana foi encaminhada a um hospital particular de Teresina, onde passou por suturas. Ela trabalha como modelo para salões de beleza e lojas de roupas.

“Quando a gente chegou lá, ele me agrediu, me deu um murro na cara. Sendo que eu não falei nada que ferisse a honra dele ou os direitos dele. Eu fiquei quieta, calma”, disse Mariana em um vídeo gravado após a agressão.

A Polícia Civil do Piauí investiga o caso.

Em dezembro de 2023, o jornalista Jackson Rangel, de 60 anos, recebeu liberdade provisória após permanecer preso por mais de um ano, acusado de disseminar “fake news atentatórias ao Estado Democrático de Direito”. Ele publicou, entre outras frases, a afirmação de que “Alexandre de Moraes conseguiu a proeza de provocar o povo”. Como consequência, a prisão, ordenada por  Moraes, ocorreu em dezembro de 2022, apesar de pedido do Ministério Público Federal (MPF) pela nulidade do caso devido a irregularidades processuais e ausência de provas.

O advogado Jackson Quintão enfatiza que Rangel não foi denunciado pela PGR, recebeu da Procuradoria o pedido de arquivamento do caso e não chegou a ser ouvido pela Polícia Federal.  “Uma violação ao devido processo legal, algo de natureza medieval”, disse à Gazeta do Povo.

Ainda segundo a defesa, a prisão pedida pelo Ministério Público Estadual do Espírito Santo e acatada por Moraes é ilegal,

Confira as frases postadas na rede social X que teriam motivado a prisão, segundo a Gazeta.

Na decisão sigilosa que determinou a prisão de Rangel, obtida pela Gazeta, consta que o jornalista fez ataques virulentos às instituições ao fazer publicações no Twitter/X.

Veja algumas das frases atribuídas ao jornalista que teriam motivado a prisão, segundo a Gazeta:

  • “Sem liberdade, não existe independência”;
  • “É uma vergonha um Poder tomar a atribuição do outro”;
  • “Não tem como o país ir pra frente com essa política rendida e vassala”;
  • “Alexandre de Moraes conseguiu a proeza de provocar o povo e provar seu poder se dele emana”;
  • “Não tenho dúvidas da invasão do STF hoje a qualquer momento num ato de desespero dos brasileiros de reaver suas liberdades”.

 

Um eventual estouro da meta de déficit zero em 2024 pode tirar até R$ 16,2 bilhões do espaço fiscal do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026, ano de disputa presidencial. O petista deve tentar a reeleição.

O redutor de despesa está previsto no novo arcabouço fiscal. A medida serve de punição para caso de descumprimento da meta estabelecida em lei.

A estimativa foi obtida pela Folha com base em cálculos internos do Executivo que embasam as discussões no governo sobre o impacto de mudar ou não o alvo para as contas públicas.

O risco de ter de frear as despesas em ano de eleições gerais está por trás do debate dentro do governo em torno da flexibilização da meta perseguida para as contas públicas em 2024.

Enquanto o ministro Fernando Haddad (Fazenda) insiste no déficit zero, estimativas do mercado financeiro indicam que esse objetivo será descumprido. No Boletim Focus, a previsão é de um rombo de 0,8% do PIB (Produto Interno Bruto), mais que o déficit de 0,25% do PIB permitido pela banda de tolerância.

Sem uma mudança na meta, a concretização desse cenário vai disparar gatilhos de contenção de gastos em 2025 e 2026. As punições mais duras, que progressivamente limitarão o espaço fiscal, podem ocorrer no ano eleitoral.

No ano passado, Haddad conseguiu obter o sinal verde de Lula para manter a meta sob a promessa de contingenciar até R$ 23 bilhões. O valor ficaria abaixo do calculado por analistas —que já chegaram a apontar a necessidade de um bloqueio de R$ 53 bilhões.

A criação de uma trava no bloqueio de despesas foi a maneira encontrada para blindar o andamento dos investimentos do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) no primeiro semestre deste ano.

Um dispositivo foi incluído na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) de 2024 para tentar garantir a aplicação desse limite em um cenário de frustração de receitas. Não há, porém, segurança jurídica dentro do governo para implementar o contingenciamento menor.

Interlocutores do governo ouvidos pela Folha afirmam que o Executivo fará uma consulta formal ao TCU (Tribunal de Contas da União) para dar respaldo legal ao decreto de contingenciamento, que terá de ser editado no fim de março. Uma reunião para preparar a defesa jurídica da consulta ocorreu na semana passada.

O governo quer enviar logo a consulta para não correr o risco de uma demora maior no julgamento pela corte de contas acabar deixando para a última hora a decisão sobre a mudança da meta. Para alterá-la, o governo precisa enviar um projeto ao Congresso.

Se o governo mantiver a meta e não fizer o contingenciamento, também haverá risco de punição pelas regras do novo arcabouço. Se o resultado da consulta for negativo, membros do governo afirmam que não há outro caminho a seguir a não ser propor um novo alvo fiscal.

Há certo consenso entre os defensores de alteração que a nova meta alvo seja um déficit de 0,5% do PIB. Na avaliação de técnicos do governo, um déficit de 0,25% poderia ser insuficiente, e um alvo de déficit de 0,75%, como querem lideranças do PT, folgado demais.

Técnicos do governo estão divididos sobre a possibilidade de vitória do TCU. Um grupo avalia que a versão aprovada da LDO sustenta um contingenciamento menor, mas outra ala considera que os ministros do TCU serão mais duros e vão negar o pedido do governo.

O governo recebeu informações de que, em reuniões com representantes do mercado financeiro no final do ano passado, ministros do TCU sinalizaram que o dispositivo da LDO seria ilegal, contrapondo-se às regras do novo arcabouço.

O presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, já anunciou a criação de um painel de acompanhamento do cumprimento da nova regra fiscal.

Na equipe de Haddad, o esforço é para segurar a nova pressão pela mudança da meta até o fechamento de um acordo em torno da MP (medida provisória) de reoneração da folha de pagamento para 17 setores.

Sem mexer na meta, o governo também não poderá usar um espaço adicional de R$ 15 bilhões que poderá se abrir ainda em 2024, graças a uma regra que permite ao Executivo expandir o limite caso a arrecadação prevista para o ano tenha uma expansão ainda mais significativa em relação a 2023.

Folhapress

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que vai apresentar ao Congresso a estimativa de renúncia com a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos, que não estava prevista no Orçamento de 2024 e comprometeria a meta de déficit fiscal zero. Haddad se reúne com o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG),

“A primeira providência que eu vou fazer é levar ao conhecimento do presidente Rodrigo Pacheco o que não está previsto no Orçamento que foi aprovado. Como não foi feito o cálculo pela Fazenda, o projeto (da desoneração) foi aprovado sem que houvesse participação do Executivo, que, inclusive, considerava inconstitucional a proposta. nós usamos esse tempo para fazer uma estimativa de renúncia não prevista no Orçamento que compromete os objetivos pretendidos. Então, nós vamos levar ao conhecimento dele”, disse Haddad nesta segunda-feira (15).

O titular da pasta econômica salientou que há “uma expectativa boa” para o encontro, agendado para as 18h desta segunda, na Residência Oficial da Presidência do Senado. Além de Haddad e Pacheco, estará presente o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

O governo editou, no fim do ano passado, uma Medida Provisória (MP) que estabelece a reoneração gradual da folha de pagamento para 17 setores da economia.

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte ingressou com uma ação na Justiça Federal cobrando o restabelecimento imediato do fornecimento do remédio Vimizim, que é de alto custo e indicado para portadores de doença genética rara.

Desde outubro do ano passado, a distribuição do medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) está suspensa. O custo estimado do medicamento é de R$ 1 milhão por paciente por ano.

No RN, cinco pacientes fazem uso do remédio Vimizim, que é indicado para reposição enzimática no tratamento de Mucopolissacaridose tipo IV. Todos fazem parte da Associação de Mucopolissacaridoses e Doenças Raras e possuem cadastro ativo no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf/RN). De acordo com dados da associação, a demanda é de 52 frascos semanais para o atendimento às famílias.

Na ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, o MPF requer que a União e o Estado do Rio Grande do Norte adotem todas as medidas necessárias para a regularização da distribuição do medicamento Vimizim (Alfaelosulfase 5 mg solução injetável).

Um sargento da Polícia Militar do Rio Grande do Norte ficou ferido após ser atingido de raspão no rosto durante um confronto com criminosos que haviam feito um arrastão na praia de São Cristóvão, em Areia Branca, na manhã desta segunda-feira (15).

Segundo a PM, os suspeitos estavam em um carro modelo peugeot branco roubado e tentavam fugir quando avistaram o policial, que estava de folga e caminhava perto de uma salina. Eles iniciaram uma troca de tiros e conseguiram escapar, deixando o veículo abandonado mais adiante.

O sargento foi socorrido por uma equipe da Guarda Municipal que passava pelo local e levado para o hospital da cidade. Ele não corre risco de morte.

Blog O Facho de Grossos

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Um homem identificado como Emerson da Cunha Freitas, de 31 anos, foi morto com vários tiros durante a madrugada desta segunda-feira (15), em São José de Mipibu. O crime aconteceu na rua Canaã, região central do município.

De acordo com informações repassadas para a Polícia Militar, a vítima, que era mototaxista, foi surpreendida com a chegada de criminosos que efetuaram pelo menos 10 disparos contra o homem.

Uma equipe da PM foi deslocada até o endereço para fazer o isolamento da área até a chegada da Polícia Civil e dos servidores do Instituto Técnico-Científico de Perícia que fez a remoção do corpo.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Com informações do Novo Notícias

Foto: Reprodução

No Ministério Público do Rio Grande do Norte, mais de 20% dos procuradores recebem acima do teto constitucional do funcionalismo público, de R$ 41,6 mil. A realidade, longe de ser local, traz um recorte do cenário brasileiro. Em todo país, quase metade dos procuradores dos Ministérios Públicos estaduais ganham acima do valor base . A regra foi criada para limitar o salário dos servidores, mas uma série de penduricalhos permite que eles furem o teto e recebam mensalmente até R$ 200 mil. No Estado, os salários variaram entre R$ 43 mil a R$ 58 mil reais.

O levantamento foi realizado pelo Estadão por meio de contracheques disponíveis nos sites dos Ministérios Públicos dos 26 Estados e do Distrito Federal e publicado em reportagem. Para evitar distorções que ocorrem nos últimos dois meses do ano, com benefícios como a gratificação natalina, foi considerada a remuneração recebida pelos servidores no mês de outubro de 2023. Segundo a pesquisa, em oito estados, mais de 75% dos procuradores recebem acima do teto.

Segundo a diretora-executiva da Transparência Brasil, Juliana Sakai, o cenário reflete uma prática em que salários de procuradores e juízes estão sendo elevados sem que isso seja aprovado pelo Legislativo. A partir disso, os benefícios se enquadram como indenização e os membros conseguem elevar a própria remuneração de forma administrativa.

Ainda, segundo ela, os Ministérios Públicos não têm dado a transparência adequada às remunerações dos procuradores. No levantamento feito pelo Estadão, foi necessário acessar todos os 27 portais de transparência, uma vez que o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) não reúne mais essas informações publicamente num só site, como faz hoje, por exemplo, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) no caso dos magistrados.

Apenas com as remunerações dos procuradores, os Ministérios Públicos gastaram no mês R$ 696,8 milhões com os 11,2 mil procuradores e promotores estaduais do País, o que equivale a uma despesa anual na faixa de R$ 8,3 bilhões. Do total, 5,3 mil membros (47,3%) ganharam um salário líquido maior que R$ 41,6 mil.

O Estadão procurou os Ministérios Públicos em que a taxa de membros que recebem acima do teto é maior que 20%. Os MPs de Goiás, Ceará, Acre, Paraná, Santa Catarina, Rondônia, Sergipe, Pernambuco e Rio de Janeiro responderam de forma semelhante. Alegam que os subsídios são limitados ao teto do funcionalismo público, com exceção das verbas indenizatórias, que são autorizadas pela Constituição Federal.

Não houve resposta dos Ministérios Públicos do Rio Grande do Norte, Roraima, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Alagoas, São Paulo, Amazonas e Bahia. O procurador Grubba também não se manifestou.

Estadão e Tribuna do Norte

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, virou chacota nas redes sociais ao afirmar que no Brasil existe uma nova categoria de racismo, o racismo ambiental.

Em publicação sobre o efeito das chuvas nos municípios do Rio de Janeiro, a ministra de Lula disse que as tragédias ambientais são frutos do “racismo ambiental e climático”.

Anielle não explicou o conceito lançado por ela, que traz uma nova tipificação para o racismo. A ministra despertou comentários que debocharam da expressão utilizada.

A ministra é reincidente em cometer gafes para tentar criar narrativas sobre discriminação racial. No ano passado, ela afirmou que buraco negro, termo científico usado para definir a região do espaço em que o campo gravitacional não possui partículas ou radiação eletromagnética, é uma expressão racista.

“Por exemplo, denegrir é uma palavra que o movimento negro e as pessoas que têm letramento racial não usam, de forma nenhuma. Ou, por exemplo, saímos desse buraco negro, a gente escuta muito isso”, afirmou durante o programa Bom dia Ministro do governo Federal.

Com informações do Diário do Poder

Fonte: Portal Grande Ponto

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