junho 24, 2026

Gilmar Mendes suspendeu a ação da Lava Jato no Rio de Janeiro que que apurava desvios de R$ 151 milhões da Fecomércio, Sesc e Senac no Rio para bancas de elite da advocacia, diz a Folha.

A investigação mirou Cristiano Zanin, advogado de Lula; Eduardo Martins, filho do presidente do STJ; Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral; e Frederick Wassef, ligado à família de Jair Bolsonaro.

O ministro do STF atendeu a um pedido da OAB, que apresentou a Gilmar a ação contra as investigações da Operação Esquema S.

O pedido alega que a investigação atinge autoridades com foro privilegiado e, por isso, não pode tramitar na primeira instância da Justiça Federal no Rio.

O inquérito é supervisionado pelo juiz Marcelo Bretas que ordenou, no início de setembro, o cumprimento de 75 mandados de busca e apreensão em endereços de empresas, escritórios e residências de advogados.

Além de suspender a ação, Gilmar impediu que Bretas tome qualquer nova decisão no caso.

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