



O Ceará monitora 55 pacientes que podem estar infectados com uma nova cepa do coronavírus. A informação é da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa). São 33 pacientes do sexo masculino e 22 do sexo feminino que podem estar infectadas com uma variante do vírus causador da Covid-19.
Destes, apenas um paciente veio transferido de Manaus, em acordo com o governo do Ceará. A nova cepa é oriunda da capital do Amazonas. No estado do Norte, o vírus modificado já foi identificado em nove municípios. Há casos confirmados em São Paulo e no Pará. Dos 55 pacientes sob investigação no Ceará, 40 são viajantes e 15 são pessoas que tiveram contato com infectados.
O Hemoce analisou 33 amostras recebidas, das quais 16 possuem critérios técnicos para isolamento viral e foram enviadas à Fiocruz/RJ.
G1 CE
O número de pessoas vacinadas contra a covid-19 no Brasil chegou nesta sexta-feira, 29, 1.874.078, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de saúde. Nas últimas 24 horas, 22 Estados informaram dados atualizados. O balanço leva em consideração registros repassados por um total 25 Estados e o Distrito Federal.
O maior número de vacinados pertence a São Paulo, que começou a aplicação das doses no última dia 17. Até agora, o Estado imunizou 359.587 pessoas. No Rio de Janeiro, o número é de 157.075 imunizados.
SP – 359.587
RJ – 157.075
BA – 154.720
MG – 148.785
RS – 145.168
PR – 134.448
PE – 96.274
CE – 81.921
GO – 75.496
MA – 55.495
ES – 50.945
SC – 48.733
DF – 44.315
MS – 44.152
RN – 42.121
AL – 40.636
PA – 38.647
AM – 31.604
PB – 31.342
PI – 29.551
SE – 18.957
MT – 18.009
RR – 9.037
TO – 6.994
AC – 5.249
AP – 4.817
Nesta sexta-feira, o governo de São Paulo informou que começará, a partir do dia 8, a vacinar idosos dentro do programa de imunização contra o coronavírus. Nesta data, começa a vacinação de idosos com idade de 90 anos ou mais. Os que têm 85 anos ou mais receberão a primeira dose do imunizante a partir do dia 15.
Estadão Conteúdo

Foto: Mauro Pimentel/AFP
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lidera a corrida eleitoral de 2022. Levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (29) apontou que o chefe do Executivo foi o primeiro colocado em todos os cenários elaborados para o primeiro turno da próxima eleição presidencial.
Bolsonaro também é o vencedor em todas as simulações de segundo turno – embora, quando confrontado com o ex-ministro Sergio Moro (sem partido), o resultado seja de empate técnico.
O Paraná Pesquisas simulou a disputa de primeiro turno em três cenários diferentes. Os percentuais de intenção de voto recebidos pelo atual presidente variaram entre 32,9% e 35,8%.
No primeiro cenário, os candidatos são Bolsonaro, Moro, os ex-presidenciáveis Ciro Gomes (PDT), Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL) e João Amoêdo (Novo), o apresentador Luciano Huck (sem partido) e o governador paulista João Doria (PSDB).
No segundo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é o nome do PT, Huck não é contabilizado e a ex-senadora Marina Silva (Rede) é considerada; os demais nomes são os mesmos.
Por fim, o terceiro cenário tem os mesmos nomes do primeiro, mas com a exclusão do ex-ministro Moro e a inclusão do governador maranhense Flávio Dino (PCdoB) e do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta (DEM).
Os números indicam a continuidade de um panorama identificado em dezembro pelo Paraná Pesquisas. Na ocasião, o instituto fez pesquisas nos mesmos três cenários e viu a dianteira de Bolsonaro em todos eles.

Hoje cedo várias pessoas que trabalham na UPA de Macaíba foram pegas de surpresa com uma chuva de demissões, são os contratos de enfermeiros e técnicos de enfermagem. Todas as pessoas que votaram contra Emídio nas últimas eleições de 2020 estão sendo caçadas como animais para o abate.
SOLTANDO PIADAS

O mais triste disso tudo é que algumas pessoas que trabalham na UPA ficam soltando piadas nos corredores quando os demitidos vão passando, alguns chorando e outros tentando segurar o choro e estes piadistas são os cargos pequenos que se esquecem que um dia eram amigos dos que estão saindo, é o que relata uma funcionária que trabalhava na UPA de Macaíba. Lembrando que estas serão as pessoas que formarão o time de frente de Bob Filho, por isso a cada dia que passa o governo só decepciona. Enquanto uns soltam piadas a coordenação da UPA, nada vê, nada sabe, pois não saem do conforto de sua sala..
NOVAS DEMISSÕES
Segundo nossas fontes novas demissões devem ter início na próxima semana e desta vez com o pessoal da Contec que tem o seu contrato até setembro. De acordo com alguns funcionários o clima na unidade é de tensão e medo, pois a qualquer momento poderão receber um comunicado de que serão as próximas vítimas .

Foto por Reprodução/Google Sreetview
Durante a madrugada de quarta-feira (27), um assalto a uma loja de conveniência, de um posto de combustível, terminou de uma forma inusitada em Bratislava, capital da Eslováquia.
Segundo as informações, um assaltante, de 24 anos, invadiu o local e exigiu todo o dinheiro do caixa. Porém, uma mulher tomou uma iniciativa, com o intuito de atrasar o criminoso até a chegada dos policiais. Ela fez sexo com o assaltante.
O funcionário do caixa teria fugido para o escritório, aos fundos da loja, após ser agredido pelo suspeito. Então, a mulher, de 35 anos, teria entrado no estabelecimento, supostamente para tentar impedir a fuga do ladrão.
Ao chegar no local, as autoridades encontraram a mulher e o assaltante deitados nus no chão. A jovem é da República Tcheca, país vizinho da Eslováquia, e se chama Sona.
Michal Szeiff, porta-voz da polícia, relatou que os agentes de segurança presenciaram a cena do criminoso recebendo “serviços sexuais da mulher” e que, no momento em que chegaram, ela disse para levarem ele, que não aguentava mais.
De acordo com Michal, o ladrão resistiu a prisão, sendo necessário o uso de força para detê-lo.
Fonte: tnonline.uol.com.br
Estima-se que mais de 1,3 milhões passam fome e estão à beira de desnutrição grave; Covid-19 agravou dificuldades

Menino segura prato vazio em comunidade ao sul de Madagascar (Foto: WFP/Tsiory Andriantsoarana)
A seca que já se prolonga há cinco anos no sul de Madagascar forçou o governo da ilha a pedir a ajuda de organizações humanitárias. De acordo com a emissora VOA (Voice of America) Africa, o país recorreu a entidades como o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas.
O pouco dinheiro que chega deve sustentar as famílias pelo ano inteiro. Mas, com a seca e a pandemia, as vagas sumiram e, com elas, odinheiro para comprar comida, relata Castro.
“Das chuvas de novembro e dezembro, tivemos apenas uma em toda a região”, disse. “Em outras regiões, tempestades assolam cidades inteiras. Entre esses dois extremos, resta a fome”.
Estima-se que 135 mil crianças menores de cinco anos já sofrem de desnutrição grave ou aguda. Sem comida, o comportamento das crianças também muda. Grande parte já abandonou a escola e 75% andam às ruas mendigando alimento.
“As pessoas estão comendo tudo o que conseguem encontrar. Elas se alimentam com cactos misturados com lama, frutas, o que quer que encontrem. Folhas, sementes, tudo o que estiver disponível”, relatou Castro.
O Programa Mundial de Alimentos já fornece ajuda alimentar a cerca de 500 mil pessoas em nove distritos de Madagascar. O objetivo, porém, é aumentar o programa para até 900 mil pessoas vulneráveis até junho.
A agência, que foi reconhecida com o Nobel da Paz em 2020, tenta arrecadar com urgência US$ 35 milhões para a operação.
Fonte: A Referência – Noticias Internacionais

O presidente do Peru, Francisco Sagasti, em reunião com o governo em novembro de 2020 (Foto: Presidência do Peru)
O impeachment de Martín Vizcarra, em novembro, não melhorou os ânimos políticos no Peru. Pelo contrário: o novo governo de Francisco Sagasti enfrenta uma rejeição de 47%, 12 pontos percentuais a mais que o registrado em dezembro, seu primeiro mês de gestão.
A percepção sobre o Congresso presidido por Mirtha Vásquez é ainda pior: a reprovação chega a 73%. Os índices são forte indicativo do descontentamento da população com o sistema local a pouco mais de três meses antes das eleições presidenciais e legislativas, no dia 11 de abril.
Analistas afirmam que a incerteza provocada pela segunda onda da Covid-19 no país e a consequente crise econômica minam as expectativas da população. Em 2020, o país já chegou a registrar o maior número de mortes per capita do mundo pelo novo coronavírus.
Na pesquisa realizada pelo diário peruano “El Comercio”, 34% da população aprova a gestão de Sagasti. Em dezembro, o total de apoiadores era de 44%. No estudo, analistas atribuíram a queda aos “problemas de comunicação” do político com o público.
Acadêmico, Sagasti utilizaria de uma “linguagem muito elaborada” para atingir os setores mais populares – tida como ineficaz, disse a Agência EFE, que teve acesso ao relatório.
Nas classes D e E, com os menores recursos econômicos, a sua aprovação é de 28% e 22%, respectivamente. Já as classes A e B manifestaram apoio ao governo do Peru de 53% e 49%, cada.
Quanto ao Congresso, a desaprovação é geral. Apenas 18% disseram concordar com as medidas propostas pelos deputados. A gestão de Vásquez, por sua vez, teve apenas 22% de aprovação. “Temos que nos esforçar para fazer mais”, disse a presidente da assembleia.
Só em 2020, o Peru teve três presidentes. Depois de Vizcarra, o impopular líder do Congresso, Manuel Merino, foi convencido pelos próprios correligionários a ceder o cargo a Sagasti, então deputado.
Até segunda-feira (25), o Peru registrava cerca de 1,1 milhão de casos confirmados por Covid-19 e pouco mais de 39,6 mil mortes em decorrência da doença causada pelo vírus.
Fonte: A Referência – Noticias Internacionais
Governo indiano manteve a proibição a 59 apps da China, em um total de cerca de 250 plataformas

Gravação em aplicativo chinês TikTok em junho de 2020 (Foto: Pixabay/Viarami)
A China condenou a decisão do governo indiano de manter a proibição a 59 aplicativos chineses nesta quarta-feira (27). Nova Délhi baniu plataformas como o TikTok e o WeChat após questionar os usos de dados e privacidade dos aplicativos.
Em um comunicado, a embaixada da China na Índia afirmou que o veto viola as regras da OMC (Organização Mundial do Comércio) e prejudica as empresas chinesas.
“Pedimos ao lado indiano que corrija imediatamente suas medidas discriminatórias e evite causar mais danos à cooperação bilateral”, disse o porta-voz da embaixada chinesa, Ji Rong.
A relação bilateral foi permeada por disputas em 2020. O governo liderado por Narendra Modi já havia proibido a operação de dezenas de aplicativos chineses na Índia e, no front territorial, os vizinhos voltaram a disputar porções da fronteira do Himalaia após décadas de conflito adormecido.
Além da disputa por território na cordilheira, a proximidade de Modi com o ex-presidente norte-americano Donald Trump, que entabulou conflitos com Beijing antes e depois do início da pandemia, deteriorou as relações sino-indianas.
Ao todo, Nova Délhi já baniu cerca de 250 aplicativos chineses, alegando ameaça à soberania do país. O governo não divulgou a lista oficial dos aplicativos banidos. Analistas apontam para a possibilidade de haver sanção contra operações das gigantes de tecnologia chinesas Xiaomi, Alibaba e Baidu, disse a Reuters.
Fonte: A Referência – Noticias Internacionais
O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), vai ser exonerado do cargo nesta sexta-feira (29) para reassumir seu mandato de deputado na Câmara e votar em Arthur Lira (PP-AL) na disputa pelo comando da Casa.
Faria será o terceiro ministro do presidente Jair Bolsonaro a se desincompatibilizar do cargo na Esplanada dos Ministérios para participar da eleição no Congresso.
Nesta manhã, o Diário Oficial da União trouxe a exoneração de dois ministros que são parlamentares do DEM, Tereza Cristina (Agricultura) e Onyx Lorenzoni (Cidadania), para voltarem à Câmara e votarem no líder do PP na eleição da próxima segunda-feira (1º).
A demissão temporária dos ministros acontece em meio ao movimento do Palácio do Planalto para garantir a vitória de Lira na disputa com Baleia Rossi (MDB-SP), o candidato do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
CNN