agosto, 2024 - Informativo Atitude - Page 2

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Tanto barulho por nada: sob ameaça de propostas que limitam decisões monocráticas e dão ao Congresso o poder de revisão de suas sentenças, tanto quanto interfere nas decisões dos outros Poderes, o Supremo Tribunal Federal recuou, abandonando o plano para Lula retomar o poder de liberar emendas parlamentares. Após o regabofe, uma nota oficializou o acordo pelo qual tudo continua como era: até emendas pix continuam, e impositivas. E ficam “para depois” medidas enquadrando o STF.

LOROTA INCORPORADA

Para os ministros do STF não ficarem mal, a nota incorpora a lorota de que a liberação das emendas será “transparente” e “rastreável”.

SEMPRE FOI ASSIM

As emendas parlamentares são pagas pelo Tesouro Nacional e nunca sai dali um único centavo sem regras transparentes e rastreabilidade.

AMIGOS DO ALHEIO

Lula deixou claro nas reuniões de segunda-feira que o objetivo era se apropriar das emendas e “atrelar” suas verbas a programas do governo.

VAI QUE É TUA

Causador de toda confusão, Lula caiu fora do regabofe. Deixou aliados do STF no “mano a mano” com a turma do Congresso. Deu no que deu.

O primeiro sargento da Aeronáutica Anderson dos Santos Barbosa, de 40 anos, morreu após ser atropelado enquanto corria na BR-101.

Segundo informações, ele estava correndo na rodovia federal saindo de Parnamirim com destino a São José de Mipibu e ia no sentido contrário aos veículos como determina a lei.

Ainda de acordo com informações de testemunhas, ele foi atropelado por um veículo modelo Corsa. O motorista fugiu do local sem prestar socorro.

A vítima ainda foi socorrida, mas não resistiu e morreu neste domingo.

Quem tiver informações pode entrar em contato com a PRF para auxiliar na identificação do motorista.

Com informações de Blog do Gustavo Negreiros

Um acidente envolvendo um motociclista na moto Honda/CG150 e um equino aconteceu na manhã desta segunda-feira (26) em Macaíba, por volta das 05h30, no km 10 da BR 226.

A vítima, que ainda não identificada, chegou a receber atendimento pelo SAMU mas o motociclista não resistiu e faleceu no local.

A Polícia Civil, o Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP) e a Polícia Rodoviário Federal (PRF) foram acionadas no local do acidente.

Novo Notícias

Imagem tirada no norte de Israel mostra um drone do Hezbollah sendo interceptado pelas Forças Aéreas israelenses em 25 de agosto de 2024 — Foto: Jalaa MAREY / AFP

O Hezbollah anunciou neste domingo que realizou uma operação militar em grande escala com drones e foguetes contra alvos militares em Israel em retaliação ao assassinato de um dos seus líderes. O governo israelense declarou situação de emergência e ordenou bombardeios no sul do Líbano para limitar a ação do grupo.

O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, declarou estado de emergência no país a partir das 03h deste domingo e durante as próximas 48 horas.

Imediatamente a seguir, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realizou uma reunião do seu gabinete de segurança, no final da qual prometeu fazer “tudo o que for necessário” para garantir a segurança dos habitantes do norte de Israel.

A comunidade internacional tem vindo a manifestar há semanas o seu receio de uma escalada militar regional entre o Irã e os seus aliados, por um lado, e Israel, por outro, na sequência da guerra de Gaza, onde, após dez meses, ainda não foi alcançado um cessar-fogo alcançado apesar de várias rondas de negociações.

O presidente dos EUA, Joe Biden, acompanha os acontecimentos “de perto” e um porta-voz do Pentágono declarou que os Estados Unidos estão “dispostos a apoiar” a defesa de Israel, seu aliado.

O Hezbollah, organização política e paramilitar libanesa baseada no fundamentalismo xiita e financiado pelo Irã, inimigo de Israel, ameaçou retaliar após a morte, em 30 de julho, de um dos seus líderes militares, Fuad Shukr, num ataque de Israel.

O Hezbollah, o Irã e o movimento islâmico palestiniano Hamas, que trava uma guerra contra Israel em Gaza há mais de dez meses, também ameaçaram responder ao assassinato do antigo líder do Hamas, Ismail Haniyeh, em Teerã, em 31 de julho, atribuído a Israel.

A partir de Beirute, o Hezbollah afirmou num comunicado ter lançado “um ataque aéreo com um grande número de drones” contra o território de Israel. Ele afirmou também ter lançado “mais de 320” foguetes Katiusha contra 11 bases militares em Israel e nas Colinas de Golã sírias ocupadas por Israel.

Mais tarde, o grupo garantiu que sua operação estava “acabada” por enquanto e que havia sido um “sucesso”. O ataque teve como alvo “quartéis e posições israelenses que buscam facilitar a passagem de drones de ataque” para o território israelense “em profundidade”, disse o movimento, que é politicamente muito influente no Líbano.

As afirmações israelenses “sobre as ações preventivas que tomou (…) e o fracasso do ataque da resistência são afirmações vazias”, disse ele.

Seu líder, Hasan Nasrallah, anunciou uma declaração sobre o assunto. – “Ameaças contra cidadãos israelenses” –

O exército israelense afirmou ter realizado ataques preventivos no Líbano, nos quais “uma centena” de seus aviões de combate destruíram “milhares de plataformas lançadoras de foguetes” pertencentes ao movimento libanês.

“A maioria destes lançadores foram direcionados para o norte de Israel e alguns para o centro de Israel”, acrescentou.

A operação foi lançada para “eliminar ameaças contra cidadãos israelitas”, disse o exército, que já tinha detectado ao início da manhã “preparativos do Hezbollah para realizar grandes ataques em território israelita”.

Os militares israelenses alegaram na rede social X que o Hezbollah havia disparado “mais de 150 projéteis do Líbano em direção a Israel”. Mas ele não informou se alguma posição militar israelense foi atingida.

“O direito de Israel de se defender”

Sob a orientação do presidente Joe Biden, “altos funcionários dos EUA têm se comunicado continuamente com seus homólogos israelenses”, disse o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, Sean Savett, em um comunicado.

“Continuaremos a apoiar o direito de Israel de se defender e de trabalhar pela estabilidade regional”, acrescentou.

O fogo cruzado entre Israel e o Hezbollah intensificou-se desde o início da guerra na Faixa de Gaza entre Israel e o Hamas.

O Globo

Foto: Reprodução/Instagram

O ex-chefe da Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação, órgão criado no TSE, afirmou que teme alguma retaliação do ministro Alexandre de Moraes. Perito em crimes cibernéticos, Eduardo Tagliaferro era responsável pela apuração e elaboração de relatórios encomendados por Alexandre de Moraes.

“Dr. Kuntz [advogado] tem essa preocupação. Ele defende outras pessoas em casos conduzidos pelo ministro Alexandre e alguns de seus clientes já passaram uma temporada presos, mesmo sem a concordância da Procuradoria Geral da República. Caso isso aconteça, na visão dele, seria mais uma oportunidade em que, infelizmente, o ministro demonstraria que se afasta ao respeito das leis e da história de compromisso do supremo com as garantias constitucionais”, afirmou Tagliaferro.

Ele acrescentou: “Compareci quando fui chamado, dei todos os esclarecimentos, tenho residência fixa, trabalho com perícias para diversos tribunais do País, não faz sentido algum atrapalhar as investigações e tenho interesse que os responsáveis pelo vazamento do meu telefone e a sua consequente inutilização sejam identificados e responsabilizados. Mas, apesar disso tudo, tenho medo sim”.

CNN Brasil

 

Após um crescimento significativo nas pesquisas, Pablo Marçal (PRTB), empresário e agora candidato à Prefeitura de São Paulo, passou a ser visto como uma ameaça real pelos ministros do Palácio do Planalto. Fontes ligadas ao governo revelaram que, nos bastidores, já se discute a possibilidade de Marçal vencer a eleição deste ano na capital paulista.

Um ministro próximo ao presidente Lula, que falou sob a condição de anonimato, afirmou: “Ou alguém o destrói com todos os podres dele ou ele é competitivo, podendo ganhar, sim, a eleição”. A avaliação entre os aliados de Lula é de que Marçal está ocupando o espaço do “bolsonarismo raiz”, o que pode levá-lo a um segundo turno contra Guilherme Boulos (PSOL), candidato apoiado pelo presidente.

 

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino

Uma ala do Supremo Tribunal Federal e integrantes da Procuradoria-Geral da República defendem que o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes deixe a relatoria do inquérito que apura o vazamento de mensagens trocadas entre servidores da corte e do Tribunal Superior Eleitoral.

Um ministro do STF relatou à CNN ver duas situações: que Moraes saia da relatoria ou conduza a apuração com maior discrição. Essa fonte avalia porém essa hipótese cono improvável pelo próprio estilo de Moraes.

O motivo apontado como justificativa é que Moraes é vítima do vazamento e não seria correto ele conduzir investigação nessa condição. Além disso, no limite, ele poderia ser também um potencial denunciado caso se verifiquem irregularidades nas revelações feitas pelo jornal Folha de S.Paulo.

Há incômodo em parte da corte com a exposição que o caso colocou o STF. Um ministro citou à CNN o episódio em que a condução dos inquéritos de Moraes virou alvo de críticas no Congresso dos Estados Unidos.

Na Procuradoria-Geral da Republica, procuradores também relataram à CNN que Moraes deveria deixar a relatoria e repetir o que fez na investigação que apurou ofensas a ele e sua família no aeroporto de Roma.

A posição de uma ala do STF e de integrantes da PGR porém não é unânime. Uma fonte da corte relatou à CNN não ver problemas em Moraes conduzir a investigação. Segundo essa fonte, nesta fase não há diferença entre quem conduz o inquérito e que o debate principal se dará a partir do oferecimento de eventual denúncia.

CNN Brasil

A Justiça de São Paulo marcou a data do júri popular de Paulo Cupertino, acusado de matar o ator Rafael Miguel, famoso pelo trabalho na novela Chiquititas (2015), do SBT. Além do empresário, outros dois amigos dele serão julgados por supostamente terem facilitado sua fuga depois do crime, em 2019. O réu é acusado de triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e recurso que impossibilitou a defesa das vítimas.

De acordo com o G1, o julgamento popular acontecerá no dia 10 de outubro de 2024 e será conduzido pelo juiz Ricardo Augusto Ramos, da 1ª Vara do Júri, no Fórum Criminal da Barra Funda. O empresário está preso preventivamente no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos, na Grande São Paulo, mas os dois amigos respondem às acusações em liberdade. O ex-sogro do artista foi preso em 2022, três anos depois de fugir da capital paulista.

Os três acusados foram interrogados pela Justiça em novembro de 2022, mas negaram que tiveram envolvimento no crime. Paulo Cupertino ficou em silêncio e não respondeu aos questionamentos do Ministério Público (MP). “Sou inocente; minha filha me condena”, disse ele à imprensa no momento em que foi preso pela polícia.

Por que o crime aconteceu?

Rafael ao lado de sua namorada!

Paulo Cupertino atirou 13 vezes contra Rafael, que tinha 22 anos, o pai dele, João Alcisio Miguel, de 52, e a mãe do ator, Miriam Selma Miguel, de 50. O Ministério Público alega que o empresário cometeu o crime por não aceitar o namoro da filha, Isabela Tibcherani, com o artista. Ela tinha 18 anos na época do crime e presenciou toda a cena ao lado da mãe, Vanessa Tibcherani.

Como Paulo Cupertino foi capturado?

De acordo com as investigações do Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, ao menos quatro amigos de Cupertino o ajudaram a fugir e se esconder após matar Rafael e seus pai.

Quem são os outros acusados?

Além de Paulo Cupertino, outros dois amigos dele serão julgados por supostamente terem facilitado a fuga do empresário. Esses amigos, segundo o Ministério Público, tiveram um papel crucial na tentativa de assegurar que Cupertino não fosse capturado imediatamente após o crime.

Os nomes dos dois amigos não foram divulgados oficialmente, mas ambos responderão às acusações em liberdade.

O julgamento promete grande repercussão, trazendo à tona questões sobre segurança pública, relação entre pais e filhos e os desafios enfrentados pela justiça brasileira em casos de crimes graves.

 

 

Um dado importante pode abrir espaço para a Petrobras anunciar uma redução nos preços da gasolina no Brasil. A estatal não reduz os valores para as distribuidoras de combustíveis desde outubro de 2023.

A última mudança foi um reajuste de 7% nos preços anunciado no começo do último mês de julho — 45 dias atrás. Pela primeira vez no ano, a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) calcula que os preços da Petrobras estão acima da chamada paridade internacional, ou seja, com preços mais altos que a média internacional, a estatal teria espaço para cortar os valores no Brasil.

Na última quinta-feira, 22, os preços estavam 5% acima da paridade internacional — o equivalente a 15 centavos por litro. A mudança de cenário acontece depois de uma forte desvalorização nos preços do petróleo brent no mercado internacional em razão do risco de uma recessão nos Estados Unidos e de uma desaceleração acentuada do crescimento da economia da China. O petróleo é negociado a 77 dólares por barril.

Radar Econômico – VEJA

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, atualizou os cálculos para estimar a alíquota do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) na reforma tributária. Com as mudanças feitas na Câmara, a taxa passa de 26,5% para 27,97%, superior à maior cobrada no mundo, da Hungria.

Segundo a Fazenda, a alíquota do IVA será acrescida de 1,47 ponto percentual no percentual já estimado anteriormente (de 26,5%). Com isso, aumentará para 27,97%. O governo estimou cenários alternativos, mas não haverá grandes diferenças na alíquota geral, podendo ser de 27,94% a 27,99%.

Uma das mudanças feitas pelos deputados é a inclusão das carnes na cesta básica nacional. O impacto estimado é de 0,56 ponto percentual na alíquota. Ou seja, só essa alteração aumenta a alíquota padrão para 27,06%.

Os deputados também incluíram os queijos na cesta básica nacional. Com isso, o impacto na alíquota é de 0,13 ponto percentual. Outros produtos como sal, farinha e óleos terão efeito de 0,10 ponto percentual.

Poder360

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