CHEGOU EM NATAL: ASSIM COMO A “ROLETA HUMANA”, A “RASTEIRA” PODE MACHUCAR E ATÉ MATAR

Uma nova brincadeira de extremo mal gosto está sendo praticada entre os jovens de várias regiões do país, e, a exemplo da “Roleta Humana” que resultou com a morte de uma menina de 16 anos, em Mossoró, no dia 11 de novembro de 2019, a “a Rasteira”, pode machucar e até matar por traumatismo craniano. Na prática, nos dois casos, é uma pegadinha perigosa.

Nos vídeos que estão sendo compartilhados nas redes sociais, aparecem três jovens emparelhados. Os dois que estão nas pontas convencem o que está ao centro a fazer o que eles fazem, numa espécie de desafio. Os dois pulam e quando o do meio faz o mesmo, leva uma rasteira dos dois das pontas, caindo com as costas no chão e batendo a cabeça.

A “brincadeira da rasteira”, que surgiu agora no início ano letivo, é tão estúpida e perigosa quanto a “brincadeira roleta humana”, que também se espalhou rapidamente pelas redes sociais no final de 2019. Em Mossoró, a estudante Emanuela Medeiros da Costa, de 16 anos, morreu, após bater fortemente a cabeça no chão na brincadeira “Roleta Humana”.

Neste tipo de brincadeira, que tirou a vida da jovem mossoroense Emanuela, também é praticada por três pessoas numa espécie de desafio. Neste caso, os dois das pontas seguram as mãos e fazem um laço para girar 180 graus o corpo do participante que está ao centro. Quando a brincadeira não dá certo, a cabeça do que está ao centro se choca com o solo.

Foi o caso de Emanuela, que chegou a ser socorrida para o Hospital Regional Tarcísio Maia e depois para a UTI do Hospital Wilson Rosado, mas não resistiu. Um dos vídeos que mostram três garotas executando a “brincadeira da rasteira” são do Colégio Marista, de Natal, que já adotou providências com as famílias as jovens envolvidas.

Várias autoridades do setor de educação ouvidas pela imprensa nos últimos dias alertam aos pais e aos próprios jovens para não executarem brincadeiras perigosas, como estas que já foram executadas em várias escolas do Brasil e do exterior. As “brincadeiras” são gravadas no celular e compartilhadas em redes sociais e sites juvenis.

Os especialistas reforçam que a prevenção está com os pais e com os coordenadores escolares. Mossoró Hoje