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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou que a Mesa Diretora e a presidência do Congresso façam, no prazo máximo de 48 horas, a leitura do requerimento que solicita a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.

A decisão atende a um pedido formal apresentado pelo colegiado responsável pelas investigações.

“Que a Mesa Diretora e a Presidência do Congresso Nacional, autoridades apontadas como coatoras, adotem todas as providências necessárias para, no prazo de 48 horas, receber, via sistema interno, o requerimento e promover, nesse mesmo prazo de 48 horas, a leitura desse mesmo requerimento que visa prorrogar a duração da ‘CPMI do INSS’, de acordo com os seus próprios termos”, afirmou Mendonça.

A controvérsia envolve o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), acusado pelos integrantes da CPMI de omissão por não ter dado andamento ao requerimento apresentado pela oposição.

Caso o presidente do Congresso não se pronuncie no prazo estipulado, a decisão autoriza que o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG) prorrogue os trabalhos da CPMI.

Na decisão, Mendonça estabeleceu que, caso o presidente do Senado e do Congresso não cumpra a determinação no prazo estipulado, a prorrogação das atividades da CPMI deverá ocorrer de forma automática.

O ministro também ressaltou que o período adicional de funcionamento deve ser fixado conforme a necessidade apontada por pelo menos um terço dos membros da comissão.

Foto: Reprodução

O governador do Paraná, Ratinho Junior, anunciou nesta segunda-feira (23) que não disputará a Presidência da República e seguirá no comando do estado até o fim do mandato. A decisão, segundo nota oficial, afasta sua participação na escolha interna do PSD para as eleições presidenciais.

A decisão foi tomada no domingo (22), após reflexão com a família, e informada ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, no dia seguinte. Com isso, o PSD deverá definir outro nome para a disputa ao Palácio do Planalto, conforme informações do Metrópoles.

Segundo a nota, Ratinho Junior justificou a escolha afirmando que mantém compromisso com o eleitorado paranaense e que pretende concluir o projeto de gestão iniciado no estado. O texto destaca ainda indicadores da administração, como avaliação positiva, investimentos em infraestrutura e resultados nas áreas de educação e segurança pública.

O governador também declarou que continuará à disposição do partido para contribuir com propostas para o país,  que pretende retornar à iniciativa privada e assumir a presidência do grupo de comunicação fundado por seu pai, o apresentador Ratinho.

Servidores do governo do RN denunciaram inconsistências no informe de rendimentos usado na declaração do Imposto de Renda. Segundo relatos, o valor de imposto retido na fonte aparece até 30% menor que o efetivamente descontado, o que pode atrasar restituições.

Em nota, a Secretaria de Estado da Administração do RN afirmou que se tratam de “casos pontuais” e orientou os servidores a procurarem a Central de Atendimento ao Servidor (CAS) para correção. A pasta disse não ter dados sobre a diferença apontada.

Ainda de acordo com SEAD, o atendimento pode ser solicitado pelos seguintes canais:

e-mail cas@sead.rn.gov.br; oumensagem via aplicativo no número (84) 98127-2944. O canal telefônico é exclusivo para mensagens de texto e não recebe chamadas.

O informe de rendimentos está disponível no Portal do Servidor e é essencial para o preenchimento da declaração junto à Receita Federal. O documento reúne salários, benefícios e descontos, como o Imposto de Renda retido na fonte.

Fonte: Blog do BG

Nesta segunda-feira (23), a defesa de Jairo Souza Santos Júnior, (o Dr. Jairinho), padrasto de Henry Borel, pediu adiamento do júri por falta de acesso às provas e após o indeferimento do pedido pela juíza Elizabeth Machado Louro do 2º Tribunal do Júri, no centro do Rio de Janeiro, os advogados de defesa abandonaram o plenário. Com essa atitude, o julgamento foi adiado para 25 de maio.

A juíza também determinou a soltura de Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, por excesso de prazo. A defesa de Monique era contrária ao adiamento do processo.

Julgamento

Frente a frente com Thais Furlan, Monique Medeiros acusa Jairinho de fingir que tentava reanimar Henry Borel: “Ele só assoprava

Hoje começaria o julgamento dos réus, Monique Medeiros (mãe) e Jairo Souza Santos Júnior, padrasto de Henry Borel, acusados da morte da criança, aos 4 anos, na madrugada de 8 de março de 2021.

Um dos advogados que compõem a defesa de Jairinho, Rodrigo Faucz, disse que não é possível seguir o julgamento com a omissão de documentos, provas e dados entregues à defesa.

“A defesa solicitou essas provas no dia 12 de agosto de 2025. A juíza mandou nos entregar. Recebemos apenas informações parciais. Querem colocar a opinião pública, mais uma vez, contrária. Isso é um absurdo”, disse o advogado.

Ao chegar ao Fórum de Justiça, o pai de Henry, Leniel Borel, disse que já são cinco anos de luto e de luta esperando por esse dia. Ele lembrou que tem mais tempo da morte do filho do que o tempo de convivência que ele teve com a criança.

“A condenação é o mínimo par aqueles dois monstros. Três pessoas entraram vivas no apartamento. Depois dois adultos e uma criança saíram mortos. O que aconteceu com o meu filho naquele apartamento? Eu acho que eles não vão falar o que ocorreu”, disse Leniel.

Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padastro, Dr. Jaririnho, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio.

O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido um acidente doméstico.

No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.

As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.

Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.

A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe lesões corporais que foram a causa única de sua morte, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.

De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimento físico e mental com emprego de violência.

Para o advogado assistente de acusação, Cristiano Medina da Rocha, as provas são irrefutáveis. “Não há dúvida alguma de que Jairo torturou de forma cruel o Henry Borel. Esse crime aconteceu pelo fato de Monique Medeiros ter abdicado do seu dever sagrado de proteger o seu filho”, disse.

Fonte: Agência Brasil

Seis ministros do Supremo Tribunal Federal receberam valores acima do teto do funcionalismo (R$ 46,3 mil) mesmo já ocupando cargos na Corte — enquanto o próprio STF analisa medidas para restringir os chamados supersalários.

Desde 2019, os pagamentos extras somam cerca de R$ 2,8 milhões e têm, em sua maioria, origem em verbas retroativas de funções exercidas antes da chegada ao tribunal.

Ministros que receberam acima do teto:

1. Alexandre de Moraes — mais de R$ 1 milhão

Origem: valores pagos pelo Ministério Público de São Paulo, onde atuou como promotor (1991–2002).
Tipo de verba: retroativos, como férias e direitos acumulados não usufruídos.

2. Gilmar Mendes — mais de R$ 880 mil

Origem: pagamentos do Ministério Público Federal, carreira que integrou antes de chegar ao STF.
Tipo de verba: benefícios retroativos reconhecidos administrativamente.

3. Kassio Nunes Marques — mais de R$ 277 mil

Origem: Tribunal Regional Federal da 1ª Região, onde foi juiz.
Tipo de verba: valores retroativos recebidos no período de transição para o STF.

4. André Mendonça — cerca de R$ 175 mil

Origem: atuação na Advocacia-Geral da União.
Tipo de verba: honorários de sucumbência pagos retroativamente.

5. Flávio Dino — valores acima do teto

Origem: vínculo com o TRF-1, onde foi juiz federal, e também períodos anteriores na vida pública.
Tipo de verba: retroativos por direitos acumulados (férias e folgas). Em um mês, recebeu R$ 55 mil líquidos.

6. Luiz Fux — valores acima do teto não detalhados

Origem: carreiras anteriores no Judiciário e Ministério Público.
Tipo de verba: penduricalhos e pagamentos retroativos (sem detalhamento público dos valores).

Os chamados “penduricalhos” são, em geral, verbas criadas ou reconhecidas posteriormente e pagas com efeito retroativo, o que eleva temporariamente os salários acima do teto constitucional.

Apesar disso, o STF vem tomando decisões para restringir esses pagamentos. Liminares de Flávio Dino e Gilmar Mendes já barraram supersalários e novas regras que ampliem esses benefícios.

Ministros como Edson FachinCármen LúciaDias Toffoli e Cristiano Zanin não tiveram pagamentos extras identificados no período. O tema deve ser julgado pelo plenário do STF nos próximos dias.

Fonte: Folha de S. Paulo

Em ato realizado neste sábado (21), em Parnamirim, na Grande Natal, o Partido Liberal (PL) confirmou o nome de Coronel Hélio como pré-candidato ao Senado. O evento contou com a presença do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e marcou a filiação de pré-candidatos da sigla no Rio Grande do Norte.

Também participaram o senador Styvenson Valentim (PSDB), apoiado pelo partido, e os pré-candidatos ao governo estadual Álvaro Dias e Babá Pereira, para governador e vice. Ao lado deles, Coronel Hélio afirmou que o grupo forma um “time montado para mudar o Rio Grande do Norte”.

A agenda integra a passagem de Flávio Bolsonaro pelo estado. Ainda no Nordeste, o senador segue para João Pessoa neste domingo (22).

Fonte: 98 FM Natal

 

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (23), a Operação Maat, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, com atuação no Rio Grande do Norte e em outros dois estados do Nordeste. A informação é do Portal da 98 FM.

Ao todo, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão. No Rio Grande do Norte, há dois alvos da operação, já as demais ações ocorrem na Paraíba, que concentra a maior parte dos mandados, e em Pernambuco.

De acordo com a Polícia Federal, a investigação é um desdobramento da Operação Sol Nascente e aponta a existência de uma rede interestadual responsável pela negociação, transporte e distribuição de entorpecentes, especialmente cocaína e haxixe, entre estados da região Nordeste.

A investigação começou após a prisão do líder da organização, quando a extração de dados de celulares revelou a contabilidade do tráfico e a logística do grupo. Segundo a Polícia Federal, os suspeitos utilizavam contas bancárias em nome de terceiros, empresas de fachada e depósitos fracionados para ocultar a origem ilícita dos recursos.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos.

Uma ocorrência de assalto terminou com um suspeito detido após confronto com a Polícia Militar na madrugada desta segunda-feira (23), na Avenida João Medeiros Filho, na Zona Norte de Natal.

De acordo com a Polícia Militar, equipes da 2ª Companhia do 4º BPM foram acionadas após denúncia de um assalto em andamento em um posto de combustível.

No local, os policiais encontraram uma das vítimas, um motorista por aplicativo. Ele informou que foi abordado por dois indivíduos armados com uma espingarda calibre 12.

Segundo o relato, os suspeitos entraram no veículo e o obrigaram a seguir com a intenção de praticar novos assaltos. O motorista conseguiu fugir ao parar para abastecer e acionou ajuda.

Durante as buscas, um dos suspeitos foi localizado nas proximidades do posto. Ao perceber a presença da polícia, apontou a arma em direção às equipes e tentou efetuar disparo.

Diante da situação, os policiais reagiram e contiveram o indivíduo. Com o suspeito, foi encontrada uma bolsa com munições calibre 12

O segundo envolvido conseguiu fugir por uma área de mangue nas proximidades do rio Potengi e não foi localizado.

As vítimas informaram que tiveram aparelhos celulares roubados durante a ação. Um dos celulares foi recuperado no interior do veículo.

Todo o material apreendido foi encaminhado à delegacia para os procedimentos legais.

Com informações de Agora RN

Além dos nomes de políticos e de outros personagens envolvidos no esquema, o ministro do STF André Mendonça quer que Daniel Vorcaro revele, na delação premiada, onde foi parar o dinheiro das fraudes financeiras do Banco Master.

Segundo fontes do Supremo, Mendonça considera imprescindível que Vorcaro aponte o paradeiro dos mais de R$ 50 bilhões, montante estimado do rombo que está sendo ressarcido aos investidores pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

Mais do que descobrir o paradeiro do dinheiro, o ministro quer a devolução dos recursos. Mendonça estudou esse tema no doutorado. Sua tese foi intitulada “Sistema de Princípios para a Recuperação de Ativos Procedentes da Corrupção”.

O trabalho foi premiado em 2019 pela Universidade de Salamanca, na Espanha. Ele foi fruto do diagnóstico prático feito pelo ministro quando atuou como diretor do Departamento de Patrimônio Público e Probidade Administrativa (DPP) da Procuradoria-Geral da União.

Nos primeiros depoimentos que prestou, Vorcaro não revelou onde estão os recursos. O banqueiro tem alegado que precisaria antes ter acesso à liquidação do Master, que está sendo conduzida por um liquidante nomeado pelo Banco Central (BC).

Na sexta-feira (20/3), o Metrópoles noticiou que o liquidante do Master mira ao menos R$ 4,8 bilhões em bens e fundos de investimentos ligados a Vorcaro que podem ter sido desviados pelo banqueiro antes da liquidação da instituição pelo BC em novembro.

O desafio de Vorcaro na delação
Além de entregar personalidades da política e do Judiciário e revelar o paradeiro do dinheiro, outro desafio de Vorcaro será demonstrar que não era o líder do esquema. No voto em que manteve o banqueiro preso, Mendonça o apontou como o líder.

Caso não consiga provar que não era o líder do esquema, o dono do Banco Master poderá perder alguns benefícios da delação premiada. Entre eles, o de não ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Igor Gadelha – Metrópoles

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) em que diz ser favorável à concessão de prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. O ex-presidente cumpre a pena na Papudinha, em Brasília.

No dia 13 de março, Bolsonaro passou mal e foi internado na Unidade de Terapia Intensiva de um hospital particular da capital para tratar de uma pneumonia decorrente de broncoaspiração.

“A evolução clínica do ex-presidente, nos termos como exposto pela equipe médica que o atendeu no último incidente, recomenda a flexibilização do regime, em linha com o que admite o Supremo Tribunal em circunstâncias análogas”, afirma o procurador-geral da República, Paulo Gonet.

Com informações de g1

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