março, 2021 - Informativo Atitude - Page 24

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Após a criação do novo perfil no Instagram, o BlogdoBG bloqueou 180 perfis na noite deste sábado para a madrugada do domingo. Os perfis realizavam a mesma ação que fizeram em relação ao perfil anterior do Instagram.

Esses perfis deixavam comentários, comemoravam, conclamavam a todos que denunciassem, afirmando que ali se tratava de um perfil que só posta mentiras.

Desses quase 200 perfis bloqueados na madrugada, 50% eram perfis fakes, que sequer tinham seguidores e alguns utilizando até fotografias repetidas.

Dos 50% restantes, eram perfis ligados a movimentos sociais e de esquerda, como Lula Livre, antifascista e LGBT.

Outros perfis identificados são estudantes da UFRN e perfis com conteúdo em defesa de ações do Governo do Estado.

O que fizeram ontem com o nosso perfil no Instagram, foi UMA AÇÃO POLÍTICA. Não foi em defesa de compromisso de responsabilidade na informação.

E tudo isso após os perfis do GOVERNO DO ESTADO postar que publicamos uma FAKE NEWS sem ser.

O nosso novo perfil no INSTAGRAM é @blogdobg_

Fonte: Blog do BG

Segundo enumerou o Blog Ação Popular em sua publicação de hoje (14-03-2020), entre as promessas de Emídio e o que ele tanto lutava por Macaíba, dizendo fazer parte de sua própria história:

1 – Melhorar a SEGURANÇA PÚBLICA da cidade;

2 – Garantir uma ESCOLA INDÍGENA NA COMUNIDADE LAGOA DO TAPARÁ;

3 – Buscar entregar aos professores seus direitos trabalhistas, inclusive o RATEIO que Fernando Cunha negava;

4 – Possibilitar mais emprego e renda para o povo MACAIBENSE;

5 – Elaboração de um  para receber os animais abandonados e inclusive penalizar quem descumprir com a lei a respeito destes animais;

6 – Criação de um sistema de TRANSPORTE MUNICIPAL que atenda toda a população de forma equânime.

E tantas outras bandeiras, definidas muitas das vezes em praça pública.

Então copiando ainda do Blog Ação Popular quando ele diz:

SE COBRO, É PORQUE POSSO.

SE ELE FAZ, É PORQUE É CAPAZ.

Eu mudaria e diria assim:

SE COBRO, É PORQUE POSSO.

ELE FARÁ? SERÁ CAPAZ CAPAZ?

 

Pesquisadores da Escola de Medicina Icahn em Nova Iorque, nos Estados Unidos, desenvolveram um estudo publicado no periódico acadêmico New England Journal of Medicine apontando a eficácia da aplicação de uma dose das vacinas da Pfizer e da Moderna em pacientes que já tiveram covid-19.

O estudo, publicado na forma de carta e não como artigo revisado, analisou 110 participantes de um teste clínico, sendo que um grupo já havia tido diagnóstico positivo de covid-19 e outro que ainda não havia sido contaminada pelo vírus.

Os participantes que já haviam tido covid-19 desenvolveram mais rapidamente anticorpos com uma dose. Já os não infectados previamente tiveram baixa resposta na criação de anticorpos até o 12º dia depois da vacinação, a sua maioria após este período.

O desempenho dos previamente infectados foi superior também ao de pessoas que receberam duas doses das vacinas adotadas na pesquisa. Neste grupo, a aplicação da 2ª dose não revelou mudanças significativas no sistema imunológico contra o vírus.

Os pesquisadores também avaliaram os efeitos colaterais. Eles foram maiores nos participantes que já haviam contraído covid-19, mas em nenhum dos casos houve eventos adversos que levassem à hospitalização.

“Nós descobrimos que uma dose das vacinas gerou rápida resposta em participantes soropositivos [do novo coronavírus], com níveis de anticorpos similares ou superiores a participantes soronegativos que receberam duas doses. Mas se uma dose destas vacinas provê proteção efetiva em soropositivos ainda requer investigação”, concluem os autores.

DIÁRIO DO PODER

Fundado em 2004 a partir de uma dissidência do PT, o PSOL, pela primeira vez, discute internamente a possibilidade de abrir mão de lançar uma candidatura própria ao Palácio do Planalto em 2022 para apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que teve seus direitos políticos e elegibilidade restabelecidos após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular as condenações do petista na Lava Jato.

Candidato do PSOL à Presidência em 2018 e à Prefeitura de São Paulo, em 2020, Guilherme Boulos estava no palco em que Lula fez seu primeiro pronunciamento após a decisão de Fachin, na quarta feira passada.

O apoio ao petista ainda sofre resistências, especialmente dos líderes da legenda que foram expulsos do PT, mas o debate ganha volume nas instâncias internas. O presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, é cauteloso ao tratar do tema.

“A presença do Lula no debate público reforça a luta da oposição contra o Bolsonaro, mas defendemos que essa discussão (sobre definição de candidaturas) seja travada no momento certo. Queremos criar um espaço formal para discutir a unidade com os partidos”, disse Medeiros ao Estadão.

Em caráter reservado, porém, lideranças do PSOL admitem que o partido nunca esteve tão perto de apoiar um nome do PT numa disputa presidencial – caso Lula concorra mesmo –, apesar da resistência da ala mais “radical” da sigla.

Desde de sua fundação, o PSOL lançou quatro candidatos à Presidência da República: Heloisa Helena em 2006, Plínio de Arruda Sampaio em 2010, Luciana Genro em 2014 e Guilherme Boulos em 2018, que teve o pior desempenho, com pouco mais de 600 mil votos.

ESTADÃO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin afirmou que a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro tem potencial para anular toda a Operação Lava Jato.

O magistrado, que é o relator na Suprema Corte dos processos da operação, concedeu entrevista ao jornal “O Globo”, publicada neste sábado (13).

A Segunda Turma do STF analisa se Moro agiu com parcialidade ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá, investigação no âmbito da Operação Lava Jato no Paraná.

Dos cinco ministros da Turma, quatro já votaram, e o resultado está 2 a 2. O julgamento acabou adiado por um pedido de vista de Nunes Marques. Em tese, o voto dele, sem data para ser apresentado, seria o decisivo.

“Na suspeição, observadas as bases de decidir – está se alegando conspiração do magistrado com a Força-Tarefa do MP – é potencial a extensão da decisão a todos os casos da Operação Lava-Jato denunciados perante a 13ª Vara Federal de Curitiba nos quais houve função da Força-Tarefa do MPF e do ex-juiz Sergio Moro”, disse Fachin.

Anulação das condenações de Lula

Fachin também foi questionado sobre a sua decisão de anular todas as condenações de Lula pela Justiça Federal no Paraná relacionadas às investigações da Lava Jato.

Ele atendeu a um pedido de habeas corpus da defesa do ex-presidente que alegava que a 13ª Vara Federal de Curitiba seria incompetente para julgar processos contra Lula uma vez que não teriam relação com os casos envolvendo a Petrobras.

Com isso, foram anuladas quatro ações — as do triplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e duas ações relacionadas ao Instituto Lula. Sem as condenações, Lula recupera os direitos políticos e volta a ser elegível.

Pela decisão de Fachin, os processos deverão ser analisados pela Justiça Federal do Distrito Federal, à qual caberá dizer se os atos realizados nos quatro processos podem ou não ser validados e reaproveitados. A Procuradoria-Geral da República (PGR), porém, recorreu do ato de Fachin.

Ao ser perguntado sobre o tema na entrevista ao “Globo”, Fachin disse que “somente em novembro do ano passado que esse pedido se dirigiu ao STF de modo direto com esse propósito”.

O magistrado afirmou ainda que “isso não significa que o assunto anteriormente não tenha sido tratado. Como eu disse na mesma decisão, a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba sempre esteve em debate perante o Supremo Tribunal Federal em outros casos, destacando-se os precedentes a partir dos quais foram sendo realizados recortes, isto é, o colegiado da Segunda Turma (normalmente fiquei vencido) foi diminuindo a competência daquela Vara no âmbito da Operação Lava-Jato. Há copiosos exemplos disso. E chamo atenção para isso: são processos de outros investigados, e casos não exclusiva e diretamente do ex-presidente”.

Fachin reforçou que a anulação das condenações não significa absolvição do ex-presidente em relação aos crimes dos quais foi acusado.

“O tema posto é exclusivamente a aplicação do entendimento majoritário do colegiado da Turma sobre a competência. Somente isso”, disse.

“A definição do juiz competente é pressuposto de legitimidade da prestação jurisdicional e não se confunde com o mérito da acusação formulada”, afirmou.

Operação Spoofing

Na entrevista ao jornal, Fachin também falou sobre os supostos diálogos apreendidos na Operação Spoofing, realizada em julho de 2019.

A operação prendeu hackers que invadiram celulares de autoridades, entre elas Moro e integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato.

Fachin disse que “há muito a ser debatido sobre esse material”. Ele acrescentou ainda que, “certamente, não há como varrê-lo para debaixo do tapete, e o Tribunal precisará dar uma resposta sobre ele”.

O ministro ressaltou que entende que o habeas corpus sobre a suspeição de Moro está prejudicado. Ou seja, não precisaria mais ser julgado.

No entanto, Fachin foi voto vencido e os demais ministros da Segunda Turma decidiram seguir com o julgamento, que está suspenso.

Questionado sobre as consequências caso a Segunda Turma declare a suspeição do ex-juiz, Fachin respondeu que “essa é uma grande preocupação”.

“Anular quatro processos por incompetência é realidade bem diversa da declaração de suspeição que pode ter efeitos gigantescos. Minha decisão mantém o entendimento isonômico sobre a competência para julgamentos dos feitos e como deve ser interpretada a competência da 13ª Vara Federal de Curitiba. Isso, tão somente. E aqui tem uma distinção fundamental, senão vejamos: na suspeição, observadas as bases de decidir – está se alegando conspiração do magistrado com a Força-Tarefa do MP – é potencial a extensão da decisão a todos os casos da Operação Lava-Jato denunciados perante a 13ª Vara Federal de Curitiba nos quais houve função da Força-Tarefa do MPF e do ex-juiz Sergio Moro”, disse.

Em uma outra entrevista para a TV Globo, Fachin disse que “poderá haver a extensão a inúmeros casos sem a definição de critérios objetivos. É provável, mas ainda não há como saber, já que estamos em sede de habeas corpus e não houve julgamento definitivo. Fosse, porém, uma exceção de suspeição, haveria o que chamamos de apreciação de mérito, isto é, o Tribunal apreciaria os fatos e o direito e, uma vez julgada a exceção, eles se tornariam indiscutíveis”.

Do G1

Fonte: Portal Grande Ponto

Na avaliação de Fernando Pinto, indiciamento criminal de Bolsonaro e Álvaro Dias pela recomendação dos medicamentos seria o que ele classifica como “embuste do oportunismo político”

Presidente Bolsonaro e prefeito Álvaro Dias – Foto: Marcelo Camargo/ABr / Elpídio Júnior/CMN

Ao recomendarem o uso de medicamentos sem eficácia comprovada para o tratamento da Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro e o prefeito de Natal, Álvaro Dias (PSDB), usaram as únicas armas disponíveis para travar a guerra contra a pandemia. Justamente por isso, não é possível responsabilizá-los criminalmente pelo fato de ainda não haver comprovação científica de que as drogas funcionem contra a doença.

A análise acima é do advogado criminalista Fernando Pinto, que tem atuação no Rio Grande do Norte. Conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Fernando avalia que o presidente da República e o prefeito de Natal só teriam cometido crime se tivessem sido omissos no enfrentamento da crise sanitária – o que, para ele, não aconteceu.

“Nem Bolsonaro nem Álvaro Dias cometeram crime por indicar a cloroquina ou ivermectina. É o que eles tinham à disposição. Era o protocolo usado no mundo todo. Vários médicos vinham indicando. Quando se está numa guerra, tem que usar as armas que tem. Eles não só cumpriram a lei como foram proativos em adotar as medidas que estavam ao alcance”, ressalta Fernando Pinto, que em 2020 disputou as eleições para a Prefeitura do Natal pelo partido Novo.

Durante toda a pandemia, tanto Bolsonaro quanto Álvaro Dias recomendaram o uso de vários medicamentos para tratar a Covid-19. Os principais foram o vermífugo ivermectina e a cloroquina e suas variantes, principalmente a hidroxicloroquina. Não há estudos robustos que mostrem que os medicamentos servem para combater o novo coronavírus.

Na avaliação de Fernando Pinto, o eventual indiciamento criminal de Bolsonaro e Álvaro Dias pela recomendação dos medicamentos seria o que ele classifica como “embuste do oportunismo político”. “O presidente usou tudo que tinha ao seu alcance, inclusive a hidroxicloroquina, que foi utilizada na tentativa de salvar milhares de pessoas em todo o mundo. Além disso, na época do possível fato, a questão era absolutamente controvertida, mas era o que tinha”, destaca o advogado.

Em Natal, além de recomendar o uso da ivermectina, o prefeito Álvaro Dias determinou a distribuição do vermífugo nos postos de saúde. Segundo ele, foram distribuídos mais de 1 milhão de comprimidos da droga para pacientes com suspeita ou confirmação de diagnóstico de Covid-19.

O protocolo da Secretaria Municipal de Saúde também recomenda oficialmente que o medicamento seja usado como “profilaxia”. As doses sugeridas equivalem a praticamente uma caixa do remédio por vez, muito acima do previsto em bula.

O prefeito Álvaro Dias já declarou em entrevistas que o uso prévio do medicamento poderia evitar a infecção ou, ao menos, atenuar os efeitos no caso de contaminação – do que não há comprovação científica. Ele afirmou também que pode ser um dos últimos a tomar a vacina contra a Covid-19 porque estaria “protegido” com o medicamento.

Na avaliação de Fernando Pinto, as ações do prefeito foram embasadas por recomendações de entidades médicas e relatos de profissionais que fizeram experimentos com a ivermectina ou cloroquina. Outras entidades, porém, advertiram que o uso seria não só inútil na pandemia, mas prejudicial para um grupo de pacientes.

“Inclusive, o Conselho de Medicina deu ‘apoio’ para esse remédio sem eventual eficácia com base em estudos em todo o mundo. A omissão seria um crime. Inclusive, como ficaria a situação de todos os médicos que indicaram a cloroquina logo no início da pandemia? Vai prender todo mundo?”, pontua o advogado.

PGR apura conduta do presidente

O procurador-geral da República, Augusto Aras, encaminhou manifestação ao Supremo Tribunal Federal na última quarta-feira 10 informando que tramitam na instituição, para apuração disciplinar, quatro notícias de fato contra o presidente Jair Bolsonaro e ministros do Governo Federal em razão da defesa da utilização da cloroquina, da azitromicina e da ivermectina no tratamento da Covid-19, sem comprovação científica.

A indicação foi feita à ministra Rosa Weber, que encaminhou à PGR uma notícia-crime do PDT contra o presidente. Aras indicou que a instituição já estava a par das questões levantadas pelo partido e pediu que a queixa-crime fosse negada, em razão das apurações preliminares já abertas.

MP apura conduta do prefeito de Natal

Esta semana, o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) informou que também apura a legalidade da recomendação de remédios sem eficácia para o tratamento da Covid-19. Ao responder uma manifestação da deputada federal Natália Bonavides (PT-RN), o órgão destacou que existe uma investigação em curso contra o prefeito Álvaro Dias por indicar medicamentos para “tratamento precoce”.

No despacho, o MP destacou que já existe uma investigação em curso contra o prefeito: “em relação ao uso profilático da ivermectina, já há, no âmbito desta CJUD, Notícia de Fato em andamento, um fim de apêndice a possível prática dos crimes coletar nos artigos 268 e 280 do Código Penal, pelo Prefeito de Natal / RN, Álvaro Costa Dias, em decorrência da propagação do uso da Ivermectina como meio substitutivo ao uso da vacina para imunização coletiva ”.

Fonte: Agora RN

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade que a tese da legítima defesa da honra não pode ser aplicada em julgamentos nos tribunais do júri como argumento de defesa em casos de feminicídio. Para os 11 ministros do STF, a tese contraria princípios da Constituição.

O julgamento de uma ação do PDT sobre o tema se encerrou nesta sexta-feira (12) no plenário virtual, no qual não há necessidade da presença física dos ministros — os magistrados incluem o voto em um sistema eletrônico por meio de computador.

No pedido apresentado em janeiro, o partido argumentou que não são compatíveis com a Constituição absolvições de réus pelo júri baseadas na tese da legítima defesa da honra, classificada como “nefasta, horrenda e anacrônica”.

O relator do caso, ministro Dias Toffoli, apresentou seu voto no início do julgamento, no último dia 5. O ministro afirmou que a legítima defesa da honra é uma ferramenta “cruel”, que viola direitos previstos na Constituição.

“Para além de um argumento atécnico e extrajurídico, a legítima defesa da honra é estratagema cruel, subversivo da dignidade da pessoa humana e dos direitos à igualdade e à vida e totalmente discriminatória contra a mulher, por contribuir com a perpetuação da violência doméstica e do feminicídio no país”, afirmou.

Tribunal do júri

Previsto na Constituição, o tribunal do júri julga crimes dolosos contra a vida — como homicídio e feminicídio. A Constituição prevê que um dos princípios do julgamento popular é o da “plenitude de defesa”, mais abrangente que a ampla defesa dos outros processos criminais.

O mecanismo permite, na prática, que qualquer argumento que permita a absolvição do réu seja usado pela defesa, mesmo que a tese envolva uma questão que vai além do direito.

Assim, é possível apelar para a clemência dos jurados, por exemplo. Nessa brecha, também passou a ser aplicada a tese da legítima defesa da honra.

A legítima defesa da honra não tem base jurídica e não se confunde com o mecanismo da legítima defesa do Direito Penal, que permite a um cidadão rebater uma agressão injusta de outra pessoa, por meios moderados, na intensidade suficiente para cessar o perigo.

G1

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), disse que, se o ex-juiz Sergio Moro for declarado parcial na Lava-Jato, a operação terá o mesmo fim que a “Mãos Limpas” teve na Itália, desmontada antes de completar 3 anos.

Em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo, o ministro relator da operação defendeu as investigações, apesar de ter anulado as condenações contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Fachin atuou para interromper a discussão na 2ª Turma do STF sobre a suspeição de Moro. O ministro Gilmar Mendes é contrário. Disse que a Lava-Jato é o “maior escândalo judicial da história”.

A Lava-Jato completa 7 anos na próxima 4ª feira (17.mar.2021). “Se continuar no caminho de entender que há suspeição (do ex-juiz Sérgio Moro), a história da Lava Jato será a história do que aconteceu com as Mãos Limpas na Itália. É a história de uma derrocada, em que o sistema impregnado pela corrupção venceu o sistema de apuração de investigação e de condenação dos delitos ligados à corrupção”, afirmou Fachin.

O ministro assumiu a relatoria da operação em 2017 na Lava-Jato. De acordo com ele, foram homologadas 120 colaborações premiadas desde o início da operação. A arrecadação somou R$ 1,37 bilhão. Há outros valores mais expressivos recuperados nos juízos de 1º grau, segundo Fachin.

“Para além dos números, sempre tenho destacado que o enfrentamento à corrupção deve ser apartidário, democrático, efetivo e constante. É dever de todos lutar contra esse mal que assola o país e foi evidenciado nos últimos anos de maneira assombrosa”, afirmou.

Fachin anulou os processos do ex-presidente Lula porque, segundo ele, as ações não poderiam ter corrido em Curitiba porque os fatos apontados não têm relação direta com o esquema de desvios na Petrobras.

“A observância da jurisprudência do Tribunal traduz a máxima segundo a qual casos análogos devem ser tratados de forma análoga. […] Como Relator da Lava Jato no Tribunal, busquei defender a manutenção da competência da 13ª Vara para que ela apurasse os delitos contra a Petrobras que tivessem sido praticados de modo semelhante. A maioria da Segunda Turma, no entanto, optou por restringir a competência apenas aos casos que envolvessem diretamente a estatal. A posição é respeitável e tem amparo na posição de grandes juristas”, declarou o ministro.

Fonte: Poder360

Fonte: Portal Grande Ponto

O destino dos imunizantes é assunto de um intenso debate entre a Casa Branca e autoridades de saúde do país

© Getty Images

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Com dezenas de milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade de Oxford e o laboratório AstraZeneca paradas nas fábricas americanas, enquanto aguardam resultados de um estudo clínico no país, os EUA estudam enviar injeções para o Brasil ou outros países, segundo o jornal The New York Times.

O destino dos imunizantes é assunto de um intenso debate entre a Casa Branca e autoridades de saúde do país, com alguns argumentando que a gestão Biden deveria permitir que fossem exportados para países com necessidades urgentes, enquanto outros não estão prontos para abandoná-los, segundo autoridades da administração democrata ouvidas pelo jornal.

O laboratório, porém, não está envolvido nessas conversas.

Algumas autoridades insistiram que a Casa Branca tome uma decisão nas próximas semanas. Elas discutem enviar doses para o Brasil, que vive seu pior momento da pandemia, ou mesmo para União Europeia ou Reino Unido.

Cerca de 30 milhões de doses estão engarrafadas em uma unidade do AstraZeneca em West Chester, no estado de Ohio, responsável pela fase final da produção da vacina, na qual há o envasamento do imunizante, disse ao New York Times um funcionário com conhecimento do estoque.

Já em Baltimore, no estado de Maryland, outra empresa que fabrica a vacina já produziu quantidade suficiente para mais dezenas de milhões de doses.

Apesar de ter seu uso autorizado em mais de 70 países, segundo o laboratório, nos EUA, porém, o estudo clínico ainda não teve seus resultados divulgados, e a empresa não pediu autorização para aplicação emergencial ao FDA, agência regulatória do país.

O AstraZeneca chegou a pedir à gestão Biden que empreste as doses destinadas aos EUA para a União Europeia, onde o laboratório não conseguiu cumprir seu compromisso de entrega.
“Entendemos que outros governos podem ter entrado em contato com o governo dos EUA sobre a doação de doses da AstraZeneca e pedimos ao governo americano que considerasse cuidadosamente essas solitações”, afirmou ao NYT Gonzalo Viña, porta-voz do AstraZeneca.

“Se essas doações acontecerem, vamos buscar orientação do governo americano para repor essas doses nos EUA”, complementou.

A Casa Branca não respondeu ao pedido de comentário feito pelo New York Times.

Fonte: Notícias ao Minuto

“Snoopy, Charlie Brown & Friends, A Peanuts Collection” pode ser encontrada nas bancas da Grande São Paulo ou assinada no site da editora Planeta DeAgostini

© Reprodução/ rascunho.com.br

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O personagem Snoopy ganhou uma homenagem pelo aniversário de 70 anos, completados no último mês de outubro. Tirinhas do cachorro beagle mais famoso do mundo, entre a década de 1950 e o ano 2000, estão sendo publicadas em edições especiais de colecionador.

“Snoopy, Charlie Brown & Friends, A Peanuts Collection” pode ser encontrada nas bancas da Grande São Paulo ou assinada no site da editora Planeta DeAgostini. A edição inclui textos exclusivos e prólogos escritos por Alexandre Boide e Érico Assis, especialistas no criador do personagem, Charles M. Schulz (1922-2000).

O primeiro fascículo apresenta as histórias em quadrinhos de 1967. Ele também é acompanhado da apresentação da coleção e de curiosidades sobre o universo dos clássicos quadrinhos de Snoopy e sua turma.

O personagem apareceu pela primeira vez em 1950. Vale lembrar que, na época, andava em quatro patas e não se comunicava, assim como um cão real. No entanto, dois anos após a sua criação, ele passou a comunicar-se, através de balões de pensamentos. Ele também passou a compreender tudo o que os outros personagens da história diziam.

Na história, Snoopy nasceu na Fazenda Canil Colina das Margaridas, onde viveu com seus sete irmãos (Andy, Rover, Spike, Olaf, Molly, Belle e Marbles) até ser adotado por Charlie Brown.

As tirinhas foram publicadas todos os dias entre 1950 e 2000. Em 1967, as histórias já eram publicadas em 745 diários e 396 dominicais nos Estados Unidos e em boa parte do Canadá.

Foram cerca de 18 mil tiras publicadas ao longo dos anos. Ao todo, elas foram publicadas em aproximadamente 2.000 jornais e em mais 60 países, sendo traduzido para 40 idiomas. A última foi lançada no dia 13 de fevereiro de 2000, um dia após a morte do criador.

Outra curiosidade é que Snoopy foi uma das primeiras tirinhas a ter um personagem negro. No dia 1º de agosto de 1968, foi introduzido o personagem Franklin na turma do Charlie Brown. Ele foi criado após uma professora, impactada com a morte de Martin Luther King, escrever para Charles M. Schulz pedindo para ele ajudar de alguma forma a diminuir o racismo na sociedade.

SNOOPY, CHARLIE BROWN & FRIENDS, A PEANUTS COLLECTION
Preço: R$ 14,99 (preço promocional do 1º volume) e R$ 49,99
Autor: Charles M. Schulz
Editora: Planeta DeAgostini

Fonte: Notícias ao Minuto

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