
Herói nacional, assim eu o chamo. Aprovado no concurso da PMERJ, passou pela formação policial com êxito e se formou. Entrou para o curso do BOPE, curso esse dos mais difíceis e sofríveis do mundo. Após muito choro, sangue e dor recebeu o seu brevê, tornou-se um Caveira. Não obstante, se especializou no treinamento de sniper e hoje entra para a História. O atirador de elite salvou 36 inocentes de um terrorista.
Não tragam apenas um troféu, tragam reconhecimento e recurso para a Polícia a qual ele pertence. Tragam leis mais justas que amparem o trabalho policial. Assim esse heroi é melhor valorizado
