março, 2021 - Informativo Atitude - Page 35

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SEM TEMPO

Um grupo de comerciantes tentou sem sucesso falar com Bob Filho essa semana, pois como sempre, o jovem Prefeito estava com sua agenda lotada. Quem o representou o foi o procurador do município, Rondinele. A reunião foi intermediada pelo Vereador Igor Targino e contou com a presença do Presidente da Abrasel, Artur Fontes.

DECEPÇÃO

Muitos comerciantes que foram eleitores do atual prefeito Bob Filho, estão decepcionados com a falta de atenção com classe diante da nova onda de pandemia que atinge a cidade. “O prefeito não atendeu ninguém. Durante a campanha falou que estaria sempre disponível para anteder a população, hoje o que podemos ver é uma pessoa distante, totalmente diferente da que eu votei nas eleições de 2020”.

METENDO A LENHA

Moradores da rua da Rua José Coelho e Olímpio Maciel estão revoltados com a saída dos profissionais do PSF. Vários moradores foram nas mídias sociais e baixaram a lenha em Bob Filho (Emídio Júnior), todos indignados com a forma que a antiga equipe foi tirada. Segundo relatos, os moradores têm um grande apreço pela equipe que foi simplesmente tirada, e já tomaram conhecimento que o atual prefeito não pretende voltar atrás.

TODA POSUDA NA TV

Com um ego que chega a superar o brilho do próprio sol, toda posuda estará dando uma entrevista hoje em uma TV Web. Ela deve explicar as mais diversas ações que vem promovendo na saúde municipal, e pode ficar certa que estaremos assistindo.

PARA ONDE VAI TODO ESSE DINHEIRO?

Segundo informações que chegam ao nosso site, a nova equipe que vai ficar à frente da iluminação do município, teria pego um contrato emergencial sem licitação, podendo ganhar mensalmente quase três vezes mais que a antiga empresa que fazia o mesmo serviço.

O HOMEM QUE SUPEROU SÉRGIO CUNHA

Em um passado não tão distante, Sérgio Cunha era considerado por parte da população, o homem mais perseguidor que Macaíba já conheceu, mas só que o irmão do ex-prefeito construiu essa fama durante vinte longos anos. Agora, em apenas dois meses de administração, o atual prefeito Bob Filho (Emídio Júnior) tirou a patente de Sérgio Cunha e assumiu sem nenhuma cerimônia.

SUCESSO

A nova coluna escrita por Dejackson Alvares de Farias é o mais novo sucesso do Informativo Atitude. Com pegas bem-humoradas, mas sempre abordando os mais diversos assuntos e temas, “Entre Aspas” é mais nova coluna do nosso site.

Proporcionalmente à população, contudo, o Brasil está em 24º lugar no ranking de óbitos, com 1.220 por milhão.

© Reuters

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O número de novas mortes por Covid-19 no Brasil nesta quarta (3) superou o dos Estados Unidos, quando considerada a proporção de habitantes de cada país.

Com 1.840 novas mortes (recorde até o momento), o Brasil teve, na quarta, uma média móvel de 6,3 novos registros de óbitos para cada um milhão de pessoas.

Nos EUA, foram 1924 novas mortes, o que representa 5,8 mortes por milhão, também considerando a média móvel.

Embora a diferença entre os valores seja pequena, nos EUA os óbitos estão em queda, e a tendência é que a distância entre a métrica brasileira e a americana seja ampliada nos próximos dias.

Os EUA estão num processo acelerado de vacinação da população, já chegando a 23,8% de cobertura. O Brasil está atrás nessa corrida (apenas 3,5%) e ainda enfrenta o espalhamento da variante de Manaus, mais transmissível que o novo coronavírus original.

Esta não foi a primeira vez em que o Brasil passou à frente dos EUA em número relativo de mortes. De maio a outubro, quando o Brasil atravessou sua fase mais aguda da pandemia em 2020, os registros diários brasileiros também superaram os americanos.

No fim do ano, porém, os EUA viram uma escalada de contaminações, enquanto no Brasil houve queda de casos. A partir de meados de fevereiro, o número de óbitos entre os americanos começou a cair de forma consistente, ao passo que por aqui a tendência já era de alta acelerada.

Em relação aos países com mais de 10 milhões de habitantes, o Brasil era, na noite desta quarta, o quarto do ranking de novos óbitos relativos à população (os dados foram extraídos às 23h).

Em primeiro lugar aparece a República Tcheca (15,5), seguida pelo Peru (7) e pelo México (6). Logo abaixo do Brasil aparecem Polônia (5,9) e EUA.

O Brasil vive atualmente a maior crise de saúde de toda a pandemia.

Nesta semana, segundo balanço feito pela Folha, dez capitais têm UTIs com ocupação superior a 90%.

Apenas nos dois primeiros meses deste ano, o Brasil perdeu quase 65 mil pessoas para a Covid-19. Há 42 dias, há mais de mil registros diários, em média.

Desde o início da pandemia, são 259,4 mil mortes, segundo maior número absoluto no mundo -fica atrás dos EUA.

Proporcionalmente à população, contudo, o Brasil está em 24º lugar no ranking de óbitos, com 1.220 por milhão.

O primeiro do ranking é San Marino, com 2.180 mortos por milhão, seguido da República Tcheca (1.933) e da Bélgica (1.910).

Fonte: Notícias ao Minuto

Foram selecionadas para a homenagem oito profissões: profissionais de saúde, pesquisadores, cientistas, farmacêuticos, atendentes de supermercados, profissionais do transporte público, entregadores, profissionais de higienização dentro das instituições e prédios e higienização pública

© Bernard Lessa/Museu do Amanhã

Em seis ambientes distintos, o Museu do Amanhã, localizado na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro, inaugura hoje (4) a exposição temporária Coronaceno – Reflexões em tempos de pandemia, que ficará aberta ao público até30 de maio próximo, com visitação estendida em uma hora por dia, das 10h às 18h, de quinta-feira a domingo.

O curador da mostra, Leonardo Menezes, explicou à Agência Brasil que a exposição não é linear, ou seja, excluindo as salas de entrada e saída, denominadas “Salas Essenciais”, os visitantes podem percorrer a mostra na ordem desejada, “até para facilitar a questão da lotação de uma sala para outra e manter o distanciamento social”.

A orientação do fluxo, sugerida pela curadoria, é que a visita comece pela sala de entrada, onde é feita homenagem a diferentes profissionais que nas primeiras semanas da pandemia, enquanto a maior parte da população ficou isolada em casa, tiveram que sair da segurança de suas residências para permitir que a maioria ficasse segura.

Foram selecionadas para a homenagem oito profissões: profissionais de saúde, pesquisadores, cientistas, farmacêuticos, atendentes de supermercados, profissionais do transporte público, entregadores, profissionais de higienização dentro das instituições e prédios e higienização pública. “É só uma parcela. A gente entende que tem mais profissões, mas selecionamos oito para estarem representados. A gente mostra que essa pandemia abarcou o mundo inteiro”.

São exibidas imagens de regiões vazias em três continentes: Copacabana, em março de 2020; Wuhan, em fevereiro de 2020; e Paris, também em março de 2020. “Áreas muito concentradas de turismo completamente vazias, mostrando a amplidão dessa pandemia”.

A próxima sala é “Do Vírus à Pandemia”. Retrata o novo coronavírus, como ele chegou até nós e o que ele causa de efeitos na saúde. A sala é toda iluminada por luz negra e tem marcas de mãos e simulações de espirros nas paredes, consideradas as duas principais formas de contágio. Uma grande escultura em acrílico tridimensional, com 1,5 metro de diâmetro, simula a forma do vírus, para que o visitante possa conhecê-lo. “É uma interpretação artística, mas que lembra bem o formato que ele tem”. Há ainda um vídeo que explica como o coronavírus chegou à humanidade e o que isso trouxe em termos de pressão nos sistemas de saúde públicos e particulares, informou o curador.

Fonte: Notícias ao Minuto

O teste está acontecendo nos sistemas iOS e Android

© Shutterstock

O WhatsApp começou a testar uma nova funcionalidade para o aplicativo que permitirá aos usuários enviarem mensagens que se autodestroem depois de vistas.

Quem o diz é o site WABetaInfo que, numa publicação do Twitter, mostrou as primeiras fotografias desta funcionalidade. A julgar por esta publicação, não será possível exportar as fotografias do WhatsApp, sendo que também se podem destruir depois de abandonada a conversa.

Não há muitos mais detalhes sobre esta opção mas acredita-se que poderá ser lançada num futuro próximo, com o teste já sendo feito tanto em iOS como Android.

Fonte: Notícias ao Minuto

A empresa espera permitir chamadas de grupo em breve nesta versão do app

© Shutterstock

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (4) que usuários do aplicativo poderão realizar chamadas de voz e vídeo pelo desktop. A disponibilidade do recurso casa com o avanço do trabalho remoto, já que muitas pessoas utilizam computadores para reuniões online e assuntos corporativos.

O aplicativo do Facebook afirmou que “observou um aumento significativo no número de chamadas”, frequentemente para ligações de longa duração. A pandemia fortaleceu o mercado de serviços de conversa por vídeo, impulsionando ferramentas como Zoom e Meet, do Google.
A janela das chamadas de vídeo está configurada para ficar sempre em primeiro plano em relação às outras janelas na tela do computador e poderá ser adaptada para modo retrato ou paisagem.

As chamadas de voz e vídeo seguirão o padrão de criptografia de ponta a ponta do WhatsApp, o que significa que as chamadas não poderão ser ouvidas por quem não estiver na conversa.

O recurso está disponível apenas para chamadas individuais no aplicativo para computador (Windows e Mac). A empresa planeja liberar a ferramenta para conversas em grupo futuramente.

Fonte: Notícias ao Minuto

Aumento da pobreza e prejuízo a indígenas empurram Américas para dificuldades profundas, disse Michelle Bachelet

Este conteúdo foi publicado originalmente pela agência ONU News, da Organização das Nações Unidas

A alta comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, em pronunciamento em evento do jornal norte-americano “New York Times”, em março de 2013 (Foto: UN Women/Catianne Tijerina)

A chefe de direitos humanos da ONU, Michelle Bachelet, quer que a recuperação pós-pandemia garanta mais proteção a territórios indígenas. Segundo Bachelet, a pandemia está enfraquecendo o espaço cívico e o aumento de desigualdades e crise nas Américas.

A redução da aplicação da lei em países das regiões da Amazônia e do Pantanal levou ao aumento da mineração e à extração ilegal de madeira, que são altamente prejudiciais aos povos indígenas e moradores da floresta.

Em seu discurso ao Conselho de Direitos Humanos, Bachelet pediu que haja cuidado para garantir que esses territórios sejam mais bem protegidos das indústrias extrativas e da monocultura, inclusive na recuperação pós-pandemia.

A grande preocupação é com “ataques contínuos a ativistas ambientais, defensores dos direitos humanos e jornalistas, incluindo assassinatos” na região. Ela destacou ainda “o uso indevido do direito penal para silenciar vozes críticas”.

Nas Américas, a pandemia agravou a crise nos já fracos sistemas de segurança social, desigualdades estruturais e discriminação de longa data, especialmente vividas por afrodescendentes e povos indígenas. Ela citou ainda as economias pouco diversificadas e o alto número de empregos informais.

“Década perdida” 

Bachelet alertou sobre a iminência de “uma grande crise socioeconômica e humanitária” na América Latina e no Caribe. As taxas de pobreza podem chegar a mais de 37% este ano.

A alta comissária citou estimativas da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe de que a região vive uma “década perdida”, após a pior contração do PIB (Produto Interno Bruto) da história.

Nações como Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guatemala, Haiti, Honduras, México e Peru enfrentaram protestos sociais contra acesso inadequado aos direitos econômicos e sociais, discriminação, impunidade e alegações de corrupção.

Em vários países, disse Bachelet, autoridades reprimiram as manifestações com força excessiva.

Além das Américas

Fora das Américas, Bachelet falou sobre a Arábia Saudita e muitas “detenções injustas”. Ela instou os países a protegerem a liberdade de expressão e o direito à reunião pacífica.

A citar Mianmar, no sudeste da Ásia, ela descreveu uma situação alarmante. “Há uma grave contração no espaço cívico após um novo golpe militar no início de fevereiro”.

Bachelet disse que em todas as regiões as pessoas estão sofrendo retrocessos à medida que a pandemia do coronavírus continua ganhando força. “A exclusão acontece não apenas em nível de desenvolvimento, mas na participação nas decisões sobre a vida e o futuro dos cidadãos”, disse.

Ela realçou que a situação enfraquece todos e aumenta a “perda de  perspectivas e experiências que poderiam informar e fortalecer iniciativas coletivas”. Um cenário que “protege a corrupção e os abusos e silencia opiniões”.

Fonte: A Referência – Notícias Internacionais

Feira entregue para as crianças da Escola Nair Mesquita em Traíras segundo conhecedores da causa era composta de frutas verdes que só iriam amadurecer se colocadas no carbureto.

 

Foto: Uma das feiras entregues as crianças – Mídias Sociais

“Segundo Nonato, candidato a vereador na eleição passada, a feira era composta de: 12 bananas verde, 06 mamões verde, 03 cocos e 2kg de macaxeira como mostra a foto acima”.

Foto: Eleições 2020

“POLITICAGEM”

“Ontem no grupo de Whatsapp Opinião Sociedade em Foco foi comunicado/denunciado que na Escola Nair Mesquita em Traíras foi entregue uma feira as crianças que frequentam a mesma e nesta entrega estava presente a vereadora Erika Emídio, se isto é verdade não passa de politicagem da vereadora, já que a mesma não consegue criar alguma proposição útil para a população que possa se tornar lei”.

FRASES

Como já diziam os cabos eleitorais de Emídio na eleição passada: “O coco é seco mais não é mole não”. e se essa feira for a merenda dos mesmos digo: “Uma banana pra você, macaxeira mole ou dura, e o resto é mamão com açúcar.

Foto: Google

O Senado aprovou na noite de ontem (3), em primeiro turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 186/2019, a chamada PEC Emergencial. Depois de dias de discussão em plenário e negociações nos bastidores, o relator da matéria, Márcio Bittar (MDB-AC), chegou a um texto que, se não obteve unanimidade, conseguiu apoio da maioria. A votação do segundo turno da PEC foi convocada para hoje (4) às 11h.

O texto-base da PEC foi aprovado por 62 senadores e teve 16 votos contrários no primeiro turno.  Após a aprovação em segundo turno, a PEC segue para análise da Câmara dos Deputados.

O texto cria mecanismos de ajuste fiscal, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Ele também possibilita o pagamento do auxílio emergencial com créditos extraordinários sem ferir o teto de gastos públicos. O gasto com o auxílio também não será afetado pela chamada “regra de ouro”, um mecanismo que proíbe o governo de fazer dívidas para pagar despesas correntes. O governo estuda retornar com o auxílio emergencial em forma de quatro parcelas de R$ 250 ainda este mês.

Evitar gasto excessivo

Bittar acrescentou nesta quarta-feira ao relatório mais uma “trava” para evitar um gasto excessivo com o auxílio. O relator limitou a R$ 44 bilhões o valor disponível para pagamento do auxílio emergencial. “Na redação anterior não constava tal limite, o que poderia trazer incertezas quanto à trajetória fiscal, com prejuízos ao ambiente econômico”, disse o senador em seu relatório.

O relator também fixou o prazo de vigência das medidas de ajuste fiscal previstas na PEC para enquanto durar a situação de calamidade pública. “Considero pertinentes as sugestões de que a persistência das vedações fiscais do Artigo 167-G seja mantida apenas durante a situação de calamidade pública de âmbito nacional e não estendida além do seu término”

As medidas de ajuste fiscal mantidas no texto incluem gatilhos de contenção de gastos para a União, os estados e os municípios. Na esfera federal, todas as vezes em que a relação entre as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos e as despesas totais supere 95%, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e o Ministério Público proibirão aumentos de salário para o funcionalismo, realização de concursos públicos, criação de despesas obrigatórias e lançamento de linhas de financiamento ou renegociação de dívidas.

Auxílio emergencial separado

Durante a sessão, os senadores votaram um requerimento do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) que separava o auxílio emergencial das medidas de ajuste fiscal, fatiando a PEC em duas propostas diferentes. Vieira via no auxílio emergencial uma urgência necessária na votação; urgência que não considerava ser a mesma nos trechos referentes ao ajuste fiscal.

Álvaro Dias (Podemos-PR), Leila Barros (PSB-DF), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Zenaide Maia (Pros-RN) e Rogério Carvalho (PT-SE), dentre outros, apoiaram o requerimento de Vieira. Para eles, as matérias referentes ao ajuste fiscal devem ser discutidas com mais tempo e a urgência do auxílio emergencial não deveria ser usado para apressar a aprovação de tais matérias. O requerimento, no entanto, não obteve votos suficientes e foi rejeitado.

Agência Brasil

No dia em que o Brasil registrou mais um recorde de mortes pela Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quarta-feira (3) que, no que depender dele, o país nunca terá um lockdown. “No que depender de mim nunca teremos lockdown. Nunca, uma política que não deu certo em lugar nenhum do mundo. Nos Estados Unidos vários estados anunciaram que não têm mais [lockdown]. Não quero polemizar esse assunto aí”, disse o presidente.

“Não aguenta mais. O cara quando fecha uma empresa, 10, 12 pessoas mandadas embora, dificilmente arranja emprego novamente.”

As declarações de Bolsonaro ocorreram em frente ao Palácio da Alvorada, em conversa com apoiadores. O Brasil atravessa o momento mais duro da pandemia do coronavírus.

O país mais uma vez bateu o recorde de mortes registradas em um único dia, com 1.840 óbitos. Além disso, pelo quinto dia consecutivo, o país tem recorde na média móvel de mortes, 1.332. O Brasil já está há 42 dias seguidos com média móvel acima de 1.000. O recorde de mortes anterior ocorreu na terça: 1.726 óbitos, no maior salto da pandemia.

Desde o início da crise sanitária Bolsonaro minimizou o vírus, criticou medidas defendidas por especialistas, como o isolamento social, e defendeu medicamentos que são ineficazes para o tratamento da doença. Com o sistema de saúde operando no limite, diversos estados decretaram medidas mais rígidas —entre elas o fechamento de serviços não essenciais— para tentar conter a transmissão do vírus.

Ao contrário do que diz Bolsonaro, políticas de distanciamento são eficazes na contenção da disseminação da doença. Outra prática defendida por especialistas, o uso de máscara de proteção facial, também é frequentemente questionada pelo presidente. Na segunda (1), secretários estaduais de Saúde divulgaram uma carta em que afirmam que o Brasil vive o “pior momento da crise sanitária” provocada pela Covid e pedem maior rigor em medidas para evitar um colapso em todo o país.

Entre as ações recomendadas, está a adoção de um toque de recolher nacional das 20h às 6h, a suspensão das aulas presenciais e um lockdown nas regiões “com ocupação de leitos acima de 85% e tendência de elevação de casos e mortes”. O documento é assinado pelo Conass, conselho que reúne os 27 gestores da área.

FOLHAPRESS

O ministro da Saúde disse a prefeitos que a negociação seria para a compra de 100 milhões de doses do imunizante

Ilustração de vacina contra Covid-19 da Pfizer – Foto: Saulo Angelo/Futura Press/Estadão Conteúdo

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que pretende fechar ainda nesta quarta-feira 3 a compra da vacina da Pfizer. A promessa foi feita a representantes da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

A fala de Pazuello ocorre no momento de explosão de internações e colapso de sistemas de saúde em todo o país. O governo é pressionado para ampliar a oferta de imunizantes, mas Pazuello e o presidente Jair Bolsonaro rejeitam há meses a oferta da Pfizer.

O ministro não informou quantas doses da Pfizer devem ser compradas. Em apresentações recentes a prefeitos e governadores, Pazuello disse que a negociação seria por 100 milhões de doses, mas com a entrega de uma primeira parcela de 8,71 milhões de doses em julho. O restante, entre outubro e dezembro.

O Ministério da Saúde decidiu comprar “todas as vacinas disponíveis” dos laboratórios Pfizer/BioNTech e Janssen-Cilag, braço farmacêutico do grupo Johnson & Johnson, informou a pasta à CNN nesta quarta.

O governo informa que a ordem para dar prosseguimento para a compra foi feita pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. O Ministério da Saúde não informa quantidade exata de doses, afirmando que isto dependerá dos estoques disponíveis.

“Número de doses vai depender de quanto as farmacêuticas poderão disponibilizar. Mas intenção é comprar todas as doses disponíveis”, afirmou fonte próxima ao ministro à CNN.

A vacina da Pfizer com a BioNTech é a única até o momento a ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para registro definitivo no país. As vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca possuem a autorização de uso emergencial, que é temporária e restrita a grupos prioritários.

Fonte:  Agora RN

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