Informativo Atitude - Credibilidade é o que conta - Page 4

Um homem morreu, na noite dessa quinta-feira (16/5), ao tentar assaltar um ônibus que transportava 28 policiais militares no Aterro do Flamengo (RJ).

Segundo informações preliminares, quatro criminosos abordaram o coletivo parado em um semáforo e mandaram o motorista abrir a porta. Contudo, ao entrar no veículo se depararam com policiais militares da 2ª cia do 33º BPM (Angra dos Reis) e foram surpreendidos por disparos feitos pelos PMs. Ao menos um suspeito foi baleado e morreu no local.

Os militares voltavam de uma cerimônia na Câmara de Vereadores do Rio, onde o comandante da corporação recebeu a medalha Pedro Ernesto. Os nomes dos autores não foram divulgados.

Metrópoles

Foto: Evaristo Sa/AFP

O ministro Fernando Haddad (Fazenda) não estava entre os participantes da reunião em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu um desfecho para a intensa fritura a que o então presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, vinha sendo submetido havia mais de três meses.

Segundo aliados de Lula, o chefe da Fazenda também não participou do processo que culminou com a demissão de Prates.

Visto como um aliado de Haddad no Palácio do Planalto, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, também não acompanhou a tomada final de decisão.

Na avaliação de um integrante da equipe econômica, toda a operação foi montada “na surdina”, na Casa Civil, para que Haddad não interviesse em favor da permanência de Prates, como já fizera em abril.

Folha de S. Paulo

DEMISSÃO DE PRATES NA PETROBRAS MOSTRA PRESIDENTE EMPENHADO EM REPETIR O QUE DEU ERRADO NAS GESTÕES PETISTAS ANTERIORES

Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para a surpresa de ninguém, demitiu Jean Paul Prates da chefia da Petrobras porque o defenestrado não cumpriu, com a velocidade e a fidelidade canina exigidas pelo mandatário, a missão de submeter a estatal aos comandos do bestiário ideológico petista.

Para o chefe de Estado, não bastou Prates já ter descarrilhado a política de preços da Petrobras, reestabelecendo defasagens significativas em relação aos praticados internacionalmente. Era necessário afundar o pé no acelerador de projetos ruinosos, considerados estratégicos pelo mandachuva petista.

Lula faz campanha pela retomada vertiginosa de obras no Rio de Janeiro e em Pernambuco, empreendimentos que entraram para os anais da indústria petrolífera mundial pelos desembolsos estratosféricos, irrecuperáveis, e pela corrupção desabrida.

O presidente também faz carga pela entrada da estatal em projetos bilionários nas áreas de fertilizantes e de construção de navios no Brasil. Encampa, assim, a plataforma de repetir tudo o que deu errado nos seus dois mandatos anteriores e na desastrosa passagem da correligionária Dilma Rousseff pelo Palácio do Planalto.

As consequências negativas do intervencionismo que assoma das catacumbas serão duradouras. A deterioração manifesta-se no banho de sangue nas ações da estatal nesta quarta-feira (15), mas não apenas nesse indicador arisco.

Torrar recursos em novas aventuras de retorno improvável vai reduzir a lucratividade da empresa, deprimindo os repasses de dividendos ao Tesouro Nacional, seu principal acionista, que não deveria perder oportunidades de reduzir o seu rombo fiscal.

A invectiva na Petrobras —a repetir, em novo contexto, o intervencionismo tosco de Jair Bolsonaro (PL), que empilhou quatro presidentes na estatal— insere-se num conjunto de atitudes nefastas da administração petista na condução da política econômica.

Lula não faz questão de esconder que mandou às favas a preocupação com o equilíbrio orçamentário e ninguém se surpreenderá, infelizmente, se indicar um cupincha para presidir o Banco Central com a ordem de baixar juros na marra.

A bagunça e a incerteza que o mandonismo voluntarista produzem no ambiente e nas instituições econômicas vão dificultar o crescimento sustentado da renda e do emprego. O fiasco dos investimentos na produção de bens e serviços responde a esses estímulos irresponsáveis do chefe do governo.

O programa econômico de Lula e do PT é o atraso, e seu vulto empobrecedor vai-se tornando cada vez mais nítido conforme progride o mandato presidencial.

Editorial – Folha de São Paulo

 

As fortes chuvas que ocorrem em Natal, desde a noite da última quinta-feira (16), causaram transtornos à população. Segundo a Secretaria de Mobilidade (STTU) a capital amanheceu com pontos de alagamento transitáveis e intransitáveis.

Confira os pontos de alagamento em Natal:

Ponto de alagamento transitável na avenida Cap Mor Gouveia x av Adolfo Gordo

Ponto de alagamento transitável na avenida Solange Nunes, próximo ao posto de combustível

Ponto de alagamento transitável na rua dos Canindés x rua Presidente Sarmento

Ponto de alagamento parcialmente transitável na avenida Lima e Silva, entre a avenida Interventor Mário Câmara e rua dos Caicós

Ponto de alagamento parcialmente transitável na avenida Amintas Barros, entre a av Interventor Mário Câmara e rua dos Caicós

Ponto de alagamento parcialmente transitável na avenida Nevaldo Rocha, próximo a antiga SEMTAS, sentido Zona Norte

Ponto de alagamento parcialmente transitável na avenida Prudente de Morais, próximo ao Corpo de Bombeiros, sentido sul

Ponto de alagamento parcialmente transitável na avenida Prudente de Morais x avenida Nascimento de Castro

Ponto de alagamento transitável na avenida Coronel Estevam X avenida Alexandrino de Alencar

Ponto de alagamento na avenida Senhor do Bonfim, próximo a avenida Doutor João Medeiros Filho.

Ponto de alagamento transitável na rua Mossoró X Afonso Pena.

Ponto de alagamento transitável na avenida Paulistana, próximo a lagoa de captação.

Ponto de alagamento transitável na avenida Romualdo Galvão x avenida Alexandrino de Alencar.

Ponto de alagamento transitável na avenida Itapetinga próximo à igreja católica.

Fonte: Portal Grande Ponto

 

Policiais da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) de Parnamirim prenderam, nesta quarta-feira (15), um homem, de 24 anos, por descumprimento de medidas protetivas de urgência. A prisão aconteceu no bairro Bela Parnamirim, em Parnamirim, na Grande Natal.

Segundo as investigações, a prisão preventiva foi decretada após a vítima comparecer à DEAM informando que o investigado havia rompido a tornozeleira eletrônica e se dirigido à sua residência no início deste mês de março, descumprindo a decisão judicial que o proibia de tal atitude.

O suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Foto: Reprodução/Instagram

O policial militar reformado Wendel Fagner Cortez de Almeida, popularmente conhecido como Wendel Lagartixa, foi denunciado e se tornou réu em ação penal na 3ª Vara Criminal de Vitória da Conquista nesta quarta-feira (15). O juiz Leonardo Coelho Bomfim determinou que a defesa de Lagartixa deve apresentar resposta à acusação em até 10 dias.

“Diante da presença dos requisitos legais de admissibilidade, bem como da prova da materialidade e dos fortes indícios de autoria, constantes do procedimento nº 8009131-59.2024.805.0274 em apenso, recebo a Denúncia ofertada e determino que o réu seja citado para apresentar resposta à acusação no prazo de 10 (dez) dias”, definiu o juiz.

Tribuna do Norte

AO ESCOLHER CHAMBRIARD, LULA INSISTE EM RETOMAR AS POLÍTICAS FRACASSADAS DOS TEMPOS DE DILMA

Seria enganoso acreditar que a troca de comando na Petrobras tenha sido consequência apenas de intrigas palacianas ou divergências a respeito da distribuição de dividendos. Foi o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quem decidiu substituir o ex-presidente Jean Paul Prates por Magda Chambriard, ex-funcionária de carreira da petroleira e diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP) no governo Dilma Rousseff. O relevante e grave para o Brasil são as razões que motivaram a decisão. Ela é um sinal eloquente de intervenção do governo numa empresa aberta de capital misto, cuja motivação traduz o desejo de retomar as práticas dos tempos de Dilma, de tão traumáticas lembranças. Não há como evitar falar em retrocesso.

A reação dos agentes financeiros foi imediata. Nesta quarta-feira, a estatal perdeu R$ 34 bilhões em valor de mercado, puxando a Bolsa para baixo. Como revelou a colunista do GLOBO Malu Gaspar, Lula pretende que Chambriard acelere investimentos em refinarias, encomendas de navios e tente manter controle sobre o preço dos combustíveis, estratégias adotadas em governos anteriores do PT que já deram muito errado. A avaliação era que Prates não vinha dando a urgência desejada aos planos do governo. Na visão intervencionista de Lula, a petroleira deve ser um braço do Executivo para estimular empregos em setores tidos como estratégicos e para segurar a inflação via controle de preços — mesmo que tudo isso seja artificial, represente perdas bilionárias para a companhia e crie distorções na economia.

As evidências da volta ao passado estão até no vocabulário. Em conversa com Lula nos últimos dias, Chambriard prometeu acelerar projetos “estruturantes”, como a retomada de investimentos em refinarias como Abreu e Lima, em Pernambuco, e Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), rebatizado de Polo GasLub.

Abreu e Lima entrou para a História como um dos maiores focos de corrupção desmascarados pela Operação Lava-Jato e como um sorvedouro insaciável de recursos públicos (orçada em US$ 2 bilhões, consumiu US$ 22 bilhões e não foi completada). O Comperj, lançado no segundo governo Lula em 2008, deveria ter entrado em operação quatro anos depois. Também foco de desvios, acabou paralisado em 2015. Entre 2017 e 2018, o plano de construir uma refinaria foi adaptado para uma unidade de processamento de gás natural. Com a volta de Lula ao poder, a Petrobras retomou a ideia de investir no refino. Há duas semanas, lançou processo de licitação de obras para construção e finalização da infraestrutura. Sabe-se lá quando serão finalizadas e a que custo.

Nas administrações do PT entre 2003 e 2015, a Petrobras gastou US$ 100 bilhões para ampliar a capacidade de refino do país em 400 mil barris diários. A quantia é uma fábula quando comparada aos US$ 24,7 bilhões investidos entre 1954 e 1999 para refinar uma quantidade de petróleo cinco vezes maior. Chambriard conhece o setor, é “do ramo” e assumirá uma Petrobras em grave crise de reputação. Ou desconsiderará análises técnicas para obedecer ao chefe — e, assim, aprofundará os retrocessos que começaram na gestão Prates —, ou então criará novo conflito com quem tem a última palavra no Palácio do Planalto. Nenhum dos cenários é bom para o Brasil.

Editorial O Globo

Fonte: Blog do Gustavo Negreiros

Escorraçado da Petrobras, onde não fez outra coisa senão obedecer ordens até contraditórias de Lula, Jean Paul Prates agora integra a legião imensa dos que vazam do PT quando percebem que, no lulismo, quem não serve mais, vira lixo descartável.

Prates avalia agora deixar o PT, mas o PT já o abandonou faz tempo, desde quando iniciou sua queda de braço com Alexandre Silveira (PSD). Ele viu o petista Rui Costa (Casa Civil) se unir ao ministro de Minas e Energia para apeá-lo da Petrobras.

No Planalto, aspones de Lula dizem que Jean Paul Prates não pode reclamar porque sempre foi bafejado pela sorte “por ser do PT”.

A turma de Lula diz que Prates, suplente, foi um senador sem votos. E abandonou um mandato que não era seu para presidir a Petrobras.

Lula hoje fala mal de Prates, como se não fosse dele o erro de designar Prates para a Petrobras, apesar do currículo demasiado.

Diário do Poder

 

Foto: GERALDO MAGELA/AGÊNCIA SENADO

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) começa a julgar nesta quinta-feira (16) ações que pedem a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR). O tribunal também reservou mais um dia para a conclusão do julgamento de Moro, em 21 de maio. Os processos, analisados em conjunto, apontam abuso de poder econômico, uso de caixa dois e utilização indevida de meios de comunicação durante a pré-campanha eleitoral de 2022.

Na prática, o julgamento iniciará com a leitura do relatório. Depois, as defesas de Moro e de acusação se manifestam. Na sequência, o Ministério Público Federal apresenta parecer e o julgamento prossegue com o voto do relator. Em seguida votam os demais ministros.

O julgamento de Moro no TSE abrirá precedente sobre a atuação da Justiça Eleitoral quando houver gastos de candidatos no período anterior à campanha eleitoral.

R7

 

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pediu rapidez em investimentos da Petrobras à Magda Chambriard, indicada para comandar a estatal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo apurou o Poder360, Silveira pediu empenho da próxima CEO da petroleira para cumprir o plano estratégico 2024-2028, que prevê investimentos de US$ 17 bilhões em refinarias e US$ 7 bilhões em gás natural.
Magda Chambriard foi recebida na manhã desta quarta-feira (15) por Silveira no ministério. Numa reunião de aproximadamente 2 horas de duração, o ministro elencou esses projetos prioritários para o governo. Além das refinarias e gás natural, o plano estratégico prevê investimentos na área de fertilizantes, porém o documento não especifica o valor neste setor, o que significa que o aporte da petroleira poderá ser ainda maior.
A próxima presidente da Petrobras se reuniu com Lula na terça-feira no Palácio do Planalto. O presidente fez o mesmo pedido a ela ao fazer o convite para assumir a vaga e afirmou que Silveira lhe deixaria a par dos projetos prioritários para o governo na estatal.
Silveira também pediu empenho para destravar o licenciamento ambiental para exploração na Margem Equatorial. O processo está parado no Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).
Com informações de Poder 360

Fonte: Portal Grande Ponto