Após dedicar seu terceiro governo a gastar sem olhar o amanhã e esfolar quem trabalha e produz, criando três dezenas de impostos abusivos, Lula (PT) começou nesta quinta-feira, primeiro dia do ano, a tomar dinheiro dos informais, que nem sequer sabem disso. Mas logo saberão, quando passarem a ser atormentados pela Receita Federal. Assim, trabalhadores autônomos como cabelereira, pedreiro, personal trainer, pintor, professor particular, eletricista ou faxineira, por exemplo, são obrigados a pagar ao governo petista um quarto do que faturam.

NO CPF, 25% NO RALO

Todos estão obrigados a emitir a nota fiscal eletrônica no próprio CPF, estabelecendo o pagamento de 25% de impostos.

ESCONDE, ESCONDE

Como aposta na desinformação, o governo Lula não divulga que, se a nota for emitida no CNPJ, essa taxação quase desaparece.

MEI VIROU SALVAÇÃO

Se o autônomo abrir MEI (microempresa individual) tem chance de pagar só o DAS (Documento de Arrecadação do Simples), à volta de 80 reais.

ESTADO LADRÃO

Isso tudo faz lembrar a sentença do presidente argentino Javier Milei: “imposto é roubo”. Considerando valores e personagens, faz sentido.

CLAÚDIO HUMBERTO

 

Um estudo da Universidade da Geórgia apontou que cerca de 20% dos homens que se declaram heterossexuais apresentaram respostas fisiológicas de excitação ao consumir conteúdos com temática gay. E essa não é a única pesquisa que evidencia a complexidade da sexualidade humana.

Outra investigação, conduzida pela Universidade de Essex, no Reino Unido, também indica que muitas pessoas demonstram algum grau de atração que vai além da heterossexualidade, mesmo que nem sempre expressem isso publicamente.

Em síntese, a sexualidade não é algo rígido nem limitada a rótulos tradicionais. A ciência mostra que o desejo humano é mais diverso do que se imagina, e que viver a própria sexualidade ainda é, para muitos, um processo cercado de silêncio, receios e repressões.

Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Vital do Rêgo Filho, afirmou que a fiscalização do Banco Central no caso da liquidação do Banco Master deve observar os limites constitucionais, especialmente o sigilo bancário. A declaração foi dada à CNN Brasil em meio às críticas e à pressão do mercado financeiro sobre a atuação da Corte.

Segundo Vital, o TCU tem o dever de fiscalizar, mas precisa definir um “modus operandi” técnico que evite extrapolações. Ele disse que, ao retornar a Brasília na próxima segunda-feira (12), pretende se dedicar à organização da forma como o órgão atuará no caso, conciliando o poder de fiscalização com as restrições legais.

A fala ocorre em um momento de possível recuo do relator do processo, ministro Jhonatan de Jesus, que avalia suspender a inspeção nos documentos do Banco Central. O movimento é atribuído ao isolamento do relator dentro do TCU e ao desconforto de outros ministros, além da reação negativa do mercado à possibilidade de reversão da liquidação do banco.

Vital do Rêgo também ressaltou que não cabe ao TCU decidir sobre eventual reversão da liquidação extrajudicial do Banco Master, atribuição que, segundo ele, é do Supremo Tribunal Federal. O papel da Corte de Contas, afirmou, é apenas verificar se os procedimentos adotados pelo Banco Central seguiram a legalidade.

Com informações da CNN

 

 

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, anulou a sindicância do Conselho Federal de Medicina (CFM) que investigava o atendimento médico de Jair Bolsonaro enquanto ele estava sob custódia da Polícia Federal. Na decisão, Moraes deixou claro: o CFM extrapolou suas funções e cometeu um desvio de finalidade ao tentar fiscalizar atos da PF.

O caso surgiu depois que Bolsonaro relatou ter caído da cama durante a madrugada. Um relatório médico mostrou que ele estava consciente, orientado, sem déficit neurológico e clinicamente estável. Exames realizados no Hospital DF Star não indicaram qualquer sequela. A Justiça já havia garantido atendimento médico integral, que vinha sendo cumprido.

Além de anular a sindicância, Moraes determinou que o presidente do CFM seja ouvido pela Polícia Federal em até dez dias. O Hospital DF Star também terá que enviar, em 24 horas, todos os exames e laudos médicos relacionados ao caso. Novas investigações semelhantes pelo CFM estão proibidas.

A decisão reforça que órgãos de fiscalização não podem se sobrepor à Justiça ou tentar politizar casos médicos. Bolsonaro segue sem problemas de saúde, enquanto o CFM recebeu um aviso claro: ultrapassou os limites da lei e da ética profissional.

Foto: Agência Brasil

As regras da aposentadoria do INSS mudam a partir de 1º de janeiro de 2026, seguindo o cronograma anual da reforma da Previdência de 2019. As alterações afetam principalmente as regras de transição para quem já estava no mercado de trabalho antes da reforma.

A Emenda Constitucional 103 instituiu idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 para homens, além de mudanças no cálculo dos benefícios, com objetivo de reduzir o déficit previdenciário.

Quem começou a contribuir após 13 de novembro de 2019 só pode se aposentar pela regra da idade mínima.

Já os trabalhadores que contribuíam antes dessa data podem usar regras de transição, como:

  • sistema de pontos (idade + tempo de contribuição),

  • idade mínima progressiva,

  • ou pedágio de 100% sobre o tempo que faltava em novembro de 2019.

Segundo o advogado João Badari, quem completou os requisitos até 2025 mantém o direito adquirido, mesmo que faça o pedido apenas em 2026. Nesses casos, vale a regra mais vantajosa da época em que os critérios foram cumpridos. Os valores atrasados, porém, só são pagos a partir da data do pedido.

Esse direito também permite o uso de tempos especiais, como atividade insalubre, trabalho rural, serviço militar, períodos como servidor público e vínculos reconhecidos na Justiça.

Em 2026, a regra de pontos exigirá:

  • 103 pontos para homens (mínimo de 35 anos de contribuição)

  • 93 pontos para mulheres (mínimo de 30 anos)

A pontuação aumenta anualmente até atingir 105 pontos para homens e 100 para mulheres em 2033.

Mais detalhes:

  • Outra regra de transição válida é a da idade mínima para a aposentadoria por tempo de contribuição
  • Homens devem ter, no mínimo, 35 anos de contribuição ao INSS e mulheres, 30 anos na data do pedido
  • A idade mínima exigida deles é de 64 anos e seis meses e, delas, 59 anos e seis meses. Essa idade sobe meio ponto a cada ano
  • Os professores que já estavam no mercado de trabalho formal, em escola particular, podem se aposentar pela regra de transição, que também muda em 2026
  • Há duas opções: por pontos e por idade mínima
  • A diferença é que professores e professoras se aposentam com tempo mínimo menor do que os demais segurados
  • Na transição por pontos, eles devem cumprir o tempo mínimo de contribuição e atingir a soma necessária da idade e do tempo de contribuição. A pontuação será acrescida de um ponto a cada ano até atingir o limite de 100 pontos para mulher e 105 pontos para homem

Veja como funciona:

  • Em 2026, a soma da idade e do tempo de contribuição é de 88 pontos para as mulheres e 98 pontos para os homens
  • O tempo mínimo de contribuição é de 25 e 30 anos, respectivamente

Idade mínima:

  • Em 2026, a idade mínima de contribuição será de 54 anos e seis meses para mulheres e 59 e seis meses para os homens
  • O tempo de contribuição mínimo é de 25 e 30 anos, respectivamente
  • A idade aumenta seis meses a cada ano até atingir o limite de 57 anos para mulher e 60 anos para homem

O pedido de aposentadoria pode ser feito pelo site ou aplicativo Meu INSS ou pelo telefone 135. Caso faltem documentos, o INSS poderá fazer exigências, que podem ser atendidas online ou em uma agência.

Especialistas alertam que o envelhecimento da população pressiona o sistema e novas mudanças são discutidas, enquanto ações no STF podem impactar as contas da Previdência. Até agora, decisões da Corte têm sido desfavoráveis aos aposentados do INSS.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga o desvio de recursos de aposentados e pensionistas deve retomar seus trabalhos após o recesso. A prioridade será apurar o suposto envolvimento de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no caso. As investigações devem abranger também indícios de irregularidades que envolvem ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o banqueiro Daniel Vorcaro e o Banco Master, acusado de causar prejuízos a milhares de investidores, além de esclarecer operações de empréstimos consignados.

MUDANÇA DE POSTURA

A direção da CPMI avalia adotar uma atitude mais incisiva, após decisões do ministro Dias Toffoli e diante da informação sobre um contrato de valor elevado firmado entre a esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master.

MONTANTE DESVIADO

O relator da comissão já divulgou a estimativa de que mais de R$ 90 bilhões tenham sido desviados de idosos por meio de operações de consignado não autorizadas.

IMPEDIMENTO AO ACESSO

A CPMI determinou a quebra de sigilos do Banco Master para investigar os consignados, mas o ministro Dias Toffoli vetou o acesso da comissão aos documentos.

INVESTIGAÇÃO SOBRE REPASSES

A comissão também apura a alegação de que Fábio Luís Lula da Silva recebia repasses mensais de R$ 300 mil de Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

NÃO CAIRÁ SOZINHO

Já vaza na empresa Nacional que o presidente do Banco Master não vai cair sozinho, segundo fontes Daniel Vocaro teria deixado claro que vai levar muita gente com ele caso seus bens não sejam desbloqueados.

MANOBRA

No STF o pânico é tão grande que muitos veem uma possível manobra de Toffoli para tentar reverter a liquidação do Banco Master. Pois é muito nítido que o Banco Central teve mais de 80 bilhões de motivos para realizar essa liquidação, que poderia afetar todo o sistema bancário brasileiro.

MANOBRA II

Até o TCU entrou no jogo pedindo esclarecimentos sobre a liquidação do Master.

ESCÂNDALO SEM PRECEDENTES

O caso envolvendo o Banco Master tem o potencial de impactar não apenas o sistema financeiro, mas todo um esquema que busca se proteger a qualquer custo. A dimensão do problema é tamanha que dificilmente poderá ser contida, com riscos significativos para diversos envolvidos.

SEM EXPLICAÇÕES

Não há justificativa plausível para um contrato superior a 100 milhões de reais firmado entre o Banco Master e Viviane de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. O acordo apresenta indícios de imoralidade e superfaturamento, ferindo gravemente a credibilidade do Supremo Tribunal Federal. Tudo indica que o valor exorbitante tem como único fundamento o matrimônio com o ministro. As duas notas de esclarecimento divulgadas por Alexandre de Moraes são evasivas e não esclarecem os fatos. Em um país com instituições sólidas, o ministro já estaria afastado de suas funções, uma vez que suas ligações com o Caso Master parecem ser profundas.

NOVO HERÓI NACIONAL

O senador Alexandro Vieira ganhou notoriedade nacional após declarar que estaria próximo de ver um membro do Supremo Tribunal Federal ser preso. Ele também prometeu abrir uma CPI para investigar as relações entre o Banco Master e o ministro Alexandre de Moraes. A comissão poderá ainda examinar a ascensão patrimonial e profissional da esposa do ministro, que expandiu significativamente sua carteira de clientes e seu patrimônio após a posse dele no STF. O senador Alexandro Vieira se destaca como uma figura de grande projeção no cenário político atual.

Os Correios fecharam, na sexta-feira (26), um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco dos principais bancos do país para reforçar o caixa da estatal em meio à crise financeira enfrentada pela empresa. Com informações do g1.

A assinatura do contrato foi publicada neste sábado (27) no Diário Oficial da União (DOU) e envolve os bancos Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

O acordo tem validade até 2040 e conta com garantia da União, o que significa que o governo federal dá respaldo à operação e reduz o risco para as instituições financeiras que concederam o crédito.

O empréstimo bilionário foi autorizado pelo Tesouro Nacional na semana passada e faz parte do plano de reestruturação dos Correios, após cinco bancos apresentarem proposta de financiamento.

Com o aval do Tesouro, o governo federal deve honrar as parcelas do pagamento caso os Correios fiquem inadimplentes, ou seja, se a estatal não pagar. Trata-se de uma garantia adicional para os bancos que concederam o crédito.

No início de dezembro, o Tesouro rejeitou uma proposta de R$ 20 bilhões que os Correios negociavam com um consórcio de bancos. O comitê aceitava uma taxa de juros de até 18% ao ano, mas a oferta apresentada previa juros de 20% ao ano.

Após a aprovação do valor de R$ 12 bilhões, o Tesouro Nacional destacou que a operação respeitou o limite de juros previsto para empréstimos com garantia da União e atendeu aos critérios exigidos para a avaliação da capacidade de pagamento de estatais com plano de reequilíbrio aprovado pelas instâncias competentes.

A crise dos Correios

Os Correios enfrentam uma crise econômico-financeira que já se estende por 12 trimestres consecutivos, com prejuízos acumulados desde 2022.

Apenas no primeiro semestre de 2025, o prejuízo chegou a R$ 4,36 bilhões, o maior da história da estatal.

Diante da falta de recursos, a empresa e o governo federal passaram, a partir de janeiro deste ano, a discutir medidas para reequilibrar as contas. Entre os principais fatores da crise, estão:

– forte aumento dos gastos com pessoal;

– mudanças no programa Remessa Conforme — que reduziram receitas com encomendas internacionais;

– queda acentuada no fluxo de caixa (quando entra menos dinheiro do que o necessário para pagar as contas);

– crescimento das despesas com precatórios (crescimento das dívidas que a empresa é obrigada a pagar por decisões da Justiça);

– 85% das agências operam no prejuízo.

Para tentar reverter o cenário, a nova gestão aprovou um plano de reestruturação que inclui corte de custos, Programa de Demissão Voluntária (PDV), venda de imóveis ociosos, renegociação de contratos, redução da jornada de trabalho, mudanças nos planos de saúde, retorno ao trabalho presencial e lançamento de um marketplace próprio.

Nos bastidores, o debate sobre a privatização dos Correios voltou a ganhar força como alternativa ao modelo atual.

Em meio às negociações para socorrer a estatal, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) descartou qualquer possibilidade de privatização dos Correios, apesar da crise enfrentada pela empresa.

O petista avaliou que as dificuldades financeiras podem ser resultado de uma “gestão equivocada”.

“Enquanto eu for presidente não vai ter privatização. Pode ter construção junto com empresas. Enquanto eu estiver na presidência não vai ter privatização dessas empresas, pode ter parceria, economia mista, mas privatização não vai ter”, destacou.

Lula lamentou a crise financeira da empresa, considerando a importância dos Correios para o país.

“Uma empresa pública não pode ser a rainha do prejuízo. Trocamos o presidente dos Correios, chamamos a ministra Esther e Rui, colocamos alguém com muita expertise e responsabilidade e vamos tomar medidas que tivermos que tomar, mudar todos os cargos que tivermos que mudar e colocar pessoa com competência”, disse o petista.

 

A QUEDA

O escândalo do Banco Master gerou uma crise sem precedentes no STF e pode levar à queda de Alexandre de Moraes. O contrato milionário do escritório da esposa do ministro é considerado imoral, criminoso e injustificável, devido aos valores exorbitantes e incompatíveis com a realidade. A situação indica que o banco buscava, com esse vínculo, conter as consequências de um escândalo financeiro de grande proporção.

A QUEDA II

Alexandre de Moraes causou um impacto sem precedentes na imagem do STF. Apenas Gilmar Mendes se manifestou em sua defesa, enquanto os demais ministros mantêm silêncio. A mesma postura foi observada entre os integrantes da Primeira Turma: Carmen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino. O caso não apenas constrange o tribunal, como também expõe uma divisão interna que pode se intensificar com novas revelações.

OCULTAÇÃO DAS INVESTIGAÇÕES

Outro fato que causou repercussão foi a decisão do ministro Dias Toffoli de suspender todas as investigações, com base em argumentos considerados frágeis. Embora o ministro tenha revertido a decisão e determinado a continuidade dos trabalhos, o processo permanece sob sigilo judicial.

NÃO SÃO INTOCÁVEIS

O alto nível de proteção aos ministros e o receio de que a verdade seja revelada indicam que a corte tem consciência de que seus membros não são intocáveis. Esse temor se reflete, por exemplo, na tentativa de Gilmar Mendes em alterar a lei do impeachment para ministros do Supremo, em uma tentativa de preservar a imagem de inviolabilidade do tribunal. No entanto, é importante ressaltar que ninguém está acima da lei, inclusive os ministros do STF, e o tempo mostrará isso a todos aqueles que tenham cometido excessos.

Um assalto a uma loja de roupas terminou em perseguição policial, troca de tiros e na morte de um suspeito na tarde desta segunda-feira (22), no bairro Potengi, na Zona Norte de Natal. Todo o material roubado foi recuperado, e um segundo envolvido conseguiu fugir.

Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 15h50 em uma loja na Rua Serra do Araguaia. Dois homens armados invadiram o estabelecimento, roubaram peças de vestuário e um iPhone e fugiram em um carro branco.

Uma testemunha seguiu o veículo e repassou as informações ao Centro de Operações da PM, indicando que os suspeitos seguiam em direção a Extremoz. Com isso, viaturas foram mobilizadas e, por volta das 16h55, uma equipe localizou o carro.

Durante a tentativa de abordagem, houve troca de tiros. Um dos suspeitos foi baleado, socorrido pelos policiais e morreu no hospital. O outro conseguiu fugir. Dentro do veículo, a PM encontrou todos os itens roubados, e o caso foi registrado na Polícia Civil.

Com informações de Agora RN

 

Cristiano, da dupla com Zé Neto, revelou detalhes do momento mais difícil vivido pelo parceiro após a pandemia da Covid-19 e a morte de Marília Mendonça, em 2021. Segundo ele, o cantor passou a abusar do cigarro eletrônico e do álcool, o que agravou um quadro de depressão.

Em entrevista ao youtuber André Piunti, Cristiano contou que o uso do vape afetou diretamente a voz de Zé Neto. “Ele não tinha voz nem para falar. Chegava para os shows sem condição de cantar e se anestesiava no álcool”, relatou. Mesmo assim, o cantor seguia se apresentando, enquanto fazia tratamento com medicamentos.

Diante da situação, Cristiano afirmou que precisou impor um ultimato ao amigo: “Ou você para de beber ou a dupla acaba”.

Zé Neto & Cristiano ficaram cerca de três meses afastados dos palcos. Durante o período, Zé Neto se dedicou à família e à igreja, dando início ao processo de recuperação.

Fonte: Portal Grande Ponto

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