março, 2021 - Informativo Atitude - Page 10

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A final quem é a nova equipe de licitação que teria fortes laços com um deputado? Outra pergunta que também não quer calar, quem seria a jovem Bruna que estaria brecando alguns contratos de licitação da saúde?

Em meio a essa enxurrada de informações, apenas três homens buscam respostas. Professor João Marques, que não vê com bons olhos a privatização da educação nem muito menos os rumos que a administração está domando, o vereador Igor Targino, que vem deixando claro que seu lugar é na oposição, mas cobra de (Bob Filho) Emídio Junior as promessas feitas antes e após a campanha e nós do Informativo Atitude que não baixamos nossa cabeça para ninguém e estamos procurando todas essas respostas para passar para você amigo leitor.

A família do aposentado Gerde Luís Xavier Damasceno, de 63 anos, mais uma vítima da Covid-19 em Natal, teve uma desagradável surpresa ao tentar liberar o corpo do ente querido. O corpo já havia sido entregue a outra família, que o sepultou.

O fato aconteceu em hospital particular de Natal, que trocou os corpos de dois pacientes mortos por Covid-19 nesta terça-feira (23). As informações são do portal G1 RN/InterTV Cabugi.

O Hospital do Coração confirmou o caso e lamentou o ocorrido, afirmando que está prestando toda a assistência às famílias.

O aposentado Gerde Luís passou cerca de duas semanas internado com coronavírus e estava na UTI, intubado há quatro dias, mas não resistiu e morreu por volta das 5h de ontem.

Familiares foram chamados ao Hospital do Coração, depois que a morte do paciente foi confirmada. O filho dele, o funcionário público, Gerdian Cabral, marcou com a funerária para buscar o corpo do pai às 18h, já que o sepultamento estava marcado para às 19h em um cemitério na Grande Natal, mas ao chegar ao local, foi informado que o corpo do seu pai já tinha sido liberado.

“O filho de um dos pacientes, ao comparecer ao necrotério do hospital, fez o reconhecimento do corpo do outro paciente falecido como sendo o corpo do seu pai. Houve ainda falha do setor responsável ao não seguir nosso protocolo de conferência dos documentos necessários para a liberação do corpo para o sepultamento, o que contribuiu para a ocorrência constrangedora e inaceitável”, informou a instituição por meio de nota.

O filho da outro paciente falecido, que não quis ser identificado, afirmou que o hospital levou apenas um corpo para reconhecimento, e que ele o viu apenas através de um vidro. Além disso, os olhos estavam cobertos com gazes. Como o corpo era parecido e diante da emoção, ele acabou reconhecendo como o seu pai.

O caixão ficou fechado durante o enterro por risco de contaminação, por isso, a família só percebeu o erro ao receber uma ligação do hospital.

NOTA

O filho de um dos pacientes, ao comparecer ao necrotério do hospital, fez o reconhecimento do corpo do outro paciente falecido como sendo o corpo do seu pai. Houve ainda falha do setor responsável ao não seguir nosso protocolo de conferência dos documentos necessários para a liberação do corpo para o sepultamento, o que contribuiu para a ocorrência constrangedora e inaceitável.

A Direção do hospital, como já dito acima, lamenta profundamente o acontecido e está tomando todas as providências necessárias junto à empresa funerária para que cada família possa fazer o sepultamento digno do seu familiar.

A ordem de prisão contra ele havia sido expedida no dia 6 de fevereiro de 2021, em um desdobramento da Operação Exílio – investigação que também mirou o tráfico de drogas e armas

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A Polícia Federal (PF) e a Secretaria Nacional Antidrogas do Paraguai (Senad) prenderam nesta terça feira, 23, 16 pessoas suspeitas de integrarem a cúpula do PCC na região de Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul. Entre os detidos está um homem conhecido como “Bebezão”, que é apontado como um dos líderes do grupo. A ordem de prisão contra ele havia sido expedida no dia 6 de fevereiro de 2021, em um desdobramento da Operação Exílio – investigação que também mirou o tráfico de drogas e armas.

As prisões desta terça integraram a segunda fase da Operação Fronteira Segura, que tem como objetivo desarticular suposta organização criminosa vinculada ao PCC, que atua no tráfico internacional de drogas e de armas a partir da fronteira do Brasil com o Paraguai.

De acordo com a PF, ao longo das investigações foi identificado que a facção estava se reestruturando após sofrer “perdas significativas” na Operação Exílio. A corporação indicou ainda que ao longo das diligências foram apreendidos diversos fuzis e munições de grosso calibre.

Fonte: Notícias ao Minuto

Os fãs dos telemóveis da Apple podem contar com uma melhoria de qualidade

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Uma notícia publicada pelo site The Elec indica que a Samsung fornecerá as telas do próximo iPhone da Apple, os quais contará com tecnologia LPTO em vez do mais tradicional OLED.

Mais ainda, a informação disponível indica que as telas do próximo top de linha da ‘Empresa da Maçã’ terá 120Hz de ‘refresh rate’. Uma melhoria considerável tendo em conta que, até aqui, as telas dos iPhones têm ficado pelos 60Hz de ‘refresh rate’.

Significa isto que as telas do próximo iPhone providenciarão uma experiência de visualização muito mais fluída e de melhor qualidade. O sucessor do iPhone 12 só será apresentado em dezembro mas, de momento, parece que os fãs da Apple têm bons motivos para ficarem animados.

Fonte: Notícias ao Minuto

A Segunda Turma do STF decidiu anular a ação do tríplex e julgar procedente o habeas corpus do petista

 

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SÃO PAULO, SP, E BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Em um dos julgamentos mais esperados dos últimos anos no STF (Supremo Tribunal Federal), a Segunda Turma da corte decidiu nesta terça-feira (23), por um placar de 3 a 2, que o ex-juiz Sergio Moro foi parcial na ação em que o ex-presidente Lula (PT) foi condenado pelo suposto recebimento de um tríplex como forma de propina.

Ao final, votaram para declarar Moro suspeito os ministros Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia -que mudou o voto que havia proferido em dezembro de 2018, quando teve início o julgamento. Os ministros Edson Fachin e Kassio Nunes Marques votaram contra a declaração de suspeição de Moro.

A Segunda Turma, porém, restringiu-se à análise da atuação de Moro no caso do tríplex de Guarujá (SP). Não foi discutida a situação do processo em que Lula foi condenado referente ao sítio de Atibaia (SP).

Em dezembro de 2018, no início do julgamento sobre o tríplex, Fachin e Cármen votaram a favor de Moro. Na ocasião, Gilmar pediu mais tempo para estudar o caso e interrompeu a análise do tema.

Depois de Fachin anular as condenações de Lula no último dia 8, Gilmar retomou o julgamento da matéria da parcialidade com voto contra Moro. Lewandowski o acompanhou.

Ao anular as condenações do ex-presidente, Fachin considerou que a Vara de Curitiba não tinha competência para julgar o petista. Com isso, Lula retomou seus direitos políticos e poderá se candidatar a presidente em 2022. Fachin, no entanto, não anulou as eventuais provas coletadas contra o ex-presidente nos processos comandados por Moro.

Para anular os atos do ex-magistrado, a defesa de Lula conta a seu favor com o atual clima político de contestação aos métodos da Lava Jato no Paraná, amplificado com a divulgação nas últimas semanas de mais mensagens trocadas entre procuradores da força-tarefa.​

O que pedia a defesa de Lula?

A defesa do ex-presidente tentava anular as condenações impostas na Lava Jato do Paraná por meio de um pedido de habeas corpus no STF no qual argumentava que o então juiz Sergio Moro não tinha a imparcialidade necessária para julgá-lo.

O agora ex-juiz foi o responsável por uma das sentenças, a do tríplex de Guarujá (SP), em 2017, e participou da tramitação de outras duas ações penais: a do sítio de Atibaia (SP), sentenciada pela colega Gabriela Hardt, e o processo que trata da compra de um terreno pela Odebrecht para o Instituto Lula, ainda em tramitação na primeira instância.

Moro deixou a magistratura em 2018 para ser ministro da Justiça do presidente Jair Bolsonaro.

​Quais são os principais argumentos de Lula?

O pedido de habeas corpus foi apresentado pela defesa de Lula em 2018 logo depois de o então juiz Moro anunciar que pediria exoneração do Judiciário para assumir o cargo no governo do recém-eleito presidente Jair Bolsonaro.

A adesão do magistrado à gestão de um adversário político do petista era na ocasião o principal motivo para os advogados argumentarem que não teria havido a imparcialidade necessária nos atos de Moro à frente dos processos de Lula na Lava Jato.

Naquela época, Lula estava detido na sede da Polícia Federal em Curitiba em razão de condenação imposta por Moro no caso do tríplex, também confirmada em segunda instância.

Na petição inicial, o advogado Cristiano Zanin Martins e sua equipe diziam que Moro agia na Lava Jato com motivação política e tratava o ex-presidente como inimigo.

O Código de Processo Penal afirma que o juiz não pode atuar em um caso se for amigo íntimo ou inimigo capital de uma das partes.

Em cerca de 70 páginas, os advogados elencam episódios polêmicos ocorridos na Lava Jato.

Entre eles, a ocasião em que Moro agiu para evitar que Lula fosse solto por ordem de um juiz plantonista de segunda instância, em 2018, e a decisão do então juiz de dar publicidade a trechos da delação do ex-ministro petista Antonio Palocci quando faltava menos de uma semana para o primeiro turno da eleição presidencial.

Os advogados também mencionam na petição original a ordem de Moro para a condução coercitiva de Lula, em 2016, a interceptação telefônica de advogados e a decisão de tornar públicas conversas do petista com a então presidente Dilma Rousseff (PT).

“O juiz, em vez de dissipar fundadas suspeitas, colabora com a consolidação da fama que ostenta, retroalimentando uma percepção razoável da sociedade de que ele se comporta como inimigo/opositor do ex-presidente”, escreveram os advogados na ocasião.

Os diálogos obtidos pelo site The Intercept Brasil e publicados também por outros veículos de imprensa vieram a público em 2019, depois que o pedido de habeas corpus já tinha sido apresentado.

Logo após a divulgação das mensagens, a defesa anexou as reportagens que tratavam do assunto para reforçar seus argumentos de que o ex-juiz não agiu com equidistância na Lava Jato.

Paralelamente, em outro procedimento em análise no Supremo, sobre uma ação penal ainda em tramitação no Paraná, conseguiu ordem do ministro Ricardo Lewandowski para ter acesso ao conteúdo hackeado de celulares de autoridades na operação.

A determinação foi efetivamente cumprida em janeiro e recebeu o aval de outros ministros da corte em sessão da Segunda Turma do tribunal no início deste mês.

A defesa do ex-presidente, porém, diz que não precisou juntar mais elementos nesse pedido de habeas corpus para provar a parcialidade do ex-magistrado.

O que as mensagens da Lava Jato revelaram sobre a atuação de Moro?​

As conversas no Telegram indicam que houve colaboração dele com a força-tarefa, o que comprometeria a chamada “paridade de armas” entre a acusação e a defesa.

Em relação especificamente a Lula, há trechos que mostram que Moro sugeriu uma pista para a investigação antes da abertura dos processos e combinou a estratégia de comunicação para rebater críticas dos advogados após o primeiro depoimento do ex-presidente como réu, em 2017. Também há diálogo de 2016 em que Deltan antecipa em linhas gerais o teor da denúncia contra Lula que ainda estava sendo elaborada e que só seria apresentada meses depois.

Qual é a posição do ex-ministro Sergio Moro a respeito?

Moro não é parte no julgamento do habeas corpus. Ou seja: a Justiça julgou se os atos dele demonstraram imparcialidade, mas não caberia a ele apresentar defesa nessa situação.

Quem se manifesta eventualmente contrapondo os argumentos da defesa de Lula é o Ministério Público, representado nesse caso pela Procuradoria-Geral da República -por se tratar de uma tramitação no Supremo.

O ex-juiz e ex-ministro da Justiça sempre negou que tenha agido sem a devida imparcialidade. Disse que pediria afastamento se tivesse havido qualquer comportamento impróprio e que suas conversas sempre foram legais. Ele tem afirmado também que as ocasiões em que negou pedidos do Ministério Público mostram que não houve conluio.

“Eu não tenho mais essas mensagens, que eu troquei no passado e trocava com muitas pessoas, mas nenhuma delas revela espécie de fraude processual”, disse ele ao jornal Folha de S.Paulo, em 2019.

Sobre a inclusão da delação de Palocci nas vésperas da eleição, afirmou no ano passado que juntou aos autos daquele caso elementos que eram relevantes e deu ciência às defesas.

Disse que a sentença expedida contra Lula foi em 2017, muito antes de qualquer campanha eleitoral, e que ela foi confirmada em mais duas instâncias.

O que acontece com Moro com o Supremo declarando sua parcialidade diante de Lula?

Por ora, não há mais consequências além da anulação dos processos. Para outros tipos de punição ao ex-juiz, seria preciso abrir novos procedimentos, mas Moro já não atua mais como magistrado desde 2018.

Além disso, em relação às mensagens, há ainda um caminho bastante incerto até que elas sejam usadas como prova de acusação contra as autoridades envolvidas, já que foram obtidas por meio de um crime cibernético.​

O que diz o Ministério Público?

Nos autos do pedido de habeas corpus, a Procuradoria-Geral afirmou que a argumentação de perseguição política se apoia em ilações frágeis e que o ex-presidente teve asseguradas todas as suas garantias constitucionais nos processos.

Menciona que as decisões judiciais foram respaldadas por outras instâncias da Justiça e que a pena imposta ao ex-presidente foi até inferior à média das demais condenações da operação.

Quanto às reportagens feitas com base nas conversas dos procuradores, o Ministério Público disse, em 2019, que a falta de verificação da autenticidade das mensagens impediria o seu uso nesse caso.​

Fonte: Notícias ao Minuto

O Plano Nacional de Imunização (PNI) ultrapassou pela primeira vez a marca de um milhão de vacinas aplicadas em 48h. Segundo o portal vacinabrasil.org, criado no Centro de Pesquisas Computacionais da Rice University (EUA), o Brasil aplicou 987 mil primeiras doses e 184 mil segundas doses de segunda (22) a terça (23), somando 1,17 milhão de vacinas em dois dias. Desde o início da imunização, já foram aplicadas 17,1 milhões de doses das 30 milhões disponibilizadas aos Estados.

RECORDE VIRA MÉDIA

Na sexta (19), o Brasil chegou a mais de 551 mil doses aplicadas. O recorde já está próximo de virar média.

ACELERANDO 100%

A média diária de doses era de 205 mil em fevereiro, mas antes mesmo do fim de março mais que dobrou. Atualmente são 421 mil por dia.

ACABA EM 2021

O ritmo segue acelerando, mas mesmo que continue nesse patamar, o Brasil conseguirá vacinar todos os maiores de 18 anos até o fim do ano.

CLAUDIO HUMBERTO

Ao menos três estados brasileiros não têm mais vaga de UTI disponível para pacientes com Covid-19. Acre, Rondônia e Mato Grosso do Sul registram taxas de ocupação dos leitos de terapia intensiva maiores que 100%, segundo levantamento feito pelo GLOBO. Outros 14 estados estão com o índice acima de 90%: Amapá, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Além da falta de vagas para internar os doentes, a possibilidade de falta de oxigênio e de remédios usados na internação também preocupa gestores. Diante do cenário de colapso iminente, o Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) recomendou, por meio de nota divulgada nesta terça-feira (23) a suspensão das cirurgias eletivas (aquelas que não são emergenciais) até que o abastecimento dos remédios se estabilize, e o número de internações diminua.

Ainda segundo a recomendação do Conass, seriam mantidas as cirurgias eletivas inadiáveis, aquelas que se não forem realizadas podem causar dano permanente ao paciente, tais como as oncológicas, cardíacas e os transplantes de órgãos.

Dos estados que apresentam ocupação de mais de 90% dos leitos de UTI, sete deles também estão com dificuldade de manter o abastecimento de oxigênio, segundo ofício do Ministério da Saúde encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) na noite desta segunda-feira (22). São eles Acre, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Norte e Rondônia. A pasta informou que elaborou o Plano Oxigênio Brasil, que coloca ações em prática, como a redistribuição de materiais enviados a Manaus, com apoio do Governo do Amazonas e do Ministério da Defesa.

Municípios do Rio Grande do Norte têm alertado sobre problemas com o oxigênio desde o início da semana. Na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Cidade Satélite, Zona Sul de Natal, que já está lotada, um paciente passou parte da noite entre segunda-feira, 22, e esta terça-feira, 23, ligado a um ponto de oxigênio no lado externo da unidade de saúde. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde ao portal G1.

Pontos de oxigênio foram colocados nas áreas de embarque e desembarque das ambulâncias em todas as UPAs de Natal, para serem utilizados em caso de um “colapso de oxigênio”. Os pontos podem ser utilizados nas viaturas do Samu, se for necessário que o paciente fique em uma ambulância enquanto aguarda um leito. A Secretaria de Saúde de Natal informou que as unidades municipais têm medicação e oxigênio, as compras e abastecimentos são contínuos e não há nada que indique o desabastecimento.

São Paulo registra 1.021 mortes

Em São Paulo, pela primeira vez desde o início da pandemia, em março do ano passado, o estado registrou mais de mil óbitos por Covid-19 em apenas 24 horas. De acordo com a Secretaria de Saúde, foram identificadas 1.021 mortes. Com os números atualizados hoje, o estado soma, ao todo, 68.623 mortes em decorrência da doença. O estado alcançou a marca de 29.039 pacientes hospitalizados — 12.168 em terapia intensiva e 16.871 em enfermarias. A taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 91,9%.

Depois que dez pacientes foram transferidos de uma UPA, na sexta-feira à noite, por falta de oxigênio, o Ministério Público abriu inquérito, nesta terça-feira, uma denúncia feita por funcionários do sistema de saúde de que três pacientes com Covid-19 morreram por falta do gás. A prefeitura nega os óbitos. Segundo o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido, houve duas mortes de outros pacientes na UPA naquele dia, mas eles não estavam entre aqueles que foram transferidos por falta de oxigênio.

Em todo o estado de Minas Gerais, segundo boletim atualizado, 647 pessoas, entre suspeitos e confirmados para Covid-19, aguardam internação em um leito de UTI. Atualmente, 2.525 pacientes estão internados em UTIs. Em enfermarias, o número é quase o dobro: 4.878. A taxa de ocupação de UTI para leitos exclusivos para Covid está em 94% em todo o estado.

Em nota, o governo mineiro confirma que o estado vive “cenário preocupante” em relação ao oxigênio, e que está fazendo um levantamento para identificar onde estão os maiores problemas de fornecimento no estado. O mesmo ocorre em relação aos medicamentos usados para intubação de pacientes, disse o governo. Até o momento, MG soma mais de 22 mil mortes em decorrência do coronavírus, com 3.558 óbitos só em março.

No Sul, mais de 1.600 aguardam transferência

Apenas na região Sul, são mais de 1.600 pacientes na fila de espera por um leito, a maior parte deles no Paraná que, nesta segunda-feira, registrou 988 pessoas aguardando transferência. Os três estados são os mais atingidos pelo pico de casos observados em todo o país: o Paraná tem 97% dos leitos ocupados, Santa Catarina tem 98% e de 96% no Rio Grande do Sul.

As autoridades dos três estados atribuem o aumento, principalmente, à introdução de uma nova variante no país, chamada de P.1. Segundo médicos, a variável pode ser mais transmissível e, possivelmente, mais agressiva. A lotação das unidades de saúde é perceptível principalmente pelo aumento do número de casos entre pacientes que não são idosos. No mês de fevereiro, as hospitalizações de pessoas abaixo de 60 anos no Paraná e em Santa Catarina superaram a de idosos, invertendo a tendência observada em janeiro.

A lotação de vagas gerou também uma preocupação para que não falte oxigênio e os chamados kits de intubação: para manter os pacientes em respiradores, é preciso administrar remédios como bloqueadores neuromusculares ou sedativos.

Em Santa Catarina, a Secretaria da Saúde admitiu que o consumo de oxigênio é elevado, mas garantiu que não existe a possibilidade de falta do insumo nas unidades hospitalares sob administração estadual. Segundo a pasta, nos primeiros nove dias de março foram consumidos o equivalente a quase duas vezes a média mensal de um destes medicamentos.

O GLOBO

Fotos: reproduação

Uma imagem de um pipoqueiro chorando ajoelhado diante do seu carrinho viralizou nas redes sociais. A foto foi registrada na Praia do Meio, na Zona Leste de Natal. Trata-se de um senhor conhecido como “Galego da Pipoca”, que sentiu as consequências financeiras diante da atual pandemia que assola o planeta.

Policiais Militares da Companhia Independente de Policiamento Turístico (CIPTUR) se comoveram com a situação do trabalhador e conseguiram arrecadar doação de alimentos para o ambulante. Os donativos foram entregues na tarde do último domingo, dia 21.

Agora RN

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta terça-feira (23):

– O país registrou 3.251 óbitos nas últimas 24h, totalizando 298.676 mortes;

– Foram 82.493 novos casos de coronavírus registrados, no total 12.130.019 pessoas já foram infectadas.

Recordes de mortes nas últimas duas semanas

16 de março de 2021: 2.841

19 de março de 2021: 2.815

17 de março de 2021: 2.648

10 de março de 2021: 2.286

11 de março de 2021: 2.233

12 de março de 2021: 2.216

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia mudou, nesta terça-feira (23), sua posição sobre a suspeição do ex-juiz Sergio Moro no processo do triplex do Guarujá, acolhendo os argumentos da defesa do ex-presidente Lula.

Ela elencou os fatos que a levaram a concluir que houve “quebra da imparcialidade” de Moro. Cármen Lúcia citou a condução coercitiva sem prévia oitiva de Lula; interceptação telefônica “ao arrepio da lei” antes de adotar outras medidas; divulgação seletiva de áudio da interceptação; e levantamento do sigilo da delação de Antonio Palocci antes das eleições de 2018.

“Houve parcialidade no julgamento”, concluiu a ministra.

Fonte: O Antagonista

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