janeiro, 2024 - Informativo Atitude - Page 10

Arquivos

 

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski, novo ministro da Justiça no governo Lula (PT), expediu em seu período como magistrado decisões e votos que foram cruciais para o encerramento definitivo de processos e investigações relacionadas ao petista.

Foi ele, por exemplo, que primeiro despachou contra o uso de provas do acordo de colaboração da empreiteira Odebrecht na Justiça. Posteriormente, por ordem do ministro Dias Toffoli em 2023, toda a utilização do material fornecido pela construtora foi barrada em ações penais.

Lewandowski se notabilizou como um opositor veemente da Operação Lava Jato na corte e foi crítico da nomeação do ex-juiz Sergio Moro para o Ministério da Justiça do governo Jair Bolsonaro (PL) após a eleição de 2018, tendo citando esse fato em votos.

Relembre algumas das medidas de Lewandowski:

LIBERAÇÃO DAS MENSAGENS DA OPERAÇÃO SPOOFING

No plantão judiciário do fim de 2020, Lewandowski concedeu acesso à defesa de Lula aos arquivos apreendidos pela Polícia Federal no âmbito da Operação Spoofing, que investigava o hackeamento de autoridades.

Esse material continha as mensagens no aplicativo Telegram entre procuradores da Lava Jato, incluindo diálogos com o então juiz Moro.

Trechos desses diálogos já tinham sido publicados pelo site The Intercept Brasil e outros veículos, incluindo a Folha. As conversas revelavam proximidade e colaboração entre Moro e o então chefe da força-tarefa do Ministério Público, Deltan Dallagnol, o que abalou a credibilidade da operação.

O Ministério Público Federal foi crítico à liberação desse material à defesa de Lula e pediu que a medida fosse revista, o que foi negado.

“Elas [autoridades hackeadas] tiveram a sua intimidade violada e o material relativo a suas conversas pessoais entregue ao presidente [Lula] sem qualquer tipo de controle”, disse em julgamento a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio Marques.

A assinatura de um termo de responsabilidade era o controle principal sobre o que era selecionado pelos advogados do petista junto aos arquivos apreendidos pela PF.

A partir da liberação das mensagens, vieram à tona centenas de páginas de outras conversas dos procuradores, por meio de perícia feita por contratados da defesa de Lula.

Essas novas mensagens acabariam servindo de base para duas medidas posteriores, também de responsabilidade de Lewandowski: a anulação do uso de provas do acordo de colaboração da Odebrecht e a paralisação de ação penal da Operação Zelotes que mirava negócios do filho mais novo de Lula, Luís Cláudio.

DECLARAÇÃO DE PARCIALIDADE E ANULAÇÃO DAS MEDIDAS DE MORO

A mais importante das medidas favoráveis a Lula no Supremo foi a declaração de parcialidade do ex-juiz Moro na condução de casos contra o hoje presidente, sacramentada em julgamento em março de 2021.

A decisão não só contribuiu para devolver os direitos políticos ao petista, permitindo sua candidatura em 2022, como anulou provas que tinham sido coletadas em buscas em 2016. Isso inviabilizou processos a que Lula ainda respondia no Paraná, em São Paulo e no Distrito Federal.

A parcialidade de Moro foi decidida em sessão da Segunda Turma do tribunal por 3 votos a 2 —Lewandowski foi um dos votos favoráveis, ao lado de Gilmar Mendes e Cármen Lúcia. Votaram contra Edson Fachin e Kassio Nunes Marques.

Entre os motivos para Moro ser declarado parcial, estava a ida para o Ministério da Justiça de Bolsonaro.

Lewandowski disse ver motivações políticas, demonstradas, dentre outros fatos, “pela aceitação, ainda antes do término do segundo turno das eleições presidenciais, de convite para ocupar o cargo de Ministro da Justiça”.

Para o hoje magistrado aposentado, a atuação de Moro em relação a Lula foi “desenganadamente parcial e, ademais, empreendida com nítido propósito de potencializar as chances ou, mesmo, viabilizar a vitória de candidato de sua preferência nas eleições presidenciais [de 2018], cujo governo passou, logo depois, a integrar na qualidade de ministro de Estado da Justiça”.

Moro hoje é senador pela União Brasil-PR.

INVALIDAÇÃO DO USO DE PROVAS DA ODEBRECHT

O uso em processos judiciais de provas entregues pelos executivos da Odebrecht está hoje barrado por ordem do STF. A origem e o precedente desse impedimento estão em decisão de Lewandowski sobre processo de Lula no âmbito da Lava Jato relacionado à empreiteira.

Em 2021, o então magistrado aceitou pedido da defesa e vetou a utilização do material do acordo de colaboração em ação sobre a compra de um terreno para o Instituto Lula, investigada na operação.

À época, Lewandowski citou dois fatores principais: as mensagens trocadas entre procuradores apontavam que as provas da Odebrecht não tinham sido manuseadas com as devidas precauções e o então juiz Moro, já considerado parcial, havia despachado na aceitação do acordo da empreiteira.

Posteriormente, o entendimento pela invalidação das provas foi referendado por colegas no STF e estendido para outros réus, sob críticas do ministro Edson Fachin e da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Até que, em setembro passado, Toffoli determinou uma paralisação ainda mais ampla do uso do material fornecido pela empreiteira, o que repercutiu internacionalmente.

SUSPENSÃO DE AÇÃO CONTRA O FILHO

Em 2022, Lewandowski suspendeu a última ação penal que ainda estava em andamento contra Lula. A medida permitiu a Lula disputar a campanha eleitoral daquele ano sem ter processos ativos a seu desfavor na Justiça.

O caso não era relacionado à Lava Jato, mas sim à Operação Zelotes, com tramitação no DF.

Nesse processo, Lula e o filho Luís Cláudio eram acusados de participarem de um esquema de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa envolvendo a compra de caças suecos pelo governo brasileiro.

Segundo o Ministério Público Federal na denúncia, houve uma simulação de prestação de serviços por uma firma de Luís Cláudio, que recebeu R$ 2,55 milhões de um escritório apontado como sendo de lobistas.

O então magistrado acatou argumentos da defesa, que novamente se baseavam em mensagens trocadas entre os procuradores e apreendidas na Operação Spoofing.

Segundo Lewandowski, os procuradores do DF “agiam de forma concertada com os integrantes da ‘Lava Jato’ de Curitiba, por meio do aplicativo Telegram, para urdirem, ao que tudo indica, de forma artificiosa, a acusação” contra o hoje presidente.

ENCERRAMENTO DE AÇÕES NO DF

Após Lula assumir a Presidência, em janeiro do ano passado, Lewandowski determinou o encerramento de três ações criminais contra o presidente que já estavam suspensas.

Segundo ele, nos casos houve o fenômeno da “contaminação ou da contagiosidade” de provas.

Além dos casos da compra de terreno pela Odebrecht e dos caças suecos, também foi afetado um processo originalmente aberto em Curitiba que abordava doações feitas pela empreiteira para o Instituto Lula.

Em fevereiro passado, dois meses antes de se aposentar, Lewandowski escreveu: “Trata-se, em verdade, de imputações calcadas em provas contaminadas, que foram produzidas, custodiadas e utilizadas de forma ilícita e ilegítima, o que evidencia a ausência de justa causa para o seu prosseguimento”.

Folhapress

 

O senador Sergio Moro (União Brasil-PR) disse nesta quinta-feira (11) que aceitar o cargo de ministro “não é e nunca deveria ter sido causa de suspeição”.

O congressista deu a declaração em seu perfil do X (ex-Twitter) depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicar o ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski para o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Em 2021, o STF (Supremo Tribunal Federal) anulou as decisões da Justiça Federal de Curitiba contra Lula em 4 processos da Lava Jato. A Corte também decidiu pela suspeição de Moro no caso do triplex no Guarujá.

Durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Moro deixou o cargo de juiz e assumiu como ministro da Justiça. Esse seria um dos motivos avaliados pelo STF na decisão.

Lewandowski, agora escolhido por Lula para a Justiça, também chegou ao Supremo por indicação do petista, em 2006.

Poder 360

Foto: Daniela Barcellos/Palácio Piratini/Divulgação

Pelo menos dois mil presos beneficiados pela saída temporária de Natal não retornaram para as cadeias. Um projeto que já passou pela Câmara endurece os critérios para esse benefício – agora, só falta o Senado aprovar.

Dos quase 45 mil detentos que receberam o benefício da saída temporária de fim de ano em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Amapá, e Distrito Federal, dois mil não retornaram ao sistema prisional. O número pode ser ainda maior, já que ainda não há um balanço nacional.

A saída temporária é lei desde 1984. Atualmente, são beneficiados presos do regime semiaberto que já cumpriram pelo menos um sexto da pena. Há quase 13 anos, tramita no Congresso um projeto para alterar os critérios para a liberação, como, por exemplo, ser concedida apenas para detentos que já têm permissão para trabalhar e estudar fora da cadeia. A proposta já foi aprovada na Câmara e agora está no Senado.

“O Senado está trabalhando e se debruçando em relação a esse tema. A função do direito penal e de ressocializar aquelas pessoas que cometeram crimes. Aqueles que se negam a ressocializar, eles têm que sentir o rigor da lei. Não pode ser dada liberdade a quem não tem condição de ter liberdade”, afirmou o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

O sargento da Roger Dias, de 34 anos, foi morto durante uma perseguição em Belo Horizonte. O atirador estava nas ruas após obter o benefício de fim de ano e deveria ter voltado à prisão no dia 23 de dezembro. O Ministério Público tentou barrar o benefício, alegando que ele tem histórico de indisciplina, mas uma juíza manteve a saída.

Band Jornalismo

Foto: PMRN/Divulgação

Dois assaltantes morreram após serem perseguidos, trocarem tiros com militares e colidirem com a viatura do Batalhão de Choque da Polícia Militar na Via Costeira, Zona Sul de Natal. O caso aconteceu na madrugada desta quinta-feira (11), segundo a corporação.

De acordo com a polícia, a equipe fazia um patrulhamento na praça dos Gringos, em Ponta Negra, quando os militares foram acionados por pessoas que comunicaram que tinham sido assaltadas por uma dupla em uma motocicleta branca.

As vítimas ainda informaram à polícia que o homem na garupa sacou uma arma e anunciou o assalto contra elas.

Com as informações, os militares seguiram patrulhamento e se depararam com dois homens com as mesmas características em uma motocicleta, na altura da Rota do Sol e iniciaram uma perseguição policial.

Conforme o relato policial, os indivíduos ignoraram os sinais sonoros e luminosos da viatura e fugiram no sentindo ao bairro de Mãe Luiza pela Via Costeira. Em determinado momento, quando a viatura conseguiu ficar lado a lado com a dupla, o homem que estava na garupa teria sacado o revólver, mas a equipe reagiu e atirou contra ele.

Segundo a PM, os indivíduos perderam controle da moto e colidiram com o carro da polícia. Eles foram socorridos ao hospital, mas não resistiram e morreram. Duas armas de fogo foram apreendidas.

g1-RN

Getty Images

Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima do salário mínimo terão o benefício reajustado em 3,71% a partir de 1º de fevereiro de 2024. O teto subirá dos atuais R$ 7.507,49 para R$ 7.786,01.

Esse valor também passa a ser referência para calcular o desconto da contribuição previdenciária nos salários dos trabalhadores com carteira assinada.

A correção de 3,71% equivale ao resultado do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2023, divulgado nesta quinta-feira (11/1) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice mede o aumento do custo de vida para as famílias com renda de até cinco salários mínimos.

Com a divulgação do INPC, os Ministérios da Previdência e da Fazenda deverão editar, nos próximos dias, uma portaria conjunta com o reajuste dos benefícios previdenciários.

A correção do INSS é inferior ao aumento do salário mínimo. O piso nacional teve alta de 6,97% neste ano, passando de R$ 1.320 para R$ 1.412.

Atualmente, 39 milhões de pessoas são beneficiárias da Previdência, incluindo o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que concede um salário mínimo por mês ao idoso com idade igual ou superior a 65 anos (ainda que não tenha contribuído para o INSS) ou à pessoa com deficiência de qualquer idade. Do total de beneficiários, 67% recebem até um salário mínimo.

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Metrópoles

O anúncio do ex-ministro do STF, Ricardo Lewandowski, para o comando do Ministério da Justiça não muda apenas a chefia, mas também a estrutura da pasta. E a mudança deve começar pelo secretário-executivo e braço direito de Flávio Dino, Ricardo Cappelli. Ele se encontrou com Dino pela manhã e se comprometeu a fazer a transição para a nova gestão do Ministério da Justiça, após um período de férias.

O presidente Lula até pensou em renovar o ministério, com Lewandowski ministro fazendo a atuação institucional, e Cappelli como super secretário-geral, cuidando da segurança pública, que ocupa 90% da rotina da pasta e atualmente é a área com pior avaliação no governo. Lewandowski, no entanto, aceitou o convite de comandar a pasta com a condição de ter carta branca para montar a equipe. Ou seja, não aceitou a “renovação” proposta pelo presidente.

Cappelli já tinha férias marcadas e deve viajar para encontrar a família nos lençóis maranhenses, mas já adiantou que, assim que voltar, abrirá caminho para o novo comando na Justiça. “Na volta, faço a transição normalmente no Ministério e vou cuidar da vida”, disse.

Isso significa uma mudança nas políticas da pasta. Saem o PSB e Cappelli, que foi muito bem sucedido como interventor do DF pós 8/1/23, e entram o PT e uma visão considerada “mais light” da segurança pública. Para um assessor de Dino, ironicamente, “vêm aí os sociólogos do PT, que não gostam da policia”. Na visão desse assessor, a violência está fora de controle, não só no Brasil, vide Equador, e é preciso “firmeza”. Ele não diz, mas a dedução é que, na sua opinião, os “sociólogos do PT” não terão essa firmeza.

Cotado para a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) é justamente o sociólogo Benedito Mariano, um dos fundadores do PT, que reage à opinião do assessor de Dino. “Essa visão é preconceituosa. Sou sociólogo, sou do PT e não é verdade que não gosto da polícia”. Mariano foi também ouvidor de Segurança em São Paulo, cuidando exatamente de “excessos” da polícia.

Mariano acrescenta que trabalha com segurança pública há 40 anos e já escreveu mais de 30 textos sobre o tema para o Estadão, onde é colunista. Um desses textos, inclusive, propõe a criação de uma Guarda Nacional permanente, civil, para cuidar de todo o território nacional. O cotado para a secretaria executiva é o advogado baiano Manoel Carlos de Almeida, que já trabalhou com Lewandowski.

Eliane Cantanhêde – Estadão

O PRIMEIRO DO ANO

Esse é o primeiro Bastidores do ano. Precisei me ausentar um pouco do site para resolver e tentar colocar algumas coisas em ordem. Uma coisa eu garanto a todos, esse ano vai ser um ano de fortes emoções, tenham uma boa leitura e Feliz Ano Novo a todos.

PREOCUPADA

A vereadora Dadaia está preocupada com o seu projeto de reeleição. Segundos algumas fontes, a Vereadora perdeu lideranças importantes, além disso, ela não conta mais com a Presidência da Câmara que na época foi uma peça fundamental na sua votação.  Ainda de acordo com informações, a vereadora estaria tendo até crises de ansiedade com a aproximação o pleito deste ano.

FECHADÍSSIMO

Edi do Posto está fechadíssimo com o projeto de reeleição de Bob Filho (Emídio Júnior). O anuncio foi no finalzinho do ano com direito a vídeo e tudo. Lembrando que nas eleições de 2020, Edi foi vice na chapa encabeçada pela ex-prefeita Marília Dias.

TOMANDO FÔLEGO

Quem tomou um fôlego com relação ao seu projeto de reeleição, foi o vereador Cacau. O danado costurou algumas bases, fez as pazes com algumas lideranças e está conversando com outras. Se ele vai conseguir se reeleger ou não, ainda não dar para saber, mas pelo menos o rapaz acordou para a vida.

TOMANDO FOLÊGO II

Outro que também vem ganhando destaque, é o vereador Jailson Brito. Vereador de primeira viagem, Jailson demorou um pouco a se adaptar ao mundo político, mas hoje vem dando sinais claro que pode renovar seu mandato, e isso foi visto em pesquisas recentes feitas nas redes sociais.

RESSUSCITOU  

Quem também estava com o pé na cova era o vereador João de Damião, muitos estavam dando como certa sua derrota para vereador, outros já o estavam enxergando como um defunto político que estava esperando apenas a chegada do dia das eleições para decretar a sua morte política, mas  como um milagre, João deu sinais de melhora e parece que não vai entregar seu mandato com facilidade. Nós sabemos que na política não existe milagre, mas sim habilidade, comenta-se que o vereador virou o devoto Fiel do Deputado Estadual “São Kleber”. Embora o Santo tenha tido vários apoios de outros vereadores, as únicas orações que ele estaria atendendo são as de João.

ENCONTRO

A oposição se reuniu ontem (10), na inauguração da Master na Loja Janssen Motos. Estavam presentes o pré-candidato a Prefeito Dr. João, o Vice-prefeito Netinho, e diversos pré-candidatos a vereador, como: Wendel Rangel, Clarissa Matias, Ivanildo de Cajazeiras, entre outros.

FIRME E FORTE

Wendel Rangel está firme e forte com Dr. João, o suplente de vereador declarou isso em suas redes sociais.

TROCA

Rita minha Fia deve deixar a política esse ano, pelo menos é o que circula nas rodas de conversas política de Macaíba, mas ela deve deixar o seu filho Raimundo Neto como seu sucessor. Raimundo é popular e carismático, não resta dúvidas que é uma excelente escolha.

IGOR TARGINO PODE SER VICE?

O tabuleiro político começou a se mexer e as peças do tabuleiro vem sendo modificadas nos bastidores. Nosso blog está atento nas mudanças recentes, sabemos do prazo de desincompatibilização para quem deseja ser candidato, levando em conta o cargo de Secretário ou Adjunto, o diário oficial do dia 08 de janeiro traz uma troca que merece um olhar especial, Eliane, esposa do vereador Igor Targino, que estava como Secretária Adjunta, assume cargo de chefia. O Governo Emídio Júnior passaria a contar com mais essa opção, Igor Targino ocupando a vaga de vice-prefeito, deixando o terreno preparado pra sua esposa disputar o cargo de vereador. Isso sendo concretizado, a mesma só precisa se afastar do cargo de chefia 3 meses antes, já o de adjunto são 6 meses necessários, mesmo sendo a mesma nomenclatura CCA e valores iguais. Igor Targino cumpre seu segundo mandato de vereador, e é suplente do Senador Rogério Marinho.

UM CONTO DE CORSINO

A cerca de 23 anos atrás, Fernando lançava sua candidatura à Prefeito de Macaíba. Apesar de ser um moleque na época, eu sempre gostei de política e me lembro de ir a uma sessão onde Gerson disse na câmara que Luizinho abrisse o olho se não ele iria perder a sua reeleição para Dr. Fernando. “Se esse governo não abrir os olhos vai afundar igual ao navio Titanic”, finalizou Gerson. Aí eu lembro de ir até Corsino e perguntar o que ele achava do discurso de Gerson, Corsino então classificou a fala de Gerson como um delírio, “Isso é um delírio de Gerson”. “Olha eu conheço Dr. Fernando é uma pessoa muito boa, mas vai ser esmagado pela máquina quando a campanha começar. Ele não terá nenhuma chance”, finalizou Corsino.   Eu apenas disse que esperava vê-lo no dia da apuração.

Gerson e Corsino

No dia primeiro de Outubro de 2000 eu desço para rua todo animado e me deparo com um mar verde nas ruas, na época era as cores de Luizinho do antigo PMDB, mas quando me aproximo do pessoal, eram todos em um canto só: Dez na mão que era  o dinheiro que eles recebiam para fiscalizar; Quinze  no peito que era a camisa que eles recebiam com o número de Luizinho;  e Doze na cabeça que 12 era o número de Dr. Fernando, que na época era do PDT.  Com o espirito renovado, vou votar no finalzinho da tarde e corro para o colégio ao Alfredo Mesquita para acompanhar a apuração, quando chego tem uma comissão no colégio liderada por  Venício, irmão de Luizinho,  eles estavam fazendo a suma de todas as urnas para antecipar o resultado, eles já haviam perdido na cidade, mas faltavam algumas urnas chegar, o telefone de Venício toca ele recebe a notícia que mesmo se todos os votos que faltam das urnas restantes fosse para Luizinho, ele perderia por quase 800 votos.

Quando viro para o lado, vejo Corsino e o vereador Batista, ambos abraçados e abatidos pelos resultados das urnas. Cosino: “O que foi isso? o que diabos aconteceu?”, lamentava. Nesse momento eu apareço gritando: “A máquina quebrou Corsino e o Titanic afundou e a profecia de Gerson se concretizou”. Lógico que hoje eu jamais faria uma coisa dessas, mas no calor da política e da emoção da vitória, as coisas acontecem.

Foto: Reprodução

A defesa da cozinheira, Daiane dos Santos Farias, de 34 anos, está presa por usar uma navalha para cortar o pênis do marido, entrou com pedido de liberdade provisória após o homem afirmar, em entrevista, que a perdoava.

O pedido, obtido pelo Metrópoles, foi apresentado à Justiça paulista na segunda-feira (8/1) e é assinado pelo advogado Lucas Scardino Fries, que representa a mulher. Ainda não há decisão.

“A vítima dos fatos confirmou o depoimento da acusada em entrevista e ainda disse que a perdoa”, escreveu o advogado, no documento, em que pede o fim da prisão temporária da investigada.

O defensor também alegou que o marido dela, Gilberto Nogueira de Oliveira, de 39 anos, recebeu alta médica no dia 24 de dezembro de 2023 e não corre mais risco de morte.

“Notadamente a decisão que decreta a prisão temporária está completamente esvaziada”, registrou.

Troca de nudes
Daiane cortou o pênis de Gilberto na madrugada do dia 22 de dezembro, em Atibaia, no interior paulista. Desde então, ela responde a inquérito por tentativa de homicídio.

Mãe de dois filhos, de oito e 18 anos, Daiane se apresentou na delegacia logo após cometer o crime. “Boa noite, moço. Eu vim me apresentar, porque eu acabei de cortar o pênis do meu marido”, disse, no balcão de atendimento.

Aos policiais, ela alegou ter descoberto que o seu marido, um homem de 39 anos, a havia traído com sua sobrinha de 15 anos.

O print da troca de nudes entre Gilberto e a sobrinha foi incluído nos autos. A imagem mostra que o marido enviou uma foto do próprio pênis para a adolescente e pediu: “Me manda uma dos seus peitos”. A jovem responde com uma foto sem blusa.

Metrópoles

Foto: Gabriela Biló/Folhapress

O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Ricardo Lewandowski ainda não foi nomeado para o Ministério da Justiça, mas sua indicação é dada como certa no Palácio do Planalto e já desencadeou uma discussão sobre o segundo escalão da pasta.

De acordo com aliados do presidente Lula (PT), Lewandowski só não foi anunciado ainda porque falta definir a montagem da equipe e reorganizar seu escritório de advocacia. A expectativa é a de que o anúncio seja feito até o final da semana. O atual titular da Justiça, Flávio Dino, só deve ficar à frente da pasta até sexta-feira (12).

Apesar de a questão partidária não ser o principal parâmetro na montagem do ministério, a consequência direta da nomeação de Lewandowski é a perda de espaço do PSB na Justiça, enquanto postos ligados ao PT devem ser preservados.

Segundo aliados de Lewandowski, é certo que ele fará questão de montar sua própria equipe e indicar postos-chave do ministério, como a secretaria-executiva e a Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública).

Folha de S. Paulo

Foto: Reprodução

Uma criança de 8 anos morreu vítima de um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, nesta segunda-feira (8), em Londrina (PR). Segundo o portal Ric, a menina foi identificada como Maria Julia Adriano e morava em Ribeirão do Pinhal.

Em publicações nas redes sociais, familiares revelaram que ela estava na UTI de um hospital desde domingo (7). “Sofreu um AVC hoje e está em estado grave”, escreveu uma tia da jovem.
Os motivos do AVC na criança de oito anos não foram informados.

Correio 24h

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