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Foto: reprodução

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro sinalizou ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, relator do caso Master, uma delação premiada “forte” que envolva personagens dos Três Poderes, segundo relatos feitos por interlocutores à CNN.

A conversa entre o advogado José Luís de Oliveira Lima e o ministro aconteceu recentemente em São Paulo e foi pelo menos a segunda já realizada entre ambos.

Os relatos foram de uma mudança entre a primeira e a segunda conversa.

Enquanto no primeiro encontro Mendonça saiu mais pessimista quanto ao alcance da delação de Vorcaro e sem dar garantias de que caminharia para homologar a delação, nesta segunda o ministro pareceu mais otimista.

A expectativa é de que o material, que só deve ser apresentado a ele em maio, seja amplo e aborde a relação de Vorcaro com integrantes dos Três Poderes da República tratando inclusive de ministros do governo Lula e o Judiciário.

Uma mudança no plano inicial da defesa de poupar ministro do Supremo Tribunal Federal.

O motivo principal é de que sem uma delação completa, a chance de Mendonça não homologar o acordo é grande e consequentemente a de Vorcaro permanecer por um longo tempo preso.

CNN Brasil – por Caio Junqueira

O Tribunal de Justiça de SP decidiu, nesta quarta-feira (15), interditar o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC), de 94 anos, após pedido feito pelos filhos. A informação foi confirmada pela Fundação FHC e divulgada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Segundo a decisão, o pedido leva em consideração o quadro de saúde do ex-presidente, que apresenta condição compatível com doença neurodegenerativa em estágio avançado. Com a medida, a Justiça nomeou um curador provisório para a gestão de questões patrimoniais de FHC. A função ficará sob responsabilidade de um dos filhos.

A decisão também indica que a medida teve concordância da família e segue os trâmites legais previstos para casos de interdição. FHC já não participava da administração de decisões financeiras nem da rotina cotidiana e vinha recebendo acompanhamento médico contínuo.

O processo ainda prevê a atualização de informações sobre o estado de saúde e autonomia do ex-presidente.

O homem acusado de matar a tiros o personal trainer Whadson Whonam Silva de Araújo, de 34 anos, dentro de uma academia em Caicó, na região Seridó potiguar, foi condenado a 21 anos de prisão em regime fechado pelo Tribunal do Júri.

O crime aconteceu no dia 29 de abril de 2024, por volta das 4h50, dentro da academia Gym Healthy Life, no bairro Barra Nova.

A sentença foi proferida nesta quarta-feira (15) pelo juiz Isaac Costa Soares de Lima, da 3ª Vara da Comarca de Caicó, após a maioria dos jurados votar pela condenação do réu.

Francisco Gabriel Leite Régis foi considerado culpado por homicídio qualificado por motivo torpe e por recurso que dificultou a defesa da vítima. A defesa dele informou que recorreu da decisão.

Segundo o processo, Francisco Gabriel disparou uma arma de fogo sete vezes contra a vítima.

A investigação apontou que o assassinato teria sido motivado por ciúmes e possessividade relacionados à ex-companheira do condenado.

O magistrado apontou na decisão que a vítima exercia um papel de apoio a uma mulher em situação de vulnerabilidade.

Na ocasião da prisão de Francisco, dias após o crime, a polícia informou que Whadson incentivava a mulher a denunciar agressões cometidas pelo réu.

O juiz negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade. Francisco Gabriel já estava preso preventivamente desde junho de 2024 e seguirá custodiado para o cumprimento da pena.

Com informações de g1 RN

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A liberação do ex-deputado Alexandre Ramagem nos Estados Unidos surpreendeu autoridades brasileiras, que ainda aguardam explicações oficiais sobre a decisão. As informações são do g1 e da GloboNews.

Ramagem havia sido detido na segunda-feira (13), em Orlando, por questões migratórias, e liberado dois dias depois, às 14h52 (horário local). Após a soltura, seu nome deixou de constar nos sistemas do serviço de imigração americano.

Polícia Federal informou que não foi comunicada previamente e aguarda esclarecimentos sobre os motivos da decisão. A expectativa do governo era manter o ex-parlamentar sob custódia enquanto avançavam as tratativas para deportação.

Condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na tentativa de golpe de 2022, Ramagem é considerado foragido da Justiça brasileira. Segundo o Supremo Tribunal Federal, ele teria usado a estrutura da Abin para tentar manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder.

Antes da soltura, autoridades preparavam um dossiê com informações sobre sua situação judicial e entrada irregular nos EUA, que seria entregue ao setor de deportação americano.

A estratégia também inclui contestar um possível pedido de asilo político e reforçar a cooperação com autoridades dos EUA para viabilizar o retorno de Ramagem ao Brasil. Uma reunião entre os países estava prevista, mas ainda não há confirmação após a liberação.

Foto: Reprodução

A prisão dos funkeiros MC Ryan SP e MC Poze do Rodo em uma operação da Polícia Federal na 4ª feira (15.abr.2026) fez com que vídeos antigos dos artistas em que eles declaram apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltassem a circular nas redes sociais. Segundo a PF, os 2 são suspeitos de integrar uma organização criminosa que movimentou R$ 1,6 bilhão com esquemas de lavagem de dinheiro.

As imagens mostram manifestações públicas dos 2 durante a campanha eleitoral de 2022 e após a vitória do petista. O nome de Poze também já apareceu em um evento do governo: na posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes, a atriz Elisa Lucinda cantou a música “A Cara do Crime (Nós Incomoda)”.

Ryan SP aparece em um dos vídeos dentro de uma piscina, ao lado de outras pessoas. Parece comemorar o resultado da eleição.

Na gravação, ele diz o seguinte: “Ganhou, é. Ô, Lula, já churrasco para fazer, hein, Lula. Ei, churrasquinho, picanha, churrasco”.

Já Poze do Rodo surge em um show, ainda durante a campanha, fazendo gesto de apoio ao então candidato e afirmando: “Cada um escolhe o que quer ser, e eu sou Lula, porra. Um papo só, e quem fecha comigo canta assim, ó: vai dar PT, vai dar”.

Poze do Rodo também foi citado na posse da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Durante a cerimônia, a atriz Elisa Lucinda fez um discurso e cantou a música “A Cara do Crime (Nós Incomoda)”, do repertório do funkeiro.

Poder360

Foto: Lucio Bernardo

Presidente do BRB (Banco de Brasília) entre 2019 e 2025, Paulo Henrique Costa foi preso na manhã desta quinta-feira (16) na 4ª fase da Operação Compliance Zero da PF (Polícia Federal). A nova etapa da operação cumpre dois mandados de prisão e sete de busca e apreensão, em São Paulo e no Distrito Federal.

Como mostrou o analista da CNN Matheus Teixeira, a PF investiga se Costa recebeu R$ 140 milhões de Daniel Vorcaro como propina para viabilizar a compra do Banco Master pela instituição financeira de Brasília.

Formado em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Pernambuco, o ex-presidente do BRB, de 49 anos, trabalhava há mais de 20 anos no mercado financeiro. Iniciou a carreira no banco HSBC em 1999, de onde partiu para a Caixa Econômica Federal em 2001.

Começou sua trajetória no banco público como trainee e passou por posições gerenciais como Diretor Executivo de Controladoria, Diretor de Administração, Finanças e Relações com Investidores na Caixa Seguridade e Superintendente Nacional de Administração de Risco Corporativo.

Durante este período realizou pós-graduações pela Fundação Getúlio Vargas e pela universidade Stanford, nos Estados Unidos. É mestre em administração por duas instituições estrangeiras, a Universidade de Birmingham, na Inglaterra, e a Kellogg School of Management, nos Estados Unidos.

Costa assumiu também posições nos bancos Panamericano e Pan. Seu último cargo na Caixa Econômica foi de vice-presidente de Clientes, Negócios e Transformação Digital, função que deixou para assumir a presidência do BRB, indicado pelo ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em 2019.

Em novembro de 2025, foi alvo da primeira fase da operação que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e organização criminosa. Os gestores do BRB eram investigados pela compra de carteiras de ativos do Banco Master, de Daniel Vorcaro, consideradas fraudulentas.

CNN

O prefeito Emídio Jr assinou, na manhã desta quarta-feira (15), a ordem de serviço para regularização fundiária de 526 unidades imobiliárias no bairro Campo da Santa Cruz, inseridas no projeto Morar Legal, por meio do programa Cidades Sustentáveis e Resilientes do Governo Federal. A medida garante oficialmente o título de propriedade dos imóveis aos moradores do bairro por meio da escritura pública.

A regularização reúne um conjunto de medidas jurídicas, urbanísticas e sociais que legalizam núcleos urbanos informais, integrando essas áreas legalmente à cidade. Com a medida, a gestão garante segurança jurídica, infraestrutura básica e dignidade aos moradores. O valor total global dos serviços contratados será de R$ 618.050,00.

Em seu discurso, o prefeito Emídio destacou a importância do documento. “São mais de 500 famílias beneficiadas com a regulamentação fundiária. É o documento na mão do cidadão, levando dignidade e respeito às famílias macaibenses. É importante agradecer a parceria dos nossos colegas vereadores e vereadoras, a equipe que faz parte da Prefeitura de Macaíba, que estão sempre do nosso lado fazendo com que as ações fluam e a gente possam sempre avançar. Porque aqui o trabalho não para“, comentou ele.

Articulada pela Secretaria Municipal de Trabalho, Habitação e Assistência Social (SEMTHAS), o secretário da pasta, Eriberto Freire Tomaz, parabenizou a gestão e agradeceu aos vereadores pela mobilização. “A pessoa vai ter o documento da sua própria casa e poder fazer financiamento para reforma, além de poder tomar outras medidas como cessão do imóvel ou inventário. A pessoa vai ser realmente a proprietária da sua casa. O município tem três projetos desse”, afirmou ele.

Os outros dois projetos englobam a comunidade da Morada da Fé e o conjunto Alfredo Mesquita. Na Morada da Fé, núcleo urbano como área de regularização de interesse social, devem ser regularizados cerca de 120 domicílios. No conjunto Alfredo Mesquita, o município já articula a regularização de cerca de 200 unidades habitacionais e mobiliza os moradores para adesão ao projeto.

Imagens: Maxson Savelle

A cifra é difícil de visualizar. A Polícia Federal acredita que o volume financeiro total movimentado pelo grupo criminoso desarticulado na Operação Narco Fluxo pode ultrapassar R$ 260 bilhões. Para efeito de comparação, o valor equivale a mais da metade do orçamento anual do Ministério da Saúde e supera o PIB de países inteiros.

O número, divulgado pela própria PF nesta quarta feira (15), considera o fluxo financeiro completo identificado em relatórios de inteligência do Coaf, somado ao lucro estimado com o tráfico internacional de mais de três toneladas de cocaína. A movimentação já documentada nos autos soma R$ 1,63 bilhão em menos de dois anos, mas os investigadores acreditam que o esquema é muito maior do que o rastreado até agora.

A Justiça Federal determinou o bloqueio imediato de até R$ 2,2 bilhões em bens, direcionado a 77 alvos entre pessoas físicas e empresas. Também foram impostas medidas de constrição patrimonial, incluindo sequestro de bens e restrições societárias, para interromper o fluxo ilícito e preservar ativos para eventual ressarcimento.

A sofisticação do esquema é o que mais impressiona os investigadores. Segundo a PF, trata se de uma das maiores estruturas de lavagem de dinheiro já identificadas no Brasil utilizando o setor de entretenimento. O grupo usava shows, jogos de azar, rifas digitais e a imagem pública de artistas e influenciadores de grande alcance para dar aparência de legalidade a recursos do narcotráfico. O sucesso comercial e as métricas de engajamento dos artistas funcionavam como um “escudo de conformidade”, tornando quase invisível a origem criminosa do dinheiro.

A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, com apoio da PM de São Paulo, e cumpriu 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em nove estados e no Distrito Federal. Os mandados foram expedidos pelo juiz Roberto Lemos dos Santos Filho, da 5ª Vara Federal de Santos.

Entre os presos estão o cantor MC Ryan SP, detido durante uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga; o funkeiro MC Poze do Rodo, preso em condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro; e o influenciador Raphael Sousa Oliveira, criador da página Choquei, preso em Goiânia. O empresário e influenciador Chrys Dias, com quase 15 milhões de seguidores, também é alvo.

Nas apreensões, a PF recolheu armas, carros de luxo (BMW, Mercedes Benz e Land Rover Defender), relógios, grandes quantias em dinheiro vivo, documentos e equipamentos eletrônicos. Um colar com a imagem do narcotraficante colombiano Pablo Escobar, incrustada em uma moldura no formato do mapa de São Paulo, chamou atenção dos agentes.

A defesa de MC Ryan SP informou que ainda não teve acesso ao procedimento, mas afirmou que “todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada”. O advogado de MC Poze do Rodo disse desconhecer os autos e que se manifestará após acessá los. Os investigados podem responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Foto: Getty Images

A dívida pública do Brasil deve atingir 100% do PIB até 2027, segundo projeção do Fundo Monetário Internacional divulgada nesta quarta-feira (15).

Para 2026, a estimativa é de que o país encerre o ano com dívida equivalente a 96,5% do PIB. A tendência é de alta contínua, podendo chegar a 106,5% até 2031.

A dívida pública representa os recursos captados pelo governo por meio de empréstimos e emissão de títulos para financiar despesas, cobrir déficits e cumprir obrigações fiscais.

De acordo com o FMI, o avanço está ligado ao aumento dos gastos públicos, à alta dos juros e às pressões globais, como conflitos internacionais e maiores demandas por investimentos em defesa e áreas sociais.

O cenário não é exclusivo do Brasil. No mundo, a dívida global já se aproxima de 94% do PIB e deve atingir 100% até 2029 — nível visto anteriormente apenas após a Segunda Guerra Mundial.

O FMI alerta que o espaço fiscal está cada vez mais limitado, com maior sensibilidade dos mercados e redução da margem de segurança para equilibrar as contas públicas.

Em resumo: Lula quebrou o país de uma forma que jamais vista na história desta nação.

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Após o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinar a abertura de um inquérito contra o senador Flávio Bolsonaro (PL) por suposta calúnia ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (15), o parlamentar se pronunciou dizendo que recebeu a decisão do magistrado com “profunda estranheza” e que “o procedimento evoca práticas de censura”.

Divulgada pela assessoria de Flávio, a nota diz que a determinação do magistrado é “juridicamente frágil, uma vez que a publicação objeto do procedimento carece de qualquer tipicidade penal”.

Para o pré-candidato à Presidência da República, “a abertura deste inquérito configura uma tentativa clara de cercear a liberdade de expressão e o livre exercício do mandato parlamentar”.

Nesta manhã, Moraes determinou que a PF (Polícia Federal) abra o inquérito contra Flávio.

A representação da corporação cita uma publicação do senador, nas redes sociais, em que ele associa o petista com a imagem de Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela, sendo preso e acompanhado do seguinte texto: “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”.

CNN

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