Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá, voltou a gerar polêmica ao comentar a megaoperação do Bope realizada em 28 de outubro nos Complexos da Penha e do Alemão, que deixou 122 mortos – entre eles, cinco policiais. Durante evento do PT no Rio, nesta terça-feira (2), Quaquá afirmou que a ação “só matou otário, vagabundo, bandido”, segundo a CNN Brasil.

A fala provocou indignação entre participantes do seminário, que reagiram imediatamente. Houve bate-boca e parte da plateia acusou o petista de distorcer os fatos. Quaquá rebateu dizendo que estava sendo interrompido e chegou a afirmar que seus críticos “só ouvem a própria opinião”.

O encontro reuniu nomes do governo e do partido, como Jean Uema, Chico Lucas, José de Filippi, Edinho Silva e Vitória Fortuna. Segundo comunicado oficial do PT, o prefeito de Maricá teria ido ao evento defender uma estratégia de segurança baseada em presença estatal e políticas sociais, embora tenha insistido que o combate ao crime envolve “ocupação militar do território”.

Essa não é a primeira manifestação do petista em defesa da operação. Dois dias após a ação policial, Quaquá já havia declarado nas redes sociais que “ninguém enfrenta fuzil com beijinhos”.

Com informações do Poder 360

Moradores da cidade de Angicos (RN) viveram uma noite de tensão após a circulação de um salve atribuído ao Comando Vermelho (CV), que impôs um toque de recolher proibindo a população de circular nas ruas depois das 22h.

A ordem veio após uma sequência de episódios violentos, incluindo muros pichados marcando território, um assassinato no fim de semana e uma troca de tiros registrada na tarde de sábado.

Segundo relato enviado ao BLOGDOBG por um leitor, “a cidade fechou as portas ontem depois desse salve”. A primeira noite sob o toque de recolher deixou ruas vazias e comércios encerrados mais cedo.

Foto: Antonio Augusto

O decano do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, deu liminar para que apenas a PGR (Procuradoria-Geral da República) possa iniciar processos de impeachment contra ministros da Corte.

A decisão suspende trecho da lei de 1950 que previa a prerrogativa para qualquer cidadão brasileiro. O plenário vai se debruçar sobre o tema em julgamento virtual, entre os dias 12 e 19 de dezembro.

Gilmar também determina que a aprovação do processo pelo Senado Federal exija dois terços dos votos, e não mais maioria simples, como consta na legislação atual.

A liminar do decano impede, ainda, que o mérito de decisões judiciais proferidas por ministros do STF seja usado como argumento para denúncia de crime de responsabilidade.

CNN

Um pai morreu de ataque cardíaco após saber da morte do filho em Abelardo Luz, no Oeste de Santa Catarina. Com isso, os dois faleceram no mesmo dia, no domingo (30).

A noticia é do portal G1. Ademir Antônio Casanova, de 62 anos, mais conhecido como Tiquinho, e o filho Claudecir da Cruz Casanova, de 30 anos, chamado também de Cile, foram sepultados na segunda-feira (1º), no cemitério municipal.

A primeira morte aconteceu por volta das 3h30 de domingo, no bairro Vila Ceres. Segundo a Polícia Militar, dois grupos que saíam de um baile brigaram às margens da rodovia.

Durante a confusão, Claudecir foi atingido por uma facada no pescoço e morreu no local. Ele não tinha antecedentes criminais.

Testemunhas indicaram características dos envolvidos. A PM fez buscas e encontrou três suspeitos a cerca de 300 metros do local do crime. Um deles estava ferido por uma facada nas costas. Outros suspeitos não foram localizados.

Mais tarde, um conhecido contou ao pai da vítima, Ademir, sobre a morte do filho. Ele passou mal e morreu, mas a Polícia Militar não presenciou o momento.

A Delegacia de Abelardo Luz informou que investiga o caso. Os três suspeitos foram liberados por falta de provas.

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu, na manhã desta terça-feira (2), um homem de 53 anos suspeito de falsidade ideológica e uso de documentos falsos em Macaíba. Além do mandado de prisão preventiva, os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão.

As investigações começaram após o cartório do município denunciar que o suspeito tentou abrir firma utilizando documentos falsificados. O levantamento apontou que ele já havia cometido outras fraudes no mesmo local entre 2024 e 2025, sempre usando identidades diferentes. Em uma das tentativas, chegou a solicitar o reconhecimento de firma em nome de uma pessoa falecida desde 2010.

O homem é reincidente em crimes patrimoniais, com condenações anteriores e processos em andamento, o que motivou a decretação da prisão preventiva. Ele foi conduzido à delegacia para os procedimentos e encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

A ação foi conduzida pela 20ª Delegacia de Polícia de Macaíba.

Foto: Chris Kleponis/Pool/Getty Images/John Moore/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um ultimato direto a Nicolás Maduro durante uma ligação telefônica: o líder venezuelano deveria deixar o país, com sua família, até a última sexta-feira (28), segundo apurou a agência Reuters. A exigência ocorre em meio ao aumento da presença militar dos EUA no Caribe e a um cenário de tensão crescente entre Washington e Caracas.

Na conversa, Maduro teria pedido anistia para familiares e aliados, além do fim das acusações no Tribunal Penal Internacional — solicitações rejeitadas por Trump. Quando o prazo não foi cumprido, o presidente norte-americano declarou nas redes sociais que o espaço aéreo “acima e ao redor da Venezuela” deveria ser considerado “completamente fechado”.

Nos bastidores, autoridades americanas confirmam que Washington ofereceu a Maduro a possibilidade de se exilar na Rússia ou em outro país. Trump reconheceu publicamente apenas que falou com o venezuelano, sem revelar detalhes da conversa. Fontes em Washington dizem que ainda é possível uma saída negociada, mas destacam que há divergências e pontos sensíveis sem solução.

O ex-presidente Jair Bolsonaro será tema do filme Dark Horse. A produção, que pretende revisitar a campanha presidencial de 2018 e a trajetória do ex-mandatário, avança com novas confirmações no elenco.

Previsto para 2026, o filme reunirá nomes de diferentes nacionalidades, incluindo um galã mexicano, o astro de A Paixão de Cristo e um cineasta norte-americano. Veja os detalhes:

Marcus Ornellas, de 43 anos, foi escalado para interpretar o senador Flávio Bolsonaro (PL). Nascido no Brasil e residente no México há duas décadas, o galã construiu carreira sólida na Televisa e se tornou conhecido por papéis em tramas populares no país. No Brasil, ele ganhou destaque ao protagonizar a novela Se Nos Deixam (2021), exibida pelo SBT.

Outro nome envolvido na produção é o de Edward Finlay, que viverá o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL). Nascido em Miami, o ator é conhecido por suas participações em filmes como + Velozes + Furiosos (2003), Bad Boys II (2003) e pela série Ocean Ave. (2002).

O papel de Jair Bolsonaro deve ficar com Jim Caviezel, ator americano de 57 anos que alcançou fama internacional ao interpretar Jesus em A Paixão de Cristo (2004). Ele voltou aos holofotes com Som da Liberdade (2023), no qual viveu Tim Ballard. Caviezel também acumulou popularidade na televisão com a série Pessoa de Interesse (2011-2016). Embora seu nome seja associado ao projeto desde agosto, ele ainda não confirmou oficialmente a participação.

A direção fica a cargo do norte-americano Cyrus Nowrasteh, conhecido por produções que dialogam com temas religiosos e políticos. Entre seus trabalhos mais conhecidos estão O Apedrejamento de Soraya M. (2008), O Jovem Messias (2016) e Sequestro Internacional (2019) – este último estrelado justamente por Caviezel.

Com informações de Estadão

Fonte: Portal Grande Ponto

Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES

O PL já tem um plano estruturado para tentar votar a anistia mesmo sem o aval do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A estratégia é simples e considerada audaciosa: esperar Motta deixar o país e, no momento em que o vice-presidente da Casa, Altineu Côrtes (PL-RJ), assumir como presidente interino, colocar o tema imediatamente em votação. A cúpula bolsonarista já tenta essa manobra há semanas.

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, chegou a ligar para Côrtes durante a viagem de Motta à COP30, pressionando o aliado para abrir a sessão com a anistia na pauta. O vice, no entanto, recuou alegando que não poderia atropelar a agenda deixada por Motta. A pressão veio até de dentro da bancada: o líder Sóstenes Cavalcante exigiu pessoalmente que Altineu cumprisse a promessa feita à família Bolsonaro. Mesmo assim, ele resistiu.

A operação quase foi deflagrada novamente nesta semana, mas os planos ruíram quando Motta cancelou uma viagem à Europa — justamente o cenário que permitiria ao PL forçar a pauta. O partido insiste na promessa feita publicamente por Altineu em agosto: de que, na primeira oportunidade como presidente interino, colocaria a anistia para votação.

Hugo Motta, porém, segue irredutível. Aliados afirmam que ele não vê clima político para votar o tema e avalia que a proposta seria derrotada em plenário. O presidente da Câmara e líderes do Centrão tentam se distanciar de uma votação que, em plena reta final do ano legislativo, poderia gerar um desgaste ainda maior para o Congresso.

Com informações do Metrópoles

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) se pronunciou após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pedir explicações à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), sobre o parlamentar ter utilizado o celular quando foi visitar o ex-chefe do Executivo.

Nikolas visitou o ex-presidente no dia 21 de novembro, quando Bolsonaro ainda cumpria prisão domiciliar. Na ocasião, segundo Moraes, o deputado utilizou o aparelho durante a visita “apesar da expressa proibição judicial”.

“Em decisão de 11/11/2025, autorizei a visita do Deputado Federal Nikolas Ferreira ao réu Jair Messias Bolsonaro, à época em cumprimento de prisão domiciliar, no dia 21/11/2025, ressaltando que, todas as visitas devem observar as determinações legais e judiciais anteriormente fixadas”, disse o ministro na decisão.

Por meio do X, Nikolas afirmou que não recebeu orientação sobre a proibição do aparelho.

“Meu celular estava comigo para uso pessoal e não foi usado para comunicação externa. Não recebi orientação sobre proibição do aparelho. As proibições dizem muito sobre o estado do país”, escreveu o deputado.

Ele ainda ironizou: “Criminosos usam celular na cadeia para comandar facções inteiras e ninguém da Suprema Corte dá 24h pra explicar nada. Mas celular de visita agora vira caso de “gravidade institucional”. Não é justiça, é teatro pra intimidar. Patético”.

No despacho, o ministro citou uma reportagem da TV Globo, na qual foi noticiado que, durante a visita autorizada, Bolsonaro e o Nikolas “foram vistos conversando na área externa da casa, nos fundos da casa, enquanto o Deputado Federal usava o celular”.

Moraes então determinou que os advogados de Jair Bolsonaro expliquem, em 24 horas, o uso irregular do aparelho celular.

CNN Brasil

Fonte: Portal Grande Ponto

Foto: reprodução

A Polícia Federal apreendeu o celular e o computador de Rebeca Ramagem, esposa do deputado Alexandre Ramagem, durante seu embarque para Miami há cerca de dez dias. Os investigadores buscam informações sobre a possível rota de fuga do parlamentar, condenado a 16 anos de prisão por participação em uma trama golpista e que deixou o país antes do início do cumprimento da pena.

A PF suspeita que Ramagem tenha viajado por Roraima, seguido para a Guiana e, de lá, voado para os Estados Unidos. Ele deixou o Brasil primeiro, enquanto a esposa e as filhas embarcaram entre os dias 16 e 17 de novembro.

Já dentro do avião, Rebeca fez uma publicação afirmando que teve o celular apreendido e que a filha também teve o aparelho retido após buscas da PF. Segundo ela, as malas da família foram retiradas da aeronave para revista, o que teria causado pânico nas crianças, de 7 e 14 anos. Rebeca disse não ser alvo de investigação e classificou a operação como um abuso atribuído ao ministro Alexandre de Moraes.

Rebeca Ramagem é procuradora do Estado de Roraima e segue no cargo, sem pedido de afastamento.

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