março, 2026 - Informativo Atitude

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O Supremo Tribunal Federal determinou, nesta quarta-feira (11) a prisão de cinco ex-integrantes da cúpula da Polícia Militar do Distrito Federal condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. A decisão ocorre após as defesas esgotarem a possibilidade de recursos contra a condenação imposta.

Os cinco integrantes foram condenados a 16 anos de prisão e a perda dos cargos públicos pelos crimes de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio.

A determinação de prisão foi confirmada com a defesa dos coronéis acusados Marcelo Casimiro Vasconcelos Rodrigues e Paulo José Ferreira de Souza Bezerra pelo G1. Também foram condenados Klepter Rosa Gonçalves, subcomandante-geral; Jorge Eduardo Barreto Naime, coronel; e Fábio Augusto Vieira, comandante-geral à época.

O grupo de oficiais é acusado de não terem agido para evitar os ataques às sedes dos Três Poderes, mesmo tendo efetivo policial para conter os manifestantes. Na denúncia da Procuradoria-Geral da União, também é detalhado que os oficiais sabiam dos riscos da invasão aos prédios e, de forma propositada, não tomaram ações previamente, o que resultou em prejuízos superiores a R$ 25 milhões.

O julgamento no STF foi unânime, com o placar de 3 a 0 seguindo o voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes.

Em seu voto, Moraes utilizou mensagens, depoimentos e comparações com protocolos de segurança para demonstrar que a PMDF tinha condições de evitar o ataque. Para ele, houve omissões com “contribuição relevante para o 8 de Janeiro”, além de “anuência tácita e conformação psicológica com o risco”.

Moraes afirmou que “não houve só falhas pontuais”; a corporação, segundo ele, já havia identificado potenciais ameaças. Por isso, pediu condenação pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado ao patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
InfoMoney

A polêmica envolvendo Virginia Fonseca, Zé Felipe e Ana Castela começou após a circulação de um vídeo em que a cantora aparece maquiando Maria Flor, filha do casal.

As imagens foram gravadas durante um almoço na casa de Leonardo, no Dia Internacional da Mulher, em um encontro organizado por Poliana Rocha.

Dias depois, Virginia publicou um story maquiando a filha e comentou que a menina agora “só quer que a mamãe maquie”. A fala foi interpretada por internautas como uma possível indireta para Ana Castela.

Segundo o portal LeoDias, o incômodo não teria sido exatamente a maquiagem, mas sim a exposição das crianças nas redes sociais.

Pessoas próximas afirmam que, enquanto Ana Castela convivia com a família, era comum a proximidade com os filhos de Virginia e Zé Felipe. Após o fim da relação, no entanto, a cantora teria se afastado da rotina familiar.

Mesmo assim, um vídeo em que Ana aparece maquiando Maria Flor voltou a viralizar nas redes após ser publicado pelo amigo da cantora, Odorico Reis, o que teria ampliado o desconforto em torno da exposição das crianças.

Na época do término, inclusive, vídeos das filhas Maria Alice e Maria Flor perguntando pela ausência de Ana Castela também circularam na internet.

Diante da repercussão, Zé Felipe afirmou que prefere resolver situações que causem desconforto de forma privada, evitando expor conflitos nas redes sociais.

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira (10) pelo Ipsos-Ipec aponta que 42% dos brasileiros consideram que a situação econômica do país piorou nos últimos seis meses. Outros 30% avaliam que a economia permaneceu igual, enquanto 25% afirmam que houve melhora no período.

O levantamento indica que a percepção negativa supera a positiva em 17 pontos percentuais. De acordo com o estudo, esse número aumentou em relação à pesquisa anterior, realizada em dezembro, reforçando a avaliação crítica de parte da população sobre o momento econômico do país.

A pesquisa também mostra diferenças entre os perfis de entrevistados. A percepção de piora aparece com maior frequência entre eleitores de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, pessoas com renda mais alta, evangélicos e entrevistados com ensino superior.

Já a avaliação de melhora é mais comum entre eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva, moradores do Nordeste, pessoas com menor renda e entrevistados com 60 anos ou mais.

O levantamento ouviu 2 mil pessoas entre os dias 5 e 9 de março em 131 municípios brasileiros. A pesquisa tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Além disso, o estudo indica que 51% dos brasileiros desaprovam a forma como Lula governa o país, enquanto 43% aprovam a atual gestão.

Presidência da República do Brasil informou que não possui registros formais das reuniões realizadas no Palácio do Planalto envolvendo o ex-ministro Guido Mantega enquanto ele atuava como consultor do Banco Master, pertencente ao empresário Daniel Vorcaro.

A informação é da colunista Andreza Matais, do portal Metrópoles. A resposta foi enviada após um pedido feito via Lei de Acesso à Informação no fim de janeiro. Segundo o Planalto, não foram produzidas atas, filmagens, gravações ou qualquer outro documento sobre as reuniões — incluindo um encontro ocorrido em 4 de dezembro de 2024 entre Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com registros da agenda do chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, Mantega se reuniu com ele pelo menos seis vezes, sendo quatro encontros já na condição de consultor do Banco Master. Um desses encontros ocorreu justamente no dia da reunião em que Lula também esteve presente.

Os registros oficiais indicam apenas que os encontros trataram de “encaminhamento de pauta”, sem detalhar os temas discutidos. Nas agendas, Mantega aparece identificado apenas como ex-ministro da Fazenda, sem menção ao vínculo com o Banco Master.

Em entrevista ao portal UOL, Lula confirmou que participou da reunião com Vorcaro e afirmou que garantiu ao empresário uma investigação “técnica” por parte do Banco Central do Brasil sobre questionamentos envolvendo a instituição financeira, assegurando que não haveria interferência política no caso.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, nomeou o delegado da Polícia Federal Fábio Alvarez Shor como novo assessor do ministro Alexandre de Moraes na Suprema Corte. Com informações do g1.

A portaria com a nomeação foi assinada na segunda-feira (9) e publicada nesta terça (10) no “Diário Oficial da União”.

Especialista em atividades de contrainteligência, Fábio Shor atuou em vários inquéritos relacionados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, como as investigações sobre o 8 de Janeiro, a trama golpista e o caso das joias sauditas – cujo arquivamento foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na semana passada.

Na apuração sobre a tentativa de golpe de Estado, Shor assinou, ao lado de uma delegada da PF, o indiciamento do ex-presidente e outras 36 pessoas. Bolsonaro foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão após denúncia da PGR.

Como delegado, ele também foi responsável por colher os depoimentos do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, no acordo de colaboração premiada firmado pelo militar com a Polícia Federal.

Fábio Shor também atuou na investigação sobre o caso da Abin Paralela, na qual foi apurado o uso indevido da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para monitoramento de autoridades e adversários políticos do governo Jair Bolsonaro.

No gabinete de Moraes, o delegado vai assessorar o ministro em ações criminais a serem julgadas pelo magistrado na Suprema Corte.

Master

A ida do delegado da PF para o gabinete de Moraes acontece em um momento no qual o ministro está em evidência em razão de reportagens que apontam que o magistrado teria sido o destinatário de mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, no dia 17 de novembro de 2025, horas antes de Vorcaro ser preso pela primeira vez.

Em nota divulgada pela secretaria de comunicação do STF, o ministro Alexandre de Moraes negou que as mensagens enviadas pelo banqueiro foram para ele.

O escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro do STF, foi contratado por Vorcaro para prestar serviços jurídicos.

Em nota, o escritório de Viviane afirmou que “nunca conduziu nenhuma causa para o Banco Master no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF)”.

De acordo com a nota, o escritório foi contratado no período entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, pelo cliente Banco Master, “para o qual realizou ampla consultoria e atuação jurídica”.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, avisou nos bastidores da Corte que não vai baixar a guarda na investigação que apura a ligação de ministros com o caso do Banco Master. O magistrado afirmou que pretende analisar o processo até o fim, “doa a quem doer”, para preservar a imagem da própria instituição.

Fachin se reuniu com o relator do caso, ministro André Mendonça, na noite de segunda-feira (9/3), para tratar das menções aos integrantes do STF nos dados extraídos do celular do banqueiro: Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Em encontro com integrantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e das outras 27 seccionais da entidade, Fachin também indicou que pretende apurar o caso até o fim. Ele disse que “nada será colocado debaixo do tapete” no que se trata da investigação.

O presidente do Supremo também voltou a defender a criação do código de conduta, um conjunto de normas que dizem respeito à ética dos magistrados dos tribunais superiores. Fachin pretende fazer apresentação pública do documento.

O código, inclusive, é um dos motivos pelo qual o magistrado se colocou a favor da saída de Toffoli do caso.

O presidente do Supremo tenta conter a crise e restabelecer a confiança da opinião pública em relação à Corte. Na abertura do ano Judiciário, ele fez discurso enfático em defesa de uma “autocorreção” do Supremo, admitindo que o tribunal precisava retornar ao equilíbrio institucional.

O tema divide o tribunal. O ministro Alexandre de Moraes disse, em sessão plenária, que a magistratura tem inúmeras restrições legais e negou que juízes julguem processos com vínculos pessoais. Segundo ele, não há uma carreira pública com tantas vedações quanto o magistrado.

Toffoli partilhou do mesmo entendimento e, ao falar contra a criação de um código de conduta no STF, defendeu a participação de magistrados em empresas.

O decano Gilmar Mendes afirmou que não se opõe, mas que também não vê necessidade na criação dessas diretrizes.

Metrópoles

Duas mulheres foram mortas a tiros na tarde deste sábado (7), no município de Caraúbas, no Oeste Potiguar. De acordo com a Polícia Militar, as vítimas eram sobrinha e tia, sendo identificadas como Jéssica Lorelly de Oliveira, de 35 anos, e Joana Darc Maia, de 59 anos, respectivamente. A informação é do Portal da Tropical.

Segundo a PM, elas estavam em um carro com mais duas pessoas, incluindo uma criança. Quando Jéssica, que era a motorista, parou o veículo em frente à casa da tia, um outro carro parou e os ocupantes efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Jéssica foi atingida e morreu dentro do carro. Joana já havia saído do veículo e estava na calçada quando foi atingida. Ela também não resistiu e morreu ainda no local. Após os disparos, os suspeitos fugiram do local e ainda não foram localizados. A Polícia Militar isolou a área e realizou diligências em busca dos atiradores.

A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil. Os corpos das vítimas foram recolhidos para perícia pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

A Realtime Big Data apontou nesta segunda-feira (9) que o pré-candidato à presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece numericamente à frente do atual chefe do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no primeiro turno, no estado de São Paulo.

Primeiro cenário
No estado, Flávio aparece com 38%, contra 34% de Lula, no primeiro cenário testado. Ou seja, como a margem de erro é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo, há empate técnico entre os dois.

A pesquisa também testou os nomes do governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), que apareceu com 9% das intenções de voto, seguido do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 4%; o ex-presidente da Câmara Aldo Rebelo (DC) e o líder do partido Missão, Renan Santos, cada um deles com 2%.

Segundo cenário
A situação entre os dois se repete no terceiro cenário testado: Flávio Bolsonaro tem 39%, contra 35% de Lula. Apesar de aparecer numericamente a frente do presidente, os dois ainda estão em empate técnico.

Nesse cenário, o pré-candidato e governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e Romeu Zema apareceram com 5% cada. Depois deles, Rebelo e Santos com 2% cada.

Terceiro cenário
No terceiro cenário testado em um eventual primeiro turno entre Flávio e Lula, o filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o chefe do executivo apareceram com 39% e 35%, respectivamente.

Depois, Ronaldo Caiado (PSD) somou 6% das intenções de voto, contra 4% de Romeu Zema. Rebelo e Santos voltaram a aparecer com 2% cada.

Metodologia
O levantamento ouviu 2.000 eleitores em São Paulo, entre os dias 6 e 7 de março. O índice de confiança é de 95%, com margam de erro de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-01902/2026.

CNN

Ao que parece, vários parlamentares já tiveram acesso as informações a respeito da quebra do sigilo do banqueiro Daniel Vorcaro, o que inclui as mensagens que ele trocou com pessoas de todos os tipos. Dentre elas, inclusive, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Contudo, um detalhe que chamou a atenção de muita gente foi uma fala do deputado federal Kim Kataguiri, que disse que há “diálogos constrangedores” de Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro sobre modelos. Em vídeo publicado no Instagram, o parlamentar afirma:

“As mensagens mostram uma relação de proximidade muito grande com o ministro Alexandre de Moraes. Eu nem vou entrar no detalhe de diálogos constrangedores com modelos e tals, porque assim né? Isso não interesse para fins criminais. Mas fica muito claro, o Vorcaro fazia questão até de se gabar para mulheres com quem ele trocava mensagens, que estava em reunião com Alexandre, que estava com Alexandre.”

Alexandre de Moraes é casado com a advogada Viviane Barci, que tem um contrato de R$ 129 milhões com o Banco Master de Vorcaro.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

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A CPI do Crime Organizado recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que suspendeu a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático da empresa Maridt Participações S.A., que tem entre os sócios o ministro da Corte Dias Toffoli.

A notícia é do R7. Nos requerimentos, os senadores também pedem a correção da distribuição da relatoria desse processo.

A decisão de suspender a medida se deu após a companhia contestar a quebra dos sigilos. Ao analisar esse requerimento, Gilmar concluiu que houve desvio de finalidade da CPI [Comissão Parlamentar de Inquérito], por ultrapassar os limites do fato que justificou a abertura dela.

Presidente da comissão, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) argumentou que essas medidas buscam “assegurar o funcionamento da comissão e preservar as prerrogativas constitucionais de investigação do Poder Legislativo”.

Para o parlamentar, a decisão da Corte não é “razoável” e, para que um mandado de segurança seja concedido a pessoa jurídica, é necessário um instrumento judicial voltado à proteção da liberdade de pessoas físicas.

“Os Poderes são independentes e harmônicos entre si. Serei um verdadeiro guardião dessa premissa constitucional. Mas, como presidente [do colegiado], recorro da decisão porque, se a CPI não puder quebrar sigilo bancário ou telemático, se não puder convocar pessoas e se as testemunhas puderem simplesmente deixar de comparecer, esvazia-se o próprio sentido constitucional da existência dela. Precisamos dar uma resposta à altura, com legalidade e responsabilidade”, afirmou Contarato.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

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