Informativo Atitude - Credibilidade é o que conta

O lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, vulgo Careca do INSS, ameaçou entregar políticos do PL, PDT e Republicanos que participaram da Farra do INSS, a depender do direcionamento da delação premiada do empresário Maurício Camisotti. Com informações da coluna de Tácio Lorran, do Metrópoles.

“Se ele [Camisotti] não falar tudo, eu vou ter que falar”, disse o Careca do INSS, na manhã desta sexta-feira (10), a um interlocutor.

Camisotti assinou uma delação premiada com a Polícia Federal (PF). Ele e o Careca do INSS estão presos desde setembro do ano passado. Ambos são apontados como operadores da farra dos descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

O Careca do INSS teme que Camisotti o coloque como principal operador do esquema e poupe políticos.

O lobista cogita entregar o senador Weverton (PDT), vice-líder do governo Lula no Congresso, e até mesmo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. O parlamentar foi alvo de mandado de busca e apreensão no fim do ano passado no âmbito da Operação Sem Desconto, que investiga a Farra do INSS. Já o filho do presidente Lula (PT) é suspeito de receber pagamentos do Careca do INSS para atuar em um projeto de canabidiol com o governo federal.

Apesar de cogitar a delação, o Careca do INSS precisa do aval de autoridades. A coluna de Andreza Matais, do Metrópoles, mostrou que não existiria interesse, por parte dos investigadores, caso Camisotti fechasse delação, o que já aconteceu.

Fonte: 96 FM Natal

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A carga tributária bruta do Brasil chegou a 32,40% do PIB em 2025, alta de 0,18 ponto percentual em relação a 2024, segundo o Tesouro Nacional. É o maior nível desde 2010.

O indicador considera a soma dos tributos arrecadados por União, estados e municípios em relação ao PIB, seguindo metodologia do FMI.

No governo federal, o aumento foi puxado pelo Imposto de Renda Retido na Fonte (+0,23 p.p.), pelo IOF (+0,10 p.p.) e pelas contribuições ao RGPS (+0,12 p.p.).

Nos estados, houve queda de 0,09 p.p., com o ICMS crescendo abaixo do PIB. Já nos municípios, a carga subiu 0,03 p.p., impulsionada pelo ISS (+0,02 p.p.) e, em menor grau, pelo IPTU.

Na composição, impostos sobre bens e serviços recuaram de 13,87% para 13,78% do PIB. Já os tributos sobre renda, lucros e ganhos de capital avançaram de 9,04% para 9,16%.

Entre as contribuições sociais, o RGPS subiu de 5,28% para 5,40% do PIB, enquanto o RPPS permaneceu praticamente estável.

Foto: Antonio Augusto/SCO/STF

Uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito começa a ganhar força no Senado com potencial de ampliar a crise envolvendo o caso Banco Master. A proposta, apresentada pelo senador Alessandro Vieira, já reúne cerca de 40 assinaturas e pretende investigar possíveis relações entre ministros do Supremo Tribunal Federal e o banqueiro Daniel Vorcaro.

O foco da CPI, segundo o autor, é apurar a natureza de eventuais vínculos — sejam eles pessoais, financeiros ou institucionais — entre integrantes da Corte e Vorcaro. A iniciativa surge em meio às investigações que envolvem o banco e suspeitas de crimes como lavagem de dinheiro, fraude e corrupção.

Entre os nomes citados no debate estão os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, apontados como figuras cujas relações com o empresário poderiam ser alvo de esclarecimentos. A proposta busca entender se essas conexões tiveram algum impacto em decisões dentro dos Poderes.

Apesar do número expressivo de assinaturas, a instalação da CPI ainda enfrenta obstáculos políticos. Nos bastidores, a avaliação é de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pode barrar o avanço da comissão, o que travaria a abertura formal das investigações.

O movimento adiciona mais um capítulo à tensão entre Legislativo e Judiciário, em um momento em que o caso Banco Master segue no centro das discussões políticas e jurídicas no país.

Com informações do Diário do Poder

O empresário Maurício Camisotti, preso desde setembro por envolvimento no esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS, confessou a existência de fraudes e assinou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF). A informação foi confirmada pelo portal Metrópoles, nesta quinta-feira (9).

A PF já colheu os depoimentos do empresário, dono de companhias da área de seguros e planos de saúde, e enviou o acordo ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, que agora deve analisar os termos do documento para dar validade jurídica à delação.

Segundo a investigação, o empresário controlava três entidades: a Aposentados Mutualistas para Benefícios Coletivos (Ambec), a União dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Unsbras) e o Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas (Cebap), que tinham como diretores estatutários funcionários e parentes de executivos do grupo de empresas de Camisotti.

Juntas, somente no último ano, elas faturaram R$ 580 milhões. O montante, no entanto, chega a R$ 1 bilhão quando analisado desde 2021.

Primeira delação da farra no INSS
Essa é a primeira delação assinada no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura o esquema de desvios nas aposentadorias. A expectativa da defesa é de que, com o acordo, Camisotti – apontado como um dos líderes do esquema bilionário de fraudes – consiga autorização para prisão domiciliar.

Em primeiro momento, Camisotti ficou preso na penitenciária de Guarulhos e, depois, foi transferido, em março deste ano, para a Superintendência da PF em São Paulo, em acordo com a defesa.

O lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, o ex-procurador-geral do Instituto, Virgílio Oliveira Filho, e o ex-diretor de Benefícios André Fidelis também negociam acordo de colaboração.

Com informações de Metrópoles

Foto: Reprodução

A possível delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro enfrenta resistência de investigadores, que já avisaram à defesa: apenas explicar mensagens do celular não será suficiente. A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República querem um pacote robusto de provas novas para avançar nas negociações.

Preso desde o início de março, Vorcaro deu os primeiros passos rumo ao acordo semanas depois, ao assinar um termo de confidencialidade. Desde então, advogados trabalham na construção dos chamados “anexos”, que vão definir o conteúdo da delação. Nos bastidores, porém, o material já existente é visto como apenas o ponto de partida.

Entre os principais entraves estão três pontos sensíveis: o tempo de prisão que o banqueiro ainda terá que cumprir, o valor do ressarcimento aos cofres públicos e a possível inclusão de informações envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal. Esses fatores travam o avanço do acordo.

A avaliação dos investigadores é de que o conteúdo extraído do celular apreendido é o “piso” da negociação. A partir dele, a defesa precisa apresentar fatos inéditos e provas consistentes que ampliem o alcance das investigações, sob risco de a delação não prosperar.

Sem pressa, PF e PGR já sinalizam que o processo deve se arrastar por meses. Além das provas, Vorcaro terá que detalhar seu patrimônio — inclusive no exterior — para viabilizar o cálculo de ressarcimento, que deve levar em conta os prejuízos causados ao sistema financeiro, incluindo impactos ao Fundo Garantidor de Crédito.

Com informações do Estadão

Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, responsável pelo Blog do Luís Pablo. Ele é investigado por suposto crime de perseguição contra o também ministro da Corte, Flávio Dino.

A decisão foi tomada após pedido da defesa, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. Segundo Moraes, a restituição é possível porque a Polícia Federal já realizou a extração de dados dos aparelhos apreendidos, entre eles celulares, notebook e disco rígido, que não são mais considerados necessários para a investigação.

O ministro determinou que os itens sejam retirados pelo jornalista em até 30 dias. Caso contrário, autorizou a destruição dos equipamentos. A apreensão havia sido realizada no dia 10 de março, durante operação que apura a conduta do comunicador.

O caso teve início após uma publicação feita pelo jornalista em novembro de 2025, na qual ele afirmava que um veículo ligado ao Tribunal de Justiça do Maranhão estaria sendo utilizado por Flávio Dino e familiares. A reportagem foi posteriormente retirada do ar.

Na decisão que autorizou a investigação, Moraes apontou que o jornalista teria divulgado informações consideradas sensíveis, como placas de veículos e dados de segurança do ministro. A Polícia Federal apura se houve uso indevido de mecanismos para obtenção dessas informações.

A atuação no caso gerou reação da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão, que manifestou preocupação com possíveis impactos sobre a liberdade de imprensa e o sigilo de fonte jornalística.

Com informações do Poder360

O empresário Daniel Vorcaro financiou, em 2024, eventos internacionais de alto padrão que reuniram autoridades brasileiras e estrangeiras, segundo documentos da Polícia Federal.

Os gastos somaram cerca de US$ 11,5 milhões (R$ 60 milhões) em agendas realizadas em Londres, Nova York e Portugal.

O evento mais caro ocorreu em Londres, com custo de US$ 7,5 milhões, incluindo hospedagem de luxo, jantares, shows e recepções. Participaram autoridades como ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, além de políticos e representantes do governo.

Entre os presentes estavam Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e o ex-presidente Michel Temer, homenageado no encontro.

Nos EUA, o Master gastou cerca de US$ 2,5 milhões, incluindo eventos paralelos com degustações e uso de jatinhos. Em Portugal, foram US$ 1,6 milhão, com programação semelhante.

As investigações também apontam proximidade entre Vorcaro e autoridades, incluindo uso de aeronaves privadas e contratos com pessoas ligadas a membros do Judiciário.

Procurados pela reportagem da Folha de S. Paulo, participantes afirmaram que compareceram como palestrantes ou em agendas institucionais. O Grupo Voto disse que foi responsável apenas pela organização, enquanto os custos foram pagos por patrocinadores. O caso é apurado no contexto das investigações sobre o Banco Master.

Fonte: Blog do BG


A imagem do Supremo Tribunal Federal (STF) vive seu pior momento desde que institutos de pesquisa começaram a medir a percepção pública sobre a Corte. Levantamento do instituto AtlasIntel, realizado em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo entre os dias 16 e 19 de março de 2026, revela que 60% dos brasileiros não confiam no trabalho dos ministros. Apenas 34% dizem confiar, e 6% não souberam ou não quiseram responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com amostra de 2.090 entrevistados.

É o índice mais alto de desconfiança da série histórica, iniciada em janeiro de 2023, quando o cenário era de quase equilíbrio: 45% confiavam e 44% não confiavam. Em agosto de 2025, a desconfiança já havia saltado para 51,3%. Em seis meses, subiu mais nove pontos — uma deterioração que analistas classificam como estrutural, e não conjuntural.

Os dados das redes sociais confirmam a tendência. Monitoramento da Gazeta do Povo, publicado nesta quarta-feira (9/4), aponta que o STF acumula 78,6% de menções negativas no ambiente digital. Paralelamente, pesquisa inédita da comissão de Reforma do Judiciário da OAB-SP, com base na escuta de 12,7 mil advogados, mostra que 62,82% da própria classe jurídica avalia negativamente a Corte — sendo que 47,69% classificam a atuação como “muito negativa”.

Para o professor de Direito Constitucional Alessandro Chiarottino, ouvido pela pesquisa da OAB-SP, o ponto de inflexão foi o caso Banco Master. “A continuidade de inquéritos questionáveis e decisões com viés político culminaram num descontentamento muito grande com o STF atual”, afirmou. Segundo ele, o Tribunal “parece falar para uma bolha de apoiadores”, mas o aprofundamento dos escândalos pode gerar “fissuras irreversíveis”.

A crise de credibilidade não é abstrata. Ela se traduz em pressão política concreta: a base governista já redige a chamada “PEC da Integridade”, voltada aos Três Poderes mas com foco no STF, enquanto no Senado circula um livro que elenca 153 razões para o impeachment de Alexandre de Moraes.

Com informações da AtlasIntel, O Estado de S. Paulo, Gazeta do Povo e OAB-SP.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

O ator Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro no filme “Dark Horse”, afirmou que o longa tem uma mensagem que pode ser associada ao cenário eleitoral dos Estados Unidos.

O artista norte-americano divulgou a data de estreia da produção, marcada para 11 de setembro de 2026. Ele convidou o público a assistir o filme e mencionou as eleições em seu país.

“Se você se importa com as nossas eleições, assista ao meu filme em 11 de setembro de 2026”, escreveu o ator.

O longa é uma cinebiografia de Bolsonaro e deve abordar, entre outros pontos, a campanha presidencial de 2018 e o atentado sofrido pelo então candidato durante o período eleitoral.

A data em que o filme estreará é a mesma em que Bolsonaro foi condenado pelo STF no ano passado. Na ocasião, o ex-presidente recebeu uma pena de 27 anos e três meses de prisão por crimes como golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Com informações de Paulo Capelli, Metrópoles

Uma hora a realidade acabaria se impondo. Depois de tentar resolver a crise do Master atuando nos bastidores, Lula finalmente compreendeu que abafar o caso ou circunscrevê-lo à oposição não é uma possibilidade. As pesquisas de opinião vêm mostrando que o Supremo Tribunal Federal (STF) está com a imagem enlameada e, embora o escândalo não atinja diretamente o Palácio do Planalto, a sujeira pode respingar no governo. Não foi por outra razão que o presidente da República resolveu falar. Numa longa entrevista ao site de notícias ICL, ontem, ele afirmou que o STF tem de dar “uma explicação convincente para a sociedade”, porque “essas coisas a gente não joga debaixo do tapete achando que o povo vai esquecer”. E ainda completou dizendo que, “se o cara quiser ficar milionário, não pode ser ministro da Suprema Corte”.

Ao comentar sobre o contrato de R$ 130 milhões da mulher do ministro Alexandre de Moraes com o Master, o presidente tentou tirar a meia sem tirar o sapato, dizendo que o “companheiro” não poderia permitir que Vorcaro jogasse fora a sua biografia, mas logo emendou que não havia nada de ilegal no contrato:

— Primeiro, porque você não estava advogando no seu escritório há quase 15 anos. Mas, se sua mulher estava advogando, diga que sua mulher estava advogando, que não tem que pedir licença para fazer as coisas. E prometa que na Suprema Corte estará impedido de votar em casos [que envolvam] a sua mulher.

Aliados explicaram que as falas de Lula foram roteirizadas pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação, Sidônio Palmeira, com o objetivo de descolar o governo da crise sem jogar Moraes na fogueira. O problema desse plano é que ficou faltando combinar com os russos, ou seja, com a realidade.

Além de ser impossível dissociar o STF de seu ministro mais poderoso, Lula se movimenta como se não fosse possível surgir mais nenhuma novidade sobre Vorcaro e Moraes. Foi o que disseram para ele, mas não é o que se constata diariamente. Só na última semana, a Folha de S.Paulo revelou que o ministro e a mulher fizeram sete viagens nos aviões do dono do Master. Viviane Barci ainda divulgou uma nota dizendo ter ressarcido o Master pelos voos, mas, dois dias depois, documentos da Receita Federal desmontaram essa versão, já que nenhum real foi descontado dos R$ 80 milhões pagos pelo banco ao escritório nos últimos dois anos.

Moraes também não tem ajudado. Enquanto Lula procurava demonstrar que não tem compromisso com os erros alheios, ele decidiu levar ao plenário do STF uma tentativa de restringir o alcance e a validade das delações premiadas. Para isso, tirou da gaveta uma ação de 2021 movida pelo PT. Além de não ter ouvido o conselho de Lula para ficar longe do caso, ainda se socorreu de uma ação do partido do presidente para tentar evitar os danos de uma eventual delação de Daniel Vorcaro.

Quem também parece não estar plenamente engajado na estratégia lulista é o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo. Em reunião no mês passado com Sidônio e outros ministros, ele apresentou uma linha do tempo que, de acordo com testemunhas, deixava claro que o Master só virou o que virou por causa de medidas tomadas por seu antecessor, Roberto Campos Neto.

No centro do relato estava o fato de, em fevereiro de 2019, na gestão de Ilan Goldfajn, o BC ter negado permissão para Vorcaro assumir o controle do enrolado Máxima e formar o Master. Oito meses depois, já com Campos Neto no comando, a autorização saiu. Com base nessa informação, Lula afirmou ao ICL que o “Master é obra, é ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central”. E concluiu:

— Se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que somos nós.

Contudo, na mesma hora em que o chefe acusava Campos Neto no Palácio do Planalto, do outro lado da Praça dos Três Poderes, Galípolo rasgava o script. Ao depor na CPI do Crime Organizado sobre o caso, ele afirmou que “não há, em nenhum processo de auditoria ou de sindicância, nada que encontre qualquer culpa por parte do ex-presidente Roberto Campos”. Negou, ainda, que o antecessor tivesse atuado para impedir uma intervenção ou liquidação do Master ao longo de 2024.

Tudo somado, está claro que Lula foi convencido de que fingir não ter nada a ver com o rolo de Vorcaro não é uma opção e decidiu brigar pelo controle da narrativa. Diante das circunstâncias, era o que lhe restava fazer, mas esse tipo de estratégia exige cuidado dobrado. Sem informações precisas, um script azeitado e atores bem ensaiados, o que deveria ser um roteiro de final feliz pode acabar virando uma tragédia.

Malu Gaspar – O Globo

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

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