Informativo Atitude - Credibilidade é o que conta

O Conselho Municipal de Transporte de Natal autorizou, nesta quinta-feira (26), o reajuste da tarifa de ônibus na capital potiguar, que deve passar de R$ 4,90 para R$ 5,20. O aumento, de aproximadamente 6%, ainda depende de um decreto oficial assinado pelo prefeito Paulinho Freire para entrar em vigor.

A informação foi confirmada pelo secretário-adjunto da STTU, Nilton Filho, que explicou que a decisão levou em consideração um período de 15 meses sem reajuste, o que não ocorre desde dezembro de 2024, e outros fatores que pressionaram os custos do sistema de transporte público. A aprovação do novo valor veio por 23 votos a 4.

Segundo ele, entre os principais impactos estão o aumento no preço do óleo diesel, impulsionado pelo cenário internacional, além da reoneração da folha de pagamento, com a volta da cobrança de 10% do INSS sobre os salários. Também pesaram na conta os reajustes salariais dos motoristas, ocorridos em 2025 e em discussão para 2026.

De acordo com o secretário-adjunto, o objetivo do reajuste é garantir o equilíbrio econômico das operações e evitar cortes no serviço. “Esse conjunto de fatores estava pressionando o sistema. O reajuste busca evitar uma racionalização ou redução da oferta”, afirmou.

Além da mudança no valor da tarifa, a Prefeitura apresentou um pacote de medidas que amplia benefícios aos usuários do transporte público. Entre elas, está a extensão da gratuidade para estudantes da rede pública estadual, benefício que já era concedido aos alunos da rede municipal.

Outras ações incluem a implementação de tarifa zero aos domingos para toda a população e a gratuidade aos sábados no corredor Alecrim/Cidade Alta. As medidas, segundo a gestão municipal, visam ampliar o acesso ao transporte e compensar o impacto do aumento da passagem, e deverão ser detalhadas nesta sexta-feira (27).

Fonte: 98 FM Natal

Foto: Célio Duarte

O município de Mossoró terá mudança no comando do Executivo a partir desta sexta-feira (27). A Câmara Municipal de Mossoró realiza, às 16h, sessão para leitura da carta de renúncia do prefeito Allyson Bezerra (União). Após a formalização da vacância do cargo, o vice-prefeito Marcos Medeiros (Republicanos) será empossado como novo prefeito. A solenidade de posse está marcada para as 18h, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

A carta de renúncia foi protocolada pelo chefe do Executivo mossoroense junto ao Legislativo municipal e será publicada por meio de Ato da Presidência no Diário Oficial do Município. O documento também foi lido em plenário durante sessão ordinária realizada na quarta-feira (25). Allyson deixa o cargo para cumprir com a exigência legal de desincompatibilização do cargo para poder se candidatar nas eleições desse ano ao cargo de governador.

As atividades serão transmitidas ao vivo pela TV Câmara (canal aberto 22.2) e pelo canal oficial da Câmara Municipal de Mossoró no YouTube.

Tribuna do Norte

A forte emissão de títulos prefixados fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em fevereiro. Segundo números divulgados nesta quinta-feira (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 8,641 trilhões em janeiro para R$ 8,841 trilhões no mês passado – alta de 2,31%.

Em agosto do ano passado, o indicador superou pela primeira vez a barreira de R$ 8 trilhões. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado em janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2026 entre R$ 9,7 trilhões e R$ 10,3 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 2,17%, ao passar de R$ 8,331 trilhões em janeiro para R$ 8,511 trilhões em fevereiro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 102,81 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis prefixados (com juros definidos com antecedência). A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 77,76 bilhões em juros.

Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 143,26 bilhões em títulos da DPMFi. No entanto, mesmo com o baixo volume de vencimentos em fevereiro, os resgates foram menores e somaram R$ 40,46 bilhões.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 6,13%, ao passar de R$ 310,59 bilhões em janeiro para R$ 329,65 bilhões em fevereiro. Apesar da queda de 1,54% do dólar no mês passado, a dívida aumentou por causa do lançamento de US$ 4,5 bilhões em títulos do Tesouro Nacional no mercado externo no mês passado.

Colchão

Após queda em janeiro, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) voltou a subir em fevereiro. Essa reserva passou de R$ 1,085 trilhão em janeiro para R$ 1,192 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado.

Atualmente, o colchão cobre 6,41 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,44 trilhão em títulos federais. No resultado de março, que será divulgado em abril, esse indicador deve apresentar queda porque o Tesouro recomprou cerca de R$ 49 bilhões em títulos da dívida pública após o início da guerra no Oriente Médio. Ler mais…

O banqueiro Daniel Vorcaro não deve mais deixar a prisão. A coluna apurou que não há disposição no Supremo para que ele aguarde a sentença em regime domiciliar.

O caso se assemelha ao do ex-presidente Jair Bolsonaro, que já estava em regime fechado quando começou a cumprir a pena. O período em que Vorcaro permanecer em prisão preventiva será descontado do total da pena a ser cumprida.

A prisão antes da sentença foi motivada pelo entendimento do Supremo de que Vorcaro atuaria para prejudicar as investigações.

Vorcaro iniciou um processo de delação premiada e, em troca de informações, sua defesa irá negociar a redução da pena. Ainda assim, ele deverá cumprir parte da condenação em regime fechado, apurou a coluna.

O julgamento só deve ser concluído em 2027 considerando a quantidade de pessoas envolvidas e informações recolhidas nas buscas e apreensões.

O empresário também terá de pagar uma multa que, segundo estimativas, pode ser a maior já aplicada em um acordo de delação premiada.

O valor será calculado com base no montante pago em propina e no prejuízo causado aos clientes do banco e ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito). A multa, contudo, não deve ultrapassar o patrimônio de Vorcaro, considerando-se que ele não teria condições de arcar com valores superiores.

A maior multa já aplicada em um acordo de delação premiada no Brasil foi a do grupo Odebrecht (atual Novonor), no âmbito da Operação Lava Jato, no valor de R$ 8,5 bilhões. O pagamento dividido ao longo de 23 anos. A J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, foi multada em R$ 10 bilhões, mas conseguiu reduzir o valor para R$ 3,5 bilhões.

Vorcaro está preso em regime fechado desde o último dia 4 de março. Ele, porém, já havia sido detido em 17 de novembro, quando permaneceu 12 dias preso antes de obter autorização para cumprir medidas com tornozeleira eletrônica.

O banqueiro é acusado de fraudar o sistema financeiro ao oferecer investimentos lastreados em balanços fraudados. Ministro da Fazenda quando o esquema foi desbaratado, Fernando Haddad classificou o caso como “a maior fraude bancária da história do Brasil”. O prejuízo ao sistema financeiro chega a R$ 56 bilhões. A multa, portanto, será acima desse valor, considerando a propina paga a servidores públicos.

Fonte: Andreza Matais, do Metrópoles.

Foto: Gustavo Moreno/ST

A Associação dos Magistrados Brasileiros criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que limitou os penduricalhos pagos às carreiras da Justiça, afirmando que a medida implica “redução remuneratória imediata” e atinge “direitos reconhecidos”.

De acordo com os magistrados, a decisão do STF tem largos “efeitos”. “Afeta a previsibilidade do regime jurídico da magistratura, impacta a atratividade da carreira e tende a produzir reflexos na organização e na eficiência da prestação jurisdicional” sustenta.

Em julgamento nesta quarta, o STF estabeleceu um teto de 70% para o pagamento de indenizações à magistratura e às carreiras do Ministério Público enquanto o Congresso Nacional não editar lei sobre os penduricalhos. Considerando os valores máximos das indenizações autorizadas, a remuneração máxima da magistratura a partir de abril será de R$ 78,7 mil.

A Corte máxima fixou quais indenizações podem ser pagas, no limite de 35% do valor do subsídio do magistrado. Ainda estabeleceu um teto à parte, também de 35%, para o pagamento do adicional por tempo de serviço, que foi rebatizado como parcela de valorização por tempo de antiguidade na carreira. O benefício é calculado de acordo com o tempo de servido de cada magistrado – 5% a cada cinco anos.

Em nota, AMB citou o “enfraquecimento” da magistratura e invocou “condições institucionais necessárias ao adequado funcionamento do Poder Judiciário”.

A entidade que congrega associações de diferentes ramos da justiça destacou que a “defasagem remuneratória relevante” da magistratura em contraposição com a “elevada carga de trabalho” da classe.

“Causa perplexidade que a via que admite a criação de deveres, não seja admitida também para a regulação de direitos. O julgamento tende a intensificar esse contexto de perda”, sustenta.

A entidade defendeu, especificamente um dos penduricalhos que agora foi extinto pelo STF: a licença compensatória. O benefício foi criado pelo Conselho Nacional de Justiça. Segundo a decisão do STF, só são permitidas indenizações criadas por lei promulgada pelo Congresso Nacional.

A AMB defendeu o benefício, afirmando que ele foi criado como ” mecanismo de compensação pelo exercício de atividades extraordinárias”. A entidade diz que os magistrados brasileiros convivem com “excesso de trabalho” que “impacta também a saúde” dos mesmos.

O Globo

Ministros e assessores do Supremo Tribunal Federal avaliam que a proposta de criar uma CPI para investigar os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no caso Banco Master não deve avançar em 2026. A mesma avaliação vale para pedidos de impeachment.

Nos bastidores, porém, integrantes da Corte acreditam que a pressão deve crescer a partir de 2027, com um possível aumento de parlamentares de direita no Congresso após as eleições.

A avaliação é que o tema será explorado politicamente durante a campanha, principalmente por grupos ligados ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que priorizam o Senado por seu papel em processos contra ministros do STF.

Apesar de já haver assinaturas para a criação da CPI, a expectativa é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, segure o avanço da proposta. O mesmo deve ocorrer com pedidos de impeachment.

Dois fatores pesam contra o andamento dessas iniciativas agora:

  • As investigações sobre o Banco Master ainda não foram concluídas e já atingem parlamentares, o que pode desestimular o Congresso;

  • O calendário eleitoral deve esvaziar o Legislativo no segundo semestre, dificultando votações.

Mesmo assim, o senador Alessandro Vieira, que defende a CPI, mantém o discurso de cobrança e fala em possível envolvimento de ministros, embora ressalte a necessidade de provas.

Hoje, há 97 pedidos de impeachment contra ministros do STF parados no Congresso. Só neste ano, foram 11 novos pedidos — seis contra Moraes e cinco contra Toffoli.

Dentro do Supremo, a avaliação é de que a crise é grave, mas ainda sem solução definida.

Toffoli já se afastou de processos ligados ao Banco Master para reduzir a pressão política. Moraes, por não fazer parte da 2ª Turma, também não participa diretamente desses julgamentos.

O caso ganhou força após revelações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, incluindo:

  • um contrato milionário entre o banco e a advogada Viviane de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes;

  • troca de mensagens entre o ministro e o empresário no dia da primeira prisão dele.

Levantamentos recentes indicam piora na imagem do STF: sete dos dez ministros tiveram aumento na percepção negativa, e dois em cada três brasileiros acreditam haver algum nível de envolvimento de integrantes da Corte no caso.

Fonte: Blog do BG

A articulação da direita no Rio Grande do Norte avança com sinais claros de união entre os principais nomes do grupo para a disputa ao Senado.

O pré-candidato Coronel Hélio aparece alinhado aos senadores Styvenson Valentim e Rogério Marinho, reforçando a construção de um bloco político unificado no estado.

O nome de Coronel Hélio foi lançado no último dia 21, durante evento do PL em Natal, com participação do senador Flávio Bolsonaro. Desde então, as movimentações indicam convergência entre as lideranças e fortalecimento da estratégia conjunta para a eleição.

O cenário aponta para um grupo coeso, com discurso alinhado e atuação coordenada, mirando a consolidação da direita no Rio Grande do Norte com as duas vagas da chapa para o Senado composta pelo senador Styvenson Valentim e pelo militar Coronel Hélio.

Blog Ismael Sousa

Uma carreta carregada de coco pegou fogo na manhã desta quinta-feira (26), na BR-101, no trecho entre os municípios de Parnamirim e Macaíba. De acordo com o Corpo de Bombeiros Miltiar do Rio Grande do Norte, o veículo foi tomado pelas chamas, mobilizando o trem de socorro completo da corporação, com equipes de combate a incêndio, salvamento e resgate. Dois caminhões de combate ao fogo foram empregados na ocorrência.

Durante a operação, os bombeiros utilizaram drones equipados com câmeras térmicas, que auxiliaram na identificação dos pontos mais críticos do incêndio, permitindo uma atuação mais eficiente no controle das chamas.

Apesar da gravidade da ocorrência, não houve registro de feridos. As causas do incêndio ainda não foram identificadas.

O trânsito na região ficou parcialmente interditado, sendo desviado para vias marginais até a conclusão do atendimento.

Com informações de Novo Notícias

Foto: Fábio Rodrigues Pozzembom/Agência Brasil

Levantamento divulgado pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg aponta que 72% dos brasileiros entre 16 e 24 anos desaprovam o presidente Lula (PT). A pesquisa ouviu 5.028 eleitores de 16 a 100 anos entre os dias 18 e 23 de março. De acordo com o estudo, os jovens representam 10,5% da amostra, o que corresponde a cerca de 528 entrevistados dentro do universo total pesquisado. Entre esse grupo específico, o índice de desaprovação ao presidente chegou a 72%.

Quando considerados todos os entrevistados, independentemente da idade, o levantamento mostra que a desaprovação ao presidente Lula também é maioria. Segundo a AtlasIntel, 53,5% disseram desaprovar o presidente, enquanto 45,9% afirmaram aprovar e 0,6% disseram não saber.

Os dados indicam uma tendência de crescimento na desaprovação nas últimas pesquisas do instituto. De acordo com a AtlasIntel, o índice passou de 51% em janeiro para 52% em fevereiro e chegou a 53% na pesquisa mais recente, divulgada em março.

Na avaliação do governo federal, 49,8% classificaram a gestão como ruim ou péssima. Outros 40,6% consideraram o governo bom ou ótimo, enquanto 9,6% avaliaram como regular.

Entre os recortes por idade, os jovens também aparecem com avaliação mais negativa. Segundo a pesquisa, 65,2% dos entrevistados de 16 a 24 anos classificaram o governo Lula como ruim ou péssimo, assim como 57,7% daqueles entre 25 e 34 anos.

Verified by MonsterInsights