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Um estudo da Universidade da Geórgia apontou que cerca de 20% dos homens que se declaram heterossexuais apresentaram respostas fisiológicas de excitação ao consumir conteúdos com temática gay. E essa não é a única pesquisa que evidencia a complexidade da sexualidade humana.

Outra investigação, conduzida pela Universidade de Essex, no Reino Unido, também indica que muitas pessoas demonstram algum grau de atração que vai além da heterossexualidade, mesmo que nem sempre expressem isso publicamente.

Em síntese, a sexualidade não é algo rígido nem limitada a rótulos tradicionais. A ciência mostra que o desejo humano é mais diverso do que se imagina, e que viver a própria sexualidade ainda é, para muitos, um processo cercado de silêncio, receios e repressões.

Os Correios fecharam, na sexta-feira (26), um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco dos principais bancos do país para reforçar o caixa da estatal em meio à crise financeira enfrentada pela empresa. Com informações do g1.

A assinatura do contrato foi publicada neste sábado (27) no Diário Oficial da União (DOU) e envolve os bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

O empréstimo bilionário foi autorizado pelo Tesouro Nacional na semana passada e faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.

No início de dezembro, o Tesouro rejeitou uma proposta de R$ 20 bilhões que os Correios negociavam com um consórcio de bancos. O comitê aceitava uma taxa de juros de até 18% ao ano, mas a oferta apresentada previa juros de 20% ao ano.

Após a aprovação do valor de R$ 12 bilhões, o Tesouro Nacional destacou que a operação respeitou o limite de juros previsto para empréstimos com garantia da União e atendeu aos critérios exigidos para a avaliação da capacidade de pagamento de estatais com plano de reequilíbrio aprovado pelas instâncias competentes.

A crise dos Correios

Os Correios enfrentam uma crise econômico-financeira que já se estende por 12 trimestres consecutivos, com prejuízos acumulados desde 2022.

Apenas no primeiro semestre de 2025, o prejuízo chegou a R$ 4,36 bilhões, o maior da história da estatal.

Diante da falta de recursos, a empresa e o governo federal passaram, a partir de janeiro deste ano, a discutir medidas para reequilibrar as contas. Entre os principais fatores da crise, estão:

– forte aumento dos gastos com pessoal;

– mudanças no programa Remessa Conforme — que reduziram receitas com encomendas internacionais;

– queda acentuada no fluxo de caixa (quando entra menos dinheiro do que o necessário para pagar as contas);

– crescimento das despesas com precatórios (crescimento das dívidas que a empresa é obrigada a pagar por decisões da Justiça);

– 85% das agências operam no prejuízo.

Para tentar reverter o cenário, a nova gestão aprovou um plano de reestruturação que inclui corte de custos, Programa de Demissão Voluntária (PDV), venda de imóveis ociosos, renegociação de contratos, redução da jornada de trabalho, mudanças nos planos de saúde, retorno ao trabalho presencial e lançamento de um marketplace próprio.

Nos bastidores, o debate sobre a privatização dos Correios voltou a ganhar força como alternativa ao modelo atual.

Em meio às negociações para socorrer a estatal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou qualquer possibilidade de privatização dos Correios, apesar da crise enfrentada pela empresa.

O petista avaliou que as dificuldades financeiras podem ser resultado de uma “gestão equivocada”.

“Enquanto eu for presidente não vai ter privatização. Pode ter construção junto com empresas. Enquanto eu estiver na presidência não vai ter privatização dessas empresas, pode ter parceria, economia mista, mas privatização não vai ter”, destacou.

Lula lamentou a crise financeira da empresa, considerando a importância dos Correios para o país.

“Uma empresa pública não pode ser a rainha do prejuízo. Trocamos o presidente dos Correios, chamamos a ministra Esther e Rui, colocamos alguém com muita expertise e responsabilidade e vamos tomar medidas que tivermos que tomar, mudar todos os cargos que tivermos que mudar e colocar pessoa com competência”, disse o petista.

 

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou em nota à imprensa nesta terça-feira (23) que a reunião que teve com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, foi para discutir as consequências da aplicação da Lei Magnitsky contra ele. As informações são da CNN.

Segundo o ministro, também foram feitas reuniões individuais com o presidente jurídico do Banco Itaú e com a presidente do Banco do Brasil, além de um encontro coletivo com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da FEBRABAN, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú para debater o tema.

“Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito”, afirmou.

A nota foi divulgada após o jornal O Globo noticiar que Moraes teria procurado Galípolo para interceder pelo Banco Master junto ao Banco Central em pelo menos 4 ocasiões. A informação foi confirmada pela CNN Brasil. O ministro não cita o banco na nota.

Em setembro, o Banco Central vetou a compra do Banco Master pelo BRB, citando ausência de documentos que comprovassem a “viabilidade econômico-financeira”. Dois meses depois, o dono do Master, Daniel Vorcaro, foi preso pela Polícia Federal e é investigado por fraudes contra o sistema financeiro.

O escritório de advocacia da esposa de Moraes, Viviane Barci de Moraes, tinha um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master, prevendo pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões entre 2024 e 2027.

Nesta segunda-feira (22), a oposição afirmou que apresentaria um pedido de impeachment contra o ministro e articulariam uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as relações de Moraes com o banco.

Leia a nota de Moraes na íntegra:

“O Ministro Alexandre de Moraes esclarece que, em virtude da aplicação da Lei Magnistiky, recebeu para reuniões o presidente do Banco Central, a presidente do Banco do Brasil, o Presidente e o vice-presidente Jurídico do Banco Itaú. Além disso, participou de reunião conjunta com os Presidentes da Confederação Nacional das Instituições Financeira, da FEBRABAN, do BTG e os vice-presidentes do Santander e Itaú. Em todas as reuniões, foram tratados exclusivamente assuntos específicos sobre as graves consequências da aplicação da referida lei, em especial a possibilidade de manutenção de movimentação bancária, contas correntes, cartões de crédito e débito.”

Foto: Paulo Cappelli – Metrópoles

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cancelou a entrevista que concederia ao jornalista Paulo Cappelli do portal Metrópoles.

A entrevista aconteceria às 11h desta terça-feira (23/12), no entanto, Bolsonaro cancelou algando ‘questão de saúde’, como mostra um bilhete manuscrito comunicado à coluna de Paulo Cappelli o cancelamento da entrevista.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), havia autorizado a conversa na Superintendência da Polícia Federal, onde Bolsonaro está preso desde o dia 22 de novembro.

Dois irmãos de 4 anos morreram afogados na noite de sábado (20) em uma chácara alugada para uma confraternização familiar, em Dracena. As crianças brincavam perto da piscina quando o acidente ocorreu.

Segundo o boletim de ocorrência, um familiar percebeu que os dois estavam na água e pediu socorro. Um morador que passava pelo local entrou na chácara e ajudou no resgate, iniciando manobras de reanimação em uma das crianças.

Os irmãos foram colocados em um carro da família para serem levados ao hospital e, no caminho, encontraram uma viatura do Corpo de Bombeiros, que assumiu o atendimento. Mesmo com os esforços, as duas crianças não resistiram e tiveram o óbito confirmado no Pronto Atendimento Municipal de Dracena.

As vítimas foram identificadas como Yasmim de Morais Brito, de 4 anos e 4 meses, e Gael da Silva, de 4 anos e 11 meses. Eles eram irmãos por parte de pai. O velório ocorre no Velório Municipal de Panorama, com sepultamento às 16h30 no Cemitério Municipal. O caso causou comoção entre familiares e moradores da região.

A revelação de que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, trabalha na elaboração de um código de conduta para os ministros da própria Corte e dos outros tribunais superiores gerou mal-estar entre integrantes do tribunal. A discussão chega a ser indicada como a primeira grande crise interna de Fachin no comando do Supremo. Nos bastidores, ministros sinalizam que a criação do conjunto de regras deve ficar em compasso de espera até que haja uma melhora do clima para debater.

Uma ala do STF questiona o momento escolhido para a discussão, especialmente porque o Senado analisa uma atualização da Lei do Impeachment — tema sensível que, segundo ministros, coincide com pedidos de afastamento de integrantes da Corte, impulsionados por apoiadores do ex‑presidente Jair Bolsonaro.

Existe ainda a avaliação de que a iniciativa de Fachin foi divulgada em um momento ruim para a imagem do tribunal, com a divulgação de que o ministro Dias Toffoli viajou em um jato privado com advogado envolvido no caso do banco Master. Nos bastidores do Supremo, integrantes da Corte também observam que houve uma falta de articulação de Fachin com os colegas sobre o assunto. O perfil mais reservado do presidente do STF é apontado como um dos fatores para esse desalinhamento.

Há temor de que a tramitação do código interno forneça argumentos ao Congresso e fragilize a imagem do STF, expondo eventuais divergências entre os ministros no momento em que a Corte se esforça por manter coesão após a resposta aos atos antidemocráticos de janeiro de 2023 e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados na trama golpista.

O código de conduta é um projeto que Fachin gostaria de concretizar desde antes de sua ida para a presidência do Supremo, em setembro. Desde então, ele vinha discutindo o tema com os colegas do STF e com presidentes de outros tribunais superiores — como o STJ, STJ e STM — buscando apoio para avançar com o projeto, inspirado no código de conduta do Tribunal Constitucional da Alemanha.

Procurado pelo GLOBO, o presidente do STF disse que “sempre defenderá a autoridade, a integridade moral e a imparcialidade do Tribunal”.

O código proposto incluiria diretrizes sobre transparência na participação em eventos, recebimento de verbas e relações com entidades privadas, buscando mitigar conflitos de interesse. Fachin pretende que os princípios se estendam também ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), afetando toda magistratura. No CNJ, a discussão contaria com o apoio do Observatório da Integridade e da Transparência, criado por Fachin.

O principal desafio será obter os seis votos necessários em sessão administrativa do STF para que o código entre em vigor — etapa descrita por ministros como potencial ponto de tensão. O consenso nos bastidores é que a proposta será pausada até que o ambiente político se estabilize, evitando reforçar narrativas externas sobre conflitos entre o Judiciário e o Congresso.

O Globo

 

Foto: Divulgação/Banco Master

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nessa segunda-feira (15) o avanço de novas diligências no caso envolvendo o Banco Master. Em despacho, o magistrado determinou que a Polícia Federal (PF) cumpra uma série de medidas investigativas consideradas urgentes, com prazo inicial de 30 dias.

Na decisão, obtida pelo blog da Natuza Nery, do g1, Toffoli afirma haver “absoluta necessidade” de aprofundar as apurações para garantir o sucesso da investigação e a “proteção do Sistema Financeiro Nacional”. O caso apura uma suposta fraude estimada em R$ 12 bilhões, que envolve a instituição financeira e seu controlador, Daniel Vorcaro.

O ministro autorizou quatro frentes imediatas de investigação: a oitiva dos investigados, que deverão prestar depoimento e apresentar documentos; o depoimento de dirigentes do Banco Central sobre as atividades do Banco Master e possíveis reflexos em outras instituições; a possibilidade de pedidos de quebra de sigilos telefônico, telemático, fiscal e de correspondência; além da requisição de dados a órgãos públicos e empresas privadas.

As oitivas poderão ocorrer de forma presencial ou por videoconferência, deverão ser gravadas e acompanhadas por magistrados auxiliares do gabinete de Toffoli. No início de dezembro, o ministro já havia determinado que todas as decisões relacionadas ao caso passassem a tramitar exclusivamente no STF, o que acabou suspendendo investigações em instâncias inferiores.

A centralização do processo ocorreu poucos dias após o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) revogar a prisão preventiva de Daniel Vorcaro e de outros investigados na Operação “Compliance Zero”, que apura as irregularidades envolvendo o Banco Master.

Com informações do G1

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá, voltou a gerar polêmica ao comentar a megaoperação do Bope realizada em 28 de outubro nos Complexos da Penha e do Alemão, que deixou 122 mortos – entre eles, cinco policiais. Durante evento do PT no Rio, nesta terça-feira (2), Quaquá afirmou que a ação “só matou otário, vagabundo, bandido”, segundo a CNN Brasil.

A fala provocou indignação entre participantes do seminário, que reagiram imediatamente. Houve bate-boca e parte da plateia acusou o petista de distorcer os fatos. Quaquá rebateu dizendo que estava sendo interrompido e chegou a afirmar que seus críticos “só ouvem a própria opinião”.

O encontro reuniu nomes do governo e do partido, como Jean Uema, Chico Lucas, José de Filippi, Edinho Silva e Vitória Fortuna. Segundo comunicado oficial do PT, o prefeito de Maricá teria ido ao evento defender uma estratégia de segurança baseada em presença estatal e políticas sociais, embora tenha insistido que o combate ao crime envolve “ocupação militar do território”.

Essa não é a primeira manifestação do petista em defesa da operação. Dois dias após a ação policial, Quaquá já havia declarado nas redes sociais que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos”.

Com informações do Poder 360

Um pai morreu de ataque cardíaco após saber da morte do filho em Abelardo Luz, no Oeste de Santa Catarina. Com isso, os dois faleceram no mesmo dia, no domingo (30).

A noticia é do portal G1. Ademir Antônio Casanova, de 62 anos, mais conhecido como Tiquinho, e o filho Claudecir da Cruz Casanova, de 30 anos, chamado também de Cile, foram sepultados na segunda-feira (1º), no cemitério municipal.

A primeira morte aconteceu por volta das 3h30 de domingo, no bairro Vila Ceres. Segundo a Polícia Militar, dois grupos que saíam de um baile brigaram às margens da rodovia.

Durante a confusão, Claudecir foi atingido por uma facada no pescoço e morreu no local. Ele não tinha antecedentes criminais.

Testemunhas indicaram características dos envolvidos. A PM fez buscas e encontrou três suspeitos a cerca de 300 metros do local do crime. Um deles estava ferido por uma facada nas costas. Outros suspeitos não foram localizados.

Mais tarde, um conhecido contou ao pai da vítima, Ademir, sobre a morte do filho. Ele passou mal e morreu, mas a Polícia Militar não presenciou o momento.

A Delegacia de Abelardo Luz informou que investiga o caso. Os três suspeitos foram liberados por falta de provas.

Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES

O PL já tem um plano estruturado para tentar votar a anistia mesmo sem o aval do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A estratégia é simples e considerada audaciosa: esperar Motta deixar o país e, no momento em que o vice-presidente da Casa, Altineu Côrtes (PL-RJ), assumir como presidente interino, colocar o tema imediatamente em votação. A cúpula bolsonarista já tenta essa manobra há semanas.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a ligar para Côrtes durante a viagem de Motta à COP30, pressionando o aliado para abrir a sessão com a anistia na pauta. O vice, no entanto, recuou alegando que não poderia atropelar a agenda deixada por Motta. A pressão veio até de dentro da bancada: o líder Sóstenes Cavalcante exigiu pessoalmente que Altineu cumprisse a promessa feita à família Bolsonaro. Mesmo assim, ele resistiu.

A operação quase foi deflagrada novamente nesta semana, mas os planos ruíram quando Motta cancelou uma viagem à Europa — justamente o cenário que permitiria ao PL forçar a pauta. O partido insiste na promessa feita publicamente por Altineu em agosto: de que, na primeira oportunidade como presidente interino, colocaria a anistia para votação.

Hugo Motta, porém, segue irredutível. Aliados afirmam que ele não vê clima político para votar o tema e avalia que a proposta seria derrotada em plenário. O presidente da Câmara e líderes do Centrão tentam se distanciar de uma votação que, em plena reta final do ano legislativo, poderia gerar um desgaste ainda maior para o Congresso.

Com informações do Metrópoles

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