junho 1, 2026

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A equipe de campanha de Flávio Bolsonaro avalia que a decisão do governo Trump de incluir PCC e CV na lista de terroristas é um ativo político que pode ser explorado na disputa presidencial, segundo reportagem do O Globo. A leitura interna é de que a medida reforça o discurso de “mão dura” contra o crime, principal bandeira do senador.

A viagem de Flávio e Eduardo Bolsonaro a Washington, onde se reuniram com Trump, gerou 895 mil publicações nas redes sociais em apenas uma semana, segundo levantamento da Datrix publicado pela CNN Brasil. O volume de menções mostra o potencial de mobilização do tema no ambiente digital.

Contudo, a estratégia enfrenta resistência. A associação entre Flávio e o pedido de intervenção estrangeira é considerada um risco pelo próprio entorno do senador, já que o tema da soberania nacional é sensível para ampla parcela do eleitorado brasileiro, inclusive entre eleitores conservadores.

A ida de Flávio aos EUA também ficou marcada pelo contraste com a visita oficial de Lula: enquanto o presidente foi recebido com honras de Estado, o senador teve uma recepção protocolar, sem as mesmas formalidades diplomáticas, o que alimentou a narrativa governista de que Lula é tratado como chefe de Estado e Flávio como visitante comum.

Esse texto foi copiado do Blog do Gustavo Negreiros. Para ter acesso completo a matéria acesse gustavonegreiros.com.br

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