
Dois casos de assédio em transporte via aplicativo tomou conta do noticiário de Natal nesta quarta-feira (21). As duas, porém, tiveram desfechos bem diferentes (até agora). O primeiro diz respeito a prisão de um motorista de Uber acusado de assediar uma criança. O outro, um motorista foi acusado de forma mentirosa de praticar assédio contra uma passageira.
O caso do motorista inocente aconteceu em Parnamirim. O motorista Francisco de Assis, de 50 anos, foi vítima de uma falsa acusação de assédio feita por uma passageira, que depois admitiu à polícia ter mentido. A corrida aconteceu na segunda-feira (19), partindo do bairro Rosa dos Ventos.
Segundo Francisco, ao chegar no destino indicado no aplicativo, a passageira afirmou que queria ir a outro local. O motorista se recusou a seguir viagem sem que a mudança fosse registrada na plataforma, o que teria gerado uma discussão.
A mulher o xingou, saiu do carro sem pagar e, horas depois, usou as redes sociais para acusá-lo publicamente de assédio, divulgando inclusive sua imagem. Francisco passou a receber ameaças e decidiu procurar a delegacia para registrar boletim de ocorrência e apresentar sua versão dos fatos.
