Informativo Atitude - Credibilidade é o que conta - Page 787

A força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal do Paraná (MPF/PR) afirmou, neste domingo (9), que “seus membros foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes”.

Os procuradores reagem às reportagens do site The Intercept, que revelaram mensagens de texto de membros da Lava Jato, entre eles o atual Ministro da Justiça Sergio Moro e Deltan Dallagnol. As reportagens mostram que o coordenador da força-tarefa da Lava Jato tinha dúvidas pessoais quanto ao conteúdo da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso tríplex Também acusam uma suposta atuação irregular entre Moro e Deltan

“A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho”, dizem os procuradores.

“Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias. Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cinco anos de Operação”, afirmam.

Os procuradores afirmam ter “três preocupações”.

“Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.”

“A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos”, afirmam.

Os procuradores afirmam que “é importante dar continuidade ao trabalho”. “Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.”

“Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas”, dizem.

“Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias”, concluem.

Sergio Moro acaba de divulgar uma nota sobre as matérias do site The Intercept que reproduzem supostas mensagens entre procuradores da Lava Jato e entre ele próprio e Deltan Dallagnol, durante condução do processo do triplex que condenou Lula.

Leia:

“Sobre supostas mensagens que me envolveriam publicadas pelo site Intercept neste domingo, 9 de junho, lamenta-se a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores. Assim como a postura do site que não entrou em contato antes da publicação, contrariando regra básica do jornalismo.

Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.”

Levantamento do Paraná Pesquisa sobre a legalização do aborto mostra que 75,4% se dizem ser “contrários em qualquer situação”; 18,8% são a favor e 5,8% preferiram não responder.

Entre as mulheres o índice contrário é de 70,7%, mais de 10 pontos a menos que os 80,6% de homens contra o aborto.

O Paraná Pesquisa ouviu 2.071 brasileiros entre 4 e 6 de junho de 162 cidades. Apesar da alta rejeição, 35,5% dos entrevistados admitem conhecer alguém que já fez aborto.

Claudio Humberto

Rosto do Assassino do Ator e seus Pais

O ator Rafael Henrique Miguel, 22 anos, que interpretou a personagem “Paçoca” na novela infantil Chiquititas, exibida pelo SBT, e seus pais foram mortos a tiros na tarde deste domingo (9), no bairro Pedreira (zona sul da capital), quando iriam visitar a namorada do artista.

Segundo o boletim registrado pela polícia, o ator, acompanhado de seus pais, João Alcisio Miguel, de 52 anos, e Miriam Selma Miguel, 50, foram até a casa de sua namorada para conversar com o pai dela sobre o namoro, por volta das 14h. As vítimas foram recepcionadas pela mãe e pela namorada de Miguel.

Quando a família era recepcionada, o pai da garota, um comerciante de 48 anos, teria chegado com uma arma e, em seguida, atirado contra as três vítimas, que aguardavam no portão da casa do atirador. As vítimas morreram no local.

Após os disparos, o suspeito fugiu, segundo a polícia. A motivação do crime ainda é investigada.
A SSP (Secretaria da Segurança Pública), gestão João Doria (PSDB), disse que o caso é investigado pelo 98º DP (Jardim Miriam). “As equipes estão em diligência para localizar e prender o autor do crime”, diz trecho de nota.

Trabalhos na TV

Rafael Miguel ficou famoso em um comercial, quando pedia para a mãe comprar brócolis no supermercado. Além de “Chiquititas”, ele também fez trabalhos nas novelas “Pé na Jaca” e “Cama de Gato”, da Globo.

AGORA SP

Paulo Cupertino Matias, esse é o nome do assassino que matou o ator mirim da novela Chiquititas Rafael Miguel e seus pais no último domingo(9). Até o presente momento, o homem segue foragido. O assassinato aconteceu na estrada de Alvarenga em São Paulo e chocou o País.

Rafael Miguel interpretou o personagem Paçoca de “Chiquititas” e ficou conhecido em um comercial de TV onde, em cena, pedia para a sua mãe comprar brócolis.

Várias pessoas procuraram atendimento médico alegando terem sido furadas por agulhas durante o Pingo da Meio Dia, na noite deste sábado (08).

As vítimas, inicialmente, foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ou em UPAs da cidade e orientadas a fazer uma avaliação médica completa no Hospital Rafael Fernandes, referencia no atendimento e assistência a doenças infectocontagiosas.

A quantidade de pessoas que disseram ter sido alvo de agulhas durante a festa não foi revelada.

Os pacientes deverão passar por um tratamento preventivo oferecido pelo hospital.

Um buggy colidiu com um objeto estranho que saiu do mar e, com isso, uma mulher morreu e outras duas pessoas ficaram feridas na noite deste sábado (08) na

Um buggy colidiu com um objeto estranho que saiu do mar e, com isso, uma mulher morreu e outras duas pessoas ficaram feridas na noite deste sábado (08) na praia de Santa Rita, entre Natal e o município de Extremoz.

O objeto é mais um dos pacotes estranhos, em formato de caixas, não identificados que têm sido encontrados em várias partes do litoral brasileiro. Não se sabe a origem destes, que pesam cerca de 100 quilos.

Com o impacto da batida, as vítimas teriam sido arremessadas por cima do veículo. Os feridos (motorista e outra passageira) foram socorridos e encaminhados a um hospital da região.

, entre Natal e o município de Extremoz.

O objeto é mais um dos pacotes estranhos, em formato de caixas, não identificados que têm sido encontrados em várias partes do litoral brasileiro. Não se sabe a origem destes, que pesam cerca de 100 quilos.

Com o impacto da batida, as vítimas teriam sido arremessadas por cima do veículo. Os feridos (motorista e outra passageira) foram socorridos e encaminhados a um hospital da região.

Quatro deputados federais e quatro senadores denunciados pela Procuradoria Geral da República no âmbito da Operação Lava Jato aguardam definição do Supremo Tribunal Federal (STF) para saber se responderão a ação penal na condição de réus.

São seis denúncias apresentadas entre 2017 e 2018. O tribunal ainda precisa decidir se as acusações preenchem os requisitos mínimos para serem recebidas e convertidas em processo criminal.

Duas dessas denúncias envolvem cinco parlamentares e estão na pauta de julgamentos da Segunda Turma do STF da próxima terça-feira (11). Os casos, no entanto, já entraram na pauta diversas vezes neste ano sem terem sido efetivamente julgados.

A expectativa para esta terça-feira é que seja definida pelo menos a situação de quatro integrantes da cúpula do PP, acusados de formação de organização criminosa para fraudar a Petrobras.

O relator da Lava Jato no STF, ministro Luiz Edson Fachin, votou a favor de que os quatro virem réus por crime de organização criminosa: o deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), que já é réu em outra ação no Supremo; os deputados Arthur Lira (PP-AL) e Aguinaldo Ribeiro (PP-PB); e o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Todos negam as acusações. Os advogados afirma que os clientes não cometeram crime, apontam uma suposta tentativa de criminalizar a política e pediram a rejeição da denúncia.

Também está na pauta do STF uma denúncia apresentada contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Ele foi acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter desviado, entre 2008 e 2012, dinheiro da Transpetro para alimentar o caixa de diretórios estaduais e municipais do MDB por meio de doações oficiais das empresas contratadas pela estatal.

Em troca, diz a Procuradoria Geral da República, teria atuado para manter Sérgio Machado como presidente da Transpetro – Machado é um dos delatores da Lava Jato.

Renan Calheiros é absolvido pela Segunda Turma do STF

Renan Calheiros se declara inocente e ressalta que diversos inquéritos sobre ele foram arquivados desde o início da Lava Jato por falta de provas. Pelo menos sete investigações que envolviam o senador já foram descartadas por falta de elementos mínimos, mas Renan ainda é alvo de 13 procedimentos no STF.

Além dos cinco parlamentares, há ainda quatro denúncias apresentadas que estão pendentes: duas contra a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), outra contra o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) e uma quarta que envolve novamente Renan Calheiros e também o senador Jader Barbalho (MDB-PA).

Gleisi é acusada de integrar organização criminosa supostamente formada por petistas e de receber propina da empreiteira Odebrecht. Ela nega.

Collor, que já é réu no STF por suspeita de desvios na BR Distribuidora, tem mais uma denúncia pendente, também por desvios na estatal, mas rejeita qualquer acusação.

Renan e Jader foram acusados de integrar uma organização criminosa composta por senadores do MDB. Eles também contestam a denúncia.

O STF tem atualmente seis ações penais da Operação Lava Jato em andamento, ou seja, denúncias recebidas e que viraram processos criminais. Três podem ter desfecho – o Supremo decidir se condena ou absolve os envolvidos – ainda neste ano.

Nas que envolvem o deputado Aníbal Gomes (MDB-CE), o ex-senador Valdir Raupp (MDB-RO) e os irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, do MDB da Bahia (ex-ministro e ex-deputado, respectivamente), eles são acusados de crimes do chamado colarinho branco, como corrupção e lavagem de dinheiro.

Além deles respondem a ações penais em fase menos avançada Collor, Eduardo da Fonte e o deputado Vander Loubet (PT-MS). Todos os envolvidos rejeitam as acusações.

STF condena primeiro político com foro na Lava-Jato

Desde que a Lava Jato começou no Supremo, em 2015, há quatro anos, um político foi condenado: Nelson Meurer, do PP do Paraná (veja no vídeo acima).

No entanto, ele ainda não foi preso porque tem um recurso pendente, os chamados embargos de declaração. Após esse recurso, que pode ser analisado no segundo semestre, o STF poderá efetivar primeira prisão da Lava Jato no âmbito da Corte.

O ritmo dos processos no STF é visivelmente mais lento que na primeira instância, mas isso, principalmente, porque os ritos são diferentes. No STF, a denúncia é recebida por decisão colegiada. Outro exemplo é o rigor maior em relação às garantias de defesa: quem é julgado no Supremo, instância máxima do Judiciário, não tem outra instância para recorrer.

Relator da Lava Jato no STF, Fachin faz balanço de dois anos da operação

O número de casos da Lava Jato diminuiu consideravelmente no Supremo. Em 2017, o tribunal chegou a ter mais de 110 inquéritos da operação – hoje são 76 e seis ações penais (veja no vídeo acima).

A maioria dos casos foi remetida para primeira instância porque não envolvia o mandato atual do parlamentar ou porque os políticos não foram reeleitos.

G1

 

Ninguém acertou o prêmio principal do concurso 2.158 da Mega-Sena. O sorteio ocorreu nesse sábado (8). De acordo com a Caixa, o valor estimado para o próximo concurso é R$ 80 milhões.

Foram sorteadas as seguintes dezenas: 09 – 27 – 35 – 45 – 46 – 59.

A quina registrou 109 apostas vencedoras, cada ganhador vai receber R$ 47.724,12. A quadra teve 8.855 mil apostas ganhadoras, cada uma vai pagar o prêmio de R$ 751, 29

Um duplo homicídio foi registrado no início da tarde deste sábado (08) na comunidade de Salgado, zona rual de Brejo do Cruz, no sertão paraibana.

As vítimas, José Garcia da Silva, conhecido com o “Dedé do Leite”, de 51 anos de idade e seu sobrinho, Ari Garcia da Silva, “Ari Passarinho”, eram naturais da cidade de Janduís, no Oeste Potiguar e foram mortos com vários tiros naquela comunidade.

Informações preliminares, dão conta de que uma terceira pessoa também teria sido atingida pelos tiros, porém a Polícia Militar que foi acionada para o local, porém ainda não confirmou essa informação.

A polícia ainda não tem detalhes sobre os dois assassinatos, contudo, mas informou que uma das vítimas, José Garcia era imão do vaqueiro, Henrique Garcia da Silva, assassinado no município de Janduís no ano de 2017 Ainda segundo informações, Ari Gacia, seria filho de Henrique.

A Polícia Militar do estado da Paraíba.

O músico André Matos, das bandas Angra e Shaman, morreu neste sábado, 8, aos 47 anos. A informação foi divulgada por membros do Shaman nas redes sociais e confirmada pelo Estado com assessores de imprensa ligados à banda. A causa ainda não foi divulgada oficialmente.

“O destino nos uniu, nos separou, nos reuniu e agora pregou mais essa com a gente. É com profunda dor em nossos corações que nos despedimos do Andre mais uma vez, desta vez de forma definitiva. Além da ferida que jamais cicatrizará, e mesmo sabendo que passamos momentos gloriosos junto ao nosso companheiro e amigo, restará pra sempre o melhor dele em nossos corações”, diz a nota oficial assinada pelos membros do Shaman, divulgada na página da banda.

A banda estava em uma turnê de reunião desde setembro de 2018, tendo passado por diversas cidades brasileiras. O último show ocorreu no domingo, 2, no Espaço das Américas, em São Paulo.

André Matos era reconhecido como um dos maiores vocalistas do metal brasileiro.

Ele nasceu em São Paulo em 14 de setembro de 1971, e ficou conhecido pelo seu trabalho a frente das bandas Viper, Angra e Shaman, bem como pelo seu trabalho solo, desenvolvido desde 2006.

Estudioso de teclado e piano desde a infância, Matos se graduou em regência orquestral e composição em São Paulo. Mesmo antes, já vinha ganhando reconhecimento com o Viper, e em 1991 fundou o Angra.

A banda fez turnês pelo mundo inteiro e suas mais de um milhão de cópias vendidas deram a Matos projeção mundial. Foram dois álbuns gravados: Angels Cry (1993) e Holy Land (1996), além de diversos EPs.

Em 2000, Matos sai do Angra por divergências com o empresário e forma o Shaman, ao lado de Luis Mariutti e Ricardo Confessori, também ex-membros do Angra.

Assista performance de um dos maiores sucessos do Angra, banda mundialmente conhecida onde Mattos consagrou-se: