janeiro, 2021 - Informativo Atitude - Page 3

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Foto: Reprodução

O portal Grande Ponto destaca que O Ministro da Saúde da República da Eslováquia registrou oficialmente a Ivermectina como medicamento para profilaxia e tratamento aprovado para contra o SARS-CoV-2, o vírus por trás da COVID-19. A autorização ocorreu na última quarta-feira (27), quando os médicos receberam a notícia de que poderiam prosseguir com as prescrições formalmente autorizadas tanto em hospitais como em ambulatório.

Em 26 de janeiro, o Ministro da Saúde, Marek Krajci, concedeu uma licença para o medicamento não registrado, pois o medicamento já estava em uso de forma compassiva no último semestre.

O site TrialSite entrevistou Ondrej Halgas, um pesquisador da Universidade de Toronto e originalmente da Eslováquia. Halgas tem se envolvido ativamente com uma rede de organização e lobby para a aprovação do medicamento durante a pandemia. A nação da Europa Oriental, de 5,4 milhões de pessoas, membro da União Europeia desde 2004, acaba de fazer história com a aprovação do medicamento.

A autorização real foi o resultado do trabalho de redes de profissionais de saúde, jornalistas e outros ativistas de saúde que têm trabalhado diligentemente para aumentar a conscientização sobre os dados de eficácia crescentes no contexto da pandemia COVID-19.

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Após a notícia de que o apresentador Fausto Silva irá deixar o comando do Domingão após 32 anos na Globo despertou o interesse de diversas pessoas para a vaga na emissora. Além de nomes como Ivete Sangalo, o apresentador Luciano Huck está cogitando desistir de concorrer da eleição presidencial para ocupar este lugar. De acordo com a Veja, amigos do marido de Angélica dizem que a possibilidade de migrar para os domingos “abalou a convicção política”.

“Antes dessa notícia da saída do Faustão, eu juraria que o Luciano estaria na urna no ano que vem. Agora, com esse universo de possibilidades que se abre para ele no próximo ano, já não sei”, disse um amigo do apresentador. O posto aos domingos traria mais prestígio e valores financeiros.

De acordo com a coluna “Radar”, Luciano deixaria a Globo no meio do ano para concorrer ao cargo de presidente do Brasil em 2022. As especulações sobre sua possível candidatura já existiam há algum tempo.

Em setembro de 2019, a emissora emitiu uma nota informando que, caso Luciano decidisse entrar política, que deveria se desligar da empresa, e deixar o comando de seu programa “Caldeirão do Huck”, que está no ar há 20 anos.

Em 2018, o global disse que a candidatura à presidência nunca foi projeto pessoal. “Eu quero ajudar a construir um país mais justo. Uma pessoa como eu, que está há 20 anos rodando o país, eu sei onde estão os problemas, eu vi, ninguém me contou. Eu sei como esse país é injusto, como as pessoas moram mal”, falou.

Sistema de vídeomonitoramento em São Petesburgo, Rússia, janeiro de 2016 (Foto: Pixabay/ElasticFarm)

Em 2020, a Rússia alcançou o terceiro lugar entre os países com maior número de câmeras de monitoramento em seu território. Os dados, divulgados pela Radio Free Europe no dia 19, têm como base um estudo lançado pela agência TelecomDaily.

De acordo com a análise, a Rússia já soma mais de 13 milhões de câmeras em toda sua extensão territorial. À frente estão a China, com 200 milhões, e os EUA, com 50 milhões.

Os dados sobre Moscou e São Petersburgo, no entanto, já as colocam no ranking das 30 cidades mais vigiadas do mundo. Só Moscou soma 15,4 câmeras a cada mil habitantes, enquanto São Petersburgo possui 10,1 equipamentos para a mesma população.

As cidades mais vigiadas do mundo são Chongqing e Shenzhen, na China, com cerca de 150 câmeras por mil habitantes, segundo pesquisa de 2019 da Comparitech. Em sexto lugar vem Londres, no Reino Unido, com 68,4.

Entre as dez cidades mais vigiadas do mundo, oito ficam na China.

Quem monitora

Ao menos oito milhões dos equipamentos russos pertencem a organizações comerciais, e tem como objetivo a proteção de propriedades. Outros 4,5 milhões operam em escolas, hospitais e instituições governamentais.

O restante, cerca de 1,1 milhão, pertence aos cidadãos, mostra o estudo. Mas muitos dos dados sobre esse monitoramento são pouco transparentes – a Rússia não relatou informações sobre câmeras em todas as cidades, por exemplo, o que dificulta o mapeamento total.

Segundo o Kremlin, o investimento de milhões de dólares em softwares prevê um aumento de segurança. Especialistas e organizações de direitos humanos, porém, sinalizam uma possível deterioração na privacidade dos cidadãos e perdas de direitos humanos no país.

A falta de regulamentação sobre os sistemas de vídeomonitoramento gera questionamentos sobre a privacidade na Rússia. Um exemplo ocorreu durante a pandemia: as autoridades obtiveram a autorização para monitorar possíveis “furadores” da quarentena.

Em câmeras ultrapotentes capazes de identificar tatuagens, íris, voz e movimentos corporais a 50 metros de distância, muitos “infratores” foram multados ao sair de suas casas para levar o lixo para fora ou fazer compras.

Ainda que o sistema de reconhecimento facial possa oferecer alguma segurança, grupos de direitos humanos já instam o governo russo a aprovar regulações para o uso da vigilância no país.

Em países como a Rússia e Belarus, onde a repressão contra opositores dos governos é comum, as imagens poderiam identificar manifestantes em protestos, defendem a Human Rights Watch e Anistia Internacional.

Fonte: A Referência – Noticias Internacionais

G1 RN – Uma criança de três anos foi atacada e teve o rosto parcialmente desfigurado por um cão da raça pitbull na noite desta quinta-feira (28) em Parnamirim, na região metropolitana de Natal. Segundo o pai da menina, o cão é da família e ela era acostumada a brincar com ele.

A criança foi socorrida para o Hospital Walfredo Gurgel, onde passou por uma cirurgia plástica, na madrugada desta sexta-feira (29), para reconstruir parte do rosto. Segundo a unidade, ela não corre risco de morte.

O caso aconteceu por volta das 21h no bairro Emaús. De acordo com o pai, a mãe da criança estava trabalhando e ele estava no quarto de casa, quando ouviu o rosnado do cão e o grito da criança na sala. A menina teria tentado brincar com o cachorro, que a atacou.

Ainda de acordo com o homem, o animal tem 2 anos e meio e desde filhote era acostumado a brincar com a criança. A menina foi atacada na altura da boca e ficou com a arcada dentária exposta, após o ataque.

Durante a manhã desta sexta-feira (29), após a cirurgia plástica para reconstrução de parte da face, a menina aguardava liberação no Centro de Recuperação de Operados da unidade de saúde.

(Foto: Unicef/Ruhani Kaur)

Quase metade do prejuízo estaria nos países mais desenvolvidos, estima OMS; conduta dificulta imunização

O nacionalismo de vacinas contra a Covid-19 pode custar até US$ 9,2 trilhões à economia global. Quase metade desse prejuízo, US$ 4,5 trilhões, estaria nas economias mais ricas.

A expressão descreve quando um país financia somente da imunização de seus cidadãos sem cooperar com a vacinação em outras partes do mundo.

De acordo com o diretor da OMS (Organização Mundial da Saúde), Tedros Ghebreyesus, o déficit de financiamento para o acelerador de acesso às ferramentas contra a Covid-19, Acelerador ACT, é cerca de US$ 26 bilhões.

“Se totalmente financiado, o Acelerador ACT retornaria até US$ 166 para cada dólar investido”, disse.

“O nacionalismo de vacinas pode servir a objetivos políticos de curto prazo”, disse Tedros. “Ainda assim, cada nação deve ter um interesse econômico de médio e longo prazo em apoiar a equidade da vacina”.

Pandemia e trabalho

Tedros menciona um relatório em que a OIT (Organização Internacional do Trabalho) analisa o impacto da pandemia no mercado de trabalho global. A pesquisa conclui que as restrições culminaram na perda de 8,8% das horas de trabalho globais em 2020.

Em consequência, a queda na renda global do trabalho equivale a US$ 3,7 trilhões. O relatório projeta que a maioria dos países se recuperará no segundo semestre de 2021, dependendo da implementação da vacinação.

“Assim fica claro que o nacionalismo de vacinas não seria apenas um fracasso moral, seria também um fracasso econômico”, terminou Tedros.

Fonte: A Referência Noticias Internacionais

NINGUÉM ESTÁ VENDO COM BONS OLHOS

Quem afirmar que Bob Filho não está em um processo grande de fritura, das duas uma: ou não quer enxergar a realidade ou simplesmente não acompanha a rotina local, pois a lista de insatisfeitos é grande e promete crescer ainda mais.  São lideranças, ex-candidatos a vereador, apoiadores e até mesmo os próprios Vereadores, sem falar na própria população que não está vendo com bons olhos a administração do “Menino de Traíras. ”

VÍTIMA DO SEU PRÓPRIO DISCURSO

Emídio se tornou uma vítima dos seus próprios discursos fantasiosos, pois na oposição ele sempre pregava a importância do concurso municipal e as diárias operacionais. Na época, Bob Filho deixou claro que foi ao Tribunal de Contas e que estava tudo certo, o que faltava era a boa vontade do ex-prefeito Fernando Cunha.

EXERCITO DE INSATISFEITOS

O atual Prefeito Bob Filho (Emídio Júnior) tem criado um exército de insatisfeitos, muitas pessoas que defendiam o atual prefeito estão em silêncio nas redes sociais. Semana passada houve uma reunião com um exército de insatisfeitos que prometeram quebrar o silêncio, caso os compromissos não fossem honrados.

NO ESCANTEIO

Estão deixando Netinho no escanteio, o negócio está tão explícito que até seus apoiadores estão percebendo isso. Além de estar no isolamento, Netinho vem sofrendo uma grande pressão dos seus apoiadores que ainda esperam o espaço prometido por Bob.

A CHORADEIRA É GRANDE

A choradeira entre os vereadores é grande, as reclamações variam do espaço até a atenção dada pelo atual Prefeito. Muitos desses desabafos acontecem na praça de alimentação do Favorito, hoje apelidada por muitos como “Praça das Lamentações”.

ISOLAMENTO

Outro que está sofrendo um isolamento severo, é o vereador Luizinho. O ex-prefeito está recebendo uma espécie de punição divina do Iluminado. Segundo nossas fontes, mesmo sendo pai do vice-prefeito, Luizinho não teria recebido nenhum cargo extra de Denílson.

NOTA DE REPÚDIO 

 

Para tentar justificar o injustificável, o novo Secretário de Cultura e seu Adjunto lançaram uma nota de repúdio, nela os mesmos alegavam que todo o acervo de fotos estava guardado, e aquelas que foram para o lixo eram apenas cópias. Bem, o que se sabe é que eram muitas fotos e de toda forma foi uma grande falta de respeito com as pessoas que morreram, como também com seus familiares que certamente não gostaram de ver a falta de respeito da nova gestão de cultura com seus entes queridos. Então vai um recado a ambos: Primeiro vai para você Secretário Adjunto Anderson Tavares, mas conhecido como “Engomadinho”, tenha mais respeito com aqueles que fizeram e fazem parte da nossa história, pois o que ambos fizeram não tem justificativa, essa nota de repúdio deveria ser um pedido de desculpa. Enquanto a você Ailton, repense mais as asneiras que você escreve, pois você melhor que ninguém sabe que o destino daquelas fotos e cópias era outro, mas nunca o lixo.

Atenciosamente, Lindoarte Lima.

Diretor Presidente do Informativo Atitude.

Imagem: Lúcio Távora/UOL

O ministro da CGU (Controladoria-Geral da União), Wagner Rosário, saiu hoje em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) sobre os gastos do Executivo com leite condensado. A notícia repercutiu nos últimos dias e irritou Bolsonaro, que fez ofensas ontem à imprensa durante almoço com ministros e apoiadores em uma churrascaria de Brasília.

Rosário minimizou os valores apontados por uma reportagem do portal Metrópoles e que foram revisados pelo UOL hoje, mostrando dados diferentes. A apuração mostrou que os gastos do governo federal com alimentação caíram cerca de 25% em 2020 na comparação com 2019, incluindo nesse cálculo os valores gastos com leite condensado….

O ministro também tentou justificar a reação exaltada de Bolsonaro ontem, repleta de xingamentos à mídia brasileira.

“O presidente é um homem só apanhando de um milhão de pessoas. Uma hora extravasa. Tem que ser cordial das duas partes, ele não recebe essa contrapartida. É um ataque muito grande 24 horas por dia. Ninguém recebe o nível de pressão que ele recebe. Uma hora extravasa”, afirmou Rosário em entrevista ao programa “Opinião no Ar”, da RedeTV.

O ministro da CGU acusou a reportagem que trouxe primeiramente os números de tentar vincular um gasto de R$ 15,6 milhões com leite condensado em 2020 ao consumo do próprio presidente.

“Acho que a reportagem, por mais que tenha ouvido os lados, quando você lê com calma e não só a chamada da reportagem, quando você lê no interior, ela faz diversos comentários meio que tendenciosos, a tentar jogar na conta do presidente. Quando você vê na reportagem isso que eu falei está bastante claro, sendo com ‘carrinho do governo’, ‘também não faltou isso’. Então, vincula o leite condensado ao leite condensado que o presidente comeu, e isso é muito ruim”, disse Rosário.

A matéria, entretanto, afirma logo no início que os gastos são referentes aos “órgãos sob comando” de Bolsonaro, que incluem todos os ministérios, por exemplo. Já a expressão “‘carrinho’ do governo federal” abre a matéria, aparecendo no título.

“Quando um único recebe tudo isso e extravasa, é normal, parte normal que qualquer um poderia chegar”, acrescentou o ministro da CGU sobre a reação do presidente.

Problema nos números

Mesmo afirmando que os gastos com leite condensado apontados pelo portal Metrópoles representariam um “valor muito pequeno”, ainda que fossem destinados apenas a militares, Rosário procurou esmiuçar o controle de compras do governo federal e trouxe uma nova informação. Segundo o ministro, os números apresentados pelo Painel de Compras, ferramenta de transparência do Ministério da Economia, não refletem a realidade do volume de compras de cada produto ou serviço.

A informação vem quatro dias após a matéria do Metrópoles e um dia após a checagem da reportagem do UOL.

“A repórter [do Metrópoles] buscou os valores pagos em todos os itens. Se eu tinha R$ 100 [sic] de leite condensado, R$ 1.000 de arroz e R$ 1.000 de feijão, daria R$ 2.200. Ela buscava, vinha R$ 2.200 de feijão, R$ 2.200 de leite condensado e R$ 2.200 de arroz. Os itens não estão especificados”, afirmou Rosário.

Nota da edição: No exemplo dado pelo ministro, o valor do leite condensado teria de ser de R$ 200 para que, com os R$ 1.000 de arroz e outros R$ 1.000 de feijão, o total desse R$ 2.200.

Essa informação não constava até ontem à noite, pelo menos, no Portal de Compras. Hoje isso mudou. Acima do número aparece um asterisco, dizendo: “O valor apresentado refere-se ao somatório do valor total pago dos contratos que contém o item selecionado”.

O ministro da CGU disse que nem o governo sabe, na verdade, quanto é gasto com cada item.

“Hoje não conseguimos fazer quanto pagamos, só quanto empenhamos. Pelo cruzamento que fizemos, ainda não está fechado, ao invés de R$ 15 milhões, estamos perto de R$ 2,54 milhões que foram empenhados. Esse valor pode cair em termos de pagamento. Mas para se ter certeza teria que contar nota fiscal por nota fiscal, o que se torna quase impossível, explicou.

Defesa do cartão corporativo

Rosário ainda fez uma defesa de um modelo diferente para os gastos com o Executivo, no qual o cartão corporativo deveria ser mais usado. O recurso, porém, é frequentemente criticado por facilitar as compras e poder contribuir para o aumento dos gastos do governo.

Para o ministro, porém, a gestão federal gasta hoje um volume alto em processos de dispensas de licitação, que poderiam ser evitados com o uso do cartão.

“Eu sou a favor que as dispensas de licitação deviam ser feitas com cartão corporativo. O processo de dispensa de licitação é caro, a maioria das licitações do governo são de dispensa, elas gastam cerca de R$ 4.500 de custo de servidor, fazendo pesquisa de preço”, afirmou.

“Quando a gente vai fazer os cálculos, no ano de 2018 nós adquirimos R$ 327 milhões por dispensa de licitação e o custo de servidor trabalhando nessa despesa foi de R$ 380 milhões. Ou seja, se tivesse roubado tudo, era mais barato do que os controles que nós criamos numa dispensa de licitação”, completou Rosário.

Fonte: noticias.uol.com.br

Com corretoras restringindo as negociações, papéis da companhia operavam em queda superior a 50% por volta das 13h30 (horário de Brasília).

As ações da GameStop operavam em forte queda nesta quinta-feira (28), depois que corretoras restringiram a negociação do papel para tentar barrar o movimento de alta das últimas sessões.

Por volta das 13h30 (horário de Brasília), a ação da GameStop recuava 55,97%, cotada a US$ 153. Na quarta-feira (27), o papel da companhia encerrou o dia cotado a US$ 347,51.

Os papéis da companhia chegaram a se aproximar de US$ 500 antes da abertura do mercado, mas passaram a recuar com notícias que indicavam que as corretoras Robinhood e a Interactive estavam restringindo as negociações da GameStop.

Nas últimas sessões, a ação da tradicional rede de lojas de videogames registrou seguidos recordes na bolsa de Nova York. Desde o fim de 2020, o valor de mercado da companhia disparou de US$ 1,3 bilhão para mais de US$ 20 bilhões.

Movimento orquestrado

O curioso da história é que essa alta não se dá pelos bons resultados das empresas, mas por um movimento de investidores orquestrado num grupo de discussão chamado wallstreetbets, uma comunidade dentro do Reddit.

Os integrantes do fórum decidiram comprar as ações da empresa para desafiar os analistas e os investidores de Wall Street, que previam que os papéis da GameStop perderiam valor diante dos últimos resultados e do modelo de negócio considerado obsoleto.

O chamado ‘Efeito Gamestop’ realizado com ações de outras empresas também já se espalhou pelos mercados da Europa e da Ásia, mesmo com o aumento da investigação.

Prejuízo para investidores

O movimento nos Estados Unidos trouxe prejuízo para quem apostavam contra a companhia. Na sexta-feira (22), de acordo com a agência Reuters, 100% das ações disponíveis para empréstimo com o objetivo de especular contra a empresa já estavam nas mãos dos investidores.

Em uma operação chamada ‘venda a descoberto’, operadores ‘alugam’ ações da empresa e vendem para outros investidores, acreditando que o preço vai cair. Ao final de um prazo determinado, esses operadores têm de devolver a ação para o dono original, independente da sua cotação.

Se a aposta do operador estiver certa, ele vai recomprar as ações a um preço mais baixo do que o de venda – e embolsar o lucro. Esse tipo de movimento, portanto, só é positivo quando o preço da ação cai.

Mas com a alta das ações, como ocorreu com a GameStop, os investidores que apostaram na queda do preço das ações foram obrigados a comprar o papel a um preço maior para mitigar as perdas, num movimento conhecido como ‘short squeeze’.

Fonte: G1

O funkeiro foi acusado pela ex-noiva, Duda Reis, de estupro de vulnerável e transmissão de HPV

O cantor Leno Maycon Viana Gomes, o Nego do Borel, foi alvo de um mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (28). Peritos da Polícia Civil do Rio e de São Paulo vão analisar os equipamentos e dispositivos eletrônicos apreendidos nos dois endereços do cantor, acusado pela ex-namorada Duda Reis de estupro de vulnerável, ameaça, injúria e lesão corporal.

No Rio, a polícia encontrou um cofre, onde estavam guardados R$ 470 mil em espécie. A quantia estava em um cofre, na casa dele, no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio, em notas de 100 e 50 reais, amarradas por elásticos e empacotadas em vários maços. O dinheiro estava guardado em uma espécie de sótão, do terceiro andar da casa, onde funciona um escritório.

Os agentes também apreenderam o passaporte do acusado.

Além de negar as acusações, Nego prestou queixa contra Duda, por injúria, calúnia e difamação.

Fonte: Yahoo Noticias

De acordo com a pesquisa, o emprego celetista no Brasil apresentou expansão no acumulado do ano (janeiro a dezembro de 2020), registrando saldo de 142.690 postos. Esse resultado decorreu de 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos.

taxa de desemprego recuou no trimestre encerrado em novembro de 2020 e ficou estável em 14,1%, atingindo cerca de 14 milhões de brasileiros. Essa é a taxa mais alta para esse trimestre móvel desde o início da série histórica, em 2012.

Os dados constam da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal), divulgada nesta quinta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No trimestre encerrado em agosto, a taxa de desemprego estava em 14,4%, o que indica, segundo o instituto, um cenário de estabilidade. Por outro lado, na comparação o mesmo trimestre de 2019 (11,2%), o aumento é considerável, de 2,9 pontos percentuais.

Já o número de pessoas ocupadas aumentou 4,8% neste trimestre e chegou a 85,6 milhões. Isso significa que mais 3,9 milhões de brasileiros entraram no mercado de trabalho entre o último trimestre e o que se encerrou em novembro. Por conta disso, o nível de ocupação subiu para 48,6%.

Segundo Adriana Berunguy, analista da pesquisa, o crescimento da ocupação se dá não apenas pelo retorno de pessoas ao mercado de trabalho, pós flexbilização das medidas adotadas para o enfrentamento da pandemia de covid-19, mas também pela sazonalidade (característica da época) de fim de ano, especialmente no comércio, por conta do aumento da demanda em razão do período de festas.

“O crescimento da população ocupada é o maior de toda a série histórica. Isso mostra um avanço da ocupação após vários meses em que essa população esteve em queda. Essa expansão está ligada à volta das pessoas ao mercado que estavam fora por causa do isolamento social e ao aumento do processo de contratação do próprio período do ano, quando há uma tendência natural de crescimento da ocupação”, explica.

Comércio foi protagonista

O aumento na ocupação se deu em nove dos dez grupos de atividades pesquisadas, mas foi mais intenso no Comércio. Segundo o IBGE, mais 854 mil pessoas passaram a trabalhar no setor no trimestre encerrado em novembro.

“O Comércio nesse trimestre, assim como no mesmo período do ano anterior, foi o setor que mais absorveu as pessoas na ocupação, causando reflexos positivos para o trabalho com carteira no setor privado que, após vários meses de queda, mostra uma reação”, ressalta Adriana.

Além do Comércio, vale destacar a Indústria Geral, que teve aumento de 4,4%, ou mais 465 mil pessoas, mas também Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com expansão de 2,6% no período, a partir da entrada de mais 427 mil empregados nesse setor.

“Além do Comércio, outras oito atividades econômicas investigadas pela pesquisa cresceram significativamente na ocupação, mostrando que esse processo de absorção de trabalhadores também avançou em outros setores, como Construção (8,4%, ou mais 457 mil pessoas), Transporte, armazenagem e correio (5,9%, ou mais 238 mil pessoas) e Alojamento e alimentação (10,8%, ou mais 400 mil pessoas)”, diz a pesquisadora.

Mercado informal

De acordo com a Pnad, a maior parte do crescimento da ocupação veio novamente do mercado informal. Um exemplo disso é o aumento de 11,2% no número de empregados no setor privado sem carteira assinada, que chegou agora a 9,7 milhões. Com esse acréscimo, a taxa de informalidade chegou a 39,1% da população ocupada, o que representa 33,5 milhões de trabalhadores informais no Brasil. No trimestre anterior, taxa foi de 38%.

“Os trabalhadores informais foram os mais afetados no começo da pandemia e também foram os que mais cedo retornaram a esse mercado. A população informal nesse mês de novembro corresponde a cerca de 62% do crescimento da ocupação total e, no trimestre encerrado em outubro, respondia por quase 89% da reação da ocupação. Então, a informalidade passa a ter uma participação menor em função da reação da carteira de trabalho assinada”, completa Adriana.

Fonte: R7

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