Justiça - Informativo Atitude - Page 5

Categoria: Justiça

Supremo Tribunal Federal (STF) indicou, nesta segunda-feira (14/10), que a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não apresentaram uma proposta para reformulação do Portal da Transparência para rastreabilidade das emendas parlamentares.

O ministro Flávio Dino, do STF, determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) apresente uma proposta de reestruturação do Portal da Transparência com informações das emendas RP9 (de relator) e RP8 (de comissões). A reformulação deverá contar com dados disponibilizados pelo Executivo e do Legislativo.

No entanto, há entraves diante da falta de apresentação de informações por parte do Congresso Nacional a respeito das emendas parlamentares.

Dino ordenou ainda que o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) indique um plano de ação para a transparência de repasses dos fundos federais para os fundos dos municípios, dos estados e do Distrito Federal.

Sem a apresentação de informações, o STF determinou que o Legislativo se manifeste, em até 5 dias úteis, sobre o relatório da CGU e do plano do Ministério da Gestão.

Em agosto, o STF realizou uma audiência de conciliação entre representantes dos Três Poderes para definir regras para transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares.

O ministro indicou que os parlamentares poderão indicar apenas emendas para o estado pelo qual foi eleito, com exceção para projetos de âmbito nacional em que a execução ultrapasse os limites do estado do deputado ou senador.

Dino ainda estabeleceu que os restos a pagar das emendas RP9 e RP8 só ocorram mediante total transparência e rastreabilidade dos recursos oriundos do orçamento da União.

Fonte: Metrópoles

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes citou as eleições municipais de 2024 na decisão proferida nesta terça-feira (8/10 na qual o magistrado ordenou o desbloqueio imediato do X no Brasil.

Na decisão, Moraes admitiu que as eleições municipais pesaram na suspensão da rede social determinada por ele monocraticamente em 30 de agosto e posteriormente referendada pela Primeira Turma do Supremo.

O ministro afirmou que o X foi suspenso em meio à tentativa da plataforma de não se submeter ao ordenamento jurídico para instituir um ambiente de terra sem lei nas redes, “inclusive durante as eleições municipais”.

Moraes disse ainda que a rede social foi instrumentalizada por meio da atuação de grupos extremistas com massiva divulgação de discursos antidemocráticos, “inclusive no período que antecede as eleições municipais”.

Igor Gadelha – Metrópoles

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar, à 0h desta segunda-feira (2/9), a ordem do ministro Alexandre de Moraes para o bloqueio do X no Brasil. Os integrantes da 1ª Turma da Corte têm até as 23h59 de hoje para referendar ou não a deliberação de Moraes.

Até às 6h30, Moraes havia apresentado voto, referendando sua decisão, e Flávio Dino concordou com ele. A tendência é que a maioria do colegiado confirme o bloqueio. Além de Moraes e Dino, votam os ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux e Cristiano Zanin.

No voto, Moraes lembra que os responsáveis pela empresa insistiram nos “reiterados, conscientes e voluntários descumprimentos das ordens judiciais e no inadimplemento das multas diárias aplicadas”.

Metrópoles

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar na madrugada desta segunda-feira (2) se confirma ou não a decisão do ministro Alexandre de Moraes que suspendeu o funcionamento do X no Brasil.

O julgamento será no plenário virtual do STF e os ministros terão até 23h59 do mesmo dia (segunda) para inserirem os votos no sistema eletrônico.

Além de Moraes, também votam os ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Desde abril, o bilionário Elon Musk, dono do X, tem descumprido várias ordens do ministro Alexandre de Moraes de bloquear contas de investigados pelo STF, acusados de afrontar a democracia e a legislação brasileira.

Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo

O Itamaraty colocou sob sigilo de cinco anos os seis ofícios que enviou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre as eleições presidenciais na Venezuela. A posição da diplomacia brasileira foi enviada à equipe da coluna após o pedido para obter os documentos via Lei de Acesso à Informação.

A reportagem solicitou os ofícios após revelar que o governo Lula pressionou o TSE a enviar servidores para acompanhar in loco a tumultuada eleição presidencial venezuelana. O tribunal depois recuou e não enviou seus funcionários.

O resultado da eleição não é reconhecido pela maioria da comunidade internacional até hoje por conta da postura do governo Maduro de não divulgar publicamente as atas com os números de cada seção eleitoral, o que permitiria uma verificação por instituições independentes não controladas pelo chavismo.

Os seis ofícios do Itamaraty enviados ao TSE vieram da divisão de Colômbia, Guiana, Suriname e Venezuela do Itamaraty e foram classificados como “reservados” (com sigilo de cinco anos) pelo embaixador João Marcelo Galvão de Queiroz, diretor do Departamento de América do Sul do Itamaraty. Em todos os casos, as razões para a classificação estão escondidas sob uma tarja preta.

Malu Gaspar – O Globo

Foto: Reprodução/Instagram

O ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, órgão criado no TSE, afirmou que teme alguma retaliação do ministro Alexandre de Moraes. Perito em crimes cibernéticos, Eduardo Tagliaferro era responsável pela apuração e elaboração de relatórios encomendados por Alexandre de Moraes.

“Dr. Kuntz [advogado] tem essa preocupação. Ele defende outras pessoas em casos conduzidos pelo ministro Alexandre e alguns de seus clientes já passaram uma temporada presos, mesmo sem a concordância da Procuradoria Geral da República. Caso isso aconteça, na visão dele, seria mais uma oportunidade em que, infelizmente, o ministro demonstraria que se afasta ao respeito das leis e da história de compromisso do supremo com as garantias constitucionais”, afirmou Tagliaferro.

Ele acrescentou: “Compareci quando fui chamado, dei todos os esclarecimentos, tenho residência fixa, trabalho com perícias para diversos tribunais do País, não faz sentido algum atrapalhar as investigações e tenho interesse que os responsáveis pelo vazamento do meu telefone e a sua consequente inutilização sejam identificados e responsabilizados. Mas, apesar disso tudo, tenho medo sim”.

CNN Brasil

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Uma ala do Supremo Tribunal Federal e integrantes da Procuradoria-Geral da República defendem que o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes deixe a relatoria do inquérito que apura o vazamento de mensagens trocadas entre servidores da corte e do Tribunal Superior Eleitoral.

Um ministro do STF relatou à CNN ver duas situações: que Moraes saia da relatoria ou conduza a apuração com maior discrição. Essa fonte avalia porém essa hipótese cono improvável pelo próprio estilo de Moraes.

O motivo apontado como justificativa é que Moraes é vítima do vazamento e não seria correto ele conduzir investigação nessa condição. Além disso, no limite, ele poderia ser também um potencial denunciado caso se verifiquem irregularidades nas revelações feitas pelo jornal Folha de S.Paulo.

Há incômodo em parte da corte com a exposição que o caso colocou o STF. Um ministro citou à CNN o episódio em que a condução dos inquéritos de Moraes virou alvo de críticas no Congresso dos Estados Unidos.

Na Procuradoria-Geral da Republica, procuradores também relataram à CNN que Moraes deveria deixar a relatoria e repetir o que fez na investigação que apurou ofensas a ele e sua família no aeroporto de Roma.

A posição de uma ala do STF e de integrantes da PGR porém não é unânime. Uma fonte da corte relatou à CNN não ver problemas em Moraes conduzir a investigação. Segundo essa fonte, nesta fase não há diferença entre quem conduz o inquérito e que o debate principal se dará a partir do oferecimento de eventual denúncia.

CNN Brasil

Foto: Andressa Anholete/SCO/STF

A Folha revelou nesta quarta (13) que o gabinete do ministro Alexandre de Moraes se valeu de mensagens privadas no aplicativo WhatsApp para simular a produção de relatórios que, mais tarde, seriam usados por ele mesmo para embasar ações contra expoentes do bolsonarismo golpista.

Nos autos, o órgão de combate à desinformação levantava de forma espontânea supostas ameaças ao regime democrático, como se imagina o Estado democrático de Direito. Na prática, as supostas ameaças eram farejadas pelo próprio magistrado. É como se Moraes escrevesse: baseado nas evidências colhidas por mim mesmo e por mim mesmo já recriminadas de imediato, decido.

Fonte: Folha de São Paulo

Foto: Câmara dos Deputados

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (25) pedido do ex-deputado federal Daniel Silveira de progredir para o regime semiaberto de prisão.

Silveira foi condenado pelo STF a oito anos e nove meses de prisão pelos crimes de tentativa de impedir o livre exercício dos poderes e coação no curso do processo ao proferir ofensas e ameaças contra os ministros da Corte.

Segundo Moraes, Silveira não pagou a multa de aproximadamente R$ 247 mil, definida durante a condenação. O ministro também negou pedido para usar R$ 624 mil bloqueados nas contas do ex-parlamentar para compensar o pagamento.

 

“Assim, inviável o deferimento da progressão de regime prisional pretendida pela defesa sem que haja o efetivo pagamento da pena pecuniária fixada, até porque o executado, como já dito, não cumpriu o requisito objetivo, tampouco adimpliu com a pena de multa ou comprovou situação clara de hipossuficiência”, decidiu o ministro.

Em maio do ano passado, Moraes determinou a execução imediata da pena de Daniel Silveira. A medida foi tomada após o Supremo anular o decreto de graça constitucional concedido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao então deputado federal para impedir o início do cumprimento da pena.

Defesa

A defesa de Daniel Silveira argumenta que ele está ilegalmente no regime fechado e tem direito à progressão. Segundo o advogado Paulo César de Farias, Silveira já cumpriu 849 dias de prisão.

“Portanto, hoje, 23/07/2024, [data da petição] o requerente está há 50 dias preso além do prazo legal determinado pelo relator”, afirmou a defesa.

Fonte: Agência Brasil

Na última quinta-feira (4) veio à tona a notícia do indiciamento de Jair Bolsonaro, ex-presidente da República, pela venda de joias e outros objetos valiosos que pertenciam ao acervo presidencial.
O incidente despertou a fúria por parte do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo relatos, o ministro só teria tido conhecimento do indiciamento através dos mídia, sem receber qualquer comunicação oficial prévia por parte da Polícia Federal.
De acordo com informações que circularam, a causa principal da irritação de Alexandre de Moraes seria um erro técnico no envio do relatório do inquérito. O documento, que deveria chegar ao STF tanto em meio físico quanto digital, enfrentou problemas com o envio por e-mail devido ao tamanho do arquivo. Esse imprevisto teria impedido que o ministro fosse notificado apropriadamente antes que a notícia fosse veiculada pela imprensa.
Na sequência dos eventos, após a descoberta do erro de envio, a Polícia Federal agilizou o processo de entrega do relatório físico, que foi protocolado no STF normat na manhã de sexta-feira (5). Um novo e-mail, desta vez sem falhas técnicas, foi enviado e devidamente recebido pelo gabinete do ministro Alexandre de Moraes.
Com informações de Terra Brasil Notícias

Fonte: Portal Grande Ponto

Verified by MonsterInsights