março, 2021 - Informativo Atitude - Page 22

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Uma lei japonesa arcaica exige que os casais adotem o mesmo sobrenome, mas muitos estão questionando esse costume na Justiça.

Foto: Mari Inoue / BBC News Brasil

Mari Inoue, de 34 anos, é professora de inglês em Tóquio. Ela ficou noiva do namorado, Kotaro Usui, há três anos. Mas o casamento, dizem eles, está fora de questão.

Não é a pandemia que os está impedindo, mas uma lei japonesa arcaica que exige que os casais adotem o mesmo sobrenome.

Teoricamente, qualquer um dos cônjuges poderia abrir mão do nome da sua família. Mas, na prática, quase sempre é a mulher que perde o dela: um estudo mostrou que são elas que mudam o nome em 96% das vezes.

“Acho isso muito injusto”, diz Inoue.

“Devemos ter a escolha (para manter ambos).”

O noivo dela concorda. Ele cogitou se tornar um Inoue, mas alguns parentes ficaram descontentes com a ideia.

“Não quero deixar nenhuma família triste”, afirma Usui.

“Gostaríamos de poder escolher entre mudar ou manter o nome.”

O Japão é considerado a única economia avançada a impedir os casais de manterem sobrenomes diferentes após o casamento — por meio de uma lei que discrimina explicitamente as mulheres, segundo um comitê da Organização das Nações Unidas (ONU).

Seis anos atrás, duas grandes ações judiciais com o objetivo de alterar as regras fracassaram. Mas o movimento pela reforma — ao qual Inoue e Usui aderiram — só cresceu desde então.

Uma batalha antiga

Os sobrenomes são há muito tempo um território de disputa.

Na Inglaterra, o desejo de uma mulher manter seu nome de solteira foi associado a uma “ambição” imprópria já em 1605, escreveu Sophie Coulombeau.

Aquelas que desafiaram a prática patriarcal se depararam com uma resistência impetuosa, algumas acabaram conquistando o direito de usar seus nomes por meio de processos judiciais que foram um marco na história, a partir do fim do século 19.

Uma batalha semelhante foi travada por sufragistas nos Estados Unidos. Só em 1972, uma série de julgamentos legais confirmou que as mulheres podiam usar seus sobrenomes como quisessem.

Mais de 40 anos depois, muitos japoneses acreditaram que a sua hora estava chegando.

Kaori Oguni foi uma das cinco pessoas que abriram processos contra o governo, argumentando que a lei de sobrenomes era inconstitucional e violava os direitos humanos.

Mas, em 2015, a Suprema Corte do Japão decidiu que era razoável usar um único sobrenome para uma família, defendendo a regra do século 19. Apenas os japoneses que se casam com estrangeiros continuam isentos da lei e podem escolher ter sobrenomes diferentes.

“Eu esperava que o tribunal respeitasse os direitos individuais.”

Em vez disso, o juiz disse que era o parlamento que deveria decidir se aprovaria uma nova legislação.

A esfera política, como a maioria dos locais de trabalho no Japão, é dominada por homens. Expectativas culturais arraigadas veem o cuidado das crianças e os afazeres domésticos como responsabilidade das mulheres, mesmo que elas trabalhem fora de casa. O sexismo prevalece.

Não é surpreendente que o país tenha um histórico ruim de igualdade de gênero, ocupando o 121º lugar entre 153 nações no último relatório do Fórum Econômico Mundial.

O governo afirma que deseja que mais mulheres entrem no mercado de trabalho, mas a disparidade de gênero parece estar crescendo — o Japão caiu 11 posições em relação à pesquisa anterior.

‘Uma morte social’

Desde 2018, Naho Ida, profissional de relações públicas em Tóquio, aceitou o desafio de mudar a mentalidade do parlamento, pressionando os parlamentares a apoiar a adoção de sobrenomes separados por meio da criação do grupo de campanha Chinjyo Action.

Para Naho, que prefere ser chamada pelo primeiro nome, a convenção do sobrenome “parece a prova da subordinação (feminina)”

Ida é, na verdade, o nome de seu ex-marido. Quando eles se casaram, na década de 1990, ele disse a ela que tinha vergonha de usar o sobrenome dela. Tanto os pais dela quanto os dele concordaram que caberia a ela arcar com a mudança.

“Me senti invadida pelo meu novo sobrenome”, explica.

Hoje com 45 anos, ela se conformou em usar Ida profissionalmente, tendo assinado assim por décadas, enquanto o segundo casamento impingiu a ela um terceiro sobrenome legal indesejado.

“Algumas pessoas ficam felizes (em mudar), mas sinto que é uma morte social”, diz ela à BBC.

Sinais de mudança

A posse de Yoshihide Suga como primeiro-ministro do Japão no ano passado renovou brevemente as esperanças entre ativistas, como Naho, já que ele apoiou abertamente a reforma do sobrenome.

Mas, em dezembro, o governo abdicou de suas metas de empoderamento das mulheres apresentando um plano de igualdade de gênero diluído que omitia a questão do sobrenome.

“Pode destruir a estrutura social baseada nas unidades familiares”, alertou Sanae Takaichi, ex-ministra, na época.

No fim de fevereiro, a recém-nomeada ministra do Japão para o empoderamento das mulheres e igualdade de gênero, Tamayo Marukawa, disse que se opõe a uma mudança legal que permita às mulheres manterem seu nome de nascimento.

Para muitos, “uma mulher que não quer usar o nome do marido perturba muito mais do que o núcleo familiar, ela perturba toda a ideia de família”, afirma Linda White, professora de Estudos Japoneses no Middlebury College, nos Estados Unidos.

Segundo ela, o tradicional sistema koseki (registro de família) do Japão, baseado em famílias de sobrenome único, ajudou a preservar o controle patriarcal em todos os lugares, do governo às grandes empresas.

Mas a sociedade japonesa em si parece aberta a mudanças. Pesquisas recentes sugerem que a maioria é a favor de permitir que os casais mantenham sobrenomes diferentes.

Um levantamento de outubro da Chinjyo Action e da Waseda University, em Tóquio, mostrou que 71% apoiavam que as pessoas tivessem escolha.

Nesse cenário de mudanças, nove novos processos judiciais estão em andamento. Diferentemente da última vez, quando todos os requerentes, exceto um, eram mulheres, quase todos os processos agora envolvem um homem também.

Parece ser uma estratégia consciente de um movimento em que muitos protagonistas estão enquadrando o debate em termos de direitos humanos, em vez de direitos das mulheres ou feminismo.

“É mais uma questão de identidade individual e liberdade” do que feminista, explica a advogada Fujiko Sakakibara, de 67 anos.

“Queremos mostrar que isso afeta os homens tanto quanto as mulheres”.

Dos 18 requerentes envolvidos agora no litígio do sobrenome, metade é homem. Um deles é um proeminente CEO de uma empresa de software com sede em Tóquio que adotou legalmente o sobrenome da esposa ao casar.

Outro é Seiichi Yamasaki. O funcionário público aposentado mantém uma relação não oficial com sua mulher há 38 anos, pois achavam injusto qualquer um deles mudar de nome.

Aos 71 anos, Yamasaki deseja que a próxima geração tenha escolha, ao mesmo tempo em que mostra que “há demanda também entre os mais velhos”.

Em dezembro, três dos processos judiciais em andamento foram encaminhados à Suprema Corte, um movimento que os advogados veem de forma positiva, já que pode indicar que o tribunal fará um novo julgamento sobre a regra do sobrenome neste ano.

“Essa voz masculina fez uma grande diferença”, analisa Naho, reconhecendo o papel dos aliados do sexo masculino no fim de uma norma patriarcal.

O que um nome tem de especial?

As consequências da mudança de nome para a carreira é um grande motivador para muitas mulheres que defendem a reforma. O fardo de ter que mudar o nome em dezenas de documentos oficiais no Japão, repleto de papelada, é outro.

Aquelas que optam por não se casar por causa da lei também citam problemas em algumas situações, como no caso de internações hospitalares, em que apenas os cônjuges legalmente casados podem tomar decisões em nome do outro.

Mas, no fim das contas, para muitas mulheres, se resume a uma questão de identidade.

Izumi Onji, uma anestesista que vive em Hiroshima, deu o passo pouco convencional de se divorciar de seu marido para ter seu nome de volta. É o chamado “divórcio no papel” no Japão, uma vez que décadas depois eles ainda vivem juntos.

“Essa sou eu. É a minha identidade”, diz a mulher de 65 anos.

Onji, que também está contestando a regra do sobrenome no tribunal, sabe que ela faz parte de uma pequena minoria que realmente faria uso da lei revisada.

A esmagadora maioria das mulheres japonesas, assim como outras no Reino Unido e nos Estados Unidos, ainda continuará a abrir mão de seus sobrenomes ao casar.

Como Mihiko Sato (nome fictício), que tem quase 30 anos e é mãe de dois filhos, explicou, adotar o sobrenome do marido foi uma decisão “natural” para se sentirem “mais unidos” como família.

Muitas mulheres britânicas casadas podem concordar — quase 90% abandonaram seus sobrenomes após o casamento, sugeriu uma pesquisa de 2016.

O fato de o costume da mudança de nome ter persistido é motivo de surpresa para alguns pesquisadores em uma era de maior consciência de gênero e em que mais mulheres se identificam como feministas.

Mesmo aquelas que não, como muitas mulheres no Japão, dizem que a tradição não deve ser usada para reprimir a escolha.

“Todos devem ter o direito de escolher seu próprio sobrenome”, afirma Sato.

Fonte: Terra.com

Valor será pago pela cidade de Minneapolis para compensar morte

Foto: Reuters

A família de George Floyd chegou a um acordo nesta sexta-feira (12) para ser indenizada em US$27 milhões pela cidade de Minneapolis, como compensação por sua morte após a polícia abordá-lo de forma violenta.

O tratado foi firmado antes mesmo do resultado do julgamento sobre o caso, que teve início na última terça-feira (9), e aprovado por unanimidade pelo conselho municipal. Agora, o prefeito Jacob Frey irá sancionar a medida.

O valor a ser recebido é um dos mais altos garantidos em uma indenização por má conduta policial. A indenização tem como objetivo reparar os danos gerados pela conduta das autoridades locais, principalmente do policial Derek Chauvin.

Em maio de 2020, o agente utilizou seu joelho para sufocar Floyd, um homem negro, por mais de oito minutos. Chauvin e mais três agentes foram até o centro de Minneapolis após a denúncia de um lojista de que Floyd estava tentando usar uma nota de US$20 falsa para fazer uma compra.

A abordagem violenta foi filmada e as imagens viralizaram nas redes sociais. Na ocasião, Floyd teve o pescoço sufocado no chão pelo agente. A morte do ex-segurança foi o estopim para a explosão das manifestações antirracismo por todo o país, e ele se tornou o ícone do movimento “Black Lives Matter” (“Vidas Negras Importam”).

Por conta da abordagem, todos foram expulsos da corporação e Chauvin responde por homicídio em segundo grau e homicídio em terceiro grau e pode pegar até 40 anos de prisão. Já os outros três foram indiciados como cúmplices. Todos estão sendo processados e começaram a ser julgados neste mês.

Fonte: Terra.com

Mau desempenho em dois redutos eleitorais do CDU é atribuído à insatisfação perante a condução da pandemia; chanceler deixará o poder em setembro após 16 anos.

Foto: EPA / BBC News Brasil

O partido conservador CDU (União Democrata-Cristã), da chanceler alemã Angela Merkel, sofreu um revés histórico em duas eleições regionais neste domingo (14/3), vistas como um teste para as eleições nacionais de setembro — quando Merkel deixará o poder, após 16 anos.

Os resultados preliminares indicam que o CDU teve seu pior resultado já registrado nas regiões de Baden-Württemberg e Renânia-Palatinado (sudoeste da Alemanha) — com uma queda, respectivamente, de 4 e 5,8 pontos percentuais em relação aos resultados do partido no pleito de 2016.

O revés atual é visto como um desdobramento da pandemia do coronavírus e da insatisfação do público com a condução política.

Depois de sair bem durante a primeira onda da pandemia, a Alemanha enfrentou uma segunda onda mais dura, e ainda vive alta nas infecções. A vacinação (assim como em grande parte da Europa) ainda não ocorre no ritmo desejado, e autoridades não têm conseguido aliviar as restrições sanitárias.

Além disso, um escândalo envolvendo alegações de que políticos do CDU receberam comissões polpudas em troca de acordos de compra de máscaras pelo governo forçou a renúncia de vários deles.

O desempenho pífio no pleito regional surpreendeu e acendeu sinais de alerta em Berlim, a despeito da alta popularidade de Merkel, explica a correspondente da BBC na capital alemã, Jenny Hill.

“Líderes do partido sabem que vão chegar à eleição geral de setembro sem seu maior ativo: a própria Merkel”, explica Hill. “A popularidade dela permanece alta, mas há uma insatisfação crescente com o gerenciamento da pandemia pelo seu governo. Alguns temem que a CDU, que há apenas um ano previa-se que ganharia a eleição com uma maioria confortável para formar uma coalizão, possa até ser tirada do governo em setembro.”

Ainda é cedo, porém, para previsões concretas a respeito das próximas eleições, uma vez que ainda não se sabe quem será o candidato escolhido pelo CDU para concorrer. O nome mais provável é o do centrista Armin Laschet, novo líder do partido, mas o resultado deste domingo pode abrir espaço para outras figuras políticas, como Markus Söder, líder do partido “irmão” do CDU na Baviera, CSU.

Os resultados deste domingo

A Alemanha é um Estado federativo composto de 16 regiões. Sob esse sistema, há eleições para as legislaturas regionais e para o Parlamento nacional, o Bundestag.

Na região de Baden-Württemberg, estima-se que o Partido Verde fique com 32% dos votos e o CDU, com 24%.

Na vizinha Renânia-Palatinado, os sociais-democratas (centro-esquerda) devem vencer com 35%. O CDU aparecia na dianteira das pesquisas de opinião, mas deve ficar com apenas 27% dos votos.

“Não foi uma boa eleição para o CDU”, admitiu o secretário-geral do partido, Paul Ziemiak.

Os resultados pavimentam o caminho para eleições regionais entre os verdes, os sociais-democratas e o liberal Democratas Livres.

O líder dos verdes, Robert Habeck, disse que o partido quer aproveitar o bom momento para se fortalecer na campanha para o Bundestag.

Em entrevista à BBC, o parlamentar do CDU Kai Whittaker afirmou que os resultados de domingo foram decepcionantes. “Não podemos negar que há um risco de que estejamos perdendo o contato com o povo”, disse.

Fonte: Terra.com

Foto: ERNESTO BENAVIDES / AFP

Michelle Bachelet, Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, discursou na última quinta-feira (11) sobre a situação social venezuelana, sublinhando que infrações aos direitos humanos continuam a ocorrer no país e que a situação econômica do país deteriorou ainda mais.

O pronunciamento foi feito durante a 46.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos e começou destacando que ainda há denúncias sobre execuções extrajudiciais durante operações das forças de segurança.

“No começo de janeiro, pelo menos 14 pessoas morreram durante uma operação no bairro de La Vega, Caracas. Recordando os anúncios de reformas policiais, peço que se realizem investigações rápidas e independentes para garantir a prestação de contas, prevenir acontecimentos similares e pôr fim a esta prática”, disse a Comissária.

Bachelet recordou da situação econômica do país, bastante agravada com a pandemia, “desde setembro, o acesso a serviços básicos, como a assistência médica, a água, o gás, os alimentos e a gasolina, ficou ainda mais limitado pelo efeito da pandemia”. E também sublinhou que “segundo algumas organizações, o salário médio mensal estaria abaixo de 1 dólar, enquanto estima-se que a cesta básica subiu 1.800%”.

Essa situação dramática teria contribuído para, segundo ela, “gerar protestos sociais e agravar a situação humanitária”, além de colocar “um terço dos venezuelanos em situação de insegurança humanitária”.

“Nesse contexto, a assistência humanitária é ainda mais essencial. Preocupam-me as recentes iniciativas para impôr restrições indevidas à capacidade de atuações das ONG”, afirmou. A Comissária também apontou que documentou ao menos 15 casos de intimidação e assédio de jornalistas, além “declarações que condicionavam o voto ao acesso a programas sociais”.

Bachelet também afirma que “a nomeação do próximo Conselho Eleitoral Nacional é um teste para a credibilidade das próximas eleições” de governadores que estão previstas para este ano.

As preocupações com as futuras eleições são legítimas dado que, no final do ano passado, a eleição para o Legislativo nacional foi considerada fraudulentas para muitos países, inclusive o Brasil.

Reação do regime chavista

O chanceler do mandatário Nicolás Maduro, Jorge Arreaza, emitiu um comunicado afirmando que as declarações de Michelle Bachelet foram “desequilibradas” e repletas de “afirmações tendenciosas” e que vai “revisar a relação com o escritório da Alta Comissária na próxima renovação de compromissos”.

Para o representante da ditadura chavista “é muito preocupante que a alta comissária ceda à pressão de atores antivenezuelanos e faça declarações tendenciosas que estão longe da verdade, ecoando campanhas na mídia e apresentando especulações ideológicas como fatos”.

Entretanto, o constante cerceamento da imprensa pelo regime depõe contra a credibilidade da versão de Maduro, como Bachelet bem lembrou em sua pequena intervenção, “isso não contribui para apaziguar as tensões, muito pelo contrário”.

A presidente da Missão Internacional Independente das Nações Unidas para a Pesquisa de Fatos sobre Venezuela também apresentou perante o Conselho de Direitos Humanos uma atualização sobre seu trabalho no país e afirmou que sua equipe “continua a apurar os fatos e as circunstâncias dos supostos abusos e violações dos direitos humanos” na Venezuela e espera apresentar “conclusões sólidas” em setembro deste ano.

A missão, que foi constituída em 2019, disse em setembro do ano passado que o regime de Maduro incorreu desde 2014 em graves violações de direitos humanos e até mesmo crimes de lesa humanidade.

Gazeta do Povo

Matéria de jornal sobre a compra da TV pelos irmãos Batista, da J&F, caiu como uma bomba na internet

Quer pagar quanto? Família Marinho nega a intenção de se desfazer da mais poderosa emissora de TV do Brasil – 
Foto: Fotomontagem: Blog Sala de TV

Divulgadora do serviço de checagem ‘Fato ou Fake’, do Grupo Globo, criado para desmentir mentiras, a TV Globo virou notícia ao ser alvo de fake news. No sábado (13), a internet se alvoroçou com a informação publicada pelo ‘Correio da Manhã’ de que o canal seria vendido.

De acordo com o impresso carioca, o banco BTG Pactual seria o intermediador da negociação com o grupo J&F, dos irmãos Wesley Batista e Joesley Batista (este, marido da apresentadora Ticiana Villas Boas). O valor de compra da emissora seria de R$ 25 bilhões — no preço estariam incluídos veículos digitais ligados à TV.

Poucas horas depois, os envolvidos negaram a operação. “São absolutamente falsas as ilações publicadas hoje pelo jornal Correio da Manhã. Não há nem nunca houve qualquer intenção de venda do Grupo Globo por parte de seus acionistas”, diz nota da empresa de comunicação da família Marinho. O Pactual e a J&F também desmentiram a matéria.

De acordo com o ranking Brandz Brasil, divulgado em setembro de 2020, a marca Globo vale, sozinha, US$ 3.295 bilhões, o equivalente a R$ 18,3 bilhões. Está entre as seis mais valorizadas do País e tem cotação 10 vezes maior que a do SBT. Apesar do número impressionante, a Globo já valeu mais: em 2018, sua avaliação foi de US$ 4.318 bilhões, ou seja, R$ 24 bilhões em conversão de hoje.

O faturamento anual da TV líder em audiência no País girou em torno de R$ 10 bilhões em anos recentes. Desde 2019, o canal passa por um processo de reestruturação financeira a fim de cortar custos e aumentar a margem de lucro. Por isso, tantos contratos com artistas e jornalistas não foram renovados, e outros tiveram os valores reduzidos.

Fonte: Terra.com

REUNIÃO


Uma reunião foi convocada para tratar de assuntos relacionados a uma possível reprovação das contas do ex-prefeito Dr. Fernando. E para todos os presentes ficou muito claro que esse tipo de expediente não será aceito.

ADMITINDO A DERROTA


Uma perseguição nesse nível nada mais será do que um atestado de derrota, ou seja, Bob Filho sabe melhor do que ninguém que não fará um bom governo e para a sua reeleição ele teria que remover de seu caminho o ex-prefeito Dr. Fernando.

EXORCISMO


Os comentários de uma possível reprovação das contas do ex-prefeito Dr. Fernando, vêm ganhando força nas rodas de conversas políticas, mas, muitos observadores acreditam que para o Iluminado Denílson Gadelha tomar uma atitude como essa, só se o mesmo estivesse possuído por uma entidade maligna e essa mesma entidade possuísse também o restante de toda a Câmara, mas para muitos que gostam de ver o circo pegar fogo, o bom mesmo vai ser o exorcismo que todos terão que passar.

MINISTÉRIO PÚBLICO DE BRAÇOS CRUZADOS


Enquanto o Ministério Público fica de braços cruzados o nepotismo reina na Prefeitura Municipal de Macaíba. Uma lista contendo quase 30 nomes está sendo enviada para o MP que ficou de tomar as medidas cabíveis.

PREFEITO EMÍDIO CUMPRE PROMESSA DE CAMPANHA


Seguindo as orientações de Bob Filho, a Senhora Secretaria de Saúde “Toda Posuda” amplia os serviços de saúde do município e isso pode ser comprovado, pois flagramos um carro da saúde modelo Doblô placa QGS 4861, alugado a Secretaria Municipal de Saúde de Macaíba em Acari na sexta feira 05/03 em direção a Cruzeta por volta das 14:30. Posuda revolucionou e ampliou mesmo o sistema de saúde, pois enquanto existem carros indo para outros municípios está faltando carros para levar as vacinas para idosos no interior.

MACAÍBA NEWS FAZENDO FAKE NEWS


Jeferson Lazaro, mais conhecido por essa coluna como Bob Neto, é um verdadeiro desastre quando o assunto é tentar defender o governo, o rapaz foi em seu blog dizer que não tinha pagamento em aberto na TCL. Mas como não existia pagamento em aberto na TCL? Se não existia como eles conseguiram pagar no mesmo dia? Para alguns leigos essa conversa pode até colar, mas para quem trabalha no setor público sabe que para se fazer um pagamento como esse tem que existir um processo em aberto, o serviço já tinha sido faturado, estava apenas aguardando o pagamento na Controladoria ou na tesouraria, esperando a boa vontade do atual prefeito Bob Filho.

UMA VOZ NA ESCURIDÃO


O vereador Igor Targino, está sendo uma verdadeira voz na escuridão. O vereador vem cobrando mais transparência sobre alguns contratos milionários que a prefeitura vem fazendo sem licitação.

A confiança cega gerou prejuízo financeiro e decepção difícil de ser superada

Foto: Google

O esquema de desvio de dinheiro de um funcionário de confiança levou Milton Neves a passar mal ao vivo durante o ‘Terceiro Tempo’, na Band, em junho do ano passado. Ele tinha virado a madrugada anterior analisando as provas do golpe. Inicialmente calculado em R$ 2,5 milhões, o desfalque pode chegar a mais de R$ 12 milhões.

Foto: Google

Não se trata de um caso isolado no meio artístico. Vários famosos viveram um drama parecido. Com patrimônio de aproximadamente R$ 900 milhões, Xuxa disse recentemente que “poderia ser três vezes mais rica” se não tivesse caído em golpes de pessoas próximas. “Confiei demais”, admitiu à Veja. “Fui inocente, boba, burra mesmo.”

Foto: Google

Por acreditar nas boas intenções de uma funcionária, Ana Maria Braga assinava documentos sem ler. Tempos depois, se surpreendeu ao descobrir que a tal colaboradora se apropriou de 99% de sua empresa. Foram necessários 14 anos de briga na Justiça para a apresentadora do Mais Você provar que havia sido enganada e recuperar seus direitos.

Foto: Google

Da noite para o dia, Marília Gabriela perdeu as economias e os investimentos feitos ao longo de 17 anos. A jornalista havia atribuído a administração da quantia milionária a um advogado. Precisou recomeçar a vida financeira praticamente do zero — e lidar com a culpa de ter confiado em excesso.

Foto: Google

Atarefada, Deborah Secco pedia a uma empregada que pagasse a empreiteira responsável por uma reforma em sua casa. Entregava cheques de valor alto para depósito. Após alguns meses, a atriz tomou conhecimento da falcatrua: os pagamentos nunca haviam sido feitos. A funcionária descontava os cheques para ficar com o dinheiro.

Foto: Google

Outro episódio do gênero foi relatado alguns anos atrás pela revista ‘Consultor Jurídico’. O cantor e compositor Jorge Benjor perdeu cerca de R$ 3 milhões por conta de negociações de direitos autorais feitas por uma funcionária acusada de falsificar a assinatura do artista em documentos e receber pagamentos no lugar dele.

Foto: Google

No ano passado, Fabíola Reipert, do quadro A Hora da Venenosa, do Balanço Geral (RecordTV), relatou a dor de cabeça tida por Joelma com um admirador que virou funcionário. O rapaz foi acusado de embolsar parte do dinheiro arrecadado em leilões de roupas da cantora e com a emissão de carteirinhas de fã-clube da artista.

Foto: Google

Jurado do MasterChef Brasil, o chef Erick Jacquin virou vítima de uma ladra que se passava por babá. Contratada para cuidar dos filhos dele, a mulher com nome falso furtou um relógio suíço avaliado em R$ 20 mil, e o vendeu por R$ 600. A polícia informou que a acusada havia cometido crimes semelhantes em casas de outros ricos de São Paulo.

Foto: Google

No início de 2021, a imprensa de Hollywood noticiou golpe aplicado contra Kevin Hart. O personal shopper (consultor de compras) do comediante usava os cartões dele para fazer compras pessoais e sacar dinheiro em caixas eletrônicos. Ao longo de quatro anos, o prejuízo atingiu 1,2 milhão de dólares, cerca de R$ 6,6 milhões.

Fonte: Terra.com

Foto: Google

Durante a derrota do Paris Saint-Germain por 2 a 1 para o Nantes, um dos principais jogadores da equipe do PSG, Ángel Di María foi substituído após o diretor do clube, Leonardo, informar ao treinador que a família do jogador havia sido sequestrada.

O jogador argentino Ángel Di María recebeu, durante a partida entre Paris Saint-Germain e Nantes pelo Campeonato Francês, a notícia de que a sua família havia sido sequestrada em um assalto em sua casa, em Paris, capital da França.

Aos 60 minutos do confronto válido pela 29ª rodada, o diretor do PSG, o ex-jogador Leonardo, informou o treinador do time, Mauricio Pochettino, da situação. Dois minutos depois, a bola saiu e a substituição foi feita, com Leandro Paredes entrando no lugar do camisa 11.

Após a substituição de Di María, Mauricio Pochettino foi ao vestiário do Paris Saint-Germain e informou o jogador da situação. O jogador saiu de campo chorando.

Segundo o RMC Sport, de Paris, um roubo com sequestro também aconteceu na casa do zagueiro brasileiro Marquinhos. O jogador só soube da notícia após o jogo, e permaneceu em campo até o apito final

Em campo, o PSG perdeu para o Nantes por 2 a 1, e agora enfrenta o Lille pela Copa da França às 13:45h (de Brasília) desta quarta-feira.

Fonte: Lance

GRANDE PONTO

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Fonte: Blog do BG

“Ontem os bandidos mostraram para que vieram, foram mais de duas horas de tiros em diversos setores da cidade, principalmente nas ruas Areia Branca, Beco do Angelim e Baixa, além das balas os meliantes jogaram grampos nas ruas na intenção de atrapalhar a chegada dos policiais”.

Foto: Redes sociais

“A noite de terror foi intensa, bairros onde ninguém entrava e também não saiam, dezenas de carros da policia circulando nas imediações destas ruas”.

Foto: Redes sociais

“Qual o motivo de tanto terror? A incerteza da punição? A certeza que os gestores nada farão? O efeito das mentiras do prefeito? Pois ainda todos perguntam, onde estão as diárias operacionais prometidas na campanha pelo atual prefeito? Quando será implantada a Guarda Municipal que na campanha o prefeito tanto prometeu e que disse que resolveria em parte a criminalidade na cidade? Quando começarão a colocar as câmaras de vigilância já que as existentes não funcionam?”

A página do MacaibenseTodo no Instagram  denunciou que em sua postagem que: A cidade está entregue ao crime e as facções! Segundo o que se sabe, vários policiais da Delegacia de Policia adoeceram de Covid e a mesma está parada, ou seja NÃO FUNCIONA, até aí tudo bem, só que a Secretaria de Segurança do Estado não mandou ninguém para substituir os policiais doentes afastados.

Foto: Redes sociais

Com tudo isso acontecendo o prefeito que diga-se de passagem é aliado de primeira, segunda e terceira ordem da Governadora Fátima não se pronunciou, não cobrou de sua governadora o envio de policiais para que a delegacia não parasse, quer dizer que a amizade destes governos só servem para a distribuição de cargos?

Até quando o crime organizado estará livre para trabalhar dentro de Macaíba? Lembram-se o que diziam na campanha sobre isso? Será?

O monopólio da Petrobras lhe garante liberdade para manter a política criminosa de preços e a lorota de “lei de mercado”. Aliada à ganância de distribuidoras e a impostos, a estatal faz o preço da gasolina no Brasil ser 50% maior que nos EUA, onde vigora a verdadeira lei de mercado, com livre concorrência.

Enquanto os brasileiros estão pagando até R$6 na bomba, na Flórida o galão (3,79L) custa US$ 2,75, ou R$ 4,03 por litro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Inacreditavelmente, o preço da gasolina sofreu seis reajustes apenas em 2021 e acumula alta de 53% nas refinarias. Nas bombas, foram 16,7%.

A cada aumento, a Petrobras culpa o mercado internacional. Desde 2019 o preço nos EUA subiu 7,42%, mas no Brasil o preço médio subiu 16,3%.

A ganância de distribuidoras, que nada fazem além de trocar nota fiscal, e impostos fazem o preço sair de R$2,84 na refinaria para R$6 na bomba

Combustível renovável produzido há décadas pelo Brasil, o etanol sofre processo de sabotagem interna e segue aumentos baseados no petróleo.

DIÁRIO DO PODER

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