março, 2026 - Informativo Atitude - Page 17

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Foto: Reprodução

Mensagens encontradas no celular de Daniel Vorcaro, obtidas pela Polícia Federal (PF), mostram que o ex-banqueiro classificou como “ótimo” o encontro que ele teve em dezembro de 2024 com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros do governo no Palácio do Planalto.

O GLOBO teve acesso às trocas de mensagens entre o ex-banqueiro e a sua então namorada, Martha Graeff, no dia 4 de dezembro de 2024.

Pela manhã, ela escreve para o namorado desejando boa sorte e que ele consiga alcançar o objetivo dele. Pouco antes das duas da tarde, Vorcaro responde que “acabou agora” o encontro. “Foi ótimo/ Muito forte/ Ele chamou o presidente do banco central que vai entrar/3 ministros”, disse.

O encontro, revelado pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim, não consta na agenda oficial de Lula. Na época, o dono do Banco Master já se articulava para sanar os problemas de liquidez do banco. O ex-ministro da Economia do petista Guido Mantega intermediou o encontro com o presidente, que também teve participação dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

Com a reunião já em curso, o presidente mandou chamar o futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

Neste ano, Lula afirmou em entrevista que Vorcaro disse a ele que sofria uma “perseguição”.

Questionado, em entrevista ao portal UOL, sobre o encontro que teve com o banqueiro, Lula disse já ter recebido outros empresários. O presidente também confirmou que Vorcaro fora levado ao seu encontro por Mantega, que prestou consultoria ao banco.

“Primeiro, eu já recebi o Itaú, Bradesco, Santander, BTG Pactual, e não tinha uma agenda comigo. E quando o Guido veio com o André Vorcaro (sic) a Brasília e pediu para eu atender, eu chamei o (Gabriel) Galípolo (presidente do Banco Central), o Rui Costa (ministro da Casa Civil), da Bahia, que conhecia ele. E ele então me contou da perseguição que estava sofrendo, que tinha gente interessado em derrubar ele, não sei das quantas”, disse Lula.

“O que eu disse pra ele: não haverá posição política pró ou contra o Banco Master. O que haverá será uma investigação técnica, feita pelo Banco Central. Foi essa a conversa. ‘Você fique tranquilo, que a política não entrará na investigação do seu banco, o que entrará será a competência técnica do Banco Central pra saber se está errado, se você quebrou, se não quebrou, se tem dinheiro lavado ou não tem. E é isso que está sendo feito”, acrescentou o presidente.

Infomoney

Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo

Ministros do Supremo Tribunal Federal avaliam, reservadamente, como “positiva” uma eventual declaração de impedimento do ministro Dias Toffoli no julgamento da nova fase da Operação Compliance Zero, que pode confirmar a prisão do empresário Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master.

A decisão que determinou a prisão foi assinada pelo ministro André Mendonça e será analisada pela Segunda Turma em sessão virtual a partir de 13 de março.

Nos bastidores da Corte, magistrados afirmam que não há impedimento técnico para a participação de Toffoli, mas avaliam que um eventual afastamento ajudaria a encerrar o desgaste institucional gerado pelo caso.

Toffoli deixou a relatoria da investigação em fevereiro, após reunião convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, depois que a Polícia Federal informou a existência de menções ao ministro em mensagens encontradas no celular de Vorcaro.

Apesar disso, como não houve declaração formal de suspeição, Toffoli ainda pode participar do julgamento. Caso se declare impedido, existe a possibilidade de empate na Segunda Turma — formada também por Gilmar MendesKássio Nunes Marques e Luiz Fux — situação em que prevalece a decisão mais favorável ao réu.

A decisão de Mendonça também autorizou a terceira fase da operação, que investiga um suposto esquema bilionário de fraudes no sistema financeiro, envolvendo crimes como gestão fraudulenta, corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Deflagrada em 2025, a Operação Compliance Zero já teve três fases e apura suspeitas de venda de créditos sem lastro, uso de fundos de investimento para circulação de recursos e tentativas de interferência nas investigações.

Com informações de O Globo

Com Flávio Dino, a Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) já tem dois votos para manter a decisão do ministro Alexandre de Moraes que negou a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A negativa está sendo analisada pela Primeira Turma em sessão virtual. Como a decisão foi monocrática, ela passa agora pelo referendo dos colegas do colegiado.

No modelo virtual, os ministros da Primeira Turma terão até 23h59 desta quinta para registrar os votos na página on-line do processo. Até o momento, o placar está em 2 a 0 para manter a decisão. A maioria é alcançada com três votos.

Compõem o grupo Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

A concessão de domiciliar a Bolsonaro foi negada por Moraes na segunda-feira (2). A defesa do ex-presidente alegou que ele apresenta um quadro clínico complexo, com múltiplas comorbidades, e pediu a conversão da pena para prisão domiciliar por razões humanitárias.

Após passar por avalição médica, porém, os peritos conluíram que as doenças do ex-presidente estão sob controle clínico e medicamentoso e que a Papudinha tem estrutura adequada para a permanência dele.

Outro ponto considerado na decisão foi a tentativa de violação da tornozeleira eletrônica, quando ele ainda respondia ao processo sobre tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro tentou remover o equipamento queimando ele com um ferro de solda. Para Mores, isso demonstrou uma possível tentativa de fuga e desrespeito às ordens judicias.

“A dolosa e ostensiva tentativa de fuga com destruição aparelho de monitoramento eletrônico é mais um fator impeditivo para a cessação da prisão em estabelecimento prisional e concessão de prisão domiciliar, conforme entendimento pacifico na jurisprudência”, escreveu.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado para se manter no poder mesmo após a derrota nas eleições de 2022. Ele hoje cumpre pena em uma sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, no Complexo da Papuda, em Brasília.

CNN Brasil

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O prefeito Emídio Júnior assinou, na manhã desta quarta-feira (04/03), a ordem de serviço que autoriza o início das obras do futuro Complexo Esportivo da Vila São José, mais um importante investimento da gestão municipal voltado ao incentivo ao esporte, ao lazer e à qualidade de vida da população do bairro.

De acordo com o secretário municipal de Esporte e Lazer, Sócrates Garcia, o equipamento esportivo será construído com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), captados por meio do primeiro edital lançado pelo Ministério responsável. “A obra está orçada em R$ 1.126.804,50 e será erguida ao lado da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro, ampliando a oferta de serviços públicos integrados à comunidade”, destacou.

O espaço seguirá um modelo padrão e contará com campo de futebol society, parque infantil, quadra de basquete 3×3, pista de caminhada e área de convivência, proporcionando um ambiente completo para a prática esportiva, o lazer e a interação social entre moradores de todas as idades.

O prefeito Emídio Júnior ressaltou que o Complexo Esportivo da Vila São José beneficiará diversas comunidades e bairros do entorno. “Quando esta obra estiver pronta, os imóveis do bairro estarão mais valorizados e os moradores terão mais qualidade de vida, pois o espaço vai incentivar a prática de atividades esportivas, fundamentais para a saúde. A qualidade de vida é o principal objetivo quando realizamos uma obra dessa natureza, que também contribui para reduzir a ociosidade e embelezar o bairro. Esse complexo vai transformar a Vila São José”, afirmou.

Representando a comunidade, Miguel celebrou a assinatura da ordem de serviço. “Hoje é um dia de comemoração por essa grande conquista. Moro aqui há quase 13 anos e, com as bênçãos de Deus, primeiro chegou o calçamento e agora chega esse complexo esportivo, um grande benefício que ficará para as futuras gerações”, declarou.

Estiveram presentes ao lado do prefeito Emídio Júnior a presidente da Câmara Municipal, a vereadora Érika Emídio, e os vereadores Venício Filho, Rita Oliveira, Aroldo da Saúde, Sérgio Lima, Socorro Nogueira, Edi do Posto, Ismarleide Duarte e Clarissa Matias.

Imagem: Geraldo Neto

O presidente da CPMI do INSS, o senador Carlos Viana, e o relator da Comissão, o deputado Alfredo Gaspar, fizeram duras críticas a decisão do ministro Flavio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, apontada como “amiga de Lulinha”. Assista abaixo:

“Recebo com profunda indignação e enorme preocupação institucional a decisão liminar proferida pelo ministro Flávio Dino, que suspende os efeitos da quebra de sigilo aprovada pela comissão parlamentar mista de inquérito do INSS. Essa decisão ocorre após o presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, ter analisado formalmente os questionamentos levantados e concluído, de forma expressa, que a votação realizada na CPMI respeitou integralmente o regimento e a Constituição brasileira”, declarou Viana.

Investigar

Na avaliação do presidente da CPMI, a Presidência do Senado reconheceu a legalidade do procedimento e manteve a decisão soberana da comissão. Além disso, Viana disse que a CPMI ainda não foi informada oficialmente pelo STF e que ele soube da decisão pela imprensa.

“A comissão apenas exerceu o poder constitucional de autorizar medidas investigativas, como fazem CPIs no Congresso Nacional há décadas. Investigar não é condenar. Investigar é buscar a verdade. Também causa estranheza a alegação de que não teria havido debate ou fundamentação adequada nos requerimentos aprovados pela comissão. Isso simplesmente não corresponde à realidade dos fatos”, protestou Viana.

O senador acrescentou que, durante a votação de requerimentos em bloco na CPMI, deputados federais e senadores puderam defender ou criticar as matérias votadas. Disse também que a fundamentação está registrada nos requerimentos, com justificativa detalhada dos indícios e da necessidade de cada medida para a investigação.

“Será que, agora, porque estamos muito próximos de núcleos de poder, de revelar ao país grandes influências políticas que levaram a sustentar todo esse esquema de roubo na Previdência brasileira, será que é por isso que nós estamos [enfrentando] essa tentativa de impedir, atrapalhar e atrasar os trabalhos da CPMI? É uma pergunta que eu deixo aqui em nome do povo brasileiro”, questionou o parlamentar.

Fiscalizar

Viana afirmou que o STF já reconheceu anteriormente que CPIs constituem direito público subjetivo das minorias parlamentares, essencial para o equilíbrio entre os Poderes da república. Para ele, as CPIs são instrumentos de um Parlamento livre que existem para fiscalizar o poder em nome da população.

“Nós estamos diante de uma decisão que desrespeita este Parlamento e que tenta criar uma possibilidade dentro de uma investigação que está muito próxima de revelar ao país todos os esquemas desse subterrâneo que foi a roubalheira no INSS. O Congresso Nacional não é órgão decorativo da república. O Congresso representa o povo brasileiro, e nós exigimos respeito. Quando o Congresso decide investigar crimes contra aposentados, viúvas e idosos, o Congresso está cumprindo exatamente o papel que a Constituição nos atribuiu (.). Não vamos fazer outra votação”, declarou Viana, acrescentando também que não pretende desrespeitar as decisões do Supremo.

O relator da CPMI, deputado federal Alfredo Gaspar (União-AL), disse que a decisão de Dino é atípica e “um péssimo exemplo para a democracia”. Para ele, o ministro do STF “atacou a independência do Congresso Nacional e a harmonia entre os poderes”.

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Foto: Reprodução

A defesa de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, entrou no STF para tentar derrubar a decisão da CPMI do INSS que determinou a quebra de seus sigilos fiscal e bancário. O pedido foi encaminhado ao ministro Flávio Dino, sorteado relator do caso.

Segundo a apuração, a iniciativa foi protocolada após decisão judicial desta quarta-feira (4) suspender a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, apontada como amiga de Lulinha. A defesa sustenta que o mesmo entendimento adotado para ela deve ser estendido ao filho do presidente.

A quebra de sigilo — medida que permite acesso a dados fiscais e movimentações bancárias — havia sido aprovada pela CPMI do INSS em votação em bloco. O pedido agora é para que os efeitos dessa decisão sejam suspensos no caso de Lulinha.

Com o caso sob relatoria de Flávio Dino no STF, outros investigados atingidos na mesma votação também poderão recorrer à Corte para tentar suspender as medidas aprovadas pela comissão.

O ministro do STF Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros alvos aprovada pela CPMI do INSS em votação na quinta-feira (26/2).

A decisão foi proferida após a empresária Roberta Luchsinger, também alvo de quebra de sigilo, ingressar com um mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.

“Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação”, escreveu Dino.

O STF está se autodestruindo e ficando mais queimado do que bituca de cigarro em cinzeiro de motel.

Metrópoles e Informativo Atitude

Mojtaba Khamenei, filho mais velho do aiatolá Ali Khamenei, surge como o principal candidato a se tornar o próximo líder supremo do Irã. De acordo com uma apuração do The New York Times, três autoridades iranianas afirmaram que o conselho de especialistas na Assembleia de Peritos, responsável pela escolha do novo líder supremo, teria apontado Mojtaba como o favorito ao cargo.

As fontes ouvidas pelo jornal americano indicaram que o anúncio poderia acontecer já na manhã desta quarta-feira (4). No entanto, alguns integrantes da Assembleia de Peritos teriam expressado reservas quanto à nomeação de Mojtaba Khamenei, temendo que ele se torne um alvo potencial para ataques dos Estados Unidos e de Israel.

A Assembleia de Peritos tem realizado reuniões de forma virtual para discutir a sucessão. Na terça-feira (3), o grupo se reuniu duas vezes. A decisão de realizar os encontros remotamente veio após Israel ter lançado um ataque ao prédio onde aconteceria a reunião presencial, embora o local estivesse vazio no momento.

A estratégia de realizar reuniões virtuais foi adotada como medida de precaução para evitar que novas lideranças iranianas fossem atacadas. O processo de sucessão ocorre em um momento de grande tensão geopolítica na região, com o Irã enfrentando pressões externas significativas e a necessidade de manter a estabilidade interna durante a transição de poder.

CNN Brasil

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

A Polícia Federal prendeu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao deflagrar, nesta quarta-feira (4), a 3ª fase da Operação Compliance Zero, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. A decisão incluiu um bloqueio de até R$ 22 bilhões em bens. E tem o objetivo de investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.

Além de Vorcaro, outros três investigados são alvos de mandados de prisão preventiva pela PF, incluindo ordens de afastamento de cargos públicos e o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

A PF disse que as investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil, que liquidou o Master, em novembro de 2025. E justificou que o bloqueio bilionário de bens tem o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

Diário do Poder 

Uma aposta de Eusébio (CE) acertou sozinha as seis dezenas do concurso 2.979 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (3). O vencedor irá receber o prêmio de R$ 158.039.482,14.

Os números sorteados foram: 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53

128 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 38.728,95 cada.

7.902 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.034,09 cada.

O próximo concurso irá distribuir um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado na quinta-feira (5).

Agência Brasil

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