Bastidores: Governo pode sangrar até a morte com CPI Mista do INSS

Uma reviravolta garantiu à oposição o comando da CPI Mista do INSS e a investigação do roubo aos aposentados e impôs mais uma derrota a Lula (PT). Mas isso não teria sido possível sem ausência de governistas que mais se beneficiam das benesses do Planalto. Humilhado na derrota, Omar Aziz (PSD-AM), queixou-se em conversas reservadas dos “mui amigos” que deram o bolo: senadores Cid Gomes (PSB-CE) e Renan Calheiros (MDB-AL), que nem deram as caras, e Eduardo Braga (MDB-AM), que só chegou em cima do laço.

TENSÃO NO GOVERNO

A mudança na CPI Mista do INSS, que resultou na presidência e relatoria da oposição, elevou significativamente a tensão no governo. Estrategistas principais projetam efeitos negativos para o governo no ano que antecede as eleições, que devem ser altamente polarizadas entre governo e oposição.

O IMPACTO É SIGNIFICATIVO

Analistas próximos ao governo avaliam que houve uma subestimação do poder de articulação da oposição. Este equívoco pode gerar desgaste político contínuo até o período eleitoral. Essa avaliação causou apreensão na base governista.

CHEGO JÁ

Foi decisiva também a ausência dos deputados Rafael Brito (MDB-AL), Bruno Farias (Avante-MG) e Mário Heringer (PDT-MG).

SALTO ALTO

Omar Aziz passou vergonha: “posou para fotos” como presidente antes do jogo, dando entrevistas como presidente da CPMI.

PERDEU MANÉ

Neolulista dedicado, Hugo Motta (Rep-PB) também pagou mico: até anunciou o correligionário aliado Ricardo Ayres (TO) como relator.

ÁGUA NO CHOPP

A oposição emplacou no comando da CPI o senador Carlos Viana (Pode-MG) e o deputado Alfredo Gaspar (União-AL) como relator.

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