Foto: Reprodução/Jair Bolsonaro/Redes Sociais

O presidente da República Jair Bolsonaro, será submetido a uma nova cirurgia, desta vez, para correção de uma hérnia incisional. O problema, segundo informou em nota o médico da Presidência da República, Dr. Ricardo Peixoto Camarinha, surgiu em decorrência das intervenções cirúrgicas pelas quais o presidente foi submetido depois de ter sido vítima de uma facada.

Em setembro de 2018, ainda durante a campanha presidencial, Bolsonaro levou uma facada em Juiz de Fora (MG). De lá para cá, passou por três cirurgias. O autor do atentado, Adélio Bispo de Oliveira, foi internado por tempo indeterminado em um manicômio judicial.

Agência Brasil

Uma das gravações feitas com autorização da Justiça para o inquérito da operação Calabar, que terminou com 66 PMs e 22 traficantes presos nesta quinta-feira (29), no Rio de Janeiro, chocou os investigadores. Nela, é possível identificar PMs tomando uma boca de fumo dos traficantes e assumindo a venda de drogas. Ao todo, vinte mil escutas foram analisadas durante as investigações.

A gravação feita em abril do ano passado, na favela Parada 40, em São Gonçalo, indica que os policiais militares foram cobrar a propina, que estava atrasada, mas, quando chegaram a um ponto de venda de drogas, assumiram o lugar dos traficantes. E, fardados, passaram a vender maconha e cocaína.

Veja a conversa entre policiais, criminosos e um comprador

Traficante: “perdemos, perdemos”.

Policial: “deita, deita, deita, deita no chão. Deita no chão p… Pegou o pó?”

Policial 2: “não”.

Policial: “tá com ele, tá com ele, tá com ele. Vem, vem, vem, vem, Zequinha. Pode vim. Leva tudo, leva tudo.”

Comprador: não, não.

Policial: “p… Leva tudo, leva tudo, vai voltar?”

Comprador: “dá duas vinte (reais) então.”

Policial: “dois de vinte (reais), aí ó, pedrão. Vem que vem. Quanto você quer? Três. Três pó de cinco (reais) para o amigo aí. Vai lá, se adianta aí.”

Comprador: “desculpa, aí, valeu?”

Policial: suave. “Pode mandar vir que a boca tá vendendo a todo vapor.”

A investigação descobriu que o dinheiro era arrecadado toda semana por um intermediário, em pelo menos cinquenta das cem comunidades de São Gonçalo. O ministério público afirma que há uma estreita relação entre a propina paga aos policiais militares corruptos e o aumento dos crimes de roubo e latrocínio (roubo seguido de morte) na região.

Gazeta Online

O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou indícios de irregularidade em benefícios pagos pelo governo que somaram R$ 2,25 bilhões em 2018. A maior parte das suspeitas foi encontrada em benefícios previdenciários acima do teto do INSS, acumulados indevidamente ou concedidos mediante uso irregular de documentos, num total de R$ 957,1 milhões. Outros R$ 649,5 milhões em repasses duvidosos são do Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda.

Os dados serão encaminhados ao Poder Executivo e devem servir de base para o governo direcionar os trabalhos da força-tarefa que faz a revisão dos benefícios com indícios de irregularidade. O pente-fino foi instituído pela Medida Provisória (MP) 871, transformada em lei pelo Congresso Nacional.

A auditoria analisou 55,6 milhões de benefícios pagos em 2018, incluindo Previdência, assistência, Bolsa Família, seguro-desemprego e seguro-defeso (benefício de um salário mínimo pago a pescadores artesanais durante o período de proibição da atividade de pesca).

Na análise dos dados da Previdência, o TCU detectou no ano passado 34 mil casos de acumulação indevida de benefícios, além de 25,2 mil casos de uso irregular do CPF ou do Número de Inscrição do Trabalhador (NIT). Há ainda 1.457 pessoas que receberam valores acima do teto do INSS (na época, de R$ 5.645,80) indevidamente.

No caso do Bolsa Família, havia 207,7 mil beneficiários com renda formal acima do limite permitido no programa. O benefício é pago a famílias com renda per capita de até R$ 178,00 (valores de 2018). Mas havia beneficiários com renda per capita até acima de 10 salários mínimos. Há ainda sócios de empresas com “alto capital social” e com “alta folha de funcionários” que receberam o Bolsa Família, provavelmente de forma irregular. Pessoas já falecidas também receberam pagamentos do programa.

No BPC, foram identificados 12,8 mil beneficiários com indícios de fontes de renda incompatíveis com as regras do programa, incluindo servidores federais e seus pensionistas.

Os auditores também encontraram outros R$ 12,8 bilhões em benefícios com problemas de cadastro, de menor potencial. As inconsistências se dão até por abreviação de nomes ou por conta de datas inválidas. Esses dados serão encaminhados para os órgãos para a atualização cadastral junto aos beneficiários.

Estadão Conteúdo

O PSB decidiu, nesta sexta-feira, por 82 votos, aplicar punições ao deputado federal Felipe Rigoni (ES) e outros oito parlamentares por terem votado a favor da reforma da Previdência . Eles desobedeceram a orientação da legenda, que fechou questão contra a mudança nas regras de aposentadoria. Mais cedo, o diretório nacional expulsou da legenda o deputado Átila Lira (PI) pelo mesmo motivo. Pesou contra Lira o fato de ser reincidente: ele votou a favor da reforma trabalhista em 2017.

Com a sanção, os nove deputados ficam suspensos por doze meses de todas as prerrogativas do Parlamento e do Executivo. Isso significa que não poderão fazer encaminhamento na Câmara em nome do PSB, não terão direito ao voto na bancada e terão de entregar cargos no governo.

No caso de Rigoni, ele terá de deixar as comissões que participa na Câmara. Ele é membro titular de sete: Comissão que atualiza o marco do saneamento básico, comissão da fiscalização da concessionária ECO BR 101, Comissão do Fundeb, Comissão Externa do Ministério da Educação, Comissão que trata de subsídios tributários e creditícios, subcomissão especial de educação especial e Comissão de Finanças e Tributação.

Rigoni não participou da reunião nesta sexta-feira, mas enviou a defesa por escrito. Eleito por 84 mil votos, ele é integrante do movimento Acredito, grupo de renovação da política nascido nos últimos anos. Ele diz ter se filiado ao PSB porque na legenda havia uma “cláusula de independência”. O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, nega a existência desse critério no termo de filiação.

A maioria dos integrantes do diretórios acompanhou o voto do relator do processo, o ex-deputado Domingos Leonelli. Na reunião desta sexta-feira, o diretório nacional se comprometeu a revisar em seis meses a suspensão aos punidos e, caso o comportamento deles se ajuste às orientações da legenda, a punição poderá ser suspensa.

Além de Rigoni, foram punidos com sanções os deputados federais Emidinho Madeira (MG), Felipe Carreras (PE), Jefferson Campos (SP), Liziane Bayer (RS), Rodrigo Agostinho (SP), Rodrigo Coelho (SC), Rosana Valle (SP), Ted Conti (ES). Todos terão de deixar as comissões que participam na Câmara. Já o deputado Luiz Flávio Gomes (SP) teve o processo arquivado. Gomes votou a favor da reforma da Previdência no primeiro turno, mas mudou seu posicionamento e votou contrário no segundo turno da votação na Câmara. Assim, teve processo arquivado.

Expulsão

O diretório nacional do PSB decidiu, por 82 favoráveis, 4 contrários e três abstenções e uma suspeição, expulsar o deputado federal Átila Lira (PSB-PI) por ter votado a favor da reforma da Previdência na Câmara. A decisão mais severa em relação ao piauiense se deu por causa da votação da reforma trabalhista, em 2017. À época, ele também desobedeceu a orientação da legenda e votou a favor da reforma de Michel Temer. Hoje, Átila Lira não participou da reunião. Ele enviou sua defesa por escrito.

O Globo

As principais praias de Natal e de sua região metropolitana estão próprias para banho neste fim de semana. É o que aponta o boletim de balneabilidade do Programa Azul, que monitora 33 pontos de visitação, entre praias, balneários e lagoas na Grande Natal.

O relatório foi divulgado neste final de semana e tem validade até o dia 6 de setembro, quando uma nova análise será divulgada. O boletim de balneabilidade inclui praias de Natal, Extremoz, Parnamirim e Nísia Floresta.

A classificação para saber se a praia está apta para banho ou não leva em conta a quantidade de coliformes fecais encontrada nas águas. A análise é baseada em uma resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

O boletim Programa Azul é feito em parceria pelo Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema), o Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e a Fundação de Apoio à Educação e ao Desenvolvimento Tecnológico do RN (Funcern).

G1

Bandidos organizados controlam atividades como o tráfico de drogas e dominam os presídios, ordenando de tempos em tempos massacres de outras facções, em uma escalada de crueldade cada vez maior. Parece o Brasil, mas é o Paraguai, país-chave no tabuleiro do tráfico de drogas, para onde o Primeiro Comando da Capital (PCC) estendeu seus braços nos últimos tempos.

Em uma das confusões mais recentes provocadas pelo grupo no país vizinho, dez detentos acabaram mortos em 16 de junho na cadeia de San Pedro de Ycuamandiyú, a 250 quilômetros da fronteira com Mato Grosso do Sul. Cinco foram decapitados e três tiveram o corpo queimado.

Execuções do tipo, dignas de filmes de terror, representavam uma novidade por lá — até a chegada dos criminosos brasileiros com seus métodos. Em 14 de agosto, o Ministério Público paraguaio concluiu que 28 membros do PCC haviam planejado a carnificina. “Eles queriam mandar uma mensagem clara de demonstração de força para uma gangue rival”, disse a VEJA a procuradora Alicia Sapriza, que integra uma força-tarefa contra o crime organizado no país.

Investigações do Ministério Público paraguaio mostram que o PCC está fazendo uma campanha agressiva de filiação em presídios do país vizinho. Dos 28 denunciados pelo MP, apenas cinco eram brasileiros. Folhas de papel encontradas nas celas de San Pedro obtidas por VEJA mostram anotações com a contagem de “irmãos” e planos de expansão. Em aplicativos de mensagem, a procuradoria descobriu até uma versão do estatuto do PCC em espanhol, que prega “la unión” de todos os presos contra o “sistema opressor”.

Veja

Hoje pela manhã não teve motoristas para transportar pacientes que fazem hemodiálise e fisioterapia em Natal e Fortaleza, deixando dezenas de pacientes sem atendimento.

Foram 12 veículos entre vans e ambulâncias que não saíram dos pátios hoje, prejudicando os pacientes.

Um carro próprio da Prefeitura de Mossoró acabou por transportar um grupo de pacientes para Fortaleza.

A informação é de que se trata de uma reação da empresa terceirizada à falta de pagamento da Prefeitura de Mossoró.

A Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró foi procurada e ficou de enviar uma explicação sobre o problema.

Blog do Barreto