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Categoria: Criminalidade

Na tarde desta quarta-feira (18), uma resposta rápida de policiais do Comando de Policiamento da Capital, por meio da 3ª Companhia do 4º BPM, resultou no resgate de uma mulher vítima de violência doméstica e cárcere privado, na Rua Conceição de Macabu, no bairro Potengi, Zona Norte de Natal.

A ocorrência teve início após uma denúncia indicar que uma mulher estaria sendo mantida em cárcere privado. A informação veio após a própria vítima escrever escondida mensagens em papéis e os lançar por cima do muro da residência. Nos bilhetes, havia frases como: “Por favor, chame a polícia”, “Não deixe ele me matar” e “Ele me bate muito”.

De posse das informações, a guarnição se deslocou até o endereço indicado. No local, vizinhos entregaram os bilhetes aos policiais. Ao chamar pelo morador, o suspeito saiu e tentou minimizar a situação, afirmando que havia apenas discutido com a esposa.

No entanto, a vítima apareceu por trás do agressor com sinais visíveis de violência, apresentando hematomas no rosto e gesticulando discretamente para indicar as agressões. Diante da situação, os policiais solicitaram a abertura do portão, mas o homem se recusou.

Considerando o flagrante, a equipe iniciou tentativa de acesso ao imóvel. Nesse momento, o suspeito fugiu pulando muros de residências vizinhas, sendo alcançado após cerca de três quarteirões. Para contê-lo, foi necessário o uso de instrumento de menor potencial ofensivo (arma não letal).

O homem, de 30 anos, foi detido e conduzido à Delegacia de Polícia, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de lesão corporal no contexto de violência doméstica, sequestro e cárcere privado.

A vítima relatou que estava sendo mantida dentro da residência há mais de 30 dias, sem liberdade para sair.

Durante os procedimentos, foi constatado que o suspeito já possui ao menos quatro registros anteriores de violência doméstica, envolvendo três mulheres diferentes.

O Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira (17), o Projeto de Lei (PL) nº 2942/2024 que permite à Justiça determinar o uso imediato de tornozeleira eletrônica pelo agressor de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, se for verificado o alto risco à vida delas. O objetivo é ampliar a proteção às vítimas.

De autoria dos deputados Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Marcos Tavares (PDT-RJ), o projeto aprovado sem mudanças pelo Senado foi relatado pela senadora Leila Barros (PDT-DF). A proposta segue, agora, para a sanção da Presidência da República.

A senadora pelo Distrito Federal disse que o projeto aperfeiçoa a legislação ao garantir a aplicação imediata do monitoramento eletrônico como medida protetiva de urgência.

“Somada ao afastamento do agressor do convívio com a vítima, a tornozeleira amplia a proteção às mulheres, permitindo inclusive o acompanhamento em tempo real do agressor por um dispositivo que emite um alerta, em caso de aproximação”, explicou a parlamentar Leila Barros.

O texto também torna permanente o programa de monitoramento eletrônico e de acompanhamento de mulheres em situação de violência.

Vira regra

Pelo projeto de lei, a imposição imediata do uso da tornozeleira passa a ser regra em casos de alto risco de agressões graves às mulheres. O risco a ser avaliado deve ser atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher ou de seus dependentes.

A exigência da terminação de medida protetiva de urgência fortalece a proteção prevista na Lei Maria da Penha nº 11.340/2006, aplicável em conjunto com outras.

Até a aprovação deste projeto de lei, a Lei Maria da Penha autoriza a aplicação do monitoramento, mas como algo opcional, e não o inclui no rol das medidas protetivas de urgência.

Além dos casos em que for verificado o risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima, a imposição da tornozeleira será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.

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Uma mulher morreu com suspeita de intoxicação alimentar na manhã desta terça-feira (17) em Pombal, no Sertão da Paraíba. Ela é uma das 118 pessoas que procuraram atendimento médico após terem consumido pizza em uma pizzaria da cidade.

A informação foi confirmada pelo Hospital Regional da cidade, onde ela estava internada desde a segunda-feira (16). A vítima foi identificada como Rayssa Maritein Bezerra e Silva, de 44 anos.

Inicialmente, o número de atendidos por duas unidades de saúde estava em 114, contabilizando a mulher que morreu, mas a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pombal, um dos locais que recebeu pacientes, informou, na noite desta terça-feira (17), que mais quatro pessoas que comeram na pizzaria foram atendidas no local.

Segundo o Hospital Regional de Pombal, a mulher deu entrada na unidade nesta segunda-feira (16) apresentando diarreia, vômitos e dor abdominal, sintomas associados à ingestão alimentar.

Em nota, a unidade de saúde afirmou que a “paciente apresentou rápida evolução clínica, sendo prontamente assistida pela equipe médica e encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva (UTI), já em estado geral gravíssimo, com sinais compatíveis com um quadro infeccioso grave”. Por volta das 8h59 desta terça-feira (17), a morte foi confirmada.

Segundo a advogada da pizzaria La Favoritta, Raquel Dantas, a defesa acompanhou as inspeções no estabelecimento e aguarda novos desdobramentos para se manifestar. Ela informou ainda que o dono está à disposição para colaborar com as investigações e que foi ele quem acionou a Vigilância Sanitária Municipal para a vistoria.

Um familiar da mulher que morreu relatou que ela comeu na pizzaria com o namorado na noite do domingo (15). Após retornarem para casa, os dois começaram a passar mal e foram para o Hospital Regional de Pombal, receberam atendimento e foram liberados. No entanto, na manhã desta segunda-feira (16), a mulher deu entrada novamente na unidade de saúde, onde permaneceu internada até vir a óbito nesta terça-feira (17).

Segundo nota encaminhada pela UPA à Vigilância Sanitária, 40 pacientes foram atendidos na unidade com sintomas relacionados ao quadro de intoxicação alimentar até a manhã desta terça-feira (17). No local, os pacientes relataram em comum o consumo de pizza proveniente do mesmo estabelecimento comercial da cidade, consumida na noite do domingo.

No Hospital Regional de Pombal, outras 74 pessoas também deram entrada com sintomas semelhantes, sendo 36 atendimentos no domingo (15) e 38 na segunda-feira (16), totalizando 114 atendimentos relacionados ao caso.

O Hospital Regional de Pombal informou que apenas um dos pacientes, uma criança de oito anos, permanece internado.

Na manhã desta terça-feira (17), uma equipe da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) foi até Pombal para realizar uma vistoria no estabelecimento que está interditado.

A prefeitura informou ainda que todas as medidas legais foram adotadas desde as primeiras notificações registradas nas unidades de saúde do município. O caso será encaminhado para análise da Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), que dever acompanhar o desenrolar da situação.

Com informações de g1

Programas usados em investigações da Polícia Federal podem desbloquear celulares e recuperar o conteúdo de conversas no WhatsApp. Em alguns casos, conseguem até acessar imagens apagadas pelo dono do aparelho.

Na investigação do caso Master, a PF realizou uma análise técnica para obter mensagens trocadas em 17 de novembro entre Daniel Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), informou o jornal “O Globo” em 6 de março.

A conversa incluía prints com mensagens escritas pelo banqueiro no aplicativo de bloco de notas e enviadas pelo WhatsApp como imagens de visualização única. O jornal afirmou que teve acesso ao conteúdo obtido por um software da PF que exibe, de forma conjunta, mensagens e arquivos, o que permitiu reverter a visualização única.

Em nota enviada anteriormente, Moraes afirmou que os prints de mensagens de Vorcaro não aparecem como enviados a ele e que uma análise técnica indicou que as imagens de visualização única não correspondem aos contatos do ministro.

O perito em segurança digital Wanderson Castilho explicou ao g1 que a estratégia de Vorcaro de criar capturas de tela do bloco de notas para ocultar o conteúdo das conversas pode, na prática, ter contribuído para criar mais evidências.

“É até mais fácil recuperar imagens do que a conversa propriamente dita. Quando ele transformou a conversa em imagem, deixou um rastro maior”, afirmou.

Segundo o especialista, as imagens enviadas por Vorcaro podem ter sido recuperadas de locais como:

O aplicativo bloco de notas;
A galeria de fotos que armazena a captura de tela;
Pastas ocultas que podem manter arquivos temporariamente no dispositivo.

Tanto o bloco de notas quanto a galeria de fotos possuem lixeiras que guardam arquivos excluídos por alguns dias. Mesmo depois de removidos da lixeira, esses arquivos podem deixar rastros na memória do aparelho.

“Conseguimos analisar todas essas correlações e chegar à mensagem de visualização única que, em tese, ninguém mais conseguiria ver”, disse Castilho.

A estrutura do WhatsApp, que armazena as conversas no próprio aparelho e não em um servidor externo, permite que autoridades recuperem mensagens quando estão com o dispositivo em mãos, explicou o perito.

O WhatsApp usa criptografia de ponta a ponta, que impede o acesso às mensagens por terceiros, incluindo a própria plataforma. As conversas são protegidas por uma espécie de cadeado, aberto apenas com as chaves armazenadas no celular de cada usuário.

“A segurança está no caminho que as mensagens percorrem. Quando chegam aos aparelhos, elas são descriptografadas e ficam legíveis para qualquer pessoa”, resumiu o perito.

Como funcionam os programas usados pela PF
Programas como o israelense Cellebrite e o americano GrayKey, ambos de uso restrito, conseguem acessar mensagens e arquivos em iPhones e celulares Android mesmo quando estão bloqueados.

Outra ferramenta é o IPED (Indexador e Processador de Evidências Digitais), programa criado por peritos da PF em 2012. Ele faz varreduras em celulares apreendidos e permite buscar rapidamente informações em conversas e arquivos.

Segundo Castilho, a técnica usada para extrair os dados varia conforme a condição do dispositivo:

Se estiver com a tela bloqueada, podem ser usados programas como GrayKey e Cellebrite, que tentam descobrir a senha e baixar informações ao se conectar ao aparelho por cabo USB;
Se estiver desligado ou danificado, pode-se usar a técnica chamada chip-off, na qual o chip de memória é removido do aparelho e as informações contidas nele são transferidos para outro dispositivo.

Apesar de arquivos e mensagens não desapareçam imediatamente da memória, o ideal é que a extração com esses programas seja feita o quanto antes.

Peritos têm pressa porque alguns registros que ajudam a acessar o material ficam em uma espécie de memória temporária do aparelho, explicou Castilho. É o caso da senha de bloqueio da tela, por exemplo.

Alguns celulares são reiniciados automaticamente para dificultar a extração da senha. A empresa que criou o GrayKey informou em 2024 que uma atualização do iPhone faz o aparelho reiniciar automaticamente se permanecer bloqueado por mais de três dias.

Busca por mensagens


O IPED, criado pela Polícia Federal, facilita a busca por informações em um celular e consegue até extrair texto de imagens.

O sistema usa um princípio semelhante ao de radares de trânsito que fotografam placas e transformam os números em texto para identificação no sistema, explicou ao Fantástico o presidente da Associação dos Peritos em Computação Forense, Marcos Monteiro.

“Todas as imagens são identificadas e transformadas em texto. A ferramenta já pega as imagens, extrai os textos que ali existem, correlaciona ou organiza isso de uma forma legível. E, quando você vai fazer uma busca textual, por exemplo, ela vai identificar esses dados”, disse Monteiro. (veja no vídeo abaixo)

O programa permite fazer buscas por padrões, como CPF e valores monetários, o que ajuda a agilizar investigações. Ele também consegue analisar mensagens apagadas, mas não as que têm visualização única.

O código-fonte do IPED está disponível na internet desde 2019, permitindo que desenvolvedores contribuam com melhorias na ferramenta.

G1

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

 

O policial militar Pedro Inácio, condenado pela morte da jovem Zaira Cruz, obteve progressão de regime para o semiaberto na tarde desta segunda-feira (16). A decisão foi tomada pela Justiça e o réu já deixou o sistema prisional.

Mesmo com parecer contrário do Ministério Público do Rio Grande do Norte, que pediu a realização de um exame criminológico para avaliar se o condenado estava apto a progredir de regime, o juiz de primeira instância decidiu conceder o benefício.

A defesa de Pedro Inácio sustentou que ele já havia cumprido os requisitos legais necessários para a progressão ao regime semiaberto.

Entre os argumentos apresentados estão:

cumprimento da porcentagem mínima da pena exigida por lei;

560 dias de remissão de pena;

bom comportamento durante o período de prisão;

ausência de faltas disciplinares no sistema prisional.

Com base nesses pontos, o magistrado considerou que o condenado já atendia aos requisitos objetivos e subjetivos previstos na legislação para a mudança de regime.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte se posicionou de forma contrária à progressão imediata e solicitou a realização de um exame criminológico, avaliação usada para analisar a possibilidade de reintegração social do detento.

Apesar da manifestação do órgão, o juiz entendeu que os elementos apresentados pela defesa eram suficientes para conceder o benefício.

As informações são do Ponta Negra News.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

Uma operação coordenada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) reprovou 100% dos 226 bicos de bombas de combustíveis fiscalizados nos postos do Rio Grande do Norte.

As principais irregularidades encontradas foram mau estado de conservação dos equipamentos e instalações elétricas irregulares. Não foram encontradas fraudes eletrônicas.

O estabelecimento em que for detectada irregularidade tem prazo de até 10 dias para apresentar defesa ao órgão que expediu a autuação. As multas podem chegar a R$ 1,5 milhão, dependendo do porte da empresa, do grau de reincidência e da gravidade da irregularidade.

Os números foram divulgados nesta sexta-feira e fazem parte do balanço nacional da operação “Tô de Olho no Abastecimento Seguro e na Medida Certa”. Foi realizada entre os dias 10 e 12 de março em diversos estados do país.

“A Operação Tô de Olho reforça a importância dos postos de combustíveis estarem atentos à conservação das bombas de combustíveis, garantindo a segurança de trabalhadores e consumidores. Bombas sem manutenção adequada e com instalações elétricas irregulares representam sérios riscos, como vazamentos, choques elétricos e até explosões. Ficamos satisfeitos em não identificar fraudes eletrônicas nos postos vistoriados, mas fazemos um alerta: é essencial redobrar os cuidados com a conservação das bombas de combustíveis. A manutenção preventiva não é apenas uma obrigação legal, mas uma medida fundamental para proteger vidas e evitar tragédias”, afirma o diretor-geral do Ipem-RN, Itamar Ciríaco.

A operação foi realizada pelo Inmetro, com apoio de órgãos da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade do Inmetro (RBMLQ-I), incluindo o Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (Ipem-RN), em parceria com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ação integrada foi coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Denúncias

Em caso de suspeita de irregularidades, o consumidor pode registrar manifestação no Fala.Br, entrar em contato com a Ouvidoria do Inmetro pelo telefone 0800 285 1818 (de segunda a sexta-feira, das 8 h às 16 h 30 min) ou pelo endereço gov.br/inmetro/ouvidoria, além de procurar o órgão da RBMLQ-I em seu estado.

No Rio Grande do Norte deve-se procurar a Ouvidoria do Ipem/RN pelo e-mail: ouvidoria@ipem.rn.gov.br ou via WhatsApp (84) 98802-0364.

Também é possível acionar a ANP pelo telefone 0800 970 0267.

O vereador Fabio Vicente da Silva (PL) foi assassinado a tiros dentro de casa, na madrugada desta sexta-feira (13), na comunidade Araçá, em Extremoz, na região metropolitana de Natal.

O crime aconteceu entre as 2h e 3h da madrugada. Segundo a polícia, pelo menos dois criminosos arrombaram a porta e invadiram a casa à procura do parlamentar.

Ao invadirem a casa, os autores do crime se depararam com o irmão do vereador em um dos quartos. Porém, logo em seguida, Fábio saiu do quarto e foi atingido por disparos de arma de fogo.

O vereador morreu ainda no local e os criminosos fugiram. O irmão do vereador não foi atingido.

A Polícia Militar foi ao local do crime e acionou a Polícia Civil e a Polícia Científica, para início das investigações e realização de perícias que deverão elucidar o crime.

Nenhum suspeito foi preso até o momento.

O parlamentar era empresário e trabalhava com venda de bananas a diferentes estabelecimentos comerciais. Ele não era casado e deixou seis filhos.

Em nota, a Câmara manifestou “profundo pesar” pela morte do vereador e prestou solidariedade aos familiares, amigos e à população do município neste momento de luto. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Com informações de g1 RN

Foto: Reprodução

Um relatório da Polícia Federal aponta que o empresário Breno Chaves Pinto, segundo suplente do presidente do Senado Davi Alcolumbre, foi flagrado saindo de uma agência bancária com R$ 350 mil em espécie, no Amapá. A informação integra investigação que apura suspeitas de fraudes em licitações do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no estado e ocorre em meio ao aumento das tensões entre o senador e o governo federal.

De acordo com os investigadores, o empresário passou a ser monitorado após alertas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras sobre saques em dinheiro considerados elevados. A PF identificou que as retiradas ocorriam pouco tempo depois do recebimento de recursos oriundos de contratos públicos, o que levantou suspeitas de possível lavagem de dinheiro.

Segundo o inquérito, Breno Chaves Pinto teria influência dentro da superintendência do DNIT no Amapá e poderia estar atuando para beneficiar empresas em licitações da autarquia. A investigação aponta indícios de conluio entre empresários e servidores para direcionar contratos de manutenção e recuperação da BR-156, que somam cerca de R$ 60,2 milhões.

Procurado, o empresário afirmou que os valores sacados eram destinados ao pagamento de funcionários e prestadores de serviço de suas empresas. Já Davi Alcolumbre declarou que não possui relação com as atividades empresariais de seu suplente.

O episódio ocorre em um momento de desgaste entre o senador e o Palácio do Planalto. Nos bastidores, aliados atribuem o clima de tensão a divergências políticas e ao impasse envolvendo a indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, escolha defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que depende de aprovação do Senado.

Com informações do jornal O Globo

Duas mulheres foram mortas a tiros na tarde deste sábado (7), no município de Caraúbas, no Oeste Potiguar. De acordo com a Polícia Militar, as vítimas eram sobrinha e tia, sendo identificadas como Jéssica Lorelly de Oliveira, de 35 anos, e Joana Darc Maia, de 59 anos, respectivamente. A informação é do Portal da Tropical.

Segundo a PM, elas estavam em um carro com mais duas pessoas, incluindo uma criança. Quando Jéssica, que era a motorista, parou o veículo em frente à casa da tia, um outro carro parou e os ocupantes efetuaram diversos disparos de arma de fogo.

Jéssica foi atingida e morreu dentro do carro. Joana já havia saído do veículo e estava na calçada quando foi atingida. Ela também não resistiu e morreu ainda no local. Após os disparos, os suspeitos fugiram do local e ainda não foram localizados. A Polícia Militar isolou a área e realizou diligências em busca dos atiradores.

A motivação do crime ainda é desconhecida. O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil. Os corpos das vítimas foram recolhidos para perícia pela Polícia Científica do Rio Grande do Norte.

Miriam Maciel da Silva, foragida da Justiça pelo crime de latrocínio que vitimou o escrivão da Polícia Civil Sidney Alves Lucas. O crime ocorreu em 11 de março de 2011, na Zona Norte de Natal.

Segundo as investigações, o policial foi morto por volta das 15h, na Praça Guarulhos, no bairro Lagoa Azul, conjunto Gramoré. Ele havia sacado R$ 11,5 mil em uma agência bancária instalada em um supermercado e foi seguido até a residência, onde foi abordado e baleado. A vítima não resistiu.

A apuração apontou que o crime ocorreu na modalidade conhecida como “saidinha de banco”. A identificação dos suspeitos foi feita com base em imagens do circuito interno de segurança da agência e do estacionamento do estabelecimento comercial.

De acordo com a polícia, Miriam Maciel teria atuado como “olheira”, monitorando a movimentação da vítima durante o saque e repassando informações ao grupo. Três envolvidos foram presos e condenados em janeiro de 2013. A suspeita, no entanto, não foi localizada e segue foragida.

Informações policiais indicam que ela teria residido por anos em Pernambuco e possui outros registros criminais, além de mandados de prisão em aberto. A Polícia Civil solicita que informações sobre o paradeiro da foragida sejam repassadas, de forma anônima, por meio dos canais oficiais da corporação.

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