Depois de surpreender os fãs com o anúncio do término de seu relacionamento com Neymar, na quinta-feira (18), a atriz Bruna Marquezine publicou um post em sua conta no Instagram com o que pareceu ser um recado cifrado.

“Não sei como te explicar que você tem que se importar com as pessoas”, escreveu a atriz, que desde então excluiu a postagem de sua conta.

Já o jogador, que acompanhou o amigo e surfista Gabriel Medina em competição realizada em Portugal, nesta sexta-feira (19), também se expressou de maneira misteriosa.

“De tudo que foi dito, a conclusão é esta: tema a Deus e obedeça aos seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados”, escreveu Neymar em uma publicação no Stories do Instagram. Com informações da Folhapress.

A Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar empreendeu na tarde desta sexta-feira, 19, três adolescestes na Cidade de Caraúbas, no Oeste do Rio Grande do Norte. De acordo com a Polícia, a ação foi em cumprimento aos Mandados de Busca e apreensão oriundos da Comarca de Caraúbas, em desfavor dos menores A. V. O, M. (17 anos) V. C (16 anos). S. e L.D.C. (17 anos).

Os adolescentes foram identificados como autores do latrocínio consumado (Roubo seguido de morte) que vitimou a pessoa de Francisco Zelinton Oliveira da Silva, de 37 anos, o fato ocorreu no dia 7 de setembro deste ano, na RN-233, nas proximidades da Pedreira Potiguar.

Na oportunidade, os menores infratores confessaram a pratica do crime em tela, dentre outros delitos (ROUBOS, FURTOS, TRAFICOS DE DROGAS, ETC), bem como, a função de cada um dentro da facção criminosa SINDICATO DO RN.

Após procedimentos de praxe os infratores foram conduzidos ao CIAD, onde ficarão à disposição da Justiça.
Em outra ação conjunta da Polícia Civil com o GTO, no dia 27 de outubro, cinco pessoas foram presas e um adolescente apreendido acusados de fazer parte do mesmo bando.

O pula-pula em Touros tomou conta nos últimos dias com a mudança de palanques: vice-prefeito e vereadores estão agora com a governadora Fátima Bezerra (PT), largando Carlos Eduardo.

Além do vice-prefeito, Flávio de Tetê, a presidente da Câmara, Professora Bel também pulou.

Com eles também querem Fátima Bezerra os vereadores Tête do Cajueiro; Diassis, Pedro do Cajueiro e lideranças.

O vereador Francisco Vieira também trocou Carlos Eduardo por Fátima Bezerra.

A debandada do grupo que antes apoiava Carlos Eduardo (PDT) foi motivada pelo tom arrogante e falta de diálogo do ex-prefeito de Natal.

Uma ação conjunta, envolvendo policiais civis da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado do Rio Grande do Norte (Deicor) e da Divisão de Homicídios da Paraíba, prendeu um homem suspeito de participar de uma quadrilha de roubo a bancos e de comandar o tráfico de drogas em várias cidades nos dois estados, principalmente em Assu, no Oeste potiguar, e em Patos, no sertão paraibano.

O preso é Valdenor Xavier de Sousa Júnior, de 37 anos, o ‘Júnior dos Remédios’. Ele é um dos 92 detentos que fugiram da Penitenciária de Segurança Máxima PB1, em João Pessoa, há pouco mais de um mês.

Titular da Deicor, o delegado Odilon Teodósio disse ao G1 que Júnior dos Remédios é responsável por movimentar entre R$ 10 e 20 milhões por mês.

Ao todo, seis pessoas foram presas e mais de R$ 2 milhões em produtos ilícitos apreendidos em uma casa de alto padrão em Nova Parnamirim e em uma granja luxuosa localizada na zona rural de Nísia Floresta, ambas na Grande Natal. Três pessoas conseguiram fugir do cerco à granja, mas já foram identificadas. A operação começou na tarde da sexta-feira (19) e só foi concluída na madrugada deste sábado (20).

A casa onde o suspeito estava foi alugada há pouco tempo, ainda antes da fuga da penitenciária. Fica no conjunto Cidade Verde, em Nova Parnamirim, bairro de Parnamirim. Lá, ainda de acordo com o delegado, também foram presos Ernani Fernandes Brandão Neto, de 23 anos, que também escapou do PB1, e duas mulheres. “Na casa, que é de alto padrão, apreendemos vários cartões de crédito, R$ 12.500 em dinheiro, aparelhos celulares, relógios, e uma caminhonete”, acrescentou.

Ainda no imóvel, os policiais perceberam que toda a mobília havia sido adquirida recentemente e que, nas notas de compra, o endereço que constava para a entrega não era o da casa, mas o endereço da granja.

Na sequência da operação, à noite, Odilon disse que os agentes localizaram a granja, que na comunidade de Lagoa Azul, na zona rural de Nísia Floresta, e montaram um cerco. Três pessoas conseguiram fugir, mas dois homens acabaram presos – entre eles um taxista que chegou transportando 2 quilos de cocaína. “Só de produtos eletrônicos, apreendemos quase R$ 1 milhão nesta granja, que é bastante luxuosa”, complementou.

O delegado disse que o taxista mora em Mossoró, no Oeste potiguar, onde foram encontrados uma pistola e aproximadamente 1 quilo de cocaína.

Explosão de carro-forte

Ainda de acordo com o delegado Odilon Teodósio, o grupo a que Júnior dos Remédios faz parte, e do qual ele é apontado pela polícia como chefe, é suspeito de participar da explosão de um carro-forte na BR-304, no município de Assu, crime ocorrido no final de abril deste ano.

Roubo a bancos

Esta é a segunda vez que Júnior dos Remédios é preso no RN. A primeira foi em março do ano passado, na cidade de Assu, como principal alvo da ‘Operação Sualk’. Na ocasião, ele foi apontado como suspeito de cometer vários roubos a agências bancárias. Segundo a polícia, o dinheiro saqueado servia para financiar o tráfico de drogas na região do Vale do Açu, no Oeste potiguar, e também no sertão paraibano, tendo a cidade de Patos como principal território.

Do G1RN

Vereador mais votado de Natal na última eleição, o presidente da Câmara Raniere Barbosa (Avante), que na sexta-feira levou para encontro com a candidata Fátima Bezerra, vereadores e presidentes de Câmaras de 65 municípios do Rio Grande do Norte, reuniu seu grupo político com a candidata neste sábado.

Presidente estadual do Avante e candidata a deputada federal nas últimas eleições, Karla Veruska também participou do encontro com Fátima e o vice Antenor Roberto.

“Hoje estou convocando o exército que foi às ruas com Karla Veruska no 1º e agora tem a responsabilidade de multiplicar a nossa luta para fazer Fátima Bezerra governadora do Rio Grande do Norte”, declarou Raniere.

“Votei em Fátima para prefeita de Natal em 2008, deputada federal e senadora”, disse o presidente da Câmara.

Trocas de emails e a proposta de um contrato obtidas pela Folha confirmam a oferta de disparos em massa por WhatsApp a campanhas políticas, utilizando base de usuários de terceiros, em desacordo com a lei eleitoral.

A Croc Services formalizou proposta de R$ 8,7 milhões à campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência, usando nomes e números de celulares obtidos pela própria agência, e não pelo candidato.

A oferta de contrato da empresa, com data de 30 de julho e obtida pela Folha, cita opções diversas de disparos de mensagens por WhatsApp, com pagamento a ser feito até três dias antes da ação.

Marcelo Vitorino, coordenador da área digital da campanha deAlckmin, afirma que a campanha não comprou a opção de serviço usando base de terceiros, mas apenas com a lista de telefones de militantes e membros do PSDB e de apoiadores que forneceram dados nas redes do candidato —o que não é ilegal. Ele desembolsou R$ 495 mil pelos disparos, a R$ 0,09 cada um.

Pedro Freitas, sócio-diretor da Croc, afirmou não saber que a prática era ilegal. Ele disse que só prestou serviços para a campanha de Romeu Zema (Novo) ao governo de Minas, que gastou R$ 365 mil, e de Alckmin, com a base fornecida pelos partidos —Zema também diz que só comprou serviços com dados próprios.

Freitas disse ter uma base própria de usuários acumulada ao longo dos anos. Ele presta serviços ao setor privado. “Se as campanhas compraram a base de alguém eu não sei, mas o fato é que me mandaram a lista de telefones.”

Folha revelou na quinta-feira (18) que empresas compraram pacotes de disparos em massa de mensagens contra o PT no WhatsApp e preparavam uma grande operação na semana anterior ao segundo turno da eleição.

Entre elas estaria a Havan, do empresário Luciano Hang, que nega ter pago a agências por esses disparos e afirmou que vai processar a Folha.

A prática é considerada ilegal, pois se trata de doação de campanha por empresas, vedada pela lei, e não declarada.

Além disso, a reportagem mostrou que agências ofereciam às campanhas listas de telefones de WhatsApp segmentados por região geográfica, e às vezes, por renda.

Após a reportagem, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) abriu ação para investigar a compra de disparos em massa e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu à Polícia Federal inquérito para apurar o caso —ele foi aberto neste sábado (20), visando investigar mensagens em redes sociais tanto da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) como de Fernando Haddad (PT).

Além disso, o WhatsApp baniu contas associadas às quatro agências citadas na reportagem, Quickmobile, a Yacows, Croc Services e SMS Market, e enviou notificação extrajudicial para que elas parem de enviar textos em massa e usar números obtidos a partir de base de terceiros.

O aplicativo também anunciou que baniu 100 mil usuários no Brasil nesta semana para conter desinformação, spam e notícias falsas. Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável, teve a conta suspensa —depois, recuperou o número.

Conforme revelou o jornal O Globo na sexta (19), Marcelo Vitorino, da campanha de Alckmin, também já citou o nome de outra empresa, DOT Group, que, segundo ele, ofereceu a entrega de disparo de mensagens por WhatsApp para até 80 milhões de pessoas, usando cadastro de terceiros.

A oferta, feita em encontro na sede do PSDB em Brasília em 11 de julho, não foi aceita, segundo ele. A DOT Group nega ter oferecido o serviço.

A compra de serviços de disparo de WhatsApp por empresas para favorecer um candidato configura doação não declarada, além de vir de pessoa jurídica, o que é vedado.

Com isso, pode-se também incorrer no crime de abuso de poder econômico e, caso se considere que teve influência determinante, pode levar à cassação da chapa, caso o candidato esteja ciente.

Bolsonaro afirmou na quinta não ter “controle se tem gente fazendo isso”. Neste sábado, reafirmou não ter vínculo com as ações promovidas em disparos de WhatsApp contra o PT: “Eu não tenho nada a ver com isso”.

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, disse que a reportagem da Folha é “fake news”. Neste sábado, afirmou ter pedido à PGR que apure o teor “até o último momento, de forma conclusiva, porque o PT tem a mania de acusar os outros daquilo que ele faz”.

No caso da campanha do PSDB, as mensagens enviadas por WhatsApp, com um vídeo, diziam: “Boa noite, tudo pronto? Daqui a pouco as urnas abrem e Geraldo tem um recado importante para você! Assista e encaminhe para seus contatos! Chegou a hora! É 45 na urna com amor e tolerância no coração”.

“Pelo volume de mensagens geradas em favor do Bolsonaro, é possível que sua campanha tenha sido beneficiada, mesmo que ele não tenha conhecimento pleno”, disse Vitorino, da campanha tucana.

“Existem muitas empresas que oferecem o serviço com bases de terceiros e será muito difícil conseguir comprovar a quantidade de mensagens enviada, bem como as fontes pagadoras, dado que muitas dessas empresas são informais”, afirmou ele.

Segundo Vitorino, a julgar pelo engajamento em redes sociais como Facebook e Twitter, é possível que outros candidatos tenham feito uso de ferramentas ilegais.

“O envolvimento de empresários em defesa de candidatos já foi comprovado pelo TSE, que, ao receber denúncia da campanha de Alckmin sobre o impulsionamento irregular de conteúdo, multou um empresário. Como não há nenhum tipo de monitoramento ativo, por parte das autoridades, é provável que muitos outros empresários tenham também feito impulsionamentos de políticos”, disse.

Ele se refere à denúncia que fez contra Luciano Hang, da Havan, que foi multado em R$ 10 mil pelo TSE por ter impulsionado publicações no Facebook que promoviam a campanha de Jair Bolsonaro.

FOLHAPRESS

O jovem conhecido por Nickson Samuel, que trabalhava na lanchonete o Rei do Lanche, foi morto com 4 tiros no pescoço, na noite deste sábado, 20, no Centro da cidade de Apodi.

É a décima quinta conduta violenta letal e intencional só neste ano de 2018 nesta cidade do Oeste Potiguar.

A Polícia Militar foi acionada ao local e está realizando diligências no sentido de isolar o local para perícia e remoço do corpo para exames na sede do Instituto Técnico-científico de Perícia, em Mossoró-RN, e também realiza buscas na região por suspeitos.

As primeiras informações são de que a vitima trafegava numa motocicleta, usando capacete, quando os atiradores chegaram rapidamente em outro motocicleta e começaram a atirar. Foram 4 tiros na altura do pescoço, tendo sido alguns a curta distância.

O caso deve ser investigado em inquérito policial conduzido pelo delegado Rafael Câmara, de Apodi.

O candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado, 20, que, caso seja eleito, “pretende fazer uma excelente reforma política” e acabar com o “instituto da reeleição”. Bolsonaro afirmou também que, como parte dessa reforma, pretende reduzir o número de deputados. “Quero diminuir um pouco, em 15%, 20%, a quantidade de parlamentares”, disse. A entrevista foi dada na chegada do candidato à casa do empresário Paulo Marinho, no Jardim Botânico, na zona sul, onde estão sendo gravados os programas da campanha.

Bolsonaro voltou a reclamar das urnas eletrônicas e afirmou que, caso seja eleito, pretende criar “um sistema eletrônico de votação confiável, que possa ser auditado”. O candidato falou sobre a composição de seu ministério, em caso de vitória. O tenente-coronel da Aeronáutica Marcos Pontes, primeiro brasileiro a ir para o espaço, “está quase confirmado para a Ciência e Tecnologia”. Bolsonaro disse ainda que não haverá um Ministério das Comunicações e que a pasta poderia fazer parte do Ministério da Educação.

O candidato admitiu a hipótese de manter o atual presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, no cargo. “O que está dando certo tem que continuar”, afirmou. “Não vou dizer que está tudo errado no governo Temer.” Em seguida, no entanto, Bolsonaro assumiu um outro tom ao dizer que o dólar teria caído muito mais por conta das pesquisas de intenção de voto do que pela ação de Goldfajn. “Não sei se ele é um bom nome, quem vai ver isso é o (economista) Paulo Guedes”.

Sobre a denúncia envolvendo a disseminação de notícias falsas por milhares de grupos de whatsapp que estariam sendo impulsionados em seu nome, o candidato limitou-se a dizer que não tem nada a ver com isso. “Eu não preciso de fake news”, afirmou. “Esse tipo de contato com bandidos quem tem é o PT, não eu.”

De acordo com a secretária, Jair Bolsonaro – presidenciável do PSL apoiado por Carlos Eduardo no segundo turno – “já é presidente do Brasil”. “A candidata do lado de lá parece que está vivendo no incrível mundo de Bob, um mundo irreal, fantasioso e mentiroso. Fátima Bezerra, acorde, minha filha. Bolsonaro já é presidente do Brasil”, disse Andréa.

Apoiadora de Fernando Haddad (PT), Fátima Bezerra fez duras críticas a Carlos Eduardo no debate promovido pela TV Band Natal nesta quinta-feira, 18, ao criticar aspectos das gestões dele na Prefeitura do Natal. A agressividade não agradou à mulher do candidato, que disse estar “engasgada” com o tom adotado pela oponente.

“Tenho certeza que muitas pessoas estão sentindo o mesmo que eu: se sentiram atacadas, desrespeitadas. (…) Atacando (sic) Carlos Eduardo o tempo todo, chamando ele de mentiroso. Quem muito usa disso cuida. Todos nós sabemos quem são os mentirosos dessa história. A verdade sempre aparece e vai aparecer no dia 28, com o apoio do cidadão de bem que quer e acredita em um governo pautado em princípios éticos, princípios morais, um governo sério e comprometido com o povo e que dê resposta para o que o povo quer e precisa”, frisou a secretária.

Por acreditar que Bolsonaro será eleito presidente da República, Andréa Ramalho defendeu a eleição de Carlos Eduardo no Rio Grande do Norte. “O Rio Grande do Norte precisa de um governador alinhado com o presidente para fazer as mudanças que o Estado precisa. O nosso estado não quer virar uma Venezuela com o governo do PT. O nosso estado quer ser próspero, quer desenvolvimento. O Estado vai mostrar isso nas urnas”, emendou.

No vídeo, aparentemente destinado a apoiadores da candidatura, a mulher do candidato do PDT pede união como “resposta” ao que classificou como agressões feitas por Fátima durante o debate. “Vamos no dia 28 votar 12 e dar a resposta que a candidata do PT está precisando para aquelas agressões que ela fez ontem naquele debate. Agressões a nós, ao nosso povo, aos colaboradores que conhecem Carlos Eduardo, que sabem quem ele é. Junte-se a nós, me dê a sua mão e vamos derrotar o PT no Rio Grande do Norte”, finalizou.

A culminância da 5ª edição da Semana Literária de Macaíba (Slim 2018) foi realizada nesta sexta-feira (19), na Praça Paulo Holanda Paz, no Centro de Macaíba. Desde a última terça-feira (16) as ações da Semana Literária foram desenvolvidas nas escolas municipais macaibenses. O objetivo da Slim 2018 é fomentar a prática da leitura nos espaços escolares e públicos propiciando momentos de valorização da cultura e literatura nacional e local.

O tema desta edição foi “Sabores e saberes da cultura Nordestina”. A Slim contou com a apresentação musical da cantora, compositora, escritora e atriz Bia Bedran. Milhares de pessoas prestigiaram o evento, que contou com uma série de atividades entre elas, gincana literária, contação de histórias, tenda para educação infantil, tenda de artesanato, tenda de livros, casa do autor, barraca de culinária, teatro popular, artesanato, arte sacra, grafitagem e jogos digitais.

A Semana Literária de Macaíba é realizada desde o ano de 2014, na terceira gestão do prefeito Fernando Cunha. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, “o objetivo é fomentar a prática da leitura nos espaços escolares e públicos propiciando assim a toda a sociedade macaibense momentos de valorização da cultura e literatura nacional e local”.

Fotos: Márcio Lucas

Assecom-PMM

Fernando Haddad golpeou Jair Bolsonaro abaixo da linha da cintura ao discursar num ato partidário em Fortaleza. “Modéstia à parte, o Brasil precisa mais de um professor que de um miliciano”, declarou a certa altura. Ignorando as pesquisas que colocam o adversário cerca de 19 milhões de votos à sua frente, Haddad afirmou que ganhar a eleição de Bolsonaro terá “um gosto especial, (…) porque não é ganhar de um cara razoável. É ganhar de um trambiqueiro, é ganhar de uma cara destrambelhado.”

Haddad desembarcou na capital cearense na noite desta sexta-feira (19). Do aeroporto, foi direto para o local do evento organizado pelo PT, num comitê localizado na Praia de Iracema. Mais cedo, de passagem pelo Rio de Janeiro, dissera que o voto em Bolsonaro é ”delírio”. Neste sábado, participará de uma caminhada no centro de Fortaleza. Depois, visitará outras duas cidades cearenses: Juazeiro do Norte e Crato. O senador eleito Cid Gomes (PDT) não dará as caras.

Na última segunda-feira, ao participar de um ato pró-Haddad, o irmão de Ciro Gomes desentendeu-se com militantes petistas. Língua em riste, Cid declarou que Haddad vai “perder feio” a eleição. Afirmou que será “bem feito”, porque o PT “fez muita besteira” e se recusa a protagonizar “um mea-culpa”. Disse, de resto, que não há muito a fazer, pois “o Lula está preso, babaca.”

Depois que seu discurso virou matéria-prima para ataques contra Haddad no horário eleitoral do adversário, Cid gravou um vídeo reafirmando seu voto no candidato do PT, “infinitamente melhor que o Bolsonaro.” Mas o estrago já estava feito.

Cicerone de Haddad no Ceará, o deputado petista José Guimarães disse que não está previsto nenhum encontro do candidato petista com Cid. O hipotético aliado estaria em Sobral, reduto da família Gomes. O irmão Ciro tampouco aparecerá. Terceiro colocado na votação do primeiro turno, Ciro continua no exterior. Volta no dia 27, véspera da votação.

Ao discursar, Haddad fez uma menção a Cid. Ex-ministro da Educação de Lula, Haddad disse ter prestigiado o Ceará. Enumerou inaugurações de escolas e universidades. Ao citar “o dinheiro que nós repassamos para o governo do Estado”, pediu reconhecimento: “Meu irmão Cid Gomes, pelo amor de Deus, reconheça. Foram R$ 300 milhões repassados para o Estado quando ele era governador. Eu tô falando com generosidade, porque me dou muito bem com eles. E fiz o meu dever…”

Haddad também injetou no discurso o tema que se tornou sua obsessão na reta final da corrida presidencial: a notícia de que empresários apoiadores de Bolsonaro financiaram ilegalmente a difusão massiva de notícias falsas anti-PT pelo WhatsApp. Disse esperar que, “com o tranco” provocado pela repercussão da notícia veiculada na Folha, “haja alguma prisão preventiva de empresário, para que eles denunciem em delação o que aconteceu na campanha” de Bolsonaro.

Ainda que não venham as prisões, “o Ministério Público Eleitoral já abriu inquérito para apurar a denúncia”, disse Haddad. Absteve-se de informar que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu à Polícia Federal que apure a suspeita de propagação de falsidades nas redes sociais pelas duas candidaturas, não apenas a de Bolsonaro. “Isso tudo contém o lado de lá, que vai ficar com um pouco de medo de cometer novos crimes”, limitou-se a afirmar.

Tomado pelas palavras, Haddad parece agarrar-se à novidade do WhatsApp como se lapidasse uma desculpa para a provável derrota no segundo turno. Referiu-se ao fato como se atribuísse a ele toda a hecatombe provocada pelas urnas do primeiro turno, incluindo a derrota imposta a velhos caciques do Senado e as surpresas registradas em disputas estaduais como as de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

“Ninguém entendeu muito bem o que estava rolando”, afirmou Haddad. “A gente vinha crescendo muito forte [no primeiro turno]. Aí a gente passou o Bolsonaro nas projeções de segundo turno. Ficamos uma semana à frente dele nas projeções de segundo turno. A gente ia terminar o primeiro turno em primeiro lugar. Isso era o que todo mundo dizia. Aí a gente não entendeu o que aconteceu nos últimos três, quatro dias.”

Haddad prosseguiu: “Não foi só na eleição presidencial. Na eleição para o Senado, para governador de Minas, do Rio de Janeiro. Um negócio muito estanho. Como é que o eleitor se comporta tão diferentemente do dia para a noite? …Uma mudança brusca dessa natureza… Tinha que ter acontecido alguma coisa. A gente começou a desconfiar. Aí (veio) a reportagem da Folha de ontem (quinta-feira).”

O candidato petista fez questão de realçar que a notícia sobre o esquema de divulgação de falsidades em massa contra o PT “não foi divulgada nas tevês.” Em timbre acusatório, Haddad insistiu: “As tevês estão segurando a informação. O Jornal Nacional não deu, a Record não deu, a Band não deu, o SBT não deu.”

Imitando um hábito de Lula, seu criador, Haddad fez pose de vítima: “Provavelmente não darão (a notícia), porque há um conluio deles todos para evitar que o nosso projeto …siga à frente.” O Jornal Nacional, que menosprezara a notícia da Folha na quinta-feira, abriu generoso espaço para o tema em sua edição desta sexta-feira. Ou Haddad não assistiu ou fingiu não ver para que sua tese do “conluio” televisivo não perdesse o nexo.

A Polícia Federal vai abrir investigação para apurar a disseminação de notícias falsas pelas redes sociais na campanha presidencial. Serão duas frentes de apuração.

Na primeira, aberta por determinação do ministro Jorge Mussi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a PF analisará se o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) cometeu crimes eleitorais. A investigação foi solicitada pelo PT. Na outra frente, a pedido da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), a PF vai investigar a disseminação de notícias falsas na campanha presidencial contra ambos candidatos.

Jair Bolsonaro foi ao Twitter para dizer que a campanha petista não pode se colocar como vítima de fake news enquanto “espalha aos quatro cantos que votei contra deficientes, que vou aumentar imposto pra pobre, acabar com bolsa-família, com licença maternidade, 13° salário”.

“Onde estavam os guardiões da democracia quando todas essas mentiras covardes foram espalhadas? Por que só há preocupação com fake news agora que viram que todos esses ataques não surtiram o efeito desejado?

O Centro de Educação e Pesquisa em Saúde Anita Garibaldi (CEPS) foi palco na tarde desta sexta-feira (19) de uma sessão solene da Câmara Municipal de Macaíba para outorgar o título de Cidadão Macaibense ao Dr. Reginaldo Freitas, diretor do Instituto Santos Dumont.

O prefeito Dr. Fernando Cunha prestigiou o evento, acompanhado pelo seu vice, Auri Simplício. O título concedido ao Dr. Reginaldo foi uma proposição da vereadora Rita de Cássia. “Sinto-me orgulhoso por este título e agora vou trabalhar com mais entusiasmo ainda por Macaíba, terra que muito me inspira.”, expressou o homenageado da tarde.

“Este foi um dos títulos mais merecidos que eu já vi em Macaíba. Ele tem mostrado à nossa cidade como é fazer medicina, ajudando e assistindo às pessoas mais necessitadas.”, declarou o prefeito Dr. Fernando.

Sobre Dr. Reginaldo Freitas

Conforme informações do Instituto Santos Dumont, Reginaldo é médico, bacharel em Medicina (1996) e em Direito (2015) pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), especialista em Medicina Fetal e doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP). Possui especialização em Gestão Empresarial (MBA) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Educação para as Profissões da Saúde pela Universidade Federal do Ceará (UFC) / Instituto FAIMER Brasil. Atualmente, é Professor Associado IV do Departamento de Tocoginecologia da UFRN e orientador junto aos Programas de Pós-Graduação em Neuroengenharia (ISD) e Ensino na Saúde (UFRN).

Foto: Luis Macêdo (Câmara dos Deputados)

O deputado federal Rogério Marinho esteve reunido com o prefeito Fernando Cunha na última segunda-feira (15) para agradecer pelo apoio do gestor em prol de sua candidatura no 1º turno das eleições 2018. Em reconhecimento ao esforço do grupo liderado pelo gestor municipal, Rogério anunciou o envio de mais emendas para Macaíba. Marinho é o deputado federal que mais enviou recurso para o município macaibense nos últimos anos.

Verbas essas que foram utilizadas em benefício da população, principalmente nos campos da infraestrutura, saúde e educação.  Neste sentido, se destaca a emenda de R$ 1,3 milhões para a construção da creche do Campo das Mangueiras, R$ 460 mil para pavimentação, R$ 740 mil para o calçamento da comunidade do Pé do Galo que já está começando, R$ 500 para a construção de um ginásio em Bela Vista, R$ 100 para o pórtico da cidade além de recursos destinados à área da saúde.

A soma de tudo chega a mais de R$ 5 milhões enviados para o desenvolvimento macaibense. Muito importante para toda Macaíba se os deputados eleitos pegarem o exemplo de Rogério e também enviarem as emendas parlamentares, não ficando apenas no campo dos discursos baseados puramente nas palavras prontas e acabadas.

O prefeito Dr. Fernando Cunha prestigiou no início da manhã desta sexta-feira (19) uma sessão solene em homenagem aos 60 anos de criação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, realizada nas dependências da Escola Agrícola de Jundiaí – EAJ, campus de extensão da referida universidade, em Macaíba.

A solenidade contou com a presença de autoridades acadêmicas como a reitora da UFRN, Drª. Ângela Paiva, o diretor da EAJ, Júlio César de Andrade, e o diretor do Instituto Santos Dumont, Dr. Reginaldo Freitas.

Na ocasião, também foram inaugurados novos espaços na EAJ, como o prédio novo da Direção e as novas instalações físicas do Curso de Informática. Acompanhando o gestor municipal de Macaíba, estiveram vários vereadores, dentre os quais, o presidente da Câmara Municipal, Gelson Lima.

O Datafolha está divulgando hoje desdobramentos da pesquisa eleitoral de ontem, que deu Jair Bolsonaro 18 pontos à frente de Fernando Haddad em votos válidos.

O instituto perguntou aos entrevistados: “Atualmente, você acha que há alguma chance de haver uma nova ditadura no Brasil?”.

Para 42%, não há nenhuma. 31% disseram ver “muita chance” e 19%, “um pouco de chance”. Os outros 8% disseram não saber. Na pesquisa anterior, de fevereiro de 2014, 51% rechaçavam a possibilidade de nova ditadura.

O Datafolha também investigou como o regime militar (1964-85) é visto hoje. Para 51%, ele deixou mais realizações negativas; para 32%, mais realizações positivas. 17% não sabem.