dezembro, 2022 - Informativo Atitude - Page 3

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Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

Em uma das últimas sessões do ano, a Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira um projeto que reajusta o salário de deputados, senadores, do presidente e vice-presidente da República e dos ministros de Estado. Os serão divididos em quatro anos. O reajuste total varia de 37,32% a 50%.

Pelo texto do decreto legislativo, todos os salários vão se equiparar ao de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que devem ser elevados também — por meio de outro projeto — a R$ 46,3 mil. Pelas propostas apresentadas, o salário de ministros do STF passará de R$ 39,2 para R$ 46,3 mil, escalonado até 2024.

Atualmente, o presidente da República recebe R$ 30,9 mil mensais, e senadores e deputados, R$ 33,7 mil. O projeto aprovado da Câmara aumenta estes pagamentos para os mesmos R$ 46,3 mil, mas escalonados até 2026.

Assim, parlamentares receberão mais de 37% a mais no fim do período e o presidente e seus ministros, quase 50%

O argumento dos parlamentares é de que os salários, auxílio-moradia e cota estão congelados desde 2015, há oito anos. A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos. O texto ainda será analisado pelo Senado.

Também há propostas de reajustes salariais para o TCU, o procurador-geral da República, além de aumentos na remuneração de servidores públicos de alguns desses órgãos.

Os deputados já aprovaram o reajuste salarial dos servidores da Casa, texto que agora vai à apreciação do Senado. Os reajustes são de 6% em fevereiro de 2023, 6% em fevereiro de 2024 e 6,13% em fevereiro de 2025.

Já o aumento para servidores do Senado foi aprovado pelos senadores na manhã desta terça e, durante a tarde, pelos deputados federais, e agora vai para sanção da Presidência. Os percentuais são os mesmos da Câmara.

A Câmara aprovou ainda o regime de urgência para vários projetos que tratam de reajuste salarial para categorias do Judiciário, do Legislativo e do Ministério Público. Servidores do Poder Executivo devem ter aumento no ano que vem e não foram contemplados.

O Globo

Com 51% dos 1.345 óbitos por aids da última década registrados nos últimos cinco anos, o Rio Grande do Norte (RN) ocupa o primeiro lugar do Nordeste e sétimo do Brasil no ranking elaborado pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde que considera os indicadores de detecção do HIV e mortalidade por aids entre 2017 e 2021.

Quem acompanha notícias e posts nas redes sociais ligados ao trabalho da segurança pública, ficou chocado no final da tarde desta segunda-feira (19) após a notícia da morte do cabo da Polícia Militar J Barbosa. Há cerca de um mês, o PM era destaque em perfis ligados a notícias policiais no Instagram por ser considerado um “exemplo” de coragem no combate ao crime.

Policial com vários anos de serviços prestados a Segurança Pública, Cabo Barbosa (ou Barbosinha) atuava na Força Tática do 4º Batalhão da Polícia Militar e ganhou destaque nas redes sociais há menos de um mês, por dar uma entrevista forte, dizendo que a PM estava lá para combater qualquer bandido que estivesse tentando “se criar” na área do 4BPM.

A fala, além de postada e repostada por perfis ligados ao trabalho da Polícia Militar, como o Plantão Policial, foi elogiada e aplaudida também por políciais conhecidos, como Wendel Lagartixa, que classificava e destacava Cabo Barbosa como um “Herói da Vida Real”.

Dentro da PM, sobretudo na região do 4BPM, Barbosa era bem popular por já ter sido condecorado algumas vezes. Inclusive, recebido um prêmio do Conselho Tutelar da zona Norte por “bravura”.

Com informações de Portal 96

O Pix, método de pagamento instantâneo, vai passar por algumas mudanças em 2023. O Banco Central anunciou em dezembro novas regras relacionadas aos limites das transações, que passam a valer a partir do dia 02 de janeiro.

O movimento da instituição visa oferecer mais segurança e flexibilidade aos milhões de brasileiros que já aderiram à ferramenta. Segundo o BC, em dezembro, o Pix bateu recorde com 99,4 milhões de transações em um único dia.

Com as alterações, as operações via Pix deixarão de ter um valor limite por transação. Será possível, por exemplo, transferir todo o limite diário disponível na conta em um único envio. O BC também retirou o limite das transferências para contas de pessoas jurídicas, como empresas, que agora será determinado pelas regras de cada instituição financeira.

Outra mudança para 2023 será o limite noturno. Os usuários vão poder escolher se querem que a faixa de horário que limita o valor das operações noturnas comece apenas depois das 22h, e não a partir de 20h, como estava funcionando.

As outras novas regras são referentes às funcionalidades de saque e troco da ferramenta. Atualmente, é possível sacar apenas R$ 500 via Pix durante o dia e R$ 100 no período da noite. A partir de 2023, os limites passam para R$ 3 mil e R$ 1 mil, respectivamente.

Na avaliação de Bruno Samora, CPO da Matera, as mudanças são positivas e representam o processo de amadurecimento do Pix. “Depois de dois anos rodando, conseguimos entender melhor a dinâmica da ferramenta e simplificar alguns aspectos. E foi um pouco disso que o BC fez com as regras de limite”, diz.

Cuidados com a segurança
O sucesso do Pix trouxe com ele um outro problema: os golpes. Pessoas se passando por outras e solicitando dinheiro pela ferramenta instantânea, assaltos na rua que exigem transferência de valores… os casos são muitos. Veja quais são os 4 golpes do Pix mais comuns.

Muitos criminosos se apoiam no fato de que não é possível estornar uma operação via Pix para utilizá-lo para aplicar golpes. Um dos maiores malefícios da ferramenta até aqui, destaca Rubens Moura, professor de economia da Faculdade Presbiteriana Mackenzie Rio.

“É uma transação praticamente instantânea e gratuita, uma inovação muito boa porque atraiu muita gente que estava na informalidade bancária. Mas se é fácil criar essa transação, também é fácil ter extorsão”, destaca o professor.

Com as novas regras permitindo limites mais altos a partir de 2023, a atenção precisará ser redobrada.

Marcelo Godke, especialista em direito bancário e sócio do escritório Godke Advogados, indica que o caminho mais seguro é manter o limite diário e noturno em valores mais baixos, e ir alterando conforme a necessidade.

“Por exemplo, supondo que o meu limite hoje seja de R$ 1 mil e eu preciso fazer uma remessa de R$ 50 mil. Eu vou ao banco e faço uma alteração pontual para poder fazer uma transferência naquele valor”, orienta. “Enquanto eu não precisar fazer uma remessa maior, deixo um limite mais baixo, pois caso o dispositivo móvel que tem o aplicativo do banco seja furtado, uma pessoa má intencionada não terá acesso a altos valores”, explica o advogado.

E-investidor – Estadão

A decisão monocrática do ministro Gilmar Mendes, que causou estupefação no Congresso, pode representar uma espécie de “dobradinha” Lula/STF destinada a pavimentar o caminho do presidente eleito. Nessa decisão, o ministro anulou o papel do Poder Legislativo na retirada do Bolsa Família do Teto de Gastos, fixada pela Constituição, e autoriza que despesa ocorra apenas por “crédito extraordinário”. O STF ainda prestou o serviço a Lula de declarar inconstitucional o “orçamento secreto”, uma das queixas do petista durante a campanha eleitoral.

CEREJA DO BOLO

Livrar o vice Geraldo Alckmin de ação penal por recebimento de propina foi a “cereja do bolo” na sequência de decisões camaradas do STF.

PEC INÓCUA

O STF, com isso, tornou PEC Fura-Teto descartável, dispensando Lula de negociações para arrumar os 308 votos necessários à sua aprovação.

CAIU NA REDE

Já são quase duas dezenas de decisões curiosamente obtidas no STF pelo Rede, partido que não tem votos, mas deve ter um baita advogado.

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Estouro deve ser votada nesta terça-feira (20) no plenário da Câmara, conforme anunciado pelo presidente da Casa na última quinta-feira (15).

A PEC que busca viabilizar o pagamento de R$ 600 mais o adicional do Auxílio Brasil –ou Bolsa Família, caso o nome seja alterado– no ano que vem.

A aprovação da PEC do Estouro estava travada na Câmara por conta da disputa entre os partidos por cargos na futura Esplanada dos Ministérios.

No domingo (18), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), se reuniram para tentar resolver o impasse.

O grupo ligado a Lira quer postos no primeiro escalão do governo para garantir os votos, mas Lula resiste.

No mesmo dia, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou na noite que os benefícios destinados a garantir uma renda mínima aos brasileiros sejam excluídos do teto de gastos.

Ele também afirmou que os recursos para o aumento do benefício podem ser obtidos pela abertura de um crédito extraordinário por meio de medida provisória.

A medida interfere diretamente na queda de braço entre o governo eleito e o Congresso para a aprovação da PEC do Estouro, que provoca um aumento das despesas públicas de cerca de R$ 200 bilhões.

Com o aval do STF para reajustar o Bolsa Família por meio de medida provisória, o governo eleito fica menos dependente da aprovação da PEC.

CNN Brasil

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O senador eleito Rogério Marinho (PL-RN) foi escolhido por seu partido para disputar a presidência do Senado, em eleição que vai ocorrer em fevereiro. Em entrevista à Gazeta do Povo, ele promete comandar a Casa com independência e diálogo com a Câmara dos Deputados, o futuro governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Marinho também comenta sobre a possibilidade de o Senado fiscalizar de forma mais incisiva o STF – uma atribuição dos senadores – e sobre a futura oposição a Lula.

Marinho considera que o atual presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que deve ser candidato à reeleição, conduziu uma gestão omissa e complacente em relação a excessos cometidos por ministros do STF, a exemplo do inquérito das fake news e de decisões que atentaram contra a liberdade de expressão. “Nós somos candidatos a favor da liberdade de expressão, da liberdade de opinião, do restabelecimento da normalidade democrática”, afirma Marinho.

Na entrevista, o senador eleito manifesta o desejo de buscar um diálogo com o STF. Mas alerta para os “instrumentos” constitucionais e para “medidas subsequentes” caso o diálogo não prospere, e promete não abrir mão da “altivez necessária”, inclusive na relação com o governo eleito.

“Nós vamos perseguir o diálogo, a negociação, a conversa, a transigência como uma ação precípua. Essa é a espinha dorsal de nossa atuação”, diz Marinho. “Isso sem abrir mão da altivez necessária que o Parlamento precisa ter, uma vez que representa a vontade popular e a sua missão originária está amparada na Constituição, que é a de fiscalizar o poder Executivo na aplicação de recursos públicos e legislar, levando em consideração os anseios da sociedade”, afirma.

Marinho promete ainda retomar a “qualidade” do trabalho legislativo do Senado e o respeito à proporcionalidade partidária na distribuição de espaços da Casa.

Gazeta do Povo

Líderes sindicais e o futuro ministro do Trabalho, Luiz Marinho, estudam a melhor forma de viabilizar ajustes na legislação trabalhista nos cem primeiros dias de governo sem solavancos para o empresariado.

Aliados de Lula querem que representantes do setor produtivo e os presidentes da Câmara e do Senado deem aval às alterações antes de submetê-las ao Congresso. Assim, esperam evitar derrota no Legislativo na largada da gestão.

Há pelo menos cinco mudanças pleiteadas, mas ainda não se sabe se por meio de projeto de lei ou medida provisória. Esta última opção é vista com receio pelo risco de gerar insatisfação de parlamentares. Está em discussão ainda se as alterações serão feitas gradualmente, para amenizar resistências.

Das propostas já listadas pela transição, a mais urgente é a nova fonte de financiamento dos sindicatos sem reeditar o imposto sindical.

O fim da homologação de demissões sem anuência dos sindicatos e a revisão do contrato de trabalho intermitente também estão na pauta. Outra proposta das centrais, a chamada ultratividade dos acordos coletivos – que prolonga os seus efeitos durante novas negociações – foi bloqueada pelo STF e precisaria de nova legislação.

Coluna do Estadão

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

A Copa do Mundo do Qatar se despediu hoje (18) com a final entre Argentina e França. No total, a Fifa distribui US$ 440 milhões (R$ 2,3 bilhões, na cotação atual) em prêmios às federações.

A Argentina, grande vencedora do torneio, vai levar para casa uma bolada de US$ 42 milhões (R$ 221,7 milhões). Já a França, vice-campeã, vai embolsar US$ 30 milhões (R$ 158,4 milhões).

Com a vitória de ontem (17) da Croácia sobre o Marrocos por 2 a 1, os europeus vão receber US$ 27 milhões (R$ 142,5 milhões), enquanto os africanos garantiram um pouco menos, US$ 25 milhões (R$ 132 milhões).

As equipes que terminaram entre a quinta e a oitava posição, ou seja, que foram eliminadas nas quartas de final, faturaram uma quantia de US$ 17 milhões (R$ 89,7 milhões).

Já quem deixou a Copa nas oitavas, embolsou US$ 13 milhões (R$ 68,6 milhões). E, por fim, US$ 9 milhões (R$ 47,5 milhões) foram distribuídos para as seleções que ficaram entre a 17ª e 32ª colocações, ou seja, que foram eliminadas ainda na fase de grupos.

Além disso, cada seleção participante também recebeu uma ajuda de custo de US$ 1,5 milhão (R$ 7,9 milhões) pelos gastos com a preparação para o Mundial.

O valor total gasto pela Fifa será 10% maior relação à Copa do Mundo da Rússia. Durante o Mundial de 2018, o montante de premiação foi de US$ 400 milhões (cerca de R$ 1,5 bilhão, na cotação da época).

A partida entre Argentina e França acontece às 12h (de Brasília), no estádio Lusail. Ambas as seleções estão em busca de seu terceiro título de Copa do Mundo.

Valores de premiação na Copa do Mundo do Qatar:

  • Campeão (Argentina): R$ 221,7 milhões
  • Vice-campeão (França): R$ 158,4 milhões
  • Terceiro colocado (Croácia): R$ 142,5 milhões
  • Quarto colocado (Marrocos): R$ 132 milhões
  • Eliminados nas quartas de finais (Brasil, Portugal, Holanda e Inglaterra): R$ 89,7 milhões
  • Eliminados nas oitavas de finais (Coreia do Sul, Espanha, EUA, Austrália, Japão, Senegal, Polônia e Suíça): R$ 68,6 milhões
  • Eliminados na fase de grupos (Equador, Qatar, Irã, País de Gales, México, Arábia Saudita, Tunísia, Dinamarca, Alemanha, Costa Rica, Bélgica, Canadá, Camarões, Sérvia, Uruguai e Gana): R$ 47,5 milhões

UOL

A cantora Simone Mendes falou que não houve um motivo específico para o fim da sua parceria musical com a irmã, Simaria. De acordo com a artista, o rompimento foi motivado por diferenças em relação às expectativas de cada uma e teria acontecido de forma natural. A decisão de acabar com a dupla foi tomada de forma conjunta após uma conversa em que deixaram claro o que esperavam para o futuro. “Eu fiquei sem saber de fato o que houve até que nós tivemos uma conversa e houve o fim do ciclo”, contou Simone em entrevista ao “Fantástico”. “Mas a melhor coisa disso tudo é que ela está feliz, eu estou feliz. Cada uma vivendo o que quer viver porque nós somos maiores [de idade], somos grandes, mães de família… e isso está tudo certo.” Simone e Simaria trabalharam juntas por dez anos. Após uma década se apresentando ao lado da irmã, a cantora revelou que precisou de um tempo para compreender que ela poderia seguir carreira solo. “Às vezes, a gente acha que não consegue viver sem outro, às vezes até em relacionamento, e aí, a vida vai prega uma peça. E você fala assim: ‘Opa, não, não acabou por aqui. Há uma vida pela frente’”, afirmou.

Em outubro, Simaria também falou sobre o fim da dupla no “Fantástico”. Na ocasião, ela declarou que a separação da irmã não foi planejada. “Não é nem que eu gostaria de separar”, pontuou a artista, que acrescentou que se viu “sufocada” após algumas atitudes de Simone, mas que elas já haviam acertado os ponteiros. “Nós nos entendemos. Ela veio aqui em casa e disse: ‘Era cuidado, minha irmã’. Minha irmã, mas estava me sufocando. A gente conversou, a gente se entendeu”, garantiu. Simone se prepara para lançar seu primeiro DVD solo, que vai se chamar “Cintilante”. No sábado, 17, a cantora publicou um carrossel em seu perfil no Instagram com imagens da gravação do show e escreveu: “Tudo foi feito de uma forma tão incrível e tão cheia de amor que não há palavras que possam traduzir. Deus tem feito coisas incríveis e colocado pessoas maravilhosas na minha vida”.

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