Categoria: Saúde

Foto: Magnus Nascimento 

O Hospital Walfredo Gurgel, principal unidade de urgência e trauma do Rio Grande do Norte, enfrenta mais um colapso nos atendimentos. Com tomógrafos quebrados, exames de imagem estão suspensos, enquanto profissionais da saúde denunciam a falta de insumos até para procedimentos básicos. Em nota, a Secretaria de Saúde Pública (Sesap) informou que, após a quebra dos equipamentos, a empresa responsável pela manutenção foi acionada. A previsão é de que os exames retornem na unidade no máximo até quinta-feira (18).

O presidente do Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN), Geraldo Ferreira, informou que a rotina no Walfredo Gurgel é marcada por sobrecarga, improviso e estresse constante. Faltam itens elementares como luvas, gazes estéreis e antibióticos adequados para o tratamento de infecções graves. “Nós convivemos diariamente com essa situação. E tudo isso eu não vou nem colocar no ponto de vista psicológico, que isso aí é degradante para o médico. Eu quero colocar do ponto de vista ético, que a gente já está ultrapassando a fronteira da ética, aceitando trabalhar em ambientes que não têm condições do correto tratamento ao paciente”, denunciou.

Ele ainda revela que há denúncias de profissionais que atuam no Hospital Walfredo Gurgel relatando situações graves de improviso devido à falta de insumos. Em um dos casos, médicos teriam sido obrigados a realizar drenagem de tórax em uma criança utilizando sondas nasogástricas, devido à ausência do dreno torácico apropriado.

Tribuna do Norte 

A australiana Krystal Maeyke, de 40 anos, mãe de um menino de 12, teve a vida transformada após ser diagnosticada com câncer colorretal metastático em estágio 4. Saudável e ativa, ela ignorou por três meses sintomas persistentes como dores abdominais, fadiga extrema, alterações intestinais, perda de apetite e suores noturnos, atribuindo-os ao cansaço da maternidade.

O diagnóstico veio em maio de 2023, após uma internação emergencial a 450 km de sua casa. Desde então, Krystal compartilha sua rotina de tratamento no TikTok, onde reúne mais de 50 mil seguidores, com o objetivo de conscientizar sobre os sinais do câncer de intestino e a importância do diagnóstico precoce.

“O peso da minha luta não está só na minha dor, mas no que meu filho de 12 anos poderá perder”, desabafa Krystal, que também criou uma campanha no GoFundMe para garantir o futuro do filho.

Entre os sinais de alerta do câncer colorretal, especialistas destacam:

Sangue nas fezes (vermelho vivo ou escuro)

Alteração do hábito intestinal (diarreia crônica ou constipação recente)

Cólicas, inchaço e sensação de evacuação incompleta

Fadiga, perda de peso e anemia

Krystal reforça: “O corpo dá sinais e precisamos ouvi-los.” Ela segue em tratamento com sessões de quimioterapia e lembra que, muitas vezes, sintomas sérios são confundidos com estresse ou má alimentação. A história dela reforça a necessidade de atenção e diagnóstico precoce.

“A luta é por mim, mas eu faço isso pelo meu filho”, conclui.

A escritora norte-americana Elisa Beth Magagna, de 42 anos, viu sua vida mudar drasticamente após sentir dores intensas nas costas, em 2020. Apesar de exames iniciais não detectarem nada grave, a dor se intensificou a ponto de comprometer sua locomoção e causar atrofia muscular nas pernas. Um novo exame de raio-x revelou o pior: uma vértebra completamente corroída por um tumor, além de massas suspeitas em outras áreas e dois tumores no cérebro.

Elisa foi diagnosticada com melanoma estágio 4 — um câncer de pele agressivo e já em metástase. O pesadelo, no entanto, começou antes: em 2018, uma pinta roxa no pulso foi removida e, após biópsia, identificada como melanoma em estágio 2. Na época, Elisa passou por uma cirurgia intensa, que removeu pele, músculo e osso. O câncer parecia sob controle, mas retornou anos depois com força devastadora.

Agora, mesmo após tratamentos intensivos, os médicos informaram que ela pode ter apenas de três a seis meses de vida, caso a próxima radioterapia não funcione. “É como estar amarrada aos trilhos do trem e eu simplesmente não sei quando ele vai chegar”, declarou em entrevista ao The Sun.

Apesar da gravidade do diagnóstico, Elisa decidiu viver plenamente. Realizou sonhos como saltar de paraquedas, visitar a Itália e cantar em público em um jogo de beisebol. Criou também um blog para relatar suas experiências e escreveu posts programados para os filhos, que serão publicados mesmo após sua morte. “São como cartas de amor que sobreviverão”, afirmou.

Melanoma e prevenção
O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele e está ligado, em 90% dos casos, à exposição solar sem proteção. Especialistas recomendam o uso diário de protetor solar com FPS 30 ou superior, roupas adequadas e atenção a sinais ou pintas que mudem de forma, cor ou tamanho. Evitar o sol entre 11h e 15h também é fundamental.

A história de Elisa serve como alerta para os riscos do câncer de pele e reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce.

Pesquisadores de Oxford, no Reino Unido, revelaram que as pessoas que tomam medicamentos para perda de peso, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, recuperam todo o peso perdido dentro de um ano após interromper o uso da medicação.

A análise comparou 11 estudos de medicamentos para perda de peso GLP-1, mais antigos e mais novos, e descobriu que os pacientes perdiam 8 kg com as injeções, mas retornavam ao peso original dentro de 10 meses após interromperem o uso.

Aqueles que tomavam semaglutida (Wegovy) e tirzepatida (Mounjaro) perderam o dobro de peso, cerca de 16 kg, porém, ganhavam novamente 9,6 kg em um ano, ou seja, era esperado o retorno dos 16 em torno de 20 meses.

A pesquisa, apresentada no Congresso Europeu sobre Obesidade, estudou 6.370 adultos em oito ensaios clínicos randomizados e três estudos observacionais. Destes, 1.465 pacientes estavam tomando semaglutida e tirzepatida – injeções de alta dosagem recomendadas especificamente para perda de peso.

Análises anteriores de testes sobre a eficácia de diferentes dietas, sem incluir medicamentos, realizadas pelos mesmos pesquisadores, descobriram que, embora as pessoas também recuperassem peso após interromper as dietas, a taxa de recuperação era muito mais lenta, levando pelo menos cinco anos para retornar ao peso anterior.

“Esses medicamentos são muito eficazes para ajudar você a perder peso, mas quando você os interrompe, o ganho de peso é muito mais rápido do que [após interromper] as dietas”, disse Susan Jebb, coautora do estudo e professora de dieta e saúde populacional na Universidade de Oxford.

Embora o estudo não tenha demonstrado causalidade, Jebb especulou que a diferença na rapidez com que as pessoas recuperam o peso pode ser devido ao fato de que as dietas são rigorosas e as pessoas precisam praticar a contenção para perder peso, ao passo que, se você estiver tomando um medicamento que elimina completamente a fome, não precisará fazer esse esforço.

“Então, quando os medicamentos são retirados, você não tem esse tipo de estratégia comportamental em vigor que ajude a manter o peso”, disse a pesquisadora.

As descobertas levantam questões para o NHS, já que as diretrizes de Nice (National Institute for Health and Care Excellence — Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidados) determinam que as pessoas não devem tomar injeções para perda de peso por mais de dois anos.

Além disso, muitos pacientes desistem do tratamento, seja porque o compram de forma privada e não têm condições financeiras, seja porque os efeitos colaterais não lhes são favoráveis ou porque não estão mais perdendo peso.

Com informações de Folha de Pernambuco

O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como derrame, é uma das principais causas de morte no Brasil. Somente em 2025, entre os dias 1º de janeiro e 5 de abril, o quadro foi responsável pela morte de 18.724 pessoas, segundo dados do Portal da Transparência dos Cartórios de Registro Civil. O número é o equivalente a uma morte a cada sete minutos ao longo do ano. Além disso, em 2024, foram registrados 84.878 óbitos.

Entre 1990 e 2021, os AVCs provocaram 7,3 milhões de mortes em todo o mundo e projeções indicam que a condição poderá causar quase 10 milhões de mortes anualmente até 2050.

Embora os números possam assustar, especialistas destacam que a incidência de casos tem diminuído. Mesmo com o envelhecimento da população — o que naturalmente tem elevado os números absolutos de casos —, a taxa de incidência global caiu 21,8% nas últimas três décadas, e a de mortalidade, 39,4%. No Brasil, as quedas foram de 47,7% e 62,2%, respectivamente.

Ainda assim, o AVC continua sendo um desafio para as políticas públicas, especialmente em três áreas: prevenção, tratamento e reabilitação. Tanto que os avanços já obtidos parecem ter estagnado ou mesmo regredido em alguns países. No Brasil, de 2015 a 2021, a redução média anual foi de apenas 0,75%, ante 2,09% no apanhado de 1990 a 2021.

Diante do cenário, representantes de governos, organizações internacionais e especialistas em saúde lançaram em abril a Coalizão Mundial de Ação contra o AVC (Global Stroke Action Coalition, em inglês). A entidade emitiu um chamado urgente à ação para enfrentar as crescentes desigualdades relacionadas à condição.

Uma das coordenadoras do grupo é a neurologista brasileira Sheila Martins, presidente da Rede Brasil AVC. Segundo ela, o País se destaca com ações do Sistema Único de Saúde (SUS), como uso de trombolítico (medicamento que desfaz o trombo ou coágulo sanguíneo, permitindo a circulação), protocolos para agilidade no tratamento e a criação de 119 centros especializados no atendimento ao AVC, financiados pelo Ministério da Saúde.

Mas ainda há muito a melhorar. “O Brasil está à frente de muitos países por ter políticas públicas gratuitas de prevenção e reabilitação, mas ainda enfrentamos desafios”, diz Sheila.

A desigualdade regional é um dos maiores obstáculos: 77% dos centros de AVC estão no Sul e Sudeste, segundo a Rede Brasil AVC. Um estudo publicado na Frontiers Neurology estimou que, em instituições sem esses centros, a taxa de mortalidade chegou a 49%, contra 17% onde havia estrutura adequada.

Outra melhoria buscada pela coalizão global é o diagnóstico precoce. A maioria dos casos está ligada a fatores de risco modificáveis, principalmente a hipertensão. Por isso, a proposta é que todo paciente tenha sua pressão aferida ao chegar ao posto de saúde.

“Hipertensão é o principal fator de risco, mas somente 20% das pessoas que têm a condição são diagnosticadas. Por outro lado, gerenciar a hipertensão por si só poderia reduzir a taxa de AVC pela metade”, diz a médica.

A reabilitação também precisa de atenção. Os especialistas dizem que sobreviventes e cuidadores devem participar da formulação de políticas e ter acesso facilitado a terapias. “O paciente pode ficar com sequelas após um evento como esse, por isso precisa de reabilitação física, fisioterapia, reabilitação da fala, mas muitas vezes não consegue acesso rápido a essas medidas”.

Outras demandas da Global Stroke Action Coalition são o desenvolvimento de planos nacionais de ação para AVC e o compromisso em financiar intervenções inovadoras. Por fim, há o entendimento de que o cuidado com o quadro deve ser contínuo.

“Controlar a pressão arterial, promover hábitos saudáveis e garantir que o paciente tenha acesso à reabilitação são partes de uma mesma estratégia. O cuidado com o AVC não começa no hospital e nem termina na alta. Ele precisa ser contínuo, integrado e acessível em todas as fases, desde a prevenção até a reintegração do paciente à vida cotidiana”, defende Sheila.

Estadão

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Hoje é um dia de muita celebração e alegria para a família do pequeno Guilherme Henrique Cunha da Silva, 3 anos. Após 56 dias de internação devido ao atropelamento que sofreu em uma lanchonete onde estava com os pais em dezembro passado, ele recebe alta do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel nesta quarta-feira (5). “Esse é um momento para festejar. Estamos gratos a Deus e felizes”, destacou o pai de Guilherme, Gilclécio Gomes da Silva.

Era noite do dia 11 de dezembro quando a família foi lanchar em um estabelecimento no bairro Boa Esperança, em Parnamirim, Região Metropolitana de Natal. Imagens de câmeras de segurança da lanchonete filmaram o momento em que um veículo invadiu o estabelecimento atingindo os clientes da mesma família que estavam em uma das mesas. A criança teve uma perna praticamente dilacerada e o fêmur quebrado no atropelamento.

Com informações do Novo Notícias

Mais um exemplo do descaso da coveira Fátima Bezerra com a saúde pública e o cidadão do RN.

Na cidade de Tenente Ananias, na região Oeste, um cidadão conhecido como “coco” sofreu um grave acidente ao realizar um salto errado em uma piscina e fraturou duas vértebras.

Dia 16 de novembro ele foi levado para Mossoró com a expectativa de realizar uma cirurgia, mas o procedimento não estava marcado. A situação se agravou e entrou em coma grau 3.

No dia 18 de novembro, Coco foi transferido para a UTI do Hospital Tarcísio Maia, em Mossoró.

Desde então, já se passaram mais de 70 dias e ele ainda aguarda a realização da cirurgia necessária.

Durante esse período, Coco adquiriu três infecções bacterianas dentro do hospital.

O caso já foi levado à justiça, mas ainda não houve respostas concretas.

Um absurdo que parece as autoridades fazem questão de não ver!

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

O Grupo HRG informou a suspensão de atendimento aos usuários da Humana Saúde, após frustração das tratativas negociais, relativa a inadimplência do plano e o crescimento exponencial do passivo financeiro junto ao grupo. É a segunda suspensão do mês.

Anteriormente, os hospitais haviam aceitado adiar a suspensão, com a promessa de que o plano iria rever suas políticas extra contratuais de pagamento.

Com a manutenção do impasse, a suspensão voltou a acontecer. “Estamos abertos, como maior hospital do Estado, a tratar de todas as questões, sendo nossa maior preocupação o usuário” disse Venceslau Carvalho, responsável pelas operações jurídicas do Rio Grande e da Maternidade.

Explicou ainda que os usuários do plano devem procurar a operadora para direcionamento da rede credenciada.

Se o seu objetivo é ganhar massa muscular, você provavelmente já sabe que focar apenas no treinamento físico não é suficiente. A alimentação também tem um papel fundamental na manutenção e no crescimento dos músculos.

O combo proteína e carboidrato tem tudo quando se trata de fortalecer a musculatura. Enquanto a proteína age ativamente na síntese muscular — nome dado para a construção do músculo —, o consumo de carboidratos dá energia para o organismo — sem energia, o corpo começa a queimar músculos, o que não é nada bom.

Abaixo, o nutricionista Felipe Fedrizzi Donatto, doutor em biologia celular e tecidual, e a professora de nutrição Marcia Nacif, doutora em saúde pública, listam os alimentos que favorecem a construção muscular:

1. Frango: nosso corpo inteiro é feito de proteína, dos ossos aos cabelos. E, para formar os músculos, não é diferente. Precisamos de oito aminoácidos essenciais, que nosso corpo não produz, para construir a musculatura. A leucina, presente no frango, é um desses aminoácidos importantes para o músculo e que são encontrados em proteínas de alto valor biológico, como nas aves.

2. Ovo: a albumina, presente no ovo, é um tipo de proteína de alto valor biológico, ou seja, de suma importância para a síntese de massa muscular. Uma pessoa sedentária precisa consumir, no mínimo, de 1 a 1,2 grama de proteína por quilo de peso, tudo para manter a síntese proteica do corpo em ordem. Quem é fisicamente ativo precisa de um consumo maior: de 1,6 a 2 gramas por quilo de peso. Cabe ao nutricionista calcular o quanto você precisa e distribuir as porções de proteína ao longo do dia.

3. Batata-doce: é uma fonte de carboidrato que ajuda no ganho de massa muscular. Por ter um índice glicêmico médio, fornece energia de forma gradual para as atividades físicas, evitando quedas bruscas dos níveis de glicose e fadiga muscular, o que melhora o desempenho durante os treinos.

4. Peixe: também está na lista de proteínas de alto valor biológico e, por isso, seu consumo é indicado para quem quer fortalecer a musculatura. Ao consumir uma dose de proteína animal, o músculo absorve esse nutriente e estimula a síntese proteica. As nossas fibras musculares se combinam com os aminoácidos e formam os blocos construtores das fibras musculares.

5. Soja: as fontes proteicas vegetais, como a soja, são de baixo valor biológico por terem uma quantidade menor dos aminoácidos que precisamos para construir a musculatura. No entanto, ao combinar várias proteínas de origem vegetal, é possível ter um bom aporte de aminoácidos que vão garantir a construção muscular.

6. Quinoa: apesar de o grão ter proteína de baixo valor biológico, ele também pode auxiliar na construção muscular quando combinado com outros alimentos para garantir os aminoácidos necessários para o músculo. Lembrando que um nutricionista é capaz de fazer esse cálculo e garantir o aporte proteico necessário para sua musculatura. Além disso, o alimento também é uma boa fonte de carboidrato, importante para fornecer energia.

7. Cereais: como aveia, centeio, trigo-sarraceno. Eles não participam ativamente da síntese proteica, mas fornecem carboidratos que dão energia para a prática de atividade física. Lembrando que precisamos de carboidrato como fonte de energia. Sem ele, nosso corpo precisa tirar energia de algum lugar e acaba “queimando” nossa musculatura.

8. Beterraba: ainda que a hortaliça não participe da construção muscular em si, ela é rica em betaína, que, segundo estudos, facilita a oxigenação do tecido muscular e a absorção dos nutrientes pelos músculos.

9. Whey protein: proteína do soro de leite é um dos suplementos mais conhecidos e usados por praticantes de atividades físicas. Na hora de comprar o whey, ou uma proteína vegetal similar, é importante ficar atento a pelo menos dois pontos: cada scoop deve ter pelo menos de 18 a 20 g de proteína, e marcas de boa qualidade têm um “aminograma” na parte de trás do rótulo, onde é possível ver quais aminoácidos estão presentes na fórmula. “Priorize produtos com leucina, isoleucina e valina”, recomenda a nutricionista Thais Barca.

10. Arroz: “Se você juntar grãos, como o arroz, com alguma leguminosa, a exemplo dos feijões, cria uma boa combinação de aminoácidos e vai ter um excelente resultado em relação à massa muscular também”, diz Barca. “O que a proteína vegetal faz no nosso corpo é exatamente igual ao que faz a proteína de origem animal.”

Fonte: UOL

Foto: Eryka Silva / 98 FM

O Ministério da Saúde atendeu a um pedido do Governo do Estado e vai bancar integralmente os custos para implantação de um novo pronto-socorro na área da ortopedia para desafogar o Hospital Walfredo Gurgel. O anúncio foi feito nesta terça-feira (3) pela governadora Fátima Bezerra (PT), em coletiva de imprensa no Centro Administrativo do Estado.

Ainda segundo o governo, ficou definido que o novo pronto-socorro vai funcionar no Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaíba. A expectativa é que o serviço custe R$ 900 mil por mês, com início dos atendimentos na primeira quinzena de janeiro.

Fátima disse ter levado o pleito do custeio ao Governo Federal na última quinta-feira (28), durante viagem a Brasília, e que a resposta chegou nesta terça-feira (3). Na coletiva, ela deixou claro que não haverá prejuízo ao funcionamento regular do hospital de Macaíba atualmente – na verdade, haverá ampliação dos serviços.

O novo pronto-socorro faz parte de uma estratégia montada pelo Governo do Estado para criar uma “barreira ortopédica”. O objetivo é o que novo pronto-socorro acolha casos de baixa e média complexidade, desafogando o Hospital Walfredo Gurgel – que ficará concentrado nos casos mais graves.

Até agora, a ideia do Governo do Estado era que o hospital fosse custeado de maneira compartilhada entre governo e prefeituras. Pelo projeto em discussão, o governo entraria com 40% da despesa e seis municípios da Grande Natal dividiriam o pagamento do restante: Parnamirim, Macaíba, Extremoz, São Gonçalo do Amarante, Ceará-Mirim e São José do Mipibu.

A Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn) e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) haviam se posicionado contra a proposta, alegando que as prefeituras não têm condições de suportar mais despesas na área da saúde e que já abrem mão de recursos no setor para que o Estado absorva a demanda.

Agora, o consórcio não será mais necessário pois o Governo Federal pagará todo o serviço.

*Em atualização

Com informações 98Fm

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