março, 2021 - Informativo Atitude - Page 23

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Em meio à pressão para a sua substituição, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse neste domingo (14), por meio de sua assessoria de imprensa, que segue à frente da pasta e que o presidente da República, Jair Bolsonaro, não pediu que entregue o cargo.

O ministro também negou que esteja doente. Segundo informações do jornal “O Globo”, Pazuello teria pedido para deixar o comando do ministério alegando problemas de saúde. Ele foi diagnosticado com Covid-19 no ano passado e ficou internado em razão da doença. Mesmo após se recuperar e retomar o trabalho, chegou a relatar a auxiliares próximos sentir fadiga e dores.

“Não estou doente, o presidente não pediu o meu cargo, mas o entregarei assim que o presidente pedir. Sigo como ministro da saúde no combate ao coronavírus e salvando mais vidas”, afirmou Pazuello, segundo mensagem publicada por sua assessoria em uma rede social.

A informação sobre a permanência de Pazuello e o seu estado de saúde foi reiterada em uma nota enviada à imprensa pelo Ministério da Saúde.

No comunicado, a pasta acrescenta “que Pazuello se encontra em perfeito estado de saúde e não há nenhum pedido de demissão do ministro ao presidente da República”.

O ministério confirmou ainda que o ministro participa de uma entrevista coletiva à imprensa nesta segunda-feira (15). Ele deve anunciar a conclusão do processo de compra das vacinas da Pfizer e da Janssen.

Desgastada, a atuação do ministro é criticada em razão do agravamento da crise sanitária no país causada pela pandemia de Covid-19.

Com informações do G1

Acabamos de receber a informação que já existem mais de 100 PMs, para muitas pessoas a polícia está fazendo uma verdadeira operação de guerra. Na Morada da Fé ninguém entra e ninguém sai. Muitos bandidos recuaram com a chegada do reforço.

A PM neste exato momento está fazendo um cerco gigantesco para tentar capturas os membros das facções que iniciaram o confronto.

O poder de fogo da das facções é tão grande, que o BOPE pediu reforço para entrar no Beco do Angelim e na Morada da Fé. Nunca ninguém viu tantos policiais em ação na cidade.

O clima ainda é extremamente tenso, podemos ouvir diversos tiros em áreas vareadas da cidade. Pela primeira vez a população atendeu o toque de recolher.

Segundo informações dezenas de policiais do BOPE, fecharam neste exato momento rua da Baixa. O número de viaturas e de policiais e de causar espanto.  De acordo com informações, os banidos colocaram vários grampos e cacos de vidro nas ruas para impedir que as viaturas entrem.

Veja alguns áudios.

BOPE EM CAMPO 

De acordo com alguns áudios o BOPE, entrou a pé na Morada da Fé e na rua do Baixa, mesmo com todos os tiros, as forças especiais de PM não se intimidaram.

MUITOS  GRAMPOS 

Ainda de acordo com alguns relatos, existem muitos grampos nas ruas da cidade é  tanto que a viatura do BOPE teve seus pneus furados.

QUEDA DE BRAÇO


A queda de braço entre o governo do estado e a Prefeitura de Natal continua, mesmo a prefeitura lançando um decreto que permite que bares e restaurantes funcionem no domingo, o governo Fatima e sua infinita intransigência fechou os restaurantes em Ponta Negra.

QUEDA DE BRAÇO II
Ainda houve uma reunião ente Álvaro e Fatima, mas a intransigência do governo Fatima falou, mas alto e não houve acordo.

SEM AJUDA


O governo Fatima não traçou nenhuma ajuda para bares e restaurantes do RN, apenas baixou um decreto que deve ser aceito por bem ou por mal pelo povo, que já sente os efeitos do decreto do governo do RN.

DESPREPARADA


O governo Fatima dá um show quando o assunto e despreparo, a socialista que prega o fechamento de tudo não se preparou para a segunda onda, deixando o Estado do RN em uma situação difícil e extremamente complicada.

DESEMPREGO DESENFREADO


O desemprego cresce no Estado de forma desenfreada, e os dados mostram isso, a única voz que se levanta contra o autoritarismo de Fatima é o prefeito Álvaro dias que tenta a todo custo, chegar ao um acordo com o governo.

PARA A PLATEIA


Todo o governo de esquerda os governadores trabalham para a plateia, foi assim na Argentina, que isolou mais de 86% das pessoas e começou a mandar ajuda, depois de algumas meses o governo argentino cortou o auxílio alegando que o país não tinha mais condições de manter, a moeda argentina desvalorizou e o pais mergulha em um caos social jamais visto.

SALVA PELO GOVERNO FEDERAL


O governo Fatima ainda não deu seu último suspiro devido as verbas mandadas pelo governo Bolsonaro, o Estado do RN recebeu milhões e milhões durante a pandemia.

CRUZOU OS BRAÇOS
Diferente de alguns governos que tenta a todo custo ajudar a população e até criaram uma espécie de auxílio para os trabalhadores, o governo Fatima trabalha apenas em um isolamento que destrói a economia deixando milhares de pais de família sem ter como levar o pão para seus filhos. Em resumo, essa é a realidade de uma esquerda doentia que prega apenas falsas promessas.

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (14). Foram mais 185 casos confirmados, totalizando 180.310. Até sábado (13) eram 180.125 infectados.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 3.919 no total, sendo 4 mortes registradas nas últimas 24h, Natal (03) e Mossoró (01).

A Sesap ainda registrou 35 óbitos ocorridos em dias ou semana anteriores, após a confirmação de exames laboratoriais. Até sábado (12), eram contabilizados 3.880 mortos. Óbitos em investigação são 835.

Casos suspeitos somam 56.861 e descartados 381.129. Recuperados são 127.103.

Manifestantes realizaram, neste domingo (14/3), uma carreata na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com críticas às medidas de restrições impostas pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB).

Os manifestantes se concentraram no Museu da República e deram uma volta na Esplanada. Em dois carros de som, eles criticavam o governador do DF, o PT e os ministros da Suprema Corte.

Diversos carros, motociclistas e ciclistas participaram da manifestação, com bandeira do Brasil penduradas, e muitos transeuntes estiveram no local.

Foto: reprodução/redes sociais

Bolsonaro não compareceu ao ato, mas usou as redes sociais para mostrar a manifestação realizada por seus apoiadores, na Esplanada. No vídeo compartilhado pelo presidente em seu perfil no Facebook, além do buzinaço, é possível ouvir uma pessoa gritando: “A solução é o povo na rua, pelo amor de Deus”.

https://www.facebook.com/watch/?v=1070481070126615

Beijing diz rejeitar uso de doses em ação geopolítica, mas usa avanço tecnológico veloz para alavancar liderança

Vacina Coronavac, produzida por farmacêutica chinesa, em registro de dezembro de 2020 (Foto: Divulgação/Marco Verch)

China tem rejeitado as acusações de ter “objetivos políticos” em sua distribuição de imunizantes contra a Covid-19. Nesta quarta (10), o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Zhao Lijian, foi enfático: “não fazemos diplomacia de vacinas”.

“Acreditamos que as doses são um bem público e buscamos enviá-las para o máximo de países possível. Isso é algo que todo o país desenvolvido deveria fazer”, afirmou, em registro do portal estatal China News.

Mas sempre há um objetivo, argumenta um relatório da tradicional revista norte-americana “Foreign Affairs”. Ao demonstrar sua capacidade tecnológica, a China pavimenta seu estratégico caminho rumo ao pódio da liderança global em saúde.

Como consequência, Beijing apresenta a “superioridade” de seu modelo autoritário de governança. “Os EUA não são páreo para a China em termos de concentração de poder para realizar grandes feitos”, disse um virologista chinês ao jornal “Global Times”, financiado pelo governo local, em março de 2020.

A narrativa de que não existe um movimento estratégico na criação da diplomacia das vacinas serve como resposta aos críticos que apontam um pragmatismo natural em sua distribuição – embora a questão geopolítica seja e sempre tenha sido fio condutor de decisões das potências globais.

No caso da vacina, moeda valiosa em todo o mundo após um ano de pandemia, os produtos feitos na China foram doados a 69 países para uso entre profissionais da saúde e populações de risco. Outras 28 nações negociam a compra das doses com preços abaixo dos valores de mercado.

Competição elevada

O regime autoritário da China certamente favoreceu o controle da pandemia, argumenta a “Foreign Affairs”. Além de permitir lockdowns draconianos para diminuir a circulação do vírus, o governo central mobilizou 22 institutos e empresas para trabalhar em 17 projetos de desenvolvimento de vacinas.

O país iniciou os testes clínicos de Fase 1 das doses já em fevereiro de 2020 – um mês após o início da pandemia em Wuhan. O apoio do governo permitiu às farmacêuticas um baixo custo para a produção das doses, movimento que pode elevar a China à categoria de player relevante na área de saúde em um espaço dominado pelos EUA e pela Índia.

O passo seguinte das farmacêuticas chinesas foi garantir a pré-qualificação da OMS (Organização Mundial da Saúde) para fornecer suprimentos médicos a organizações internacionais e fundos de doadores – algo inédito até então.

Já os imunizantes feitos no país, ao contrário de diversos concorrentes ocidentais, podem ser armazenados em uma faixa de temperatura fácil de alcançar em geladeiras de uso doméstico, dispensando freezers muito potentes.

O armazenamento simples faz com que as doses sejam as favoritas de países de média e baixa renda – mas também de nações abastadas, como os Emirados Árabes Unidos. Para a China, agora o desafio é garantir as entregas dos imunizantes nos prazos acordados nos contratos.

Profissional da saúde coleta amostra para teste à Covid-19 na cidade de Tianjin, ao norte da China, em novembro de 2020 (Foto: Xinhua)

Demanda doméstica

Em um país não democrático, não há pressão pública relevante contra o envio de uma parcela cada vez maior das vacinas ao exterior. No início do mês, Beijing havia comprometido dez vezes mais doses para o exterior que as 52 milhões administradas a seus cidadãos.

Para conter o vírus no país, a China deveria vacinar até 80% de sua população de 1,3 bilhão de habitantes. Um relatório da Economist Intelligence Unit, porém, aponta que a imunização deve chegar a 60% apenas no final de 2022.

Até lá, o governo usa as doses como ferramenta de soft power – medida útil na disputa contra os EUA e nas investidas contra águas territoriais de nações asiáticas no Mar do Sul da China.

Fonte: A Referência – Notícias Internacionais

Implantando 1.986 projetos de geração de energia solar aprovados com capacidade de geração de 28.264 Kv de Potência, nosso Rio Grande do Norte pode ser obrigado a parar tudo, até 2025.

Motivo: Falta de capacidade nas linhas de transmissão para escoar a energia gerada.

Operadora Nacional do Sistema (ONS) baixou portaria, suspendendo qualquer novo projeto para evitar em João Pessoa o mesmo que aconteceu com Macapá, em novembro, com desativação de todo sistema.

A proibição é para o RN e mais cinco Estados.

Vice-Presidente da Comissão de Energia da Câmara, o deputado Benes Leocadio, defende outro caminho: a instalação de novos transformadores nas áreas críticas, sem precisar frear o progresso.

Em 2019 o mercado de energia solar teve um crescimento no Brasil de 212%.

Roda Viva

Fonte: Robson Pires – o Xerife

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