Uma operação de inteligência da Polícia Civil do Rio de Janeiro terminou em confronto armado, morte e prisões na comunidade do Castelar, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, nessa segunda-feira (2). A ação tinha como alvo o Comando Vermelho e resultou na morte de um morador atingido durante o tiroteio.

A investida foi realizada por agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense, com apoio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes. Segundo a corporação, cinco criminosos foram presos e houve apreensão de armas e drogas.

De acordo com a polícia, criminosos reagiram à operação abrindo fogo contra os agentes e também de forma indiscriminada na comunidade, colocando moradores em risco. Três civis ficaram feridos e foram socorridos; um deles não resistiu.

O principal alvo era um traficante conhecido como “RF”, apontado como uma das lideranças do Comando Vermelho e suspeito de envolvimento em ataques contra policiais no início de janeiro. Ele conseguiu fugir com apoio armado de comparsas e, segundo os investigadores, chegou a divulgar um áudio se vangloriando da ação.

Os cinco suspeitos presos atuavam como cobertura para a fuga da liderança e foram autuados.

A empresária Amanda Vasconcelos Tavares Reis, de 28 anos, esposa do cantor sertanejo Henrique, que faz dupla com Juliano, foi presa em Orlando, na Flórida, por dirigir com carteira de habilitação vencida.

A brasileira foi detida na segunda-feira (2). Até o momento, os registros públicos não confirmam se houve pagamento de fiança ou se a Justiça da Flórida liberou Amanda.

De acordo com o registro oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Orange (Orange County Sheriff’s Office), ela enfrenta duas acusações criminais. O motivo principal da prisão é a fuga de uma abordagem policial.

Além da fuga, as autoridades registraram uma contravenção de segundo grau por dirigir veículo motorizado sem habilitação válida.

O relatório da polícia detalha que Amanda cometeu um crime grave (felonia de terceiro grau) ao ignorar uma ordem de parada. Segundo o estatuto 316.1935(2), ela fugiu ou tentou eludir um oficial de lei que estava com as luzes e sirenes da viatura ativas.

Com informações de g1

Foto: Reprodução

Os gastos administrativos para manter a máquina pública federal em funcionamento chegaram a R$ 72,7 bilhões em 2025, o maior valor dos últimos nove anos, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional corrigidos pela inflação. As despesas voltaram a ultrapassar a marca dos R$ 70 bilhões no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após ficarem em patamar menor durante as gestões de Michel Temer e Jair Bolsonaro.

Entre os custos que mais pressionam o orçamento estão contas básicas e operacionais, como energia elétrica, água, tecnologia da informação, limpeza, vigilância, combustíveis, aluguel de imóveis e veículos, além de passagens e serviços bancários. O avanço dessas despesas tem reduzido o espaço disponível para investimentos e programas públicos, já que fazem parte dos chamados gastos livres do governo dentro das regras do arcabouço fiscal.

Como as despesas obrigatórias — como salários, aposentadorias e benefícios — crescem acima do limite anual permitido, o governo acaba comprimindo ainda mais a margem para investimentos em áreas como infraestrutura, universidades federais, bolsas científicas, fiscalização ambiental e programas sociais. Para 2026, o Ministério do Planejamento estima cerca de R$ 129,2 bilhões disponíveis para gastos discricionários, dos quais grande parte já é consumida pelo custeio da máquina.

Especialistas apontam que o cenário fiscal deve dificultar novas iniciativas em pleno ano eleitoral. Para o economista Jeferson Bittencourt, a combinação de despesas obrigatórias em alta e calendário político tende a limitar ações do governo. Já Marcus Pestana, da Instituição Fiscal Independente, avalia que o modelo atual cria uma margem “medíocre” para investimentos, indicando um horizonte fiscal desafiador para o país.

Com informações do G1

Sabe-se agora que ao atacar os “defensores” do banqueiro Daniel Vorcaro, Lula (PT) tentava se afastar do Master e desfazer a impressão geral, detectada em pesquisa interna, de que tudo não passava de mais um escândalo do seu governo. É que ele estava informado ser iminente o vazamento da sua reunião fora da agenda com Vorcaro, de 1h30 de duração. Para escalar a posição de Lula, assessores apontaram, em off, que o alvo seria Dias Toffoli, com quem o petista teria contas a ajustar.

SALVO PELA CASA

Depois, Lula deixou vazar sua “irritação” e que gostaria de Toffoli “fora do STF”. A desestabilização seria contida pelo apoio de colegas ao ministro.

VOTOS IMPERDOÁVEIS

Lula é do tipo que não esquece, e não perdoa os votos de Toffoli nos julgamentos do Mensalão e da Lava Jato contra ele e demais implicados.

SEM REAPROXIMAR

Ao assumir seu terceiro mandando, diziam no Planalto que Lula recusava qualquer reaproximação com Toffoli, que ele próprio indicou para o STF.

ELE NÃO ESQUECE

Pouco adiantaram as decisões de Toffoli que sacramentaram o fim da Lava Jato. Afina, Lula não esquece. Ama guardar rancor.

 

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou um habeas corpus apresentado em favor do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista. A decisão foi tomada nesta quarta-feira (28) e extinguiu o pedido sem análise do mérito. A ação foi protocolada por Francisco Ricardo Alves Machado, que se identificou como estoquista e morador de Japeri, no Rio de Janeiro.

A informação é do colunista Paulo Cappelli, do Metrópoles. No pedido, o autor solicitava a soltura imediata de Bolsonaro e a anulação do processo, alegando suspeição de magistrado. O texto também citava uma série de problemas de saúde do ex-presidente, como doenças digestivas, câncer de pele, apneia do sono, hipertensão, hérnia e histórico de traumatismo craniano, como argumento para caracterizar constrangimento ilegal à liberdade.

A petição ainda sustentava a inexistência de crime punível, com base no artigo 17 do Código Penal, que trata do chamado crime impossível, além de recorrer a dispositivos da Constituição, do Código de Processo Penal e a tratados internacionais de direitos humanos. Para o impetrante, esses fundamentos justificariam a concessão do habeas corpus.

Ao analisar o caso, Alexandre de Moraes afirmou que o pedido apresentava “vícios insanáveis”, com argumentação genérica e sem a descrição concreta de atos que configurassem coação ilegal. Segundo o ministro, a ausência de individualização mínima dos fatos inviabiliza qualquer correção da petição, tornando impossível o prosseguimento do habeas corpus nos termos exigidos pela legislação.

Com informações do Metrópoles

Alexandre de Moraes fez divulgar uma nota depois da publicação da reportagem “O encontro de Moraes com o presidente do BRB na mansão de Vorcaro”, de Andreza Matais e André Shalders:

“A matéria do Portal Metrópole (sic) sobre uma suposta reunião do Ministro Alexandre de Moraes, acompanhado por um assessor, com o então Presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, na casa do banqueiro Daniel Vorcaro, é falsa e mentirosa. Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal.”

Se não se destaca pela sintaxe, a nota prima por desmentir o que não foi dito.

A reportagem não afirma em momento algum que houve uma reunião de Alexandre de Moraes com Paulo Henrique Costa na casa de Daniel Vorcaro.

O que está publicado é que o ministro conheceu o então presidente do BRB na casa do dono do Banco Master. Paulo Henrique Costa lhe foi apresentado em um ambiente reservado da mansão, e ambos trocaram impressões sobre a negociação para a compra do Master pelo BRB durante o encontro.

A cena descrita na reportagem é a de um encontro até breve. Está muito longe de ser a reunião negada com tanta presteza e indignação.

O que a nota não desmente é que, em um fim de semana do primeiro semestre de 2025, Alexandre de Moraes estava na casa de Daniel Vorcaro, em Brasília, acompanhado de um assessor, fumando charutos e degustando vinhos caros, em uma espécie de bunker próprio para esse passatempo viril.

A nota também não desmente que aquela foi a segunda vez, pelo menos, que o ministro visitou Daniel Vorcaro no seu ninho brasiliense.

De acordo com a reportagem, em 6 de novembro de 2024, Alexandre de Moraes estava na casa do dono do Master, mais precisamente no tal bunker, de onde acompanhou a apuração do resultado da eleição presidencial americana, que deu o segundo mandato a Donald Trump.

É importante ressaltar que tanto a primeira visita como a segunda ocorreram durante a vigência do espantoso contrato de R$ 129 milhões firmado entre o banco de Daniel Vorcaro e o escritório de advocacia da mulher do ministro, a doutora Viviane Barci de Moraes.

Fato curioso: quando foi noticiado que Alexandre de Moraes pressionou o Banco Central para que aprovasse a compra do Master pelo BRB, o ministro não só desmentiu as pressões, como aproveitou para negar o que também não foi publicado na ocasião: que o escritório da sua mulher tenha atuado na aquisição BRB-Master perante o Banco Central. Pelo contrário, inexiste notícia de qualquer ação relevante levada a cabo pelo escritório de Viviane Barci de Moraes que justifique o contrato multimilionário assinado com o Master.

Por fim, temos a acusação leviana, para dizer o mínimo, de que a reportagem do Metrópoles sobre o encontro de Alexandre de Moraes com o então presidente do BRB na casa de Vorcaro “segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal”.

O fecho da nota é de intimidação, tenta envolver os demais integrantes do STF em um episódio no qual eles não tomam parte e procura embaçar a visão do problema evidente que a reportagem revela: a proximidade de um ministro do Supremo com aquele que é apontado como o responsável pela maior fraude bancária da história brasileira.

PS.: Vou tirar uma folga de dois dias. Volto na próxima segunda-feira.

Mario Sabino – Metrópoles

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A paralisação dos atendimentos do INSS nesta quarta-feira (28) provocou reclamações de aposentados, pensionistas e beneficiários em diversas regiões do país. Quem foi às agências encontrou portas fechadas, sem aviso visível sobre a suspensão dos serviços, o que resultou em filas, deslocamentos inúteis e muita insatisfação.

A reportagem é do Jornal Nacional. Casos se repetiram em estados como Mato Grosso do Sul e Amazonas. Em Manaus, uma mãe viajou por horas para levar a filha com autismo a uma reavaliação e teme perder o Benefício de Prestação Continuada (BPC). Já em Dourados, aposentados relataram que só souberam da paralisação após orientação de funcionários para retornarem na próxima semana.

A suspensão começou na noite de terça-feira (27) e segue até domingo (1º), atingindo atendimentos presenciais, o aplicativo Meu INSS e a Central 135. Segundo o órgão, a interrupção ocorre por causa de uma atualização dos sistemas da Dataprev. O INSS afirma que os segurados foram avisados previamente, mas reconhece falhas na comunicação.

O presidente do INSS, Gilberto Waller Júnior, garantiu que quem perdeu agendamento terá prioridade a partir da próxima semana e anunciou um mutirão de atendimentos no fim de semana seguinte, em 7 de fevereiro. Os serviços devem ser retomados normalmente na segunda-feira, quando as agências voltam a funcionar.

Com informações do G1

Foto: Carlos Moura/SCO/STF

Senadores da oposição protocolaram nesta quarta-feira (28) requerimentos para convocar irmãos do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), à CPI do Crime Organizado. A iniciativa partiu de Carlos Portinho (PL-RJ) e Magno Malta (PL-ES), que querem esclarecimentos sobre possíveis vínculos com atividades investigadas pela comissão.

Os parlamentares pedem a oitiva de José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli, além do primo do ministro, Mario Umberto Degani, e do advogado Paulo Humberto Barbosa. Para que as convocações avancem, os requerimentos ainda precisam ser pautados, votados e aprovados pelo colegiado da CPI.

Nos pedidos, os senadores citam que investigações nacionais e internacionais apontam a exploração de jogos de azar ilegais como prática frequentemente associada à lavagem de dinheiro. O foco recai sobre o Resort Tayayá, empreendimento que já pertenceu aos irmãos e ao primo de Toffoli e que passou a ser alvo de questionamentos após reportagens apontarem a presença desse tipo de atividade no local.

O resort entrou no radar da oposição em meio às apurações sobre fraudes envolvendo o Banco Master. Embora o controle do empreendimento tenha sido transferido no fim do ano passado, a operação ocorreu por meio de um fundo administrado por uma instituição investigada no mesmo contexto, o que, segundo os senadores, reforça a necessidade de esclarecimentos à CPI.

Com informações da CNN

Foto: Reprodução/NOVO

A fabricante de insulinas Biomm, cujo principal acionista é o banqueiro Daniel Vorcaro, fechou ao menos três contratos com o Ministério da Saúde em 2025, totalizando R$ 303,65 milhões. O fornecimento envolve insulina humana e glargina, com entrega programada ao SUS e parcerias com instituições como Fiocruz, Wockhardt e Fundação Ezequiel Dias, segundo informações do Poder360.

Entre os acordos, estão: R$ 142 milhões para insulina humana em junho, R$ 131 milhões para insulina glargina em novembro, e mais R$ 30,65 milhões para 2,01 milhões de doses de glargina, com prazo máximo de entrega até abril de 2026. O contrato prevê validade de 12 meses, prorrogável por até 10 anos.

Mesmo com o banco Master, fundado por Vorcaro, passando por uma grave crise de liquidez e sendo liquidado pelo Banco Central em novembro de 2025, o empresário manteve contato frequente com o Planalto. Registros apontam ao menos quatro visitas de Vorcaro ao Palácio do Planalto em 2023 e 2024, incluindo um encontro fora da agenda oficial com o presidente Lula em dezembro de 2024.

A relação entre Vorcaro e o governo também já tinha sido evidenciada durante a inauguração da fábrica da Biomm em Nova Lima (MG), em abril de 2024. Embora Vorcaro não tenha comparecido, Lula esteve com outros acionistas da empresa, consolidando o vínculo entre a fabricante de insulina e o Executivo federal.

NÃO VAI

A vice-prefeita Raquel Barbosa, não será candidata a vice-governadora ao lado de Alyson, que deve abrir mão da prefeitura de Mossoró para concorrer ao governo do Estado do RN. Caso Raquel fosse a vice, ela teria que abrir mão do cargo de vice-prefeita até abril. Segundo rumores, o vice de Alyson deve ser o Deputado Hermano Morais.

ANIVERSARIANTE

Quem ficou mais velho esse mês foi o Iluminado Denílson Gadelha, o vereador comemorou seu aniversário no mercado público ao lado de vários amigos e lideranças políticas que lotaram a praça de alimentação do mercado.

VAI TER DISPUTA?

Comenta-se na Câmara que pode haver disputa para a Presidência da casa no final do ano. O nome para a presidência é o de Denílson Gadelha. O nome do Iluminado vem   carimbado com o apoio do prefeito Bob Filho (Emidio Júnior). A pergunta é: quem seria louco de saltar de um precipício ou lançar seu carro em alta velocidade contra um paredão de concreto?  Ir contra uma determinação política do prefeito hoje é o mesmo que cometer suicídio político, pois na história recente de macaíba, nenhum político teve índices de aprovação tão altos como o de Bob.

COLOCOU ORDEM NA CASA

Bob filho (Emidio Júnior) colocou ordem na casa com uma precisão cirúrgica que deixou muito observadores políticos de cabelo em pé, pois não causou trauma em nenhum dos dois grupos que querem sucedê-lo nas eleições municipais de 2028.  O prefeito deixou claro que único projeto que importa agora é a cidade, e que a única eleição que está no seu mapa é a deste ano. A condução de Bob foi tão precisa, que ambos os grupos além de eliminar os atritos entre si, começaram a serem mais discretos em pronunciamentos e entrevistas. Pois todos sabem o peso decisivo que Bob terá em 2028.

EM ANDAMENTO

A construção da sede da Câmara Municipal de Macaíba segue em ritmo acelerado e promete se tornar um marco significativo para o município. A presidente da Casa, Erika Emidio, demonstra entusiasmo ao falar sobre a obra e projeta sua conclusão para o período final de sua gestão. Analistas avaliam que a vereadora deixará uma contribuição relevante e consolidará sua trajetória à frente do Poder Legislativo local.

CONSOLIDOU

A vereadora Ana Catarina consolidou sua liderança na comunidade de Riacho do Sangue e arredores. Seu trabalho de base foi um dos fatores que contribuíram para o deputado apoiado ser o mais votado no município em 2022, e ela mesma foi a vereadora mais votada da região nas eleições de 2024. Ana Catarina mantém uma presença constante na comunidade, participando de eventos e celebrações locais.

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