dezembro, 2020 - Informativo Atitude

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O ouro subiu 56% neste ano, bateu o dólar e a Bolsa e foi o melhor investimento de 2020. Esse resultado considera um grupo de investimentos selecionados pela empresa de informações financeiras Economatica, do qual não participam os fundos imobiliários, por exemplo.

Profissionais de mercado afirmam que essa disparada no preço do metal acontece porque o ouro é um ativo típico de proteção, uma forma de resguardar o patrimônio em momentos de incertezas, como guerras e crises econômicas e de saúde, como a que o mundo está vivendo atualmente.

Veja abaixo as variações nominais de alguns dos principais indicadores no mercado de investimentos:

– Ouro: 56%

– Dólar (Ptax) : 29%

– Poupança antiga: 6,17%

– CDI: 2,74%

– Ibovespa: 2,92%

– Poupança nova: 2,11%

UOL

Joseph Prezioso/AFP

A vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Moderna em parceria com o NIH tem eficácia geral de 94,1%, de acordo com um estudo publicado nesta quarta-feira, 30, no New England Journal of Medicine. A análise preliminar de dados do estudo fase 3 concluiu que o imunizante é capaz de proteger contra casos graves da doença.

Os resultados de eficácia são baseados na análise de dados de 30.420 voluntários nos Estados unidos. Destes, 15.210 receberam a vacina e a outra metade, o placebo. A vacina foi administrada em duas doses, no intervalo de 28 dias entre elas.

A eficácia foi determinada pelo número de casos de Covid-19 registrados entre os voluntários 14 dias após a aplicação da segunda dose. No período analisado, foram confirmados 196 casos de Covid-19 entre os participantes: 11 entre aqueles que receberam a vacina e 185 entre os voluntários que receberam o placebo. Dos 30 casos graves da doença, um resultou em morte. Todos estes casos ocorreram no grupo placebo.

A vacina foi considerada segura, com efeitos colaterais passageiros. A incidência de eventos adversos graves foi baixa e semelhante nos grupos da vacina e do placebo. Esses dados haviam sido revelados pela farmacêutica há algumas semanas, mas só agora foram publicados em um periódico científico e revisados por outros especialistas.

É a terceira vez que um laboratório publica dados referentes aos resultados dos estudos fase 3 de uma vacina contra a Covid-19 em uma revista científica. No início do mês, foram publicados os dados referentes à fase 3 de estudos da vacina da parceria Oxford-AstraZeneca na revista The Lancet e, em seguida, do imunizante da Pfizer-BioNTech, na New England.

A Moderna foi a primeira empresa a iniciar os testes clínicos de uma vacina contra a Covid-19 em humanos, em março. Essa rapidez só foi possível porque, além dos esforços tremendos, os pesquisadores tinham experiência com a elaboração de vacinas para Sars e Mers, também da espécie coronavírus, só que mais letais e menos contagiantes, durante suas respectivas epidemias em 2003 e 2012 — seus produtos, contudo, nunca chegaram ao mercado em decorrência de um descompasso peculiar. Quando ficaram prontos, os surtos já haviam sido contidos e os investimentos necessários para dar continuidade ao trabalho foram suspensos.

Cenário bem diferente do atual. em um momento em que o mundo enfrenta uma nova explosão do número de casos de Covid-19, as vacinas são mais necessárias do que nunca. O uso emergencial da vacina da Moderna foi aprovado nos Estados Unidos em 18 de dezembro e já começou a ser aplicada na população. Ainda não há data para o início da vacinação no país, nem previsão de acordo com a Moderna. Embora a vacina esteja entre as opções do acordo Covax Facility, do qual o Brasil é signatário.

Veja

A Polícia Federal investiga indícios de ligações entre assassinatos de advogados, em Goiás, recentemente, e a existência de uma máfia de venda de sentenças com ligações no Judiciário do Estado, nos moldes da interceptada na Bahia, no âmbito da Operação Faroeste. Na Bahia, as investigações já resultaram na prisão de desembargadores do Tribunal de Justiça, e um escândalo no qual se envolveram autoridades do governo estadual, como o ex-secretário de Segurança Maurício Barbosa.

Cláudio Humberto 

O reajuste retroativo dos planos de saúde, que tiveram o aumento das mensalidades congelado por quatro meses por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), vai começar a ser cobrado de beneficiários de planos individuais/familiares e coletivos a partir de janeiro. A medida, que atingiu os reajustes anual e por faixa etária, foi adotada por causa da pandemia de covid-19 e o valor será parcelado ao longo de 2021.

A suspensão da cobrança foi anunciada em agosto, após críticas do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). A agência informou que a decisão foi tomada “diante de um cenário de dificuldades para o consumidor em função da retração econômica acarretada pela pandemia, e de um cenário de redução de utilização dos serviços de saúde no período”.

Em novembro, foi definido que o valor que não foi cobrado poderia ser diluído em 12 meses e que os boletos deveriam conter informações detalhadas sobre o valor da mensalidade, o pagamento da recomposição do reajuste e o número da parcela referente.

Segundo a agência, a medida atingiu 20,2 milhões de beneficiários que teriam reajuste anual por variação de custos e 5,3 milhões por mudança de faixa etária. Dados de outubro apontam que o País tem 47,2 milhões de beneficiários no segmento de assistência médica, número que cresceu e atingiu o maior patamar desde janeiro de 2019, de acordo com a agência.

Contratos antigos, anteriores à Lei nº 9.656/98, planos coletivos empresariais com 30 ou mais vidas que já tinham e aplicado reajuste até 31 de agosto e planos com 30 ou mais vidas em que a pessoa jurídica contratante optou por não ter o reajuste suspenso não tiveram a interrupção.

Em nota, a ANS informou que os impactos da queda de atendimentos nos planos só poderão ser notados no próximo ano. “Cabe esclarecer que o porcentual de reajuste autorizado para o período de maio de 2020 a abril de 2021 observou a variação de despesas assistenciais entre 2018 e 2019, período anterior à pandemia e que, portanto, não apresentou redução de utilização de serviços de saúde. Os efeitos da redução serão percebidos no reajuste referente a 2021.”

ESTADÃO

O presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, disse nesta terça-feira (29) que a instituição vai lançar o que chamou de “programa de microfinanças”. A proposta, segundo ele, é ofertar financiamentos que variam de R$ 500 a R$ 2 mil para mais de10 milhões de brasileiros, com taxas de juros entre 1,5% 2,5% ao mês.

“São taxas muito menores de juros e que vão permitir que mais de 10 milhões de brasileiros tenham acesso ao crédito de maneira segura, rápida, sem precisar ir à agência. Isso reforça a bancarização e reforça o acesso dessa população mais carente ao setor financeiro”, explicou,

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, anunciou nesta terça-feira 29 o calendário de pagamento dos salários dos servidores públicos em 2021. O planejamento para quitação da folha salarial do funcionalismo público vai seguir o mesmo padrão deste ano.

“Tem Calendário de Pagamento dos Servidores 2021 e tem o complemento de dezembro de 2020! A notícia é boa mas não tem surpresa, o calendário segue o mesmo padrão de 2020”, escreveu a governadora Fatima Bezerra, em publicação no Twitter.

Entre os dias 14 e 15 de cada mês, segundo a governadora, será feito o pagamento integral para os funcionários da Segurança Pública e para os servidores que ganham até R$ 4 mil, além do repasse de 30% dos salários de quem recebe acima desse valor.

No fim de cada mês, receberão os salários de quem tem o salário superior a R$ 4 mil e os servidores de órgãos com arrecadação própria.
Já o complemento dos salários dos servidores de dezembro de 2020, que estava programado para a quinta-feira 31 será pago a partir desta quarta-feira 30.

De acordo com a governadora, a divulgação do calendário de pagamento das folhas em atraso está mantida para janeiro. O governo estadual agendou reunião com o Fórum dos Servidores para a primeira quinzena do mês para discutir o pagamento salarial de dezembro de 2018 e do 13º daquele mesmo ano.

Segundo a Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan), a soma das duas folhas ainda pendentes está prevista em cerca de R$ 750 milhões.

AGORA RN

As histórias em quadrinhos integram os 11 tipos de arte reconhecidos no mundo. São muito apreciadas pelo público jovem por ser uma maneira despojada e divertida de contar histórias.

O que é História em Quadrinhos?

História em quadrinhos – ou HQ – é o nome dado à arte de narrar histórias por meio de desenhos e textos dispostos em sequência, normalmente na horizontal.

Essas histórias possuem os fundamentos básicos das narrativas: enredo, personagens, tempo, lugar e desfecho. No geral, apresentam linguagem verbal e não-verbal.

Os artistas utilizam diversos recursos gráficos nesse gênero textual com o intuito de trazer o leitor para “dentro” da história contada. Para comunicar as falas das personagens, por exemplo, são empregados balões com textos escritos. O formato desses balões também transmite intenções distintas.

Por exemplo, balões com linhas contínuas sugerem uma fala em tom normal; os balões com linhas tracejadas indicam que a personagem está sussurrando; os que apresentam contornos em forma de nuvens apontam pensamentos; já os balões com traços pontiagudos exibem gritos.

Outro recurso bastante explorado são as onomatopeias, definidas como palavras que tentam reproduzir os sons. Exemplo: “cabrum”, como o som de trovão; “tic-tac”, como o som dos ponteiros do relógio, entre outros.

Também é bastante explorado o uso de letras de tipos diferentes e sinais de pontuação, sembre buscando a interação com o leitor.

Os suportes mais usados para a publicação das histórias em quadrinhos são os jornais, as revistas e os gibis.

Origem das Histórias em Quadrinhos

A primeira história em quadrinhos com as características que conhecemos hoje foi publicada nos EUA em 1894 em uma revista chamada Truth, pelo americano Richard Outcault. Meses mais tarde, o jornal New York World começou a publicá-la oficialmente.

Essa HQ intitulou-se “The Yellow Kid” e narrava as peripécias de uma criança que vivia nos guetos de Nova Iorque, sempre vestida com uma grande camisola amarela.

A personagem comunicava-se por meio de gírias, numa linguagem bastante coloquial, e trazia reflexões acerca da sociedade de consumo e de questões raciais e urbanas.

Embora essa seja considerada a primeira história em quadrinhos, é importante destacar que algumas manifestações artísticas a influenciaram.

Como, por exemplo, as pinturas do século XIV nas igrejas católicas contando a via-sacra. Nelas é possível observar a trajetória do julgamento e crucificação de Jesus Cristo através de desenhos feitos de forma sequencial.

Em Falando Sobre Quadrinhos – 2, falaremos sobre a história dos quadrinhos no Brasil e a partir do falando em quadrinhos 3, informaremos sobre as revistas que já foram editadas com seus famosos personagens como Recruta Zero, Gasparzinho, Tio Patinhas, Zé Carioca, Turma da Mônica, heróis da Marvel e DC, além de outros.

Por: Laura Aidar – Arte-educadora e artista visual, publicado em

https://www.todamateria.com.br/historia-em-quadrinhos/