janeiro, 2021 - Informativo Atitude - Page 5

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COMEÇOU ERRADO


Quem começou com o pé esquerdo na secretaria de cultura foi Ailton Mangabeira e o seu subsecretario Anderson Tavares, após assumirem a Casa de Cultura de Macaíba, jogaram no lixo um grande acervo de fotos históricas, várias pessoas ficaram revoltadas e indignadas com a atitude do novo secretário que não teve respeito por várias figuras históricas como Zé Batata e Nerivaldo Monteiro. Pessoas que simpatizam com a cultura local, como foi o caso do Poeta, foram tirar satisfação após resgatar do lixo várias fotos antigas. Veja abaixo algumas fotos resgatadas que foram jogadas no lixo.

AUMENTAM AS ESPECULAÇÕES


Com a falta de um anúncio para o seletivo ou a divulgação que será mantido o antigo, aumentam as especulações que será mesmo contratada uma cooperativa para a contratação de professores para darem aulas no município.

SEM PREVISÃO

O concurso de Macaíba segue sem previsão, só lembrando que em todo o estado o coronavírus está sob controle, mas o novo decreto do atual prefeito foge totalmente da realidade, mostrando que isso é mais uma desculpa que serve como pano de fundo para a não realização do concurso.

COLOCANDO NA BERLINDA


Uma articulação, diga-se de passagem maldosa, está tentando colocar o vice-prefeito Netinho França no processo de fritura. Foi divulgado em um site local que Netinho teria nomeado várias pessoas para diversos cargos, mas segundo interlocutores o atual vice-prefeito não nomeou nem um terço do que foi acordado.

EU NÃO QUERO ME QUEIMAR SOZINHO


Segundo nossas fontes, Bob Filho está passando por um grande processo de fritura, o problema é que só ele está passando. Mas o vice não está sendo afetado pelas críticas que o atual prefeito vem sofrendo nas ruas e nas redes sociais. O mesmo já teria dito que não queria se queimar sozinho. Poucas horas depois sai uma nota mostrando uma força que o vice-prefeito não estaria tendo, que seria a nomeação do seu grupo político.

ALIVIO


Ontem depois de uma grande correria o prefeito Bob Filho anunciou que seguirá o cronograma de pagamentos feito pelo antigo gestor Dr. Fernando, o anuncio foi feito pelo próprio Bob, nas redes sociais. Dava para ver a cara de alivio do novo prefeito quando fez o anuncio.

ESCALANDO O MESMO TIME
Para cumprir a missão da folha foi escalada a chefe do setor pessoal da antiga gestão para assumir o mesmo posto e outras pessoas do setor de RH tiveram que ser nomeadas. Todos são excelentes profissionais que salvaram a pele de Bob Filho, no que diz respeito a salário em dia.

Até as 08:00 teremos 5% de probabilidade de chuva rápida. O tempo estará parcialmente nublado e a temperatura terá uma variação de máxima de 31º e mínima de 24º, a sensação térmica rondará os 31º e a umidade do ar ficará em 76% os ventos SSE 13km/h e o índice UV 4 de 10.

O racha no DEM, partido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ), expõs uma crise na candidatura do seu apadrinhado, Baleia Rossi (MDB-SP), ao comando da Casa. Enquanto isso, seu principal rival, o líder do centrão, Arthur Lira (PP-AL), amplia sua base de apoio após dissidências. Em uma reunião fechada ocorrida nesta terça-feira (26), Maia manifestou insatisfação com o presidente nacional do DEM, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, em um reflexo da dificuldade interna da legenda de se unir em torno de Baleia.

Maia chegou a dizer que o DEM corre o risco de ganhar um apelido dado ao PT no passado, o de “partido da boquinha”. A reunião ocorreu pela manhã, no Palácio da Cidade, sede da Prefeitura do Rio de Janeiro, e teve a presença do prefeito Eduardo Paes (DEM) e de deputados federais de vários partidos, da esquerda e da direita. Maia tenta emplacar Baleia como seu sucessor, mas enfrenta o favoritismo, até agora, de Lira, candidato chancelado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e que vem conseguindo apoio público inclusive de deputados do DEM.

A eleição para a renovação do comando da Câmara ocorrerá na próxima segunda-feira (1º), às 22h. De acordo com relatos obtidos pela Folha, Maia demonstrou em sua fala na reunião insatisfação por ACM Neto não ter usado sua influência para impedir as manifestações públicas de apoio a Lira por parte de integrantes do DEM da Bahia.

Na última segunda-feira (25), Lira foi a Salvador e se reuniu com ACM Neto e com um grupo de deputados do estado, entre eles cinco do DEM. O presidente da Câmara disse aos parlamentares ter telefonado para ACM Neto e afirmado que se o partido se render a cargos e emendas ao orçamento oferecidos pelo governo Bolsonaro e por Lira pode virar o “partido da boquinha”. Maia confirmou à Folha ter usado a expressão, mas disse que ela não foi uma crítica a ACM Neto.

“O que eu disse é que já tinha gente preocupada que o partido tivesse passando uma imagem de que estava negociando cargo e emenda por voto. Um amigo meu, que é admirador do DEM, falou isso. E eu alertei isso ao presidente do partido. E o Neto me garantiu que o partido vai ficar com o Baleia. E que vamos garantir o [apoio ao] bloco [de Baleia Rossi] e, depois do bloco, vamos garantir os votos do partido, mais de dois terços dos votos”, disse Maia.

A expressão foi usada em 1999 pelo então governador do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho, (à época no PDT), que disse que o ex-aliado PT deveria mudar de nome no Rio, para PB (Partido da Boquinha). “Eles têm mais de 200 cargos no meu governo e estão querendo mais.” ACM Neto afirmou que não iria responder as declarações do colega de partido.

“Eu não vou debater pela imprensa, nem com quem pensa de uma forma ou de outra. Não vou ficar alimentando questões internas de divisões de opiniões pela imprensa. Isso tem de ser tratado internamente com quem de direito, que são os parlamentares”, disse o ex-prefeito de Salvador.

Por ora o DEM está formalmente no bloco de apoio a Baleia, mas Lira tenta ampliar as dissidências. A ideia dos parlamentares infiéis é registrar no dia da eleição uma lista com a assinatura da maioria dos integrantes da bancada em apoio ao candidato de Bolsonaro.

Um dos principais líderes da rebelião interna pró-Lira é o deputado Elmar Nascimento (BA), que tem um indicado seu na Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e que foi preterido por Maia na escolha do candidato à sua sucessão.

Pelos cálculos do bloco de Lira, devem votar no deputado do PP parlamentares como Arthur Maia (BA), Carlos Gaguim (TO), Luiz Miranda (DF) e Paulo Azi (BA). Segundo deputados do partido, caso ocorra a migração, foi sinalizado à legenda um posto na Mesa Diretora.

“O doutor Rodrigo Maia deveria ter mais respeito pelas pessoas que têm posição diferente das dele. Porque se ele está se referindo a ‘boquinha’ como cargo no governo, quero saber se foi boquinha quando ele indicou o sr. Rodrigo Sergio Dias no governo Bolsonaro”, afirmou Arthur Maia, se referindo a um aliado do presidente da Câmara indicado para o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), mas que acabou exonerado pelo então ministro da Educação, Abraham Weintraub, em janeiro de 2020.

“Nós estamos esperando que o partido tome a decisão orgânica de entender que eles [grupo de Maia] não possuem dois terços. Quem possui é o grupo que vai votar no Arthur Lira”, afirmou à Folha Luiz Miranda (DEM-DF).

Segundo ele, ACM Neto tem afirmado que não vai interferir na disputa. “Em nenhum momento, ele [ACM Neto] pediu para eu votar, por exemplo, no Baleia. Nunca. Ele deixou eu fazer o meu papel.”

O DEM tem 29 dos 513 deputados. Para vencer a eleição, que é secreta, é preciso de mais da metade dos votos dos presentes.

O grupo oficial de apoio a Baleia é formado por 11 partidos, que somam 238 deputados. Lira tem apoio formal de 11 siglas, que somam 259 parlamentares. O voto secreto abre espaço para traições.

Maia afirmou ainda na reunião na Prefeitura do Rio que o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ), cassado em 2016 e hoje em prisão domiciliar, está atuando em favor da candidatura de Lira.

O atual presidente da Câmara foi aliado de Cunha até 2016, mas se afastou após ser preterido pelo emedebista na indicação para o cargo de líder do governo na Casa. Lira também foi aliado próximo de Cunha no período em que o emedebista comandou a Câmara.

De acordo com a avaliação feita por Maia aos parlamentares, o apoio majoritário da esquerda está garantido ao emedebista. O problema, disse, está no próprio DEM e no PSDB do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Como mostrou o Painel, FHC disse em mensagem encaminhada para o grupo de WhatsApp da bancada que trair a decisão da legenda e votar em Lira é dar adeus às expectativas de ganhar a eleição presidencial de 2022. Isso porque, em sua análise, ninguém confiaria mais na palavra dos tucanos. O PSDB tem 33 deputados.

Nos bastidores, ACM Neto e seus aliados mais próximos têm dito que não interferiram explicitamente para barrar o anúncio público de traições no partido com o objetivo de não prejudicar a candidatura à presidência do Senado de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), que tem o apoio do atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e de Bolsonaro.

Segundo essa tese, o governo e o PP poderiam retaliar Pacheco caso houvesse interferência de ACM. Por outro lado, integrantes da campanha de Baleia ainda apostam que ACM entrará em campo na reta final para ao menos garantir que o partido fique formalmente no bloco do emedebista. Para isso ocorrer, porém, o ideal seria que o MDB do Senado abrisse mão da candidatura de Simone Tebet (MDB-MS). Se fizesse isso, Pacheco não precisaria mais do apoio do PP e os dirigentes do DEM teriam mais liberdade para influenciar a bancada na Câmara.

Parlamentares apontam uma série de fatores para explicar o racha no partido de Maia. O primeiro é o fato de Alcolumbre creditar a Maia o fracasso na tentativa de obter aval jurídico para sua reeleição ao comando do Senado. No terceiro mandato consecutivo, enquanto Alcolumbre está no primeiro, Maia teria flertado com a possibilidade de ser reconduzido mais uma vez. A essa postura é atribuída parte da derrota dele e de Alcolumbre no Supremo Tribunal Federal, que barrou a hipótese de eles buscarem a reeleição.

Alcolumbre não fala com Maia desde dezembro. Pesa ainda o fato de os parlamentares terem cargos no governo e o Planalto ameaçar retaliação, exonerando seus indicados. Segundo cálculos do governo, o DEM tem hoje ao menos 16 indicados em postos federais. “Espero ter a maioria do DEM e mais alguns partidos que não compõem ainda o nosso bloco”, disse Lira nesta terça-feira. Além do DEM, ele busca o Solidariedade.

A disputa pela presidência da Câmara tem movimentado intensamente o mundo político, pois o resultado do próximo dia 1º terá o poder de moldar de forma expressiva o cenário político futuro. Além de definir qual é a pauta de votações, o presidente da Câmara é o segundo na linha sucessória da Presidência da República e, entre seus poderes, tem nas mãos a responsabilidade de definir monocraticamente se dá ou não sequência a um pedido de impeachment contra o chefe do Executivo —há, hoje, 56 peças aguardando análise.

Maia irá encerrar um período de quatro anos e meio como presidente da Câmara, tendo derrotado o centrão em duas das três eleições de que participou. Na última, em 2019, ele teve o apoio do grupo. Atualmente, o deputado tem adotado uma linha de forte oposição a Bolsonaro. Caso Lira vença, o presidente da República terá, pelo menos nesse início, um aliado no comando da Câmara.

FOLHAPRESS

Foto: GUSTAVO MORENO/ESPECIAL METRÓPOLES

Menos de 10 dias após o começo da vacinação contra a Covid-19 em caráter emergencial no Brasil, o Ministério da Saúde decidiu mudar o plano de imunização. Em documento publicado na segunda (25/1), os grupos nos quais estavam discriminadas as prioridades foram substituídos por apenas um.

O grande grupo conta com cerca de 77 milhões de pessoas. “Optou-se pela priorização de: preservação do funcionamento dos serviços de saúde, proteção dos indivíduos com maior risco de desenvolvimento de formas graves e óbitos, seguido da proteção dos indivíduos com maior risco de infecção e a preservação do funcionamento dos serviços essenciais”, diz o documento.

Composto por profissionais da saúde, idosos e deficientes institucionalizados e indígenas aldeados, o primeiro grupo segue sem alterações. O que muda são os seguintes, que não estarão mais divididos por ordem de prioridade. O plano do governo consiste em adaptar a fila conforme a disponibilidade de doses, definindo quem serão os próximos a partir do quantitativo de imunizantes.

Além das prioridades já previstas na versão anterior do plano, foram adicionados os trabalhadores industriais e portuários. A nova versão detalha os serviços considerados essenciais: os de transporte coletivo e rodoviários de carga (metroviário, ferroviário, coletivo rodoviário de passageiros, transporte aéreo e aquaviário, caminhoneiros, trabalhadores portuários e industriais). Pessoas com síndrome de Down também foram incluídas como indivíduos com fatores de risco.

As gestantes poderão ser imunizadas, desde que liberadas por médico que prescreva a vacina. O documento também faz ponderações quanto a pessoas transplantadas e com doenças reumáticas.

Confira a lista completa de populações prioritárias:

Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas;

Pessoas com deficiência institucionalizadas;

Povos indígenas vivendo em terras indígenas;

Trabalhadores de saúde;

Pessoas de 60 anos ou mais;

Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas;

Povos e comunidades tradicionais quilombolas;

Pessoas com comorbidades;

Pessoas com deficiência permanente grave;

Pessoas em situação de rua;

População privada de liberdade;

Funcionário do sistema de privação de liberdade;

Trabalhadores de educação;

Forças de segurança, salvamento e Forças Armadas;

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros;

Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário;

Trabalhadores de transporte aéreo;

Trabalhadores de transporte de aquaviário;

Caminhoneiros;

Trabalhadores portuários; e

Trabalhadores industriais.

Metrópoles

 eO ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha lança nos próximos meses o livro “Tchau, Querida”, no qual promete fazer revelações bombásticas sobre o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Entre seus principais alvos está o também ex-presidente Michel Temer. Segundo Cunha, sem a atuação dele, “não teria havido impeachment”. As informações são da coluna de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.

Além dos “detalhes inéditos e minuciosos” sobre a luta de Temer para derrubar Dilma, a obra de Cunha também mira em dois personagens: o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e Baleia Rossi (PMDB-SP).

De acordo com ele, o atual presidente da Câmara foi, além de articulador, “um dos principais militantes” pelo impeachment, buscando “os holofotes dessa participação”. “Não tinha limites para a sua ambição e vaidade”, disse. Ler mais…

O ministro Paulo Guedes (Economia) defendeu nesta segunda-feira (25) a vacinação em massa, dizendo que esse será um fator decisivo para o retorno seguro da população ao trabalho e para o desempenho da atividade em 2021.

“Nesse terceiro ano [de governo] o grande desafio é a vacinação em massa. Espero que todos auxiliem esse processo”, afirmou em breve comentário sobre os dados da arrecadação federal. “A vacinação em massa é decisiva, e um fator crítico de sucesso para o bom desempenho da economia logo à frente”, disse.

O ministro parabenizou envolvidos em esforços de vacinação como a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o Instituto Butantan, além da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), das Forças Armadas (que fazem parte da logística dos imunizantes) e dos profissionais de saúde.

REUNIÃO


De acordo com algumas informações que chegam ao nosso site, uma reunião entre o grupo do vice-prefeito Netinho França foi marcada para a noite de ontem com o atual prefeito Bob Filho (Emídio Junior), o encontro visava acalmar os ânimos entre os apoiadores de Netinho, que questionam a falta de espaço que foi prometido ao grupo na prefeitura.

TENTANDO MINIMIZAR


O atual vice-prefeito vem tentando minimizar o desgaste com o seu grupo, desgaste esse que estaria sendo promovido pela falta de compromisso do atual prefeito, Bob Filho.

INEGÁVEL


A vitória de Emídio foi algo meteórico, não podemos deixar de salientar também o número de votos que deu uma grande abrangência a sua vitória esmagadora. Mas, o que não pode ser negado também é o fato do seu desgaste político que está extremamente alto nas ruas e também nas mídias sociais.

FECHANDO OS OLHOS

A esquerda de Macaíba fecha os olhos quando o assunto é o concurso municipal, o silêncio do partido vem através de uma secretaria para seu presidente a nível municipal, Cicero Militão que assumiu a Secretaria de Agricultura.

VAI TER ÔNIBUS PARA OS UNIVERSITÁRIOS


Os universitários já podem comemorar, pois com certeza vai ter ônibus para todos este ano, pois quando era vereador, Bob Filho (Emidio Junior) gritava aos quatro cantos de Macaíba a importância deste transporte gratuito para os universitário e a falta de sensibilidade da antiga gestão.

VIOLÊNCIA CRESCE EM MACAÍBA


A violência vem crescendo em Macaíba de forma assustadora, mais o atual prefeito que tinha a solução para diminuir o problema ainda permanece em silêncio. Só essa semana a bandidagem fez a festa com arrastões em casas, e assaltos em diversos locais da cidade. Mas até agora o atual prefeito Bob Filho (Emídio Junior) ainda não se pronunciou a respeito das diárias operacionais. Afinal o jovem prefeito tem um estudo profundo a respeito disso.

ELOGIADO


O novo secretário de trânsito está sendo bastante elogiado pela população em geral. De fácil acesso e extremante atencioso, Carlinhos vem se destacando como o Mister Simpatia entre todos os secretários da atual gestão.

VIGIADA


A secretária de educação Maria José pode estar sendo impedida de exercer suas funções e mostrar todo o seu potencial à frente da Secretaria de Educação, pois de um lado existe Silva Junior que é o subsecretario e primo do atual prefeito, que sempre sonhou em ser o titular, e do outro lado temos “Meu Precioso” (Mario Henrique) que assumiu um cargo de gerência na educação, mas para mostrar serviço só estaria se reportando ao prefeito.

RECLAMAÇÃO


Muitos vereadores estão reclamando da falta de espaço na atual gestão do prefeito Bob Filho, às queixas dessa falta de atenção já chegou ao nosso “Iluminado” e atual presidente da Câmara, Denílson Gadelha.

 

País tem infraestrutura e cientistas experientes, mas falta verba para fazer uma ampla vigilância genômica do Sars-CoV-2 – Foto: SCIENCE PHOTO LIBRARY / BBC News Brasil

No dia 10 de janeiro de 2021, o Japão notificou o Brasil de que quatro viajantes com sintomas de covid-19 que desembarcaram em Tóquio vindos do Amazonas estavam infectados com uma nova variante do Sars-CoV-2.

Segundo as autoridades sanitárias japonesas, a nova cepa continha 12 mutações, entre elas uma alteração na proteína que permite a entrada do vírus nas células humanas — e que foi observada em novas linhagens identificadas no Reino Unido e na África do Sul possivelmente mais contagiosas.

O Brasil sequenciou em tempo recorde o primeiro genoma do coronavírus que circulava no país — cerca de 48 horas após a confirmação do primeiro caso, em 26 de fevereiro.

Quase um ano depois, o país tem estrutura e pessoal qualificado, dizem os cientistas, mas não possui recursos para fazer uma vigilância genômica que acompanhe em tempo real as mutações do vírus.

O virologista Felipe Naveca, pesquisador do Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), referência na análise genômica no Amazonas, onde foi identificada a variante que tem preocupado especialistas, afirma que não existe uma rotina diária de sequenciamento genético na região.

“Para fazer isso teríamos que ter uma equipe dedicada só ao sequenciamento, com automação e investimentos muito maiores do que há hoje”, diz ele.

“Caso contrário, todo o recurso acabaria em 3 meses, quando a nossa proposta é sequenciar durante o maior tempo possível e mostrar as mudanças ao longo desse tempo.”

Em paralelo ao processamento de diagnósticos de testes de PCR, também feito no instituto, a equipe sequencia 96 genomas de alta qualidade a cada duas ou três semanas.

A África do Sul, que tem cerca de um quarto da população brasileira e tem sido considerado um exemplo bem sucedido de vigilância, sequencia entre 50 e 100 genomas de coronavírus por semana.

O Reino Unido faz cerca de 10 mil sequenciamentos por semana e se prepara para dobrar esse número nos próximos meses. O país tem de longe a maior capacidade de processamento, respondendo por cerca de 200 mil entre os 400 mil genomas compartilhados por cientistas de todo o mundo na plataforma Gisaid.

Concorrência entre sequenciamento e exames de PCR

Não existem dados consolidados sobre o volume sequenciado por semana no país ou a capacidade de processamento.

Existem algumas iniciativas que caminham em paralelo — uma delas é a rede genômica da Fiocruz, que conta com instituições em 11 Estados e analisa amostras de todo o país.

A chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Marilda Siqueira, que atua como Centro de Referência Nacional em vírus respiratórios junto ao Ministério da Saúde, afirma que os laboratórios da rede têm realizado sequenciamentos desde o início da pandemia — uma expertise que vem em parte da vigilância genômica do vírus influenza feita há anos pelo grupo.

Fila para vacinação de indígenas em Tabatinga, no Amazonas 19/01/2021 REUTERS/Adriano Machado – Foto: Reuters

A crise enfrentada pelo sistema de saúde amazonense, causada pela severa segunda onda de covid-19, levou os governadores dos demais Estados a fecharem um acordo para abrir mão de doses de vacinas contra o coronavírus que iriam receber nos próximos lotes do Ministério da Saúde em prol do Amazonas, para tentar controlar o espalhamento da doença no Estado.

A ideia aprovada pelos governadores, de acordo com o coordenador de saúde do Fórum de Governadores, Wellington Dias (PI), é que um percentual de 5% das futuras doses previstas das vacinas CoronaVac e AstraZeneca seja separado para o Estado, o que representaria cerca de 300 mil doses.

O Brasil deverá ter liberados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda nesta sexta um lote adicional de 4,8 milhões de doses da CoronaVac que estão prontas para serem distribuídas. Além disso, deve chegar no final da tarde da Índia um lote de 2 milhões de doses da AstraZeneca.

“Tivemos aprovação por parte dos governadores para que na distribuição desse novo lote de vacinas de mais de 6 milhões de doses a gente possa tirar uma fatia maior, cerca de 5%, para que a gente possa viabilizar a vacinação em Manaus e nesses municípios mais afetados, inclusive na divisa com outros Estados”, disse Wellington em vídeo distribuído por sua assessoria.

O Amazonas enfrenta uma segunda onda da pandemia com aumento exponencial no número de casos, internações e mortes, o que levou a mais um colapso do sistema de saúde. Na semana passada, acabou o oxigênio dos hospitais, levando a mortes de pacientes por asfixia.

A discussão foi travada pelo grupo de governadores no WhatsApp na noite de quinta-feira e teve apoio unânime, segundo Dias.

“Amigo Wellington e demais governadores, nossa situação é de fato muito preocupante e logo irá atingir outros Estados. Agradeço o apoio nesse sentido”, escreveu aos colegas o governador do Amazonas, Wilson Lima, em mensagem repassada pela assessoria de Dias.

A decisão dos governadores foi de incluir nessa ampliação das doses os municípios do Pará na divisa com o Amazonas, a pedido de Helder Barbalho, governador do Estado.

“Concordo (com a proposta) e peço ajuda para incluir o Pará, estou no Oeste do Estado (área divisa), aqui a segunda onda chegou”, escreveu Barbalho aos governadores.

Originalmente, cada Estado receberia um número de doses de acordo com sua população, como ocorreu no primeiro envio de vacinas pelo Ministério da Saúde na segunda-feira.

Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz Amazônia apontaram que o coronavírus circulante no Amazonas nesse momento é uma variação do vírus original e que pode ser mais contagioso que o inicial, o que poderia explicar a velocidade com que a segunda onda se espalhou pelo Estado.

Fonte: terra.com.br

Apesar de recomendação por parte das autoridades francesas, especialistas afirmam que ainda é cedo para discutir eficácia das máscaras de pano e que o ideal é manter todos os cuidados de prevenção

Diante do maior potencial de transmissão de novas variantes do novo coronavírus, autoridades francesas desaconselharam, recentemente, o uso de máscaras caseiras de tecido por considerá-las menos eficientes na proteção. No entanto, especialistas consultados pelo Estadão defendem que são necessários mais estudos para investigar a eficácia desse tipo de proteção contra as cepas recém-descobertas do Sars-CoV-2. Eles concordam que, por enquanto, o recomendado é que as pessoas mantenham os mesmos cuidados: usar máscara facial, evitar aglomerações, manter distanciamento social e higienizar corretamente as mãos.

Segundo Raquel Stucchi, infectologista, professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), a nova variante altera a ‘superfície externa do vírus’. “Apesar da transmissão mais fácil pela nova variante, o vírus continua do mesmo tamanho e possivelmente a transmissão ainda se faz por meio de gotículas. As máscaras caseiras em duplo tecido e tecido de trama fechada são eficazes no bloqueio da transmissão”, afirma. A divulgação de informações sobre novas variantes ainda é muito recente. “Precisamos aguardar estudos que mostrem que a máscara (de tecido) continua sendo efetiva ou não. Mas ainda é muito cedo para fazer uma análise neste momento”, acrescenta Raquel.

Para ela, os cuidados de proteção adotados inicialmente devem ser mantidos. “Até que tenhamos grande parte da população vacinada, cerca de 90%, devemos manter as mesmas medidas de bloqueio de transmissão do vírus: máscara facial, ter mais de uma máscara para trocar em períodos longos fora de casa, evitar aglomerações, manter distanciamento social e higienizar com frequência as mãos, lavando com água e sabão por 20 segundos, no mínimo, ou usando álcool em gel”, aconselhou a infectologista.

“Independentemente da variante, o vírus se espalha com mais facilidade entre as pessoas aglomeradas e sem máscaras. Se utilizadas corretamente e, respeitando todas as outras medidas, as máscaras caseiras de boa qualidade, bem ajustadas, de dupla ou tripla face, têm a mesma eficácia que as máscaras cirúrgicas na proteção”, afirma Unaí Tupinambás, infectologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas (UFMG).

Sobre a eficácia das proteções de tecido, embora considere que as máscaras cirúrgicas e N95 conferem maior proteção, Leonardo Weissmann, médico do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, afirma que ainda não há estudos relacionando as novas variantes com o uso de máscaras. “Muito provavelmente, a orientação da França seja por causa da incerteza sobre a possibilidade da formação de aerossóis (como causa da maior transmissibilidade)”, diz ele, consultor da SBI.

Lauro Ferreira Pinto Neto, professor da Santa Casa de Vitória, concorda que não há estudos que comprovem que a máscara de pano não funciona contra novas variantes. “Não conheço nenhum trabalho que possa confirmar isso. Claro que as máscaras cirúrgicas e N95 são melhores, mas não há produção em escala para atender toda a população. O que sabemos é que a máscara, mesmo de pano, usada adequadamente, tem papel fundamental na proteção ao novo coronavírus”, reforça o infectologista da SBI.

Para ele, diante do surgimento de novas variantes, mais importante que discutir a eficácia da máscara de tecido, é abordar o uso correto das máscaras. “A questão é que os ocidentais são muito indisciplinados com o uso correto. As pessoas usam máscara no queixo ou com nariz de fora”, complementa ao lembrar que é importante que a máscara seja trocada após quatro horas de uso ou se estiver úmida.

Fonte: terra.com.br

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