agosto, 2024 - Informativo Atitude - Page 6

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, defendeu, nesta sexta-feira (9), “alterações institucionais” e uma mudança nos três poderes da República para enfrentar o descrédito por parte da população. O ministro pregou uma reforma política. Ele ressaltou que o Fundo Partidário tornou as legendas “mais rentáveis do que 99% das empresas nacionais”. Moraes participou da 22.ª Semana Jurídica do Tribunal de Contas do estado de São Paulo. Ele apontou para o Judiciário. “Também está devendo para a sociedade, especialmente em celeridade.”

O ministro disse que que, para fortalecer a democracia, há necessidade de se identificar quais os pontos, no Executivo, Legislativo e Judiciário, que “levaram ao descrédito e que puderam ser explorados ilicitamente, de forma maldosa e fraudulenta, por esse novo populismo digital extremista”. Em uma espécie de ‘mea culpa’, observou que, se as instituições não derem respostas às “angústias” da sociedade, elas “obviamente caem em descrédito”. “O descrédito leva ao desgosto, que leva ao ataque à democracia”, indicou.

Em meio à sua mensagem crítica, o ministro guardou espaço para uma provocação bem humorada de cunho esportivo que divide os apaixonados pelo futebol. “A falha, seja de comunicação, seja de reestruturação, para atacar os problemas estruturais ainda existentes na democracia é falha de quem acredita na democracia. Precisamos deixar de fazer as mesmas coisas e querer resultados diferentes. É igual o Corinthians, não contrata ninguém, não tem padrão de jogo e a gente acredita que vai ser campeão. É impossível. Mas temos mundial. Aquele outro time, Palmeiras, não tem. É isso que importa. Temos que ser otimistas, sempre”, conclamou.

Moraes falou da perda de confiança nas instituições. “Todas as instituições estão com descrédito, uma parte por não termos todos evoluído, outra por bombardeamento de notícias fraudulentas. Mas há necessidade de refletirmos, no âmbito dos três poderes, de mudarmos”, sugeriu. A primeira mudança proposta por Moraes foi sobre o sistema representativo. Uma reforma política, manifestou o ministro. Ele destacou como o sistema político eleitoral brasileiro é um dos mais caros do mundo, apontando que mesmo que haja muito dinheiro envolvido — R$ 6 bilhões do Fundo Eleitoral — não é suficiente para irrigar as campanhas. “Nosso sistema não está correto”, afirmou.

“O Fundo Partidário tornou os partidos políticos mais rentáveis que 99% das empresas nacionais. Hoje um presidente de partido tem mais dinheiro para investir do que um CEO e acaba se perpetuando no poder. O dinheiro é gigantesco, mas sabemos que é insuficiente porque são as campanhas mais caras do mundo”, disse. Segundo Moraes, é necessária uma alteração nesse quadro para conferir maior representatividade. Citou o sistema distrital misto, para “poder cobrar o parlamentar”. “Nosso sistema foi feito para não acompanhar parlamentares e isso fragiliza a política, o que permite que parlamentares de lives e likes tomem lugar sem propostas. Isso é a negação da política e da democracia. É um passo para o autoritarismo e para o populismo extremista”, advertiu.

O ministro também defendeu um avanço na relação Executivo e Legislativo. Classificou como “loucura” o fato de o presidente da República “ter que conviver com 16 partidos”. Em sua avaliação, caso houvesse uma reforma política com o sistema distrital, o país poderia ter cinco ou seis partidos, como acontece na Alemanha, resultando em uma “possibilidade de estabilidade maior”.

Moraes ainda ponderou que o “Judiciário também está devendo para a sociedade”, especialmente quanto à celeridade processual. Na avaliação do ministro, com o uso de tecnologias é possível “revolucionar” o Judiciário, “mas não adianta usar novos instrumentos” se não houver uma reestruturação institucional. “Não é possível que o Judiciário não se reestruture. A segurança pública institucionalmente é função do Judiciário. Há necessidade de celeridade no julgamento de casos importantes. Se não reestruturarmos a Justiça Criminal para combater o crime organizado vamos ter ainda mais problemas. A Justiça tem importância gigantesca na segurança”, avalia.

Com informações do Estadão Conteúdo

Ainda sem chegar em um consenso, o governo federal e os servidores grevistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) se reúnem, nesta sexta-feira (9/8), para uma nova rodada da mesa de negociação específica sobre o reajuste salarial e a valorização da carreira.

O governo Lula (PT), representado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), pretende finalizar todas as mesas de negociações abertas com os servidores públicos federais na próxima sexta-feira (16/8).

Os servidores da Previdência Social pedem por melhores condições de trabalho e valorização da carreira, por meio do reajuste salarial para o setor. A greve começou em 16 de julho e preocupa o governo, que acionou a Justiça para não prejudicar a prestação dos serviços.

Metrópoles

Foto: Infobae/Reprodução

A ex-primeira-dama da Argentina Fabiola Yañez, que denunciou o ex-presidente Alberto Fernández por violência física e assédio, enviou fotos com hematomas no braço e no rosto em trocas de mensagens com o ex-companheiro. As imagens e as conversas foram reveladas nesta quinta-feira (8) pelo site de notícias argentino Infobae.

“Você tem me agredido há três dias seguidos”, disse a ex-primeira-dama em mensagem pelo WhatsApp. Em outro trecho, ela afirmou: ” Isso não funciona assim, você me agride o tempo todo. É insólito. Não pode me fazer isso quando eu não te fiz nada. E tudo o que tento fazer com a mente centrada é te defender, e você me agride fisicamente. Não há explicação.”

Lula é amigo pessoal de Fernandez ex-presidente da Argentina

Yañez fez a denúncia contra o ex-presidente na terça-feira (6) durante uma videoconferência com o juiz federal Julián Ercolini, que ordenou imediatamente medidas de “restrição” e “proteção” para a mulher. As medidas urgentes tomadas incluem uma ordem para que o ex-presidente não se aproxime dela e que não deixe o país.

A mulher contou disse que era agredida fisicamente quando vivia na Quinta de Olivos, residência oficial da presidência argentina. Fernández foi presidente da Argentina entre 2019 e 2023.

g1

Mais de 20 anos de uso e agora Lula resolveu devolver o relógio que ganhou da França e que é avaliado em mais de 80 mil reais. A estratégia é simples: se Lula pode ficar com o relógio depois da decisão do TCU, Bolsonaro também pode ficar com as joias. A não ser que o TCU determine que essa lei só vale para relógios Cartier. Não me estranharia, afinal temos leis diferentes para direita e esquerda.

Mas vamos lá, Lula. Devolva o relógio. Mas não esqueça de devolver os 10 caminhões de mercadorias que você levou do Palácio da Alvorada para aquele sítio que as construtoras fizeram reformas e mais reformas.

Gustavo Negreiros

Foto: Abed Zagout

A ONU admitiu que funcionários de uma de suas agências no Oriente Médio podem ter participado ao lado do Hamas nos ataques de 07/10 contra Israel, que matou +1000 pessoas e deu início à guerra na região.

Ao todo, 9 colaboradores da Agência de Assistência aos Refugiados Palestinos — UNRWA na sigla em inglês — foram demitidos por suspeitas de envolvimento com os terroristas.

Ainda não se sabe se os funcionários da ONU pegaram em armas, repassaram informações sigilosas ou teriam ajudado os terroristas com a logística da invasão. A UNRWA tem 13 mil funcionários.

A dimensão da coisa: Por décadas, a agência foi a principal organização de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Agora, a credibilidade dela — e da ONU como um todo — é questionada pela comunidade internacional.

As suspeitas de envolvimento com o Hamas vêm desde o ano passado, quando se descobriu túneis do grupo abaixo da sua sede.

Inclusive, foi depois disso que países como EUA, Alemanha e Reino Unido cortaram o financiamento à agência. A maioria deles retomou os repasses depois.

The News

Um momento único, com uma das melhores fotos dos jogos olímpicos. Um momento ímpar para o Brasil e para Rebeca. E aí o governo Lula resolve apagar a atleta brasileira do pódio e colocar a imagem de um computador. Uma picaretagem com a atleta e com os brasileiros. O governo quer pra ele algo que não é dele e que não recebeu contribuição nenhuma de Lula. Veja abaixo a foto original.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

O candidato de oposição à Presidência da Venezuela, Edmundo González, se auto proclamou vencedor das eleições do país vizinho, e assinou a declaração como “presidente eleito da Venezuela”. Sua vitória tem sido reconhecida por vários países, a começar pelos Estados Unidos. Na sequência, Argentina, Peru e Uruguai também reconheceram Gonzáles como legítimo presidente eleito da Venezuela.

A declaração ocorreu em um comunicado publicado por Gonzáles nesta segunda-feira (5). O documento também foi assinado pela líder da oposição, María Corina Machado.

No documento, os opositores do ditador Nicolás Maduro, ao qual foi imposta “vitória” na eleição da Venezuela, pedem que as Forças Armadas não reprimam o povo e cumpram os deveres constitucionais.

“Fazemos um apelo à consciência dos militares e policiais para que fiquem ao lado do povo e de suas próprias famílias. Com essa massiva violação de direitos humanos, a alta cúpula está se alinhando com Maduro e seus interesses vis”, destaca trecho da carta.

Edmundo González solicita no documento que ele seja proclamado o verdadeiro presidente eleito do país. A eleição venezuelana é contestada internacionalmente.

“Nós ganhamos essa eleição sem discussão alguma. Foi uma avalanche eleitoral, cheia de energia e com uma organização cidadã admirável, pacífica, democrática e com resultados irreversíveis”, destaca a ação.

Diário do Poder

Acostumada a viajar, gastar muito sem nenhum controle, a governadora Fátima Bezerra prepara um pacote de maldades para a população.

A governadora quer aumentar o ICMS de 18% para 20%. Isso vai ser péssimo para a geração de empregos, vai encarecer os produtos, sufocar comerciantes. O pior, o governo não faz nada pela população, super mal avaliado e ainda quer cravar uma faca no pescoço do povo.

Essa governadora vai pedir votos para seus candidatos e depois vai jogar a conta para o povo.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

A União Europeia não reconheceu os resultados das eleições venezuelanas, realizadas no último domingo, e das quais o presidente Nicolás Maduro foi proclamado vitorioso em meio a denúncias de fraude da oposição, ampla condenação internacional e pedidos por mais transparência na divulgação dos resultados.

Em comunicado, o bloco europeu disse que aceita a veracidade das atas publicadas pela oposição liderada por María Corina Machado, ratificando que o candidato opositor “Edmundo González Urrutia parece ser o vencedor por uma maioria significativa”.

“Apesar do seu próprio compromisso, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) ainda não publicou as atas oficiais de votação dos colégios eleitorais. Sem provas que as respaldem, os resultados publicados em 2 de agosto pelo CNE não podem ser reconhecidos”, disse o comunicado. “Qualquer tentativa de adiar a publicação integral das atas oficiais de votação apenas aumentará as dúvidas sobre a credibilidade dos resultados oficialmente divulgados.”

O bloco também “pede que se proceda a uma nova verificação independente das atas eleitorais, se possível por uma entidade de reputação internacional”, e acrescenta que “as autoridades venezuelanas, incluindo as forças de segurança, devem respeitar plenamente os direitos humanos, incluindo a liberdade de expressão e de reunião”.

Segundo os resultados anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), Maduro recebeu 6,4 milhões dos votos contra 5,3 milhões de González, com base na contagem de 96,87% das atas. A oposição, entretanto, alega ter cópia de mais de 80% das atas eleitorais — ainda não apresentadas pelo CNE — e diz que González Urrutia obteve 67% dos votos. Os documentos da oposição foram publicados na internet de forma independente, mas outras análises corroboram que González recebeu mais votos do que o presidente.

Seguindo os Estados Unidos e o Peru, Equador, Panamá, Uruguai, Guatemala e Costa Rica reconheceram na sexta-feira a vitória de Edmundo González Urrutia nas eleições na Venezuela. Enquanto isso, Brasil, México e Colômbia tentam conter um efeito cascata na região: após conversas sobre a crise, os chanceleres dos três países cogitam ir a Caracas nos próximos dias para tentar negociar uma saída para a crise política do país.

A crise já levou a inúmeros protestos contra os resultados oficiais da eleição, com mais de mil pessoas presas, incluindo lideranças da oposição, e ao menos 11 civis mortos, embora organizações de defesa dos direitos humanos afirmem que o número chega a 20.

Com informações de O Globo

Em meio às incertezas que cercam os resultados das eleições na Venezuela, o presidente Nicolás Maduro, que sustenta ter sido reeleito, disse estar em contato constante com o assessor especial para assuntos externos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-chanceler Celso Amorim.

“Falei com Lula há 15 dias. Mas mantenho contato permanente com Celso Amorim e com o chanceler Mauro Vieira”, disse Maduro durante entrevista no Palácio Miraflores, sede do governo venezuelano.

Além disso, o venezuelano agradeceu a nota conjunta dos governos do Brasil, do México e da Colômbia, divulgada nessa quinta-feira (1º/8). Os três países não reconheceram a vitória de ninguém e pediram “verificação imparcial” dos votos, além de cobrar respeito pela “soberania da vontade do povo da Venezuela”.

“Os presidentes Lula, Petro e Obrador estão trabalhando, de forma conjunta, para que se respeite a Venezuela. Para que os Estados Unidos não façam o que estão fazendo”, afirmou o líder chavista. “Eles divulgaram um comunicado muito bom, muito bom. Felicito os presidentes Petro, López Obrador e Lula. Muito obrigado, em nome de toda a Venezuela.”

Enviado por Lula para acompanhar as eleições na Venezuela, o ex-embaixador Celso Amorim retornou ao Brasil na última terça-feira (30/7). Durante a estada no país vizinho, o assessor acompanhou o desenrolar das eleições, marcadas por falta de transparência e contestação internacional.

Fonte: Portal Grande Ponto

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