VEJA O VIDEO: Polícia prende suspeitos de matar potiguar em Foz de Iguaçu - Informativo Atitude

VEJA O VIDEO: Polícia prende suspeitos de matar potiguar em Foz de Iguaçu

O Caso Kauet, potiguar assassinado em Foz do Iguaçu, teve um capítulo importante nesta semana. A Polícia Civil do Paraná prendeu trêss homens, de 28, 31 e 35 anos, ligadas a um grupo criminoso responsável por extorsão seguida de morte contra Kauet Henrique dos Santos, em agosto deste ano. As capturas aconteceram em Belém, no Pará, nesta quinta-feira (23) e sexta (24).

Segundo a PCPR, os policiais civis ainda cumpriram quatro mandados de monitoramento e 12 de busca e apreensão em Belém, no Pará; em São Paulo, na Capital; e em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Os indivíduos ainda podem responder por roubo majorado e associação criminosa.

A investigação contou com o apoio do Centro Integrado de Operações de Fronteira (Ciof), Polícia Civil do Pará (PCPA), Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP), Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), Polícia Civil do Maranhão (PCMA), Polícia Civil do Piauí (PCPI), Polícia Civil do Rio Grande do Norte (PCRN), Polícia Civil de Goiás (PCGO) e Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco) de Natal. Os órgãos auxiliaram com informações que foram condensadas no inquérito policial coordenado pela PCPR.

“A interação entre esses órgãos policiais, assim como com outras entidades públicas e privadas, foi fundamental para o efetivo desmantelamento desse perigoso grupo criminoso, suspeito de ser responsável por diversos crimes graves de extorsão em várias regiões do país e que, infelizmente, escolheram a cidade de Foz do Iguaçu para a prática desse brutal crime, que ceifou a vida do jovem”, afirma o delegado da PCPR Rodrigo Souza.

No curso da investigação foram identificadas oito pessoas suspeitas de participação no crime, sendo três autores que efetivamente estiveram no local da morte, e cinco pessoas que teriam integrado o núcleo logístico do grupo, cuja participação consistiu em atrair a vítima para a cidade, receber os valores da extorsão, pulverizar o dinheiro para conta de outro criminoso e auxiliar na ocultação do corpo.

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