março, 2026 - Informativo Atitude - Page 10

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O ministro Mauro Campbell Marques, do STJ, ajudou a conter um passageiro em surto durante um voo que saiu de Manaus com destino a São Paulo. O caso ocorreu durante a viagem e ganhou repercussão após confirmação por veículos de imprensa.

Segundo informações divulgadas pelos portais Metrópoles e CM7, um homem começou a gritar e fazer ameaças dentro da aeronave, afirmando que abriria a porta do avião em pleno voo, o que causou pânico entre os passageiros.

De acordo com os relatos, o homem apresentava sinais de surto e comportamento descontrolado, o que levou à necessidade de contenção imediata para garantir a segurança de todos a bordo.

Diante da situação, o ministro, que possui treinamento em jiu-jitsu, auxiliou na imobilização do passageiro até que a tripulação e outros ocupantes do voo conseguissem controlar a ocorrência.

Ainda segundo as informações, após o pouso da aeronave, o homem foi entregue à Polícia Federal para os procedimentos cabíveis. Não há informações oficiais sobre o estado de saúde do passageiro ou eventuais desdobramentos do caso.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Ganhou destaque nacional a história de uma pizza que foi apontada como “suspeita” de intoxicar 114 pessoas na cidade de Pombal, na Paraíba, e ainda matar uma mulher. O caso aconteceu no último domingo (15) e a Polícia Civil do Estado (PCPB) confirmou que trabalha com a hipótese de envenenamento acidental.

O sabor da pizza era carne de sol utilizada na pizza com nata e a Polícia Civil trabalha, justamente, com a possibilidade da carne de sol ter sido o motivador do adoecimento.

De acordo com o delegado Rodrigo Barbosa, responsável pelo caso, as vítimas do caso levaram a polícia a descartar a possiblidade de envenenamento intencional. Isso porque funcionários da pizzaria também ingeriram o alimento e passaram mal no mesmo dia.

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O senador Sergio Moro decidiu, nesta quarta-feira 18, deixar o União Brasil e se filiar ao PL para disputar o Governo do Paraná com o apoio do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A mudança, segundo o jornal Folha de S. Paulo, ocorre após a confirmação de que a legenda irá respaldar sua candidatura, em um cenário no qual Moro aparece na liderança das pesquisas de intenção de voto no estado.

Antes da decisão, Moro se reuniu com a cúpula da federação União Brasil-PP para definir por qual partido concorreria. Embora houvesse tendência de apoio do União Brasil, o senador enfrentava resistências internas, especialmente no PP do Paraná, o que acabou pesando na escolha pelo PL.

Nos bastidores, a articulação prevê que a vaga de vice na chapa de Moro seja oferecida à federação União Brasil-PP. Já o PL pretende lançar o deputado federal Filipe Barros ao Senado, enquanto a segunda vaga deve ficar com Deltan Dallagnol (Novo). Com essa configuração, a jornalista Cristina Graeml, que era pré-candidata ao Senado pelo União Brasil com apoio de Moro, perde espaço — uma alternativa em discussão é sua candidatura a deputada federal pelo próprio PL.

A filiação marca uma reaproximação política entre Moro e o grupo bolsonarista, apesar de críticas feitas pelo senador no passado. Em 2021, por exemplo, ele declarou “chega de rachadinha”, em referência a acusações envolvendo Flávio.

Ainda nesta quarta-feira, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reuniu-se com Moro e oficializou o apoio à candidatura, em movimento que rompe com o atual governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD). O dirigente afirmou que a prioridade do partido é garantir um palanque forte no estado para Flávio Bolsonaro, diante da possibilidade de Ratinho disputar a Presidência da República.

“Nós vamos ter que unir todo mundo lá para ele ganhar a eleição no primeiro turno. Senão nós estamos mortos por causa do Ratinho”, disse Valdemar. Ele também reconheceu a afinidade com o governador, mas destacou a necessidade eleitoral do partido. “Ele mora no meu coração, mas vai ser candidato a presidente. Vamos fazer zero votos no Paraná? E Moro está lá explodindo”, afirmou.

Na semana passada, Ratinho Jr. chegou a se reunir com o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, na tentativa de evitar o apoio do PL a Moro. A negociação, porém, esbarrou na condição imposta pelo partido: que o governador desistisse da disputa presidencial para apoiar Flávio — hipótese que não se concretizou. Pelo contrário, o PSD avançou na decisão de lançar Ratinho ao Planalto, o que acelerou o acordo entre Moro e o PL.

Até então, havia um entendimento para que o PL apoiasse um candidato indicado por Ratinho no Paraná, em troca da candidatura de Filipe Barros ao Senado. Com a mudança de cenário, essa aliança foi desfeita.

No campo governista estadual, o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (PSD), trabalha para ser escolhido como sucessor de Ratinho, embora o governador sinalize preferência pelo secretário das Cidades, Guto Silva (PSD).

A aliança entre Moro e o PL representa mais um capítulo na trajetória política do ex-juiz da Lava Jato. Em 2018, ele deixou a magistratura para assumir o Ministério da Justiça no governo de Jair Bolsonaro, poucos dias após a vitória eleitoral do então presidente.

A relação, no entanto, se deteriorou ao longo do tempo, culminando na saída de Moro do governo em abril de 2020, em meio a acusações de interferência política na Polícia Federal.

Dois anos depois, Moro tentou viabilizar uma candidatura à Presidência com um discurso crítico ao bolsonarismo, mas não conseguiu consolidar apoio partidário, passando pelo Podemos e depois pelo União Brasil. Ainda em 2022, acabou apoiando Bolsonaro no segundo turno, inclusive participando de debates ao lado do então presidente.

Antes de ingressar na política, Moro ganhou notoriedade como juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, onde conduziu processos da Operação Lava Jato, incluindo a condenação que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à sua inelegibilidade naquele pleito.

Fonte: O Correio de Hoje

Na tarde desta quarta-feira (18), uma resposta rápida de policiais do Comando de Policiamento da Capital, por meio da 3ª Companhia do 4º BPM, resultou no resgate de uma mulher vítima de violência doméstica e cárcere privado, na Rua Conceição de Macabu, no bairro Potengi, Zona Norte de Natal.

A ocorrência teve início após uma denúncia indicar que uma mulher estaria sendo mantida em cárcere privado. A informação veio após a própria vítima escrever escondida mensagens em papéis e os lançar por cima do muro da residência. Nos bilhetes, havia frases como: “Por favor, chame a polícia”, “Não deixe ele me matar” e “Ele me bate muito”.

De posse das informações, a guarnição se deslocou até o endereço indicado. No local, vizinhos entregaram os bilhetes aos policiais. Ao chamar pelo morador, o suspeito saiu e tentou minimizar a situação, afirmando que havia apenas discutido com a esposa.

No entanto, a vítima apareceu por trás do agressor com sinais visíveis de violência, apresentando hematomas no rosto e gesticulando discretamente para indicar as agressões. Diante da situação, os policiais solicitaram a abertura do portão, mas o homem se recusou.

Considerando o flagrante, a equipe iniciou tentativa de acesso ao imóvel. Nesse momento, o suspeito fugiu pulando muros de residências vizinhas, sendo alcançado após cerca de três quarteirões. Para contê-lo, foi necessário o uso de instrumento de menor potencial ofensivo (arma não letal).

O homem, de 30 anos, foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal no contexto de violência doméstica, sequestro e cárcere privado.

A vítima relatou que estava sendo mantida dentro da residência há mais de 30 dias, sem liberdade para sair.

Durante os procedimentos, foi constatado que o suspeito já possui ao menos quatro registros anteriores de violência doméstica, envolvendo três mulheres diferentes.

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o Projeto de Lei (PL) nº 2942/2024 que permite à Justiça determinar o uso imediato de tornozeleira eletrônica pelo agressor de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, se for verificado o alto risco à vida delas. O objetivo é ampliar a proteção às vítimas.

De autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ), o projeto aprovado sem mudanças pelo Senado foi relatado pela senadora Leila Barros (PDT-DF). A proposta segue, agora, para a sanção da Presidência da República.

A senadora pelo Distrito Federal disse que o projeto aperfeiçoa a legislação ao garantir a aplicação imediata do monitoramento eletrônico como medida protetiva de urgência.

“Somada ao afastamento do agressor do convívio com a vítima, a tornozeleira amplia a proteção às mulheres, permitindo inclusive o acompanhamento em tempo real do agressor por um dispositivo que emite um alerta, em caso de aproximação”, explicou a parlamentar Leila Barros.

O texto também torna permanente o programa de monitoramento eletrônico e de acompanhamento de mulheres em situação de violência.

Vira regra

Pelo projeto de lei, a imposição imediata do uso da tornozeleira passa a ser regra em casos de alto risco de agressões graves às mulheres. O risco a ser avaliado deve ser atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes.

A exigência da terminação de medida protetiva de urgência fortalece a proteção prevista na Lei Maria da Penha nº 11.340/2006, aplicável em conjunto com outras.

Até a aprovação deste projeto de lei, a Lei Maria da Penha autoriza a aplicação do monitoramento, mas como algo opcional, e não o inclui no rol das medidas protetivas de urgência.

Além dos casos em que for verificado o risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima, a imposição da tornozeleira será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.

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Uma mulher morreu com suspeita de intoxicação alimentar na manhã desta terça-feira (17) em Pombal, no Sertão da Paraíba. Ela é uma das 118 pessoas que procuraram atendimento médico após terem consumido pizza em uma pizzaria da cidade.

A informação foi confirmada pelo Hospital Regional da cidade, onde ela estava internada desde a segunda-feira (16). A vítima foi identificada como Rayssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos.

Inicialmente, o número de atendidos por duas unidades de saúde estava em 114, contabilizando a mulher que morreu, mas a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pombal, um dos locais que recebeu pacientes, informou, na noite desta terça-feira (17), que mais quatro pessoas que comeram na pizzaria foram atendidas no local.

Segundo o Hospital Regional de Pombal, a mulher deu entrada na unidade nesta segunda-feira (16) apresentando diarreia, vômitos e dor abdominal, sintomas associados à ingestão alimentar.

Em nota, a unidade de saúde afirmou que a “paciente apresentou rápida evolução clínica, sendo prontamente assistida pela equipe médica e encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já em estado geral gravíssimo, com sinais compatíveis com um quadro infeccioso grave”. Por volta das 8h59 desta terça-feira (17), a morte foi confirmada.

Segundo a advogada da pizzaria La Favoritta, Raquel Dantas, a defesa acompanhou as inspeções no estabelecimento e aguarda novos desdobramentos para se manifestar. Ela informou ainda que o dono está à disposição para colaborar com as investigações e que foi ele quem acionou a Vigilância Sanitária Municipal para a vistoria.

Um familiar da mulher que morreu relatou que ela comeu na pizzaria com o namorado na noite do domingo (15). Após retornarem para casa, os dois começaram a passar mal e foram para o Hospital Regional de Pombal, receberam atendimento e foram liberados. No entanto, na manhã desta segunda-feira (16), a mulher deu entrada novamente na unidade de saúde, onde permaneceu internada até vir a óbito nesta terça-feira (17).

Segundo nota encaminhada pela UPA à Vigilância Sanitária, 40 pacientes foram atendidos na unidade com sintomas relacionados ao quadro de intoxicação alimentar até a manhã desta terça-feira (17). No local, os pacientes relataram em comum o consumo de pizza proveniente do mesmo estabelecimento comercial da cidade, consumida na noite do domingo.

No Hospital Regional de Pombal, outras 74 pessoas também deram entrada com sintomas semelhantes, sendo 36 atendimentos no domingo (15) e 38 na segunda-feira (16), totalizando 114 atendimentos relacionados ao caso.

O Hospital Regional de Pombal informou que apenas um dos pacientes, uma criança de oito anos, permanece internado.

Na manhã desta terça-feira (17), uma equipe da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) foi até Pombal para realizar uma vistoria no estabelecimento que está interditado.

A prefeitura informou ainda que todas as medidas legais foram adotadas desde as primeiras notificações registradas nas unidades de saúde do município. O caso será encaminhado para análise da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), que dever acompanhar o desenrolar da situação.

Com informações de g1

O Pix mudou o jeito que a gente lida com dinheiro, mas também atraiu muitos espertinhos. Por isso, o Banco Central colocou em prática nesta semana um novo pacote de regras para deixar as transferências mais seguras e evitar que você caia em ciladas.

A principal mudança é para quem troca de celular. Se você comprar um aparelho novo e instalar o aplicativo do banco, terá um limite de apenas R$ 1.000 por dia nas primeiras 24 horas. Isso serve para evitar que criminosos limpem a conta de alguém logo após roubarem um aparelho.

Além disso, os bancos agora têm ferramentas mais inteligentes para identificar as “contas laranjas”. Se uma conta começar a receber muitos valores estranhos e repassar rápido demais, o sistema trava a operação automaticamente para análise.

Essas medidas podem parecer um pouco chatas no começo, mas são fundamentais para garantir que o seu suado dinheiro não desapareça num piscar de olhos por causa de um golpe de engenharia social.

Se você precisar fazer um pagamento de valor alto, como a compra de um carro ou um móvel planejado, a dica é programar a transferência com antecedência. O banco permite que você aumente seu limite, mas a aprovação demora de 24 a 48 horas por segurança.

Evite clicar em links que prometem “Pix premiado” ou “estorno de valores”. O Banco Central reforçou que não entra em contato com clientes para pedir transferências de teste. Tudo o que você precisa resolver deve ser dentro do chat oficial do seu banco.

Outra novidade é o monitoramento de CPFs vinculados a fraudes. Se alguém tentar te dar um golpe e você denunciar no aplicativo, essa pessoa terá muito mais dificuldade de abrir contas em outros bancos no futuro.

A segurança digital é uma responsabilidade dividida. O banco faz a parte dele com tecnologia, mas a gente precisa ficar de olho aberto e desconfiar de qualquer proposta que pareça boa demais para ser verdade.

Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Um grupo de ao menos quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que a eventual concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro pode funcionar como uma forma de proteção institucional da própria Corte, diante do agravamento de seu quadro de saúde e dos possíveis desdobramentos políticos do caso. Integrantes do governo e do PT também têm considerado, sob reserva, que a piora clínica indica que chegou o momento de o ex-presidente voltar a cumprir pena em casa.

Reservadamente, os ministros do STF favoráveis à medida passaram a considerar que a manutenção da prisão na Papudinha, em meio a relatos de pneumonia e piora clínica, pode aumentar a pressão sobre o tribunal caso haja uma evolução negativa no estado de saúde do ex-presidente.

Na avaliação desse grupo, uma eventual deterioração poderia expor o STF a um custo político elevado e aprofundar a crise em torno do caso.

Segundo o GLOBO apurou, a leitura ganhou força nos últimos dias após a sinalização de que o quadro de saúde de Bolsonaro acendeu um alerta entre integrantes da Corte. Para esses ministros, a adoção da domiciliar, nesse contexto, poderia reduzir tensões e mitigar riscos ao afastar o tribunal do centro de uma possível crise ainda maior.

Apesar disso, não há consenso no Supremo. Ministros contrários à medida argumentam que o caso de Bolsonaro não se compara ao do ex-presidente Fernando Collor, em que a concessão de domiciliar foi embasada em laudos médicos que apontavam prejuízo concreto à saúde com a manutenção da prisão — o que, até o momento, não está presente no caso atual, sendo que a perícia realizada pela PF não indicou necessidade de tratamento em casa.

Outro ponto levantado por integrantes da Corte é o fato de Bolsonaro ter descumprido medidas cautelares anteriormente, com a violação do uso de tornozeleira eletrônica, o que pesa contra a substituição da prisão preventiva por uma medida mais branda.

A palavra final caberá ao relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que, segundo interlocutores, ainda não deu sinais claros sobre qual caminho pretende adotar.

Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, após condenação por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

O ex-presidente está internado desde a última sexta-feira em um hospital de Brasília após passar mal durante a madrugada do último dia 13 no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a “Papudinha”, onde cumpre prisão desde janeiro.

Em paralelo, integrantes do governo e petistas têm afirmado, também de forma reservada, que há riscos eleitorais ao petista na hipótese de piora clínica do antigo mandatário na prisão.

O temor é de que isso sensibilize o eleitor indeciso e acabe beneficiando a candidatura do senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. Governistas entendem que qualquer revés relacionado à saúde pode ser colocado na conta de Moraes e Lula.

A avaliação é que é inegável a fragilidade de saúde do ex-presidente e que se ele for para prisão domiciliar, com o conforto de casa e do convívio familiar, haverá menos comoção popular na hipótese de novas hospitalizações ou mesmo agravamento do quadro.

Outra ponderação feita nos bastidores do governo é de que a decisão de mandar Bolsonaro para casa poderia ser encarada como um gesto de Moraes para baixar a temperatura diante dos desgastes gerados à imagem do ministro em meio as escândalo do Banco Master.

O entorno de Lula, no entanto, pondera que um risco de ter Bolsonaro de volta à prisão domiciliar seria o fato de o ex-presidente voltar a ter amplo contato com o mundo político, ter ainda mais influência na campanha de Flavio Bolsonaro.

O Globo

Momento imperdível no depoimento do CEO do C6 Bank, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, nesta quinta-feira (19), na CPMI do INSS. O relator da comissão, o deputado federal Alfredo Gaspar, encurralou o banqueiro diante dos valores altíssimos de lucro do C6 com os empréstimos consignados.

Em diversos momentos, o CEO chegou a gaguejar ao ser questionado sobre uma série de irregularidades apontadas pela Controladoria-Geral da União (CGU) em empréstimos consignados firmados pelo banco.

Ao final do depoimento, Alfredo Gaspar afirmou que presidentes de entidades que receberam valores semelhantes aos do C6 Bank, cerca de R$ 300 milhões, foram tratados como bandidos na CPMI por serem bandidos.

Por isso, passou-se a questionar se o CEO do C6 Bank também deveria ser tratado como investigado ou como testemunha.

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A oposição no Congresso Nacional protocolou nesta semana um recurso contra a eleição da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) como presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Casa. Hilton é a primeira mulher transexual a comandar o colegiado.

Enviado pela deputada Chris Tonietto (PL-RJ) ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o recurso argumenta que a votação que resultou na eleição de Hilton foi conduzida de forma irregular e que houve a “ausência de legitimidade democrática”.

A congressista afirma que, na comissão, havia apenas uma chapa, encabeçada por Hilton e que, na primeira rodada da votação, a chapa recebeu 10 votos favoráveis, enquanto 12 votaram em branco.

Como a comissão contém 22 integrantes, Tonietto alega que os 12 votos em branco representam maioria absoluta, o que significaria que a chapa não recebeu o apoio necessário.

A deputada acrescenta que, na urna, não existe a possibilidade de votar “não” e que, dessa forma, o voto em branco seria a única forma de expressar a falta de concordância com os nomes propostos.

Após a primeira rodada, a comissão realizou uma segunda votação, o que, segundo Tonietto, se deu “a despeito da clara rejeição” pela maioria absoluta ao nome de Hilton.

No recurso, a deputada destaca que, segundo o regimento da Câmara, só é permitida uma segunda rodada quando existem dois candidatos ou chapas. O texto fala na realização de um segundo escrutínio com “os dois mais votados para cada cargo, quando, no primeiro, não se alcançar maioria absoluta”.

“O segundo escrutínio é um mecanismo de desempate entre dois candidatos; logo, à definição entre candidaturas competitivas que gozam de aceitação parcial, e não um mecanismo para forçar a eleição de um candidato rejeitado pela maioria absoluta logo na primeira oportunidade”, diz o recurso protocolado.

A oposição também reclama que a segunda rodada teria sido encerrada antes do tempo, o que ” restringiu” a manifestação de voto dos integrantes.

O texto foi assinado por 20 deputados. Desses, nove são homens.

O grupo fez a Hugo quatro pedidos:

O reconhecimento por parte da Presidência da Câmara de que não pode haver um segundo turno de votação quando há só um candidato;
A anulação da segunda rodada e a posse de Erika Hilton;
A determinação de uma nova eleição para a comissão;
A garantia de que o Psol (Partido Socialismo e Liberdade), partido de Hilton, apresente candidaturas que “sejam fruto de acordo” ou que ofereçam mais de uma opção ao colegiado.

CNN Brasil

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