Com novo decreto Fátima promove o caos e quebradeira generalizada no estado

O Estado vai sobreviver ao coronavírus, mas é muito difícil que sobreviva ao Governo Fátima e seu conjunto de medidas. Diferente de alguns governadores, como por exemplo o do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), que afirmou que o Estado ainda vai conviver com o coronavírus por muito tempo, e que por isso, o atual modelo de distanciamento social é insustentável.

Guiada por dados fictícios como os que foram apresentados poucas semanas atrás (onde mostrava que o Rio Grande do Norte registaria mais de 10 mil mortes até maio), mostrar não só despreparo da equipe técnica, como também a falta de visão e planejamento para o fim da quarentena.

QUEBRADEIRA GENERALIZADA

No meio empresarial, a quebradeira e as demissões são generalizadas, e não pelo efeito do coronavírus, mas sim pelos efeitos do coronafátima, que protagoniza um verdadeiro circo de horrores com seus devaneios, diga-se de passagem, de fazer inveja a qualquer paciente do João Machado.

SEM NOÇÃO
Para tudo nessa vida deve-se haver um meio termo, pois essa quarentena não foi para acabar com o vírus, mas sim frear seu avanço até o governo federal mandar recursos, recursos esses que já chegaram para a saúde do Estado do RN.

TODOS CONTRA FÁTIMA
No início, as medidas adotadas pelo governo Fátima contaram com o apoio de boa parte a população do RN, que vibrou com o seu fique em casa. Mas quando começou as demissões associado a um decreto mais rígido, a maioria da população se voltou contra a governadora, como foi visto na última manifestação popular que aconteceu em todo o RN.

FÁTIMA DIZ NÃO A ABERTURA DO COMÉRCIO


Lamentável! A reunião da governadora Fátima Bezerra com empresários foi frustrante. Fátima foi pressionada por Zeca Melo, José Lucena e Afrânio Miranda pela reabertura gradual do comércio, mas, disse não. A governadora sempre transferindo responsabilidades, quer criar um grupo de 8 pessoas, quatro do governo, mas indicou 6, depois ainda quis indicar os representantes das entidades. No final, os empresários já estavam sem paciência.
Fátima errou o nome do Papa, contas simples de matemática e se mostrou muito parecida com sua ídola, Dilma Rousseff.

DESCULPA ESFARRAPADA PARA FECHAR

A governadora Fátima Bezerra deu o exemplo de uma loja de roupas. Uma pessoa contaminada experimenta uma roupa, outra vem e se contamina. Pelo exemplo fajuto da governadora, o dinheiro em papel moeda deveria ser proibido de circular. Já pensou, alguém contaminado pega uma nota de R$ 10 que vai passando de mão em mão.
Lembrando a Fátima que as lojas de roupas têm um ferro a vapor, que mata o vírus. É sem noção.

PLANTANDO O CAOS
Sem qualquer planejamento, o governo Fátima planta o caos tentando ampliar um decreto que pode durar até o dia 06 de maio, forçando os empresários a fazer mais demissões, afundando o Estado em um caos absoluto.

Com dois tópicos extraídos do Blog Gustavo Negreiros