agosto, 2020 - Informativo Atitude - Page 17

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Pelo quarto dia consecutivo, o Brasil registrou na média móvel um número de óbitos em decorrência da Covid-19 abaixo de 1.000. Na quarta-feira, dia 12, a média registrada foi de 992,1 mortes, seguida, respectivamente, por 995,7 e 993, na quinta e na sexta. Neste sábado, 15, o número ficou em 965. A média móvel semanal é utilizada para obter uma melhor avaliação do quadro geral de casos de morte no país provocadas pelo novo coronavírus, anulando variações diárias do registro feito pelos órgãos públicos de saúde. Ela é calculada a partir da soma do número de casos e mortes nos últimos sete dias, dividida por sete, número de dias do período contabilizado.

Segundo os últimos dados divulgados pelas Secretarias de Saúde, o número absoluto de novos óbitos registrados neste sábado foi de 709 e 41.576 novos casos. No total, o país soma 3.317.096 casos e 107.232 óbitos confirmados.

É cedo para dizer que a média abaixo de 1.000 indique uma queda, pois essa tendência precisa ser confirmada ao longo dos próximos dias. De qualquer forma, tudo indica que o país começa a se distanciar do último pico da média móvel, em 25 de julho, quando foram registrados 1.096,7 óbitos segundo o levantamento de VEJA.

Fonte: Veja

Fonte: Portal Grande Ponto

Foto: Reprodução/ Google street view / Estadão Conteúdo

Isabela Menegheli Belchior, de 26 anos, se apresentou espontaneamente nesta quinta-feira, 13, e confessou a participação em um homicídio em São Carlos, no interior paulista, cometido no ano passado. A defesa, no entanto, entrou com pedido de liberdade provisória nesta sexta-feira, 14, por não concordar com o tipo de crime atribuído à jovem, que é filha do cantor Belchior, morto em 2017. A companheira de Isabela, Jaqueline Chaves, de 31 anos, também cumpre prisão preventiva em Franca pelo crime.

A vítima é o metalúrgico Leixer Buchiwieser dos Santos, mas há diferentes versões sobre o episódio. Segundo Veridiana Trevisan, advogada de defesa de Isabela, Jaqueline teria marcado um encontro com a vítima em um bate-papo online em agosto de 2019 e receberia R$ 500 por programa. No fim da conversa, Santos teria oferecido quantia maior caso Jaqueline fosse acompanhada de uma criança ou uma grávida. Após insistir na oferta, Santos disse depois que seria uma brincadeira. Os dois marcaram o encontro e, segundo a defesa, foram até a casa onde Jaqueline e Isabela viviam.

Lá, Santos teria insistido para que a sobrinha de Isabela presenciasse o ato sexual. Isso fez com que a filha de Belchior entrasse em desentendimento com o pai e o tio da criança, que também moravam na casa. Após agressões, Isabela teria pegado a faca que estava na cozinha, quando deu o primeiro golpe. Os dois homens, diz a advogada, estão desaparecidos.

Ainda segundo a defesa, eles achavam que a vítima estava viva e o levaram, em seu próprio carro, para zona rural da cidade. Depois, deixaram Santos perto da pista e foram para o lado oposto da cidade e pediram para que Jaqueline, que estava com a mãe da criança, levasse gasolina para incendiar o automóvel.

Um dia após Isabela Menegheli Belchior, de 26 anos, se apresentar espontaneamente e confessar a participação num crime de homicídio que aconteceu em São Carlos, no interior de São Paulo, em 2019, sua defesa entrou nesta sexta-feira, 14, com pedido de liberdade provisória. Atualmente, ela e a companheira Jaqueline Chaves, de 31, cumprem prisão preventiva em presídio feminino da Região de Franca.

Diferentes versões

Em um caso que apresenta diferentes versões até o momento, a advogada de defesa da filha do cantor Belchior, Veridiana Trevisan, confirma que sua cliente está disposta a responder pelas suas ações no caso do homicídio do metalúrgico Leizer Buchiwieser dos Santos. Mas considera que se trata de um homicídio qualificado, com pena de 12 a 30 anos, e não como foi denunciada, por latrocínio, com reclusão de 20 a 30 anos. Isabela recebeu a penalidade maior porque, segundo a investigação, um cartão da vítima foi usado para saque após sua morte.

“O que queremos deixar claro é que não houve extorsão e, na realidade, Isabela e os outros envolvidos queriam dar um corretivo na vítima pelo envolvimento dele com crianças, pois ele era assíduo na prática de pedofilia. Inclusive, já apareceram outras testemunhas sobre isso. Além disso, em nenhum momento elas colocaram a criança em risco, no imóvel ou em contato com a vítima”, explicou a advogada ao Estadão.

Segundo a defesa, que informou em entrevista estar falando pela sua cliente, todo o caso aconteceu em 24 horas, no dia 26 de agosto de 2019. Juntas em união estável há mais de quatro anos e num relacionamento aberto, sua companheira, Jaqueline, entrou em uma sala de bate-papo do portal Uol para marcar um programa com Leizer Buchiwieser dos Santos. Ela receberia R$500 como pagamento.

No fim da conversa, ele teria oferecido um valor maior se Jaqueline levasse uma criança ou uma mulher grávida no encontro. O pagamento por isso elevaria a quantia a R$ 1 mil. Jaqueline achou Santos estivesse brincando, mas ele disse que não e insistiu. Depois, ele teria confirmado ser brincadeira. Os dois marcaram um encontro quando ele saísse do trabalho num posto de gasolina no bairro Jardim Tangará, onde Isabela e a companheira residiam.

Após o encontro, segundo a defesa, Jaqueline e Santos foram à residência do casal. Ele insistiu para que a sobrinha de Isabela presenciasse o ato sexual. A filha de Belchior e o irmão de Jaqueline, pai da criança, Estefano Rodrigues, que na época residia na mesma casa que elas, e seu outro irmão, Bruno Thiago Dornellas Rodrigues, entraram em desentendimento. Partiram, então, para agressões físicas. Isabela teria intervido e pegado uma faca que estava na cozinha, quando deu o primeiro golpe. Os demais ela não se recorda, segundo a advogada, de quem partiram, se de Bruno ou Estefano, que estão foragidos.

Ainda segundo a defesa, eles achavam que a vítima estava viva, porém amarram suas mãos e levaram, em seu próprio carro, para zona rural da cidade e deixaram Santos perto da pista. Depois foram para o lado oposto da cidade e pediram para que Jaqueline, que estava com a mãe da criança, levasse gasolina para incendiar o automóvel.

Defesa de companheira de Jaqueline tem outra versão

Já a advogada de Jaqueline, Fabiana Carlino Luchesi, apresenta outra versão para o episódio. Ela confirma apenas o início da conversa na sala virtual e que ambas acusadas sentiram “nojo” pela conversa da vítima de envolver criança ou mulher grávida em ato sexual. Segundo ela, não houve extorsão. Ela afirma ainda que Jaqueline não faria mais o programa, mas que, ao passar na frente do posto de gasolina onde teria marcado o encontro, junto com Isabela e a sobrinha de três anos, teria visto o carro da vítima no posto e parado no local para xingá-lo.

Depois disso, teria deixado Isabela em casa e partido para comer um lanche com a sobrinha. Santos, porém, teria seguido o veículo e entrado na casa das duas, onde teria iniciado uma briga com Isabela e os dois irmãos de Jaqueline, quando teria ocorrido o crime. Jaqueline teria recebido uma ligação de Isabela para levar gasolina e, só depois, teve conhecimento dos fatos.

Polícia vê brechas em alegações das denunciadas

O delegado Gilberto De Aquino, da Delegacia de Investigações Gerais de São Carlos, responsável pelo caso, acredita que tudo teria tomado outro desfecho. “Elas deveriam ter comunicado o fato (suposto pedido para encontrar uma criança) à polícia e seria aberta investigação com apuração de provas. Poderíamos ter descoberto outros crimes cometidos por ele. Assim, ele poderia estar preso ou em tratamento, pois pedofilia é uma doença”, afirma Aquino. Para o policial, elas tiveram uma escolha e optaram por fazer algo ilícito.

Na versão da polícia, outro fator que não bate com o relato das advogadas das denunciadas é o encontro com a vítima, que, segundo o delegado, aconteceu no posto de gasolina entre Isabela e o metalúrgico, quando ela foi tentar extorqui-lo pelos seus atos de pedofilia. Após não conseguir nada, ele teria a seguido até a casa das duas, onde teria se envolvido na briga com os demais moradores.

Terra

Grupos de direita do Rio Grande do Norte voltarão as ruas neste domingo (16). Os manifestantes realizarão uma carreata a partir das 9 horas. A concentração do grupo está marcada para a Praça de Mirassol.

Na pauta do evento, o apoio ao governo de Jair Bolsonaro, a defesa pela normalização da atividade econômica e o repúdio à punição aos policiais militares por parte do Governo do Estado.

“Pedimos aos participantes que venham com sua família para a carreata, que todos tomem o cuidado de permanecerem em seus carros, mantendo distanciamento social, sempre usando máscaras e álcool para higienização”, diz nota divulgada pelos organizadores.

Fonte: Portal Grande Ponto

Presidente do Paraná Pesquisa, primeiro a detectar há quase um mês o crescimento da avaliação positiva do governo Bolsonaro, Murilo Hidalgo explicou a esta coluna que o levantamento do Datafolha, divulgado nesta sexta (14), mostra que a avaliação do presidente está em ascensão e a tendência é passar dos 40% de avaliação positiva. O levantamento de 20 de julho, do Paraná Pesquisa, mostrou que a aprovação havia crescido de 44% para 47,1%. E o governo já era Ótimo/Bom para 37% do total.

POBRE TAMBÉM VOTA

Para o especialista, o socorro do governo aos mais pobres durante a pandemia, por meio de ajuda emergencial, foi decisivo nessa “virada”.

ONDE ELE MAIS CRESCEU

A ascensão de Bolsonaro se deve sobretudo às classes C, D e E e ao Nordeste, onde seus opositores nadavam de braçadas. Nadavam.

FORTE

“Acredito, que se mantiver o benefício, continuar viajando, sem criar crise política, o presidente deve passar de 40 de Ótimo/Bom”, diz Hidalgo.

QUEDA DOS OPOSITORES

Além de crescer na avaliação positiva, Bolsonaro também vê despencar a avaliação negativa do seu governo em dez pontos percentuais. Muitos petistas estão agonizando com esses resultados.

Com informações de Claudio Humberto 

Para justificar a prisão domiciliar concedida a Fabrício Queiroz, Gilmar Mendes usou “o trágico exemplo do ex-Deputado Federal Nelson Meurer”, o primeiro político condenado na Lava Jato pelo Supremo. Ele morreu neste ano na cadeia com Covid-19.

Gilmar Mendes, que já havia criticado a manutenção dele na prisão, destacou na decisão de hoje que a defesa do ex-deputado fez diversas advertências sobre os riscos que corria na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.

O doleiro Dario Messer citou supostos serviços prestados para a família Marinho, dona da Rede Globo, em delação homologada nesta semana, com o Ministério Público do RJ. Em depoimento realizado no dia 24 de junho e que consta no anexo 10 da delação que tem mais de 20 capítulos, o doleiro afirma ter realizado repasses de dólares em espécie para os Marinho em várias ocasiões.

Segundo o delator, a entrega dos pacotes de dinheiro acontecia dentro da sede da Rede Globo, no Jardim Botânico. Messer diz que um funcionário de sua equipe entregava de duas a três vezes por mês quantias que oscilavam entre 50 mil e 300 mil dólares.

No depoimento, Messer diz ter começado a fazer negócios com os Marinho por intermédio de Celso Barizon, supostamente gerente da conta da família no banco Safra de Nova York. De acordo com o delator, os repasses teriam começado no início dos anos 90, quando Messer tocava sua operação de dólar a partir do Rio de Janeiro. Segundo a versão de Messer, os valores em espécie entregues no Brasil seriam compensados pelos Marinho no exterior, por intermédio da conta administrada por Barizon. Os Marinho depositariam para Messer (no exterior também) o valor entregue em dinheiro vivo no Brasil.

De acordo com o delator, a pessoa que recebia o dinheiro na Globo era um funcionário identificado por ele como José Aleixo. Messer não apresenta provas dessas entregas de dólares e cita em depoimento que nunca teve contato direto com os Marinho, segundo autoridades que leram a delação, em Brasília. Apesar disso, o doleiro sustenta em depoimento que os destinatários do dinheiro seriam os irmãos Roberto Irineu (Presidente do Conselho de Administração do Grupo Globo) e João Roberto Marinho (vice-presidente do Grupo Globo).

Imagem: reprodução/Instagram

Thais Gramigna fez um desabafo no Instagram nesta semana após ver mais uma vez a foto de seu irmão Thiago Gramigna estampada erroneamente em um painel com imagens de vítimas do coronavírus no Brasil usado pelo Jornal Nacional, da Rede Globo.

                                                               Atestado

“É um absurdo que após esta perda trágica e inesperada que tivemos ainda tenhamos que conviver diariamente com a foto do meu irmão estampada no Jornal Nacional como causa morte Covid 19”, escreveu ela.

Segundo Thais, o irmão dela faleceu no dia 28 de julho enquanto participava de um teste físico da Aeronáutica em Boa Vista-RR. Ela fez questão inclusive de publicar o atestado de óbito de Thiago que aponta parada cardiorrespiratória, taquicardia ventricular e doença cardiovascular não especificada como causa da morte.

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É um absurdo que após esta perda trágica e inesperada que tivemos ainda tenhamos que conviver diariamente com a foto do meu irmão estampada no Jornal Nacional como causa morte Covid 19. Mais uma vez, venho esclarecer que Thiago Aurélio Gramigna faleceu em 28/07 durante um teste físico da Aeronáutica em Boa Vista / RR. Conforme atestado de óbito a causa morte foi parada cardiorrespiratória, taquicardia ventricular e doença cardiovascular não especificada. Thiago nunca teve Covid e muito menos foi a óbito devido a essa doença. Não utilizem meu irmão como divulgação de mais um número para essa pandemia, não causem à nossa família mais tristeza e dor. Exijo retirada da foto dele e retratação urgente em rede nacional. @redeglobo @jornalnacionall @willianbonneroficial @renatavasconcellosoficial

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produção

Os mandados de prisão contra Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Aguiar, foram expedidos no início da noite desta sexta-feira (14) pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio.  Os dois serão levados para exame no Instituto Médico-Legal e, depois, para os presídios que forem indicados pela Secretaria Estadual de Administração Penitenciária.

De acordo com despacho, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj não pode ser levado para o Batalhão Especial Prisional – BEP.

Fernandes de Souza foi designado relator das investigações em torno do senador Flávio Bolsonaro depois que, em junho, a 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, decidiu que o caso deveria sair da primeira instância.

Ofício do Superior Tribunal de Justiça com a determinação de prisão de Queiroz e de Márcia chegou a ser encaminhado, no início da tarde desta sexta (14), para a desembargadora Suimei Cavalieri, da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. No início de julho, ela decidira enviar para o STJ dois habeas corpus impetrados pela defesa do casal. Ainda nesta sexta, os autos foram repassados para Fernandes de Souza.

Ao revogar, na quinta (13), a liminar que concedera prisão domiciliar para Queiroz e Márcia, o ministro Félix Fischer, do STJ, recomendou que o TJRJ decidisse com celeridade sobre as decisões tomadas pela 27ª Câmara Criminal,  que determinou a prisão de Queiroz e de Márcia. Também quer que o TJRJ avalie o habeas corpus encaminhado ao STJ.

Além dos dois habeas corpus que haviam sido enviados para o STJ há um terceiro, protocolado assim que a 3ª Câmara Criminal decidiu que a investigação contra o senador Flávio Bolsonaro deveria sair da primeira instância e passar para o Órgão Especial do TJ.

O desembargador também foi encarregado de responder ao pedido de informação feito pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, relator de um outro habeas corpus impetrado pela defesa do casal.

CNN Brasil

O programa Acessuas Trabalho, da Prefeitura de Macaíba continua oferecendo novas oportunidades de emprego e de iniciação ao mercado de trabalho para a juventude macaibense.

Sete estudantes que participaram do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) da Prefeitura, na faixa etária de 15 a 17 anos, cursando o oitavo ano do ensino fundamental foram contratados como Jovem Aprendiz da CAERN e terão o curso ofertado pelo Centro Educacional Dom Bosco.

Prefeitura de Macaíba (Via Facebook)

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