março, 2021 - Informativo Atitude - Page 17

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Com a edição do novo decreto que impõe regras mais rígidas de combate à pandemia do novo Coronavírus em todo o território potiguar – e conforme determinação do Governo do Rio Grande do Norte – a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) esclarece que o toque de recolher segue inalterado até o final da noite desta sexta-feira (19) e início da madrugada do sábado (20), quando já entrarão em vigor as novas medidas de contenção da doença.

Assim, todos os serviços considerados não essenciais, como bares, restaurantes e similares, por exemplo (que até então estão paralisando suas atividades no período de 20h às 6h), a partir de sábado (20) deverão permanecer fechados até o final do dia 2 de abril.

Para fazer valer o novo decreto, a governadora Fátima Bezerra reforçou a missão das forças de segurança pública do Estado, que continuam somando esforços com os municípios de forma a garantir o programa Pacto Pela Vida, cujo objetivo é assegurar a preservação da saúde da população.

Titular da SESED, o coronel Francisco Araújo Silva ratifica o esforço de policiais civis e militares, assim como do Corpo de Bombeiros Militar, no cumprimento do que determina a Lei. “E aqui é preciso enaltecer a abnegação de todos os agentes públicos, homens e mulheres que fazem as forças de segurança, seja do Estado ou dos Municípios, que desde o início da pandemia seguem integrados e empenhados em vencer mais esta batalha. Permanecemos nas ruas, combatendo a criminalidade e, mais do que nunca, ainda mais firmes contra a Covid-19”, afirmou o secretário.

 

As academias e templos religiosos de Natal poderão continuar funcionando após o sábado (20), data em que se inicia a vigência do decreto conjunto de Governo e Prefeitura com normas mais rígidas de isolamento social. A informação foi confirmada pelo prefeito de Natal, Álvaro Dias, por meio de postagem numa rede social. Ele explicou que a decisão foi tomada em comum acordo entre Município e Governo do Estado.

De acordo com o prefeito, o decreto vai respeitar duas leis municipais que definiram o funcionamento de templos religiosos e de academias de ginástica como atividades essenciais.

Segundo ele, há protocolos de biossegurança que deverão ser seguidos e deverão ser detalhados pela Vigilância Sanitária e Secretaria de Saúde de Natal. A medida torna sem objeto ação judicial que iria pedir a abertura desses estabelecimentos. Já sobre os templos religiosos, também deverão seguir protocolos religiosos rígidos e limitar a 25% de sua capacidade a quantidade de pessoas dentro dos locais no momento de celebrações.

A expectativa é que um novo decreto seja publicado ainda nesta sexta-feira (19) detalhando a inclusão dessas atividades entre as que foram consideradas essenciais no decreto conjunto publicado quarta-feira (17).

TRIBUNA DO NORTE

O Reino Unido foi o país que iniciou a vacinação contra covid no ocidente e, desde então, é citado como exemplo para outras nações, ao contrário do Brasil, sempre apontado como exemplo do que não deve ser feito, até de promover “genocídio”.

Porém, segundo dados das plataformas Our World in Data e Vacina Brasil, 60 dias após o início de vacinação, o Brasil passou de 15,1 milhões de doses aplicadas, um milhão a mais que as 14,03 milhões administradas nos primeiros 60 dias pelo Reino Unido, grande produtor de vacinas. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Assim como ocorreu com o Reino Unido, a vacinação no Brasil começou a acelerar apenas depois dos primeiros 30 dias de campanha.

No caso brasileiro, a média desde o início da vacinação é de 248,5 mil doses por dia, mas a média dos últimos sete dias é de cerca de 330 mil.

Desde a primeira dose, em dezembro de 2020, o Reino Unido aplicou em média 287,5 mil injeções por dia. Em 94 dias foram 27 milhões de doses.

DIÁRIO DO PODER

VISITA SURPRESA


Aconselhado por sua assessoria, Bob Filho (Emídio Junior) fez uma visita surpresa ao seu vice Netinho, o atual prefeito teria sido alertado que um possível rompimento com Netinho poderia acabar de vez com sua imagem, que se diga de passagem está em queda livre.

VISITA SURPRESA II


Mesmo com a visita surpresa é muito notório para todos que o casamento político entre os meninos não caminha bem. A prova disto seria os embates que a mãe do vice-prefeito estaria tendo com Silva Junior que é o primo de Emídio, mas que sonha em ser secretário. Segundo rumores o clima entre ele e Maria José está bastante quente.

ACIRRAMENTO


O acirramento entre Luizinho e o Iluminado Denilson Gadelha, está ficando pesado e a tendência é que piore ao longo do tempo. Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos que prometem muitas emoções.

SOBRE A MATÉRIA DO CARRO EM ACARI


Outra para o Ministério Público, o chefe de transportes da prefeitura de Macaíba declarou que a prefeitura está fazendo cirurgias, então onde estão as pactuações e qual seria o critério de escolhas para essas cirurgias? Vamos pedir através do Mistério Público o GPS do veículo para confirmar se o mesmo foi usado para essa finalidade. E é claro o nome do paciente com o local da cirurgia.

NÃO SE PRONUNCIOU


O atual prefeito, (Bob Filho) não se pronunciou sobre a onda de violência que impera na cidade, no ano passado o mesmo saiu fazendo reuniões em várias comunidades cobrando do ex-prefeito as diárias operacionais, depois que assumiu o atual prefeito sequer se manifestou quando viu uma família abandonando sua casa devido a violência. Veja o vídeo abaixo onde Bob Filho explica que o que falta para as diárias operacionais começarem no município é a boa vontade do ex-prefeito.

CARA DE PAU


A prefeitura de Macaíba teve a cara de pau de dizer que nossa reportagem sobre o fim do convenio da prefeitura com a delegacia era FAKE, depois ainda afirmou que não foi procurada pela delegacia. Aja óleo de peroba para tanta cara de pau. A verdade é uma só o convenio da delegacia não foi renovada, e isso aconteceu por falta de interesse do atual prefeito.

ELE ESTÁ DE VOLTA


Quem está de volta a delegacia de Macaíba é o delegado Normando Feitosa. Segundos fontes o delegado está temporariamente, pois quase toda a equipe de Macaíba estaria com coronavírus e por esse motivo foram afastados de suas funções.

SEM PREPARO

A falta de preparo da atual gestão pode causar uma verdadeira tragédia, segundo fontes ainda existem PSFs sem médicos. Além disso várias coisas não estão funcionando corretamente na secretaria de saúde e em diversos órgãos da prefeitura.

COISAS DA SRA. TODA POSUDA


A secretária de saúde “Sra. Toda Posuda” disse que a secretaria de saúde em sua gestão seria humanizada. Não entendemos o que seria essa humanização. Se os pacientes oncológicos estão batendo as portas, se humilhando pra marcarem seus exames de rotina. Algo nunca visto antes, pois os exames eram prontamente agendados. Ou a humanização que a secretária se refere seria a distribuição de bombons a pacientes na UPA? Se for? Duas dicas. Cuidado com os diabéticos. Bombons são cardiogênicos. Fica a dica. De onde será que veio essa moda? De Bom Jesus ou de Lajes?

A pílula anticoncepcional revolucionou o mundo ao ser introduzida na sociedade, na década de 1960. Hoje, elas são usadas por 214 milhões de mulheres ao redor do mundo, movimentando um mercado de US$ 18 bilhões anuais.

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Passadas mais de seis décadas desde a “apresentação oficial” da pílula, na lista de 20 métodos contraceptivos da Organização Mundial da Saúde (OMS) só há dois deles para os homens.

Por que não existe uma pílula anticoncepcional para pacientes masculinos?

Camisinha e vasectomia

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“A ideia de se criar um anticoncepcional masculino existe há quase tanto tempo quanto o feminino”, diz à BBC News Mundo (serviço em espanhol da BBC) Adam Watkins, professor de Biologia Reprodutiva da Universidade de Nottingham, no Reino Unido.

Segundo Watkins, o principal desafio médico sempre foi o fato de que, enquanto a mulher libera um óvulo por mês, o homem produz milhões de espermatozoides por dia.

Mesmo quando o homem perde 90% de sua capacidade de produzir espermatozoides, segue sendo fértil, explica ele.

Mas essa não é a razão central pela qual não foi desenvolvida uma pílula eficiente e segura.

“Acho que se esse desenvolvimento não aconteceu efetivamente foi por causa do sucesso da pílula anticoncepcional feminina. Ela funciona tão bem e é tão eficiente que, do ponto de vista econômico, muitas empresas farmacêuticas não veem a necessidade de investir em uma nova.”

“Por distintos motivos, colocou-se o peso do cuidado com a contracepção nas mulheres”, agrega Watkins. “Foram elas que tiveram de assumir quase totalmente essa responsabilidade, o que é um pouco injusto.”

Talvez o contraceptivo mais antigo da história seja a camisinha: desde quase 2 mil anos antes de Cristo há referências a métodos desse tipo para o controle da natalidade por meio de um material que faça uma barreira física, na anatomia masculina, entre os espermatozoides e o óvulo.

No século 18, introduziu-se o que ainda é o último avanço no campo masculino: a vasectomia, procedimento cirúrgico que interrompe o suprimento de espermatozoides ao sêmen, por meio do bloqueio dos vasos deferentes.

Depois, já na metade do século 20, com o avanço da pílula anticoncepcional feminina, começou também a busca por um medicamento equivalente ao público masculino.

A tarefa parecia simples. “Em teoria, tentar (controlar) a produção de esperma deveria ser um processo simples. A biologia da produção de espermatozoides e de como eles nadam até o óvulo é bem compreendida”, explica Watkins.

Atualmente existem duas áreas de pesquisa nesse campo: uma focada na contracepção hormonal, com hormônios sintéticos (artificiais) para deter temporariamente o desenvolvimento de espermatozoides sadios, e outra focada em técnicas que evitem que os espermatozoides sadios entrem na vagina e consigam fecundar.

No entanto, os esforços dedicados à criação de uma pílula masculina enfrentaram obstáculos — incluindo efeitos colaterais causados por alguns componentes.

Em 2016, um estudo que injetou em homens testosterona e progestógenos similares aos hormônios da pílula feminina teve de ser interrompido.

“Viu-se que que havia efeitos colaterais – como espinhas na pele, transtornos no estado de ânimo e aumento na libido – que os homens consideraram fortes e intoleráveis, o que levou ao cancelamento do estudo”, prossegue Watkins.

“No entanto, muitos especialistas podem ver esses efeitos colaterais como relativamente pequenos em comparação com os enfrentados pelas mulheres que tomam pílula – de ansiedade a aumento de peso, dor de cabeça, redução da libido e coágulos sanguíneos.”

A isso, dizem especialistas, se soma o fato de a camisinha ser um método barato e sem efeitos colaterais.

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“A camisinha, além disso, não serve só para o controle de natalidade, como também para prevenir doenças sexualmente transmissíveis – o que também evitou que se buscasse uma saída (contraceptiva) do lado do homem”, afirma Watkins.

‘Ameaça à masculinidade’

No entanto, para outros especialistas em saúde reprodutiva, é preciso ir além da falta de interesse das empresas farmacêuticas em apoiar pesquisas sobre a complexidade biológica da fertilidade masculina e para chegar-se a uma pílula eficaz para homens.

Para a médica Lisa Campo-Engelstein, diretora do Instituto de Bioética e Humanidades da Saúde da Universidade do Texas (EUA) e pesquisadora do futuro da saúde reprodutiva, “é claro que a pílula anticoncepcional masculina não existe não por motivos científicos, mas por uma questão de gênero, de normais sociais. Se deixou esse trabalho exclusivamente para as mulheres”.

“Atualmente, as mulheres suportam a maior parte da carga financeira e de saúde relacionada à contracepção”, diz a pesquisadora à BBC News Mundo. “Em geral, os métodos femininos tendem a ser mais caros que os masculinos, porque a maioria exige pelo menos uma visita ao médico, receita e repetição periódica”.

Campo-Engelstein é autora de um artigo de opinião defendendo esforços em prol da pílula masculina e lembrando que, nos EUA, muitos planos de saúde não cobrem a contracepção.

Além disso, os Estados americanos que exigem que planos de saúde ofereçam essa cobertura tenham, também, cláusulas de exclusão voluntária por motivos religiosos ou éticos.

“Muitas mulheres desejam parar de tomar a pílula por conta dos fortes efeitos colaterais e hormonais em seu corpo, mas muitas vezes não o fazem porque o homem só recorre à camisinha”, diz a pesquisadora.

“O tema da contracepção deve ser de todos os envolvidos. Embora seja certo que o homem esteja assumindo cada vez mais responsabilidade nisso, o fato é que ainda há muito a se fazer.”

O futuro

Tanto Watkins como Campo-Engelstein acreditam que vai chegar o dia da pílula masculina.

“Acho que tem havido mudanças que farão as farmacêuticas dedicar mais recursos a isso. E há muitos homens dispostos a tomar (a pílula), porque isso lhes daria controle sobre seu corpo”, opina Watkins.

O acadêmico ressalta dois esforços que podem tornar-se base para um método eficaz e seguro: a pílula dos “lençóis limpos” (em inglês, clean sheet pill) e o “vasagel”.

A pílula dos “lençóis limpos” funcionaria limitando a liberação de esperma e, ao prevenir a saída de espermatozoides e do líquido que os transporta, evitaria gestações indesejadas e doenças sexualmente transmissíveis.

Mas essa pílula por enquanto só foi testada em animais, e estima-se que seja necessária mais uma década para estar apta para uso humano.

“E o ‘vasagel’ é uma substância de polímeros injetada na área genital, especialmente nos vasos deferentes, onde o sêmen é transportado. Embora permita o movimento do líquido, ele detém a passagem de espermatozoides”, relata Watkins.

Ao mesmo tempo, a pesquisadora Campo-Engelstein acha que será necessário haver também mudanças sociais, e não só avanços científicos.

“Como questão de justiça social, devemos avançar em direção a uma responsabilidade contraceptiva compartilhada”, defende.

“Para tal, precisamos dedicar mais recursos ao desenvolvimento de métodos anticoncepcionais para homens. Mas se não houver mudanças nas normas de gênero dominantes quanto à saúde reprodutiva, me parece pouco provável que os homens usem a contracepção no mesmo ritmo que as mulheres, mesmo que os métodos existam.”

Fonte: Correio Brasiliense

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira (18) a medida provisória que institui a nova rodada do auxílio emergencial. Serão quatro parcelas mensais de R$ 250, em média, que serão pagas partir de abril.

O governo deve pagar 4 parcelas de R$ 150 a R$ 375 a 45,6 milhões de pessoas. A maioria deve receber a menor cota. A prévia da divisão é a seguinte:

  • R$ 150 – indivíduo que mora sozinho;
  • R$ 250 – famílias com mais de um integrante;
  • R$ 375 – mulheres que são as únicas provedoras de suas famílias.

Quem tem direito

De acordo com o governo, os critérios de elegibilidade para o novo foram aprimorados. O benefício será pago apenas a famílias com renda per capita de até meio salário mínimo (R$ 550) e renda mensal total de até 3 salários (R$ 3.300).

Quem não movimentou os valores disponibilizados na poupança digital em 2020, não terá direito ao novo benefício, bem como quem estiver com o auxílio emergencial de 2020 cancelado quando ocorrer a avaliação de elegibilidade para 2021.

Para os beneficiários do Bolsa Família, continua valendo a regra quanto ao valor mais vantajoso a ser recebido entre o programa e o auxílio. Os integrantes do programa vão receber o benefício com maior parcela.

Quem não tem direito

  • menores de 18 anos, exceto mães adolescentes;
  • pessoas com carteira assinada ou que recebem benefício do governo (com exceção de Bolsa Família e abono salarial);
  • quem não movimentou os valores do auxílio emergencial pago em 2020;
  • quem teve o auxílio de 2020 cancelado até dezembro;
  • estagiários e residentes médicos, multiprofissionais e quem recebe bolsa de estudos ou similares;
  • quem teve renda tributável superior a R$ 28.559,70 em 2019;
  • quem recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40.000 em 2019;
  • pessoas que, em 31 de dezembro de 2019, tinham propriedade de bens e direitos com valor total maior que R$ 300 mil;
  • presos em regime fechado, ou cuja família receba auxílio-reclusão.

Impacto na economia

O governo calcula que os pagamentos devem custar R$ 43 bilhões, incluindo os custos operacionais.

Desse valor, R$ 23,4 bilhões serão para o público já inscrito em plataformas digitais da Caixa (28.624.776 beneficiários), R$ 6,5 bilhões para integrantes do Cadastro Único do Governo Federal (6.301.073 beneficiários) e R$ 12,7 bilhões para atendidos pelo programa Bolsa Família (10.697.777 beneficiários).

O valor poderia bancar, aproximadamente, somente um mês do auxílio emergencial de R$ 600 pago no ano passado, que custou mais de R$ 293 bilhões .

Fonte: Poder360

O senador Sérgio Olímpio Gomes, conhecido como Major Olímpio, morreu nesta quinta-feira (18), aos 58 anos, vítima da covid-19. A informação foi confirmada nas redes sociais do parlamentar.

“Com muita dor no coração, comunicamos a morte cerebral do grande pai, irmão e amigo, Senador Major Olimpio. Por lei a família terá que aguardar 12 horas para confirmação do óbito e está verificando quais órgãos serão doados. Obrigado por tudo que fez por nós, pelo nosso Brasil”, diz uma mensagem publicada na conta oficial do senador no Twitter.

Diagnosticado com o novo coronavírus no dia 2 de março, o líder do PSL no Senado estava internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, e foi intubado duas vezes.

A infecção pode ter acontecido durante visita ao Congresso Nacional com o intuito de pedir verbas para emendas parlamentares.

Olímpio foi o 3º senador brasileiro que morreu devido à covid-19. Em fevereiro, faleceu José Maranhão (MDB-PB), e em outubro de 2020, Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

Fonte: CNN

Fonte: Portal Grande Ponto

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta quinta-feira (18):

– O país registrou 2.724 óbitos nas últimas 24h, totalizando 287.499 mortes;

É o segundo maior registro de óbitos em 24h, desde o início da pandemia.

– Foram 86.982 novos casos de coronavírus registrados, no total 11.780.820 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 10.339.432, com o registro de mais 52.375 pacientes curados. Outros 1.153.889 pacientes estão em acompanhamento.

Previsão é de que, ainda no primeiro semestre, mais de 100 milhões de doses sejam produzidas em solo brasileiro. Fundação Oswaldo Cruz realizou, nesta quarta-feira (17/3), a entrega de 500 mil doses do imunizante ao Ministério da Saúde

Foto: (crédito: AFP / MICHAEL DANTAS)

A Fiocruz realizou, nesta quarta-feira (17/3), a entrega de 500 mil doses da vacina de Oxford/Astrazeneca ao Ministério da Saúde. Esse é o primeiro lote dos imunizantes produzidos em solo brasileiro por meio da transferência de tecnologia. O diretor de de Bio-Manguinhos da Fiocruz, Mauricio Zuma, afirmou que a instituição prevê uma entrega semanal de cerca de 6 milhões de doses.

“O que está previsto são entregas semanais, algo em torno de 6 milhões de doses toda semana. Tem variações de semana para semana, de acordo com a produção. As entregas não são diárias, são semanais. E a gente deve seguir nesse ritmo até concluir as 100,4 milhões doses que estão previstas no contrato com a AstraZeneca, de encomenda tecnológica. A expectativa é de que as últimas doses desse contrato sejam entregues até o mês de julho deste ano”, detalhou em coletiva de imprensa.

Zuma também falou sobre a produção da matéria-prima da vacina, o IFA, em território nacional. Segundo o diretor, a Fiocruz está trabalhando intensamente, mas ainda enfrenta dificuldades. A instituição deve receber a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril para a avaliação técnica e operacional.

“Nosso pessoal está trabalhando com muita dedicação. Nós estamos bastante avançados. As instalações estão com as adequações quase todas prontas. Nós esperamos, em abril, receber a Anvisa para a certificação das nossas condições técnicas e operacionais, para que a gente possa começar a produção dos lotes experimentais a partir de maio e começar a entregar no segundo semestre. Esse é o plano hoje. Tudo o que estamos fazendo para antecipar estamos fazendo”, pontuou.

A presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, reiterou o que disse Zuma com relação aos esforços para adiantar a produção das vacinas no Brasil. No caso do IFA, ela afirma que o processo já teve início. “Estamos com biorreatores, eles fizeram parte dos recursos da Medida Provisória que nos permitiu firmar a encomenda tecnológica. Seguiremos nesse caminho”.

Ministro da Saúde

Ela ressaltou a atuação das instituições e da união da Fiocruz com o governo e a Anvisa para antecipar o máximo possível a entrega de doses. Mas revelou que é um processo complexo. Também estavam presentes na coletiva o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o seu substituto, o médico cardiologista Marcelo Queiroga.

Pazuello elogiou o governo por ter apostado na vacina de Oxford/Astrazeneca ainda em julho do ano passado. Segundo o general, foi a melhor escolha feita pelo governo, tendo em vista que os resultados da parceria só seriam vistos no ano seguinte.

Fonte: Correio Brasiliense

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