agosto, 2020 - Informativo Atitude - Page 27

Arquivos

Foto: Serhii Sobolevskyi/Getty Images

A taxa de letalidade da Covid-19 no Brasil caiu de 6,9% em 3 de maio para 3,4% nesta segunda-feira, 3. Nos últimos meses, o índice já vinha sendo reduzido constantemente, com 5,5% em 3 de junho e 4,1% em 3 de julho. As razões para essa queda incluem o aumento da testagem e a melhora na capacidade de tratamento dos casos mais graves.

O índice brasileiro é melhor que o mundial, que hoje está em 3,8%, e ao de países da Europa como Alemanha (4,3%), Suécia (7,1%), Itália (14,2%), Espanha (9,9%). Por outro lado, é superior ao da Índia (2,1%) e Estados Unidos (3,3%), de acordo com informações do Our World in Data. Na Nova Zelândia, exemplo no combate à doença, a taxa de letalidade é de 1,8%.

O índice é calculado pelo número de óbitos em comparação com a quantidade de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus. Para a nova estimativa, a agência considera também os casos subnotificados, devido à grande quantidade de pessoas assintomáticas ou que apresentam apenas sintomas leves da doença e não chegam a ser diagnosticadas.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), no entanto, acredita em número mundial ainda mais baixo que os 3,8% oficiais: 0.6%. Apesar do avanço significativo dos últimos meses, o dado ainda é considerada “muito alto”. A título de comparação, a taxa de letalidade da pandemia de H1N1, em 2009, foi de 0,01%. “O coronavírus é mais mortal e isso indica que é preciso evitar se contaminar. É o principal. Embora os sintomas em alguns não sejam graves, é preciso evitar transmitir a doença para outros. É muito importante ter solidariedade conjunta”, disse Mike Ryan, diretor-executivo para Emergências da OMS.

Veja

Foto: Adriano Machado

Técnicos da PGR (Procuradoria-Geral da República) passaram as últimas duas semanas nos escritórios da Lava Jato de Curitiba copiando arquivos do banco de dados da operação. Nem as notícias sobre a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) determinando a suspensão do trabalho paralisaram os esforços da procuradoria para acessar informações da força-tarefa.

A decisão do ministro Edson Fachin tornou-se pública por volta das 14h. Duas horas depois, os técnicos da PGR permaneciam copiando arquivos da Lava Jato alegando ainda não terem sido intimados. Às 18h, a intimação ainda não havia chegado, conforme apurou o UOL.

Procurada, a PGR não se manifestou sobre a cópia dos arquivos nem sobre a decisão de Fachin. De acordo com o jornal O Globo, ela vai recorrer para garantir seu acesso aos dados.

A força-tarefa da Lava Jato de Curitiba não quis se manifestar sobre os dois assuntos.

De acordo com o procurador-geral Augusto Aras, só a Lava Jato de Curitiba detém 350 terabytes em seus arquivos, incluindo dados sobre 38 mil pessoas. De acordo com fontes consultadas pelo UOL, porém, Aras comparou bancos de dados diferentes e ignorou que as informações da força-tarefa contemplam também pessoas jurídicas ao fazer as afirmações.

O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, determinou no último dia 9 que todos esses dados fossem enviados à PGR. A procuradoria alegou indícios de irregularidades em processos da operação e pediu acesso aos arquivos.

A decisão de Toffoli também determinava o compartilhamento dos arquivos da Lava Jato do Rio de Janeiro e de São Paulo. Nestes casos, a PGR não tinha iniciado a cópia dos arquivos até a decisão de Fachin.

Fachin, na verdade, revogou a decisão de Toffoli. Decidiu ainda que seu entendimento sobre a questão é retroativo. Assim, todos os arquivos já copiados não poderiam ser usados pela PGR em algum processo judicial ou procedimento contra os procuradores da Lava Jato.

O ministro Fachin é relator dos processos da Lava Jato no STF. Por conta do recesso do Judiciário, o Toffoli ficou responsável pelo julgamento de pedidos urgentes feitos à Corte. Ele decidiu pelo compartilhamento, mas Fachin reexaminou a questão quando voltou ao trabalho nesta segunda-feira.

A causa ainda pode ser avaliada pelo conjunto dos ministros do STF caso Toffoli considere necessário. Ainda não houve pronunciamento do ministro sobre o assunto.

UOL

Sem discurso, planos ou perspectivas, imprensa e esquerda tentam colocar Felipe Neto como a inteligência pensante do Brasil. O rapaz virou figurinha carimbada da TV Globo e principais jornais do país, querinho e ídolo de jornalistas abraçados com o atraso.

O vazio é tão grande nessa cambada, que a solução encontrada na falta de um discurso foi o socorro de Felipe para erguer a bandeira da esquerda petista/lulista do Brasil.

Foto: Anderson Riedel

A próxima etapa da reforma tributária que o governo vai enviar ao Congresso está calcada em um tripé social: geração de emprego, distribuição de renda e retomada de poder de compra – principalmente para as camadas da população de baixa renda.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, e seus auxiliares estão trabalhando em uma proposta que prevê o fim do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para bens populares, como eletrodomésticos da linha branca, a desoneração de até 25% da folha de pagamento das empresas para todas as faixas salariais, e o lançamento do Renda Brasil.

Será neste contexto que o governo vai propor a criação de um novo tributo. Para abrir mão de impostos sobre salários e produtos industrializados, o governo terá de encontrar uma nova fonte de receita.

Vinculá-la a uma agenda social, avaliam integrantes da equipe econômica, seria a saída para tentar diminuir a resistência da sociedade e do Congresso a um novo imposto.

A medida não é novidade. Em gestões anteriores, o Executivo também associou a criação de impostos a uma pauta social.

Internamente, Guedes tem reiterado o discurso de que sua gestão para a retomada da economia no pós-pandemia do novo coronavírus não passa pelo aumento da carga tributária, mas sim pela geração de emprego e renda. A equação, no entanto, não é simples.

A aliados, o ministro tem defendido o que chama de “diluição” dos tributos. É nesse cenário que surgiria uma nova alíquota de 0,2% para pagamentos, sobretudo nas compras no comércio eletrônico. Ela tem sido chamada internamente de “microimposto”.

Pelas contas do governo, ela renderia cerca de R$ 120 bilhões por ano aos cofres públicos. Guedes acredita que, nesse formato, o tributo terá uma base mais ampla – o que, segundo ele, vai deixar a cobrança de impostos menos desigual.

A auxiliares, o ministro tem dito que uma de suas prioridades é abertura de vagas formais para os chamados “invisíveis” – os 38 milhões de brasileiros que são trabalhadores informais, mas não estão cadastrados na base de dados do governo que identifica as famílias de baixa renda do país.

Guedes diz que tributação sobre a folha de pagamentos é um dos principais entraves para conter o desemprego no país. Por isso, defende o ministro, diminuir os custos de uma contratação tem de ser prioridade neste momento de crise.

O governo discute a possibilidade de enviar ao Congresso a proposta uma nova alíquota exclusiva para financiar o Renda Brasil.

A ideia é que o novo tributo seja inserido na PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre a criação do programa de renda mínima. A avaliação é a de que o impacto econômico da crise do novo coronavírus exige um esforço para que a população de baixa renda não fique desassistida.

O Renda Brasil, segundo o governo, será uma ampliação do Bolsa Família — além de estendê-lo a mais pessoas, a ideia também é elevar o valor do benefício.

CNN Brasil

Foi preso neste domingo (2), com 540 quilos de cocaína transportados num avião de pequeno porte, o ex-vice prefeito e ex-presidente da Câmara Municipal de Ponta Porã Nélio Alves de Oliveira, de 70 anos.

Em 2018, ele foi solto por Ricardo Lewandowski. Na época, Nélio cumpria pena por tráfico de drogas após condenação pelo TRF-3. O ministro, porém, contrariando jurisprudência da época, que permitia o cumprimento da pena em segunda instância, mandou soltar o político.

O Antagonista

UNIÃO

O PSDB está chegando finalmente a um entendimento, o bloco segue unido para apoiar uma pré-candidatura a prefeito de Macaíba. A decisão da legenda é uma das mais aguardadas pelos observadores políticos.

ENTENDIMENTO

O partido entrou em um entendimento que não tem como esperar até setembro para ensaiar uma escolha. A legenda entra agora em fase de definição e caminha para o campo de batalha. Em resumo, o PSDB vai a luta para fazer seus vereadores e seu prefeito.

VICE

O partido não abre mão da indicação do vice. Um dos nomes mais fortes da legenda é o de Edi do Posto da Maré. Edi já foi pré-candidato a prefeito e chegou a superar muitos dos atuais pré-candidatos ao Palácio Auta de Souza. Edi é pré-candidato a  Vereador e o nome mais forte do partido hoje para vice.

NOME FORTE NO INTERIOR

A vereadora Ana Catarina é um nome forte na Zona Rural de Macaíba. Além de ser uma vereadora que está sempre presente nas comunidades, Ana é a única vereadora de mandato do PSDB e é um nome que vem se consolidando na cidade e no interior.

CORRENDO ATRÁS

A ex-prefeita Marília Dias está correndo atrás do prejuízo causado pela sua ausência nas ruas. Pesquisas de consumo não teriam mostrado um cenário favorável a ex-prefeita. Marília foi vista em vários lugares no interior e na zona urbana.

NÃO GOSTOU

O delegado Normando Feitosa, não gostou da atitude da ex-prefeita Marília. Segundo um eleitor do delegado, a ex-prefeita pediu seu voto, mas o leitor teria dito que esse ano iria votar em Normando, então, a ex-prefeita teria dito que Normando não era candidato. O delegado classificou a atitude da ex-prefeita como covarde.

NÃO GOSTOU II

Chateado, o delegado disse que se isso voltar a se repetir, vai acionar a ex-prefeita na justiça. “Eu não sou político, por isso não gosto desse jogo sujo. Se isso voltar acontecer, vou acioná-la na justiça”, disse o Delegado.

REUNIÃO TENSA

Chega ao nosso site, que a velha guarda que apoia a pré-candidatura de Netinho França, estaria cogitando o nome de Luizinho como vice de Emídio, já que Netinho estaria relutante a essa aliança. Mas, segundo nossas fontes, não houve acordo. Netinho não aceitou que a velha guarda indicasse como vice, nem ele, nem seu pai.

VELHA GUARDA 

A velha guarda é o grupo que integrou a administração de Luizinho no final dos anos 90 ao início do ano 2000. Até os dias de hoje esse grupo acompanha Luizinho. Só que Netinho tem o seu próprio grupo de apoio, que é radicalmente contra a essa união. Outro fator interessante, é que Luizinho está muito alinhado com Netinho, apesar de ser o conselheiro político de Netinho, Luizinho preferiu que o filho tomasse essa decisão. A decisão de Netinho foi polêmica, não sabemos se haverá mudanças, mas até agora Netinho permanece firme com a sua pré-candidatura a prefeito de Macaíba.

NÃO PARTICIPOU

Bob Filho (Emídio Júnior) não participou da reunião. De acordo com informações, Bob sabia da reunião e já teria sido sondado pela velha guarda, que pelo que parece, não combinou com Netinho.

NÃO PARTICIPOU II

Apesar de não participar, Bob Filho (Emídio Júnior) deixou a janela aberta tanto para Luizinho, como para Netinho. Ainda não tomamos conhecimento se a Velha Guarda sentou com Emídio, mas o que ficou claro é que Netinho deve seguir até o fim com a sua pré-candidatura.

APOSTANDO NAS REDES SOCIAIS  

O Pré-candidato a prefeito Janssen Motos, vem apostando nas redes sociais. Com um bom discurso, o empresário vem crescendo nas redes sociais e nas pesquisas. Janssen já está sendo até sondado por alguns partidos para compor a chapa de vice.

APOIOS

Abraçado pela população, Normando recebe vários apoios no interior e na área urbana de Macaíba.  O delegado deixou claro que vai até o fim com sua pré-candidatura, e que já está em negociação com o seu futuro vice.

Vivas!

Quem está completando mais um ano de vida hoje é Iago Oliveira, coordenador de programas sociais da Secretaria de Assistência Social de Macaíba. O Informativo deseja vida longa ao jovem e muito sucesso! Parabéns!

Jesiel Bruno da Silva, conhecido como “Barata” foi vítima de uma tentativa de homicídio, na noite deste sábado (01), na Avenida Lauro Monte, nas proximidades do Hotel Termas no Abolição II em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.
Segundo as primeiras informações a vítima trafegava de moto quando foi perseguida por uma dupla de motocicleta, que ao se aproximar começou a atirar em sua direção. Após ser baleado com cerca de três tiros, Barata abandonou sua moto e para escapar da morte, conseguiu pular o muro de um condomínio residencial e caiu no interior do imóvel.
Uma equipe de suporte avançado (ALFA) do SAMU foi acionada e após realizar os primeiros atendimentos a vítima dentro do condomínio, conduziu o paciente para o Hospital Tarcísio Maia. Segundo informações médicas, a vítima foi entregue à equipe médica de plantão do HRTM, consciente e orientada. Ainda não há informações sobre a motivação do atentado.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, neste final de semana, na BR 304 em Macaíba, um homem de 30 anos, por participar de corrida e fazer exibição de perícia em manobra em veículo, sem autorização.

Durante realização de ronda, a equipe de policiais visualizou um grupo de motociclistas, transitando em alta velocidade pela contramão de direção, e alguns deles “empinando” as motocicletas. O grupo não obedeceu a ordem de parada dos policiais, e se evadiu da rodovia, sendo necessário acompanhamento tático aos veículos pela equipe, que chegou a lograr êxito na abordagem a motocicleta CG 150 FAN KS, de cor cinza. E ao consultar os sistemas de segurança, foi verificado que o condutor era proprietário da motocicleta, mas não era habilitado.

Além das diversas infrações cometidas, como: transitar na contramão, desobedecer a ordem de parada e dirigir sem habilitação, o condutor da motocicleta foi preso por prática de disputas e manobras perigosas, conforme crime de trânsito elencado no art. 308 do Código de Trânsito Brasileiro.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Plantão Zona Sul.

Foto: Cedida/PRF

A pandemia deve levar à maior queda do padrão de vida no Brasil desde a década de 1940, quando começa a série histórica. A informação é do Estadão.

A queda do PIB per capita esperada é de 6,7% este ano. Até então, o maior recuo havia sido em 1981.

Em valores de 2019, o o PIB per capita era de R$ 34,5 mil no ano passado e deve cair para R$ 32,2 mil este ano. Assim, o padrão de vida voltaria ao nível de 2008.

A economia como um todo caminha para uma nova década perdida. Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), de 2011 a 2020 o PIB per capita deve recuar 8,2%, comparado a uma alta de 28% na década anterior, marcada pelo boom de preços das commodities.

O ANTAGONISTA

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