
Lula declarou quarta última, em rádio de Santa Catarina, que ainda não se definiu como candidato.
Poderá ser, ou não.
Coloca duas condições: ter saúde e fazer composições amplas, sem restrições ideológicas.
Aval – Para agilizar a candidatura de Lula, que se prevê seja confirmada em 1° de maio, o Diretório Nacional do PT reuniu-se na última quinta, 24, e avalizou à construção de alianças com partidos de centro, que ajudem a pré-candidatura do ex-presidente.
Limitação – A fim de evitar atritos, o Diretório decidiu que os núcleos petistas nos Estados não terão mais autonomia para definir os candidatos ao governo e ao Senado.
A decisão será feita exclusivamente pela cúpula petista.
O PT tenta evitar mais problemas, como ocorrem em Pernambuco, Bahia e Ceará.

Alckmin – A indicação de Alckmin como vice está pacificada, com críticas isoladas, no PT.
O partido deve marcar um encontro nacional para votar a indicação, mas deve ser apenas uma medida protocolar.
Apoio – Lula chegou a afirmar que “Se for para trocar o vice, é bom o PT já procurar logo um novo candidato à Presidência”.
Anuncio – Por precaução, o ex-presidente disse que só vai anunciar a sua candidatura, quando tiver clareza do arco de apoios que ela conseguirá reunir.
Polarização – Lula manifestou-se favorável a polarização com Bolsonaro. E justificou: “significa que as pessoas têm lado, estão vivas e defendem aquilo que acreditam”. Nesse ponto, Bolsonaro concorda inteiramente com Lula.
Ney Lopes
