Informativo Atitude - Credibilidade é o que conta - Page 1099

Isabela, de 18 anos, namorada do ator Rafael Miguel, de 22, e que foi assassinado junto com os pais nesse domingo (9), usou o seu perfil no Facebook para publicar um texto de despedida.

O post conta com citações importantes vividas pelo casal, como um casamento de brincadeira e os últimos momentos que eles passaram juntos, além de falar na dificuldade em aceitar o que aconteceu, e de se declarar ao rapaz.

Confira o texto na íntegra abaixo:

“E ontem a gente se reencontrou, depois de meses, apenas sonhando com esse momento, contando os segundos, os dias. E aconteceu. O melhor dia das nossas vidas, de longe. Dá pra ver pelo nosso olhar, nesse momento éramos só você e eu, em meio a todas aquelas pessoas, não tinha mais nada além de nós dois. Lembra, minha vida, que a gente casou de brincadeira? Trocamos nossas alianças pra mão esquerda e dissemos ‘Pronto! Casamos!’E quem diria, que eu e você, duas pessoas que não pensavam jamais em casamento, tinham como sonho, desde o dia que nos conhecemos, casar.

Casar numa praia linda (mesmo você preferindo o frio e eu o calor), pézinhos na areia, de frente pro mar. A gente casou, meu amor, ontem mesmo, naquele momentinho só nosso e isso ninguém pode tirar. Tá muito difícil de assimilar mas eu quero pensar em você como o homem iluminado que é, o homem que me orgulha, que me fez a mulher mais feliz do mundo, que me apresentou o amor de verdade, que me salvou e acreditou em mim, quando muitas vezes eu pensei em desistir.

Você foi meu pilar, minha força, mesmo enfrentando seus próprios problemas, mesmo vivendo uma luta constante. Lutamos juntos, até o final. Mas não é o fim, meu príncipe, jamais será. Eu vou honrar nossa história, vou realizar nossos sonhos, todos que eu puder!. Eu jamais amei alguém como amo você. E jamais amarei outro. You’re the one. My husband, my angel, my king. E como nossa frase diz e será eternizada ‘Together. Always’. Eu te amo!”.

Fonte: Portal Terra

Os policiais militares da Radio Patrulha do 3º Batalhão prenderam em flagrante quatro indivíduos em uma casa abandonada no bairro de Santa Tereza, na cidade de Parnamirim, região metropolitana.

Foram capturados Altamiro Franklim Silva de Araújo, 23 anos, José Isidoro, 27 anos, Gil Carlos da Silva, 22 anos, e Francisco Alberto Dantas da Silva, 29 anos. Três motocicletas com registro de roubo foram apreendidas com eles. Os bandidos utilizavam o local para desmanche de veículos.

Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

A Receita Federal abre hoje (10) a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019. Cerca de 2,55 milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,99 bilhões do lote deste ano. A Receita também pagará R$ 109,6 milhões a 20.087 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2019, o total gasto com as restituições chegará a R$ 5,1 bilhões para 2.573.186 contribuintes.

A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

O crédito bancário será feito em 17 de junho. As restituições terão correção de 1,54%, para o lote de 2019, a 109,82% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês.

O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha fina por erros ou omissões na declaração.

A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

Agência Brasil

Com o objetivo de incentivar cada vez mais o desenvolvimento e o crescimento da cidade de Macaíba, a Prefeitura, através da gestão do prefeito Fernando Cunha, está revisando o Plano Diretor para atrair novos investimentos imobiliários e empresariais.

“A Prefeitura vai debater junto com a sociedade macaibense as melhores formas de ocupar nosso espaço territorial, trazendo à mesa discussões sobre o que pode e o que não pode ser construído nas áreas urbanas e rurais do município, aprimorando a atual legislação e respeitando tecnicamente as questões ambientais e urbanas para o município.”, explicou Joacy Carlos, secretário municipal de Projetos Especiais.

De acordo com Joacy Carlos, existem grandes potenciais em Macaíba que deverão ser observados nos debates sobre o novo Plano Diretor, como por exemplo: extensão territorial, redefinição do macrozoneamento territorial e proximidade com a capital.

Sobre o primeiro item, Macaíba tem um território que se aproxima do tamanho dos territórios juntos de Natal, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante. No segundo, pode-se destacar que Macaíba é cortada por duas BRs (226 e 304), ligando-a a cidades importantes do interior do estado como Caicó, Currais Novos, Mossoró e a capital do Ceará, Fortaleza; e uma Rodovia Estadual (RN 160), que leva até o aeroporto Internacional Aluízio Alves, além do novo acesso sul ao referido terminal aéreo.

Também se pode destacar que a gestão municipal tem buscado sempre proporcionar mais agilidade na emissão de alvarás de construção, habite-se, certidão de uso e ocupação do solo, entre outros documentos inerentes ao licenciamento de novos empreendimentos, totalizando mais de 6 mil documentos nos últimos cinco anos.

Acrescenta-se ainda o fato de que as indústrias que se dispõem a se instalar em Macaíba podem se beneficiar com a redução ou isenção de impostos como IPTU, ITIV e ISS. Por fim, outro fator importante é que os juros são mais baratos para quem pretende investir no município, por ter seu território dentro da faixa semiárida do estado.

Plano Diretor

O Plano Diretor pode ser considerado como uma ferramenta indispensável para o planejamento das cidades brasileiras, sendo suas bases estabelecidas e regulamentadas pelo Estatuto das Cidades (Lei nº 10.257/2001), pelo Código Florestal (Lei nº 4.771/65) e pela Lei de Parcelamento do Solo Urbano (Lei nº 6.766/79).

Acerca do novo Plano Diretor de Macaíba, o secretário Joacy Carlos complementa que este pretende: “fomentar a ocupação territorial atraindo empresas e empreendedores atrelando ao desenvolvimento do município e geração de emprego”. Mais empresas na cidade significam novas oportunidades para a população.

Além desse estímulo ao empreendedor e a implantação de empresas no território macaibense, o município visa reduzir empreendimentos clandestinos, prevenindo o surgimento de loteamentos irregulares com infraestrutura deficitária.

“Vamos enfatizar a redefinição do macrozoneamento municipal de forma que sejam respeitados e ordenados os vetores de crescimento urbano, econômico e social no município. Com isso, o crescimento do município dotado de uma melhor infraestrutura irá reduzir problemas em áreas como, por exemplo, saúde e saneamento básico.”, finalizou Joacy Carlos.

Foto: Márcio Lucas

Assecom-PMM

Pesquisa realizada no dia 03 de junho de 2019 em 70 postos da cidade do Natal, nas quatro regiões da cidade e encontrou redução nos preços da gasolina. O percentual reduzido foi na ordem de -5,79%. O preço médio da gasolina nas bombas em maio era de R$ 4,866, enquanto na nova pesquisa o valor médio encontrado foi R$ 4,584, ou seja, uma redução no preço médio encontrado de uma pesquisa para outra de R$ -0,282 centavos. O diesel comum também teve o preço reduzido de R$ 3,761 para R$ 3,754 com uma diferença de R$ -0,007 centavos de reais.

O Núcleo de pesquisa do PROCON NATAL acompanha mensalmente os preços dos combustíveis na cidade do Natal devido à política de preços aplicada pela estatal brasileira com reajustes de maior periodicidade, ou seja, a qualquer tempo com a variação da moeda internacional. Este formato tem sido aplicado desde 3 de julho de 2017.

No mês de maio de 2019, houve diversos reajustes, mas no mês de junho os preços dos combustíveis apresentam queda após a redução aplicada nas refinarias. Sendo assim o núcleo de pesquisa observou que o preço nas bombas para o consumidor natalense se encontra em queda e orienta aos motoristas que mesmo com preços em baixa não deixem de consultar a página do PROCON, uma vez que o a pesquisa encontrou postos com preços acessíveis e os que oferecem um valor melhor estão listados no endereço eletrônico www.natal.rn.gov.br/procon.

A Polícia prendeu dois advogados na manhã desta segunda-feira(10) na entrada da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no município de Nísia Floresta, na Grande Natal.

Justiça decretou prisão temporária dos advogados Floripes de Melo Neto e Raquel Dantas Revoredo sob acusação de facilitarem a comunicação entre presos no pavilhão de segurança máxima e pessoas fora do presídio.

Na seção de perguntas e respostas do site do WhatsApp, agora consta a informação de que o aplicativo não foi projetado para enviar mensagens automáticas ou em massa, e que atitudes como essas violam os Termos de serviço da plataforma. Usuários e empresas que não respeitarem tal normativa, poderão ser processadas pela empresa a partir de 7 de dezembro de 2019.

Como parte de um extensivo trabalho na luta contra a disseminação de informações falsas, o WhatsApp optou por tomar atitudes mais efetivas contra o envio de mensagens em massa através do aplicativo.

Em fevereiro, executivos da empresa já haviam informado que estavam desenvolvendo um sistema de detecção e expulsão de usuários cujo comportamento fosse considerado inadequado. Isso permite barrar pessoas mal-intencionadas em várias situações: no momento de cadastro, enquanto enviam mensagens e quando são denunciados por outros usuários do serviço de mensagens. Logo, processar quem fizer uso indevido da plataforma, violando os termos de uso do WhatsApp é mais um instrumento da plataforma na luta contra as fake news.

Na seção “Uso não autorizado do WhatsApp” temos a seguinte informação:

Este é um desafio que requer uma abordagem holística. O WhatsApp está comprometido a utilizar todos os recursos à disposição dele, incluindo processar, se necessário for, para evitar abusos contra nossos Termos de serviço, como o envio de mensagens em massa ou utilização comercial. É por isso que, além das iniciativas tecnológicas, utilizamos uma abordagem jurídica contra indivíduos ou empresas que ligamos a evidências dentro da plataforma WhatsApp de abusos contra ela. O WhatsApp se reserva ao direito de continuar a tomar as medidas jurídicas cabíveis nesses casos.

Além disso, a partir de 7 de dezembro de 2019, o WhatsApp tomará medidas legais contra quem auxiliar a terceiros a violarem nossos Termos de serviços com práticas abusivas, como envio de mensagens em massa ou automatizadas, ou com a utilização comercial, mesmo que essas informações sejam disponibilizadas para nós fora da plataforma. As informações fora da plataforma, por exemplo, incluem declarações de empresas sobre a habilidade em utilizar o WhatsApp de forma que viola nossos Termos de Serviço. Este texto serve como aviso de que tomaremos medidas jurídicas contra as empresas que abusarem da nossa plataforma se tivermos evidências fora dela desses abusos se eles continuarem após 7 de dezembro de 2019, ou antes dessa data se essas empresas estiverem ligadas a evidências dentro da plataforma que evidenciem tais práticas.

O WhatsApp se esforça para conter usos inadequados, uma vez que sofre pressão em massa de governos – como acontece na Índia. Além de problemas com a justiça eleitoral, a distribuição de notícias falsas no país pelo WhatsApp incita comportamentos agressivos, que já causaram a morte de dezenas de pessoas, e aspectos semelhantes contribuem para violência étnica em Mianmar.

Mas a Índia não é o único país em que o WhatsApp vem enfrentando tais problemas. Durante as eleições no Brasil, depois da denúncia do jornal Folha de São Paulo sobre o disparo de mensagens em massa pela equipe do então candidato à presidência da república, Jair Bolsonaro, a empresa que pertence hoje ao Facebook desativou centenas de contas usadas para tal prática.

Como parte de uma ação mais rigorosa neste sentido, desde janeiro deste ano, o reenvio de mensagens está limitado a apenas cinco destinatários.

Logo, se você costuma compartilhar mensagens em massa, violando os Termos de uso do WhatsApp, saiba que a partir de 7 de dezembro deste ano poderá responder judicialmente por tal prática.

Olhar Digital, via WhatsApp

A força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal do Paraná (MPF/PR) afirmou, neste domingo (9), que “seus membros foram vítimas de ação criminosa de um hacker que praticou os mais graves ataques à atividade do Ministério Público, à vida privada e à segurança de seus integrantes”.

Os procuradores reagem às reportagens do site The Intercept, que revelaram mensagens de texto de membros da Lava Jato, entre eles o atual Ministro da Justiça Sergio Moro e Deltan Dallagnol. As reportagens mostram que o coordenador da força-tarefa da Lava Jato tinha dúvidas pessoais quanto ao conteúdo da denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso tríplex Também acusam uma suposta atuação irregular entre Moro e Deltan

“A ação vil do hacker invadiu telefones e aplicativos de procuradores da Lava Jato usados para comunicação privada e no interesse do trabalho, tendo havido ainda a subtração de identidade de alguns de seus integrantes. Não se sabe exatamente ainda a extensão da invasão, mas se sabe que foram obtidas cópias de mensagens e arquivos trocados em relações privadas e de trabalho”, dizem os procuradores.

“Dentre as informações ilegalmente copiadas, possivelmente estão documentos e dados sobre estratégias e investigações em andamento e sobre rotinas pessoais e de segurança dos integrantes da força-tarefa e de suas famílias. Há a tranquilidade de que os dados eventualmente obtidos refletem uma atividade desenvolvida com pleno respeito à legalidade e de forma técnica e imparcial, em mais de cinco anos de Operação”, afirmam.

Os procuradores afirmam ter “três preocupações”.

“Primeiro, os avanços contra a corrupção promovidos pela Lava Jato foram seguidos, em diversas oportunidades, por fortes reações de pessoas que defendiam os interesses de corruptos, não raro de modo oculto e dissimulado.”

“A violação criminosa das comunicações de autoridades constituídas é uma grave e ilícita afronta ao Estado e se coaduna com o objetivo de obstar a continuidade da Operação, expondo a vida dos seus membros e famílias a riscos pessoais. Ninguém deve ter sua intimidade – seja física, seja moral – devassada ou divulgada contra a sua vontade. Além disso, na medida em que expõe rotinas e detalhes da vida pessoal, a ação ilegal cria enormes riscos à intimidade e à segurança dos integrantes da força-tarefa, de seus familiares e amigos”, afirmam.

Os procuradores afirmam que “é importante dar continuidade ao trabalho”. “Apenas neste ano, dezenas de pessoas foram acusadas por corrupção e mais de 750 milhões de reais foram recuperados para os cofres públicos. Apenas dois dos acordos em negociação poderão resultar para a sociedade brasileira na recuperação de mais de R$ 1 bilhão em meados deste ano. No total, em Curitiba, mais de 400 pessoas já foram acusadas e 13 bilhões de reais vêm sendo recuperados, representando um avanço contra a criminalidade sem precedentes. Além disso, a força-tarefa garantiu que ficassem no Brasil cerca de 2,5 bilhões de reais que seriam destinados aos Estados Unidos.”

“Em face da agressão cibernética, foram adotadas medidas para aprimorar a segurança das comunicações dos integrantes do Ministério Público Federal, assim como para responsabilizar os envolvidos no ataque hacker, que não se confunde com a atuação da imprensa. Desde o primeiro momento em que percebidas as tentativas de ataques, a força-tarefa comunicou a Procuradoria-Geral da República para que medidas de segurança pudessem ser adotadas em relação a todos os membros do MPF. Na mesma direção, um grupo de trabalho envolvendo diversos procuradores da República foi constituído para, em auxílio à Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação da PGR, aprofundar as investigações e buscar as melhores medidas de prevenção a novas investidas criminosas”, dizem.

“Em conclusão, os membros do Ministério Público Federal que integram a força-tarefa da operação Lava Jato renovam publicamente o compromisso de avançar o trabalho técnico, imparcial e apartidário e informam que estão sendo adotadas medidas para esclarecer a sociedade sobre eventuais dúvidas sobre as mensagens trocadas, para a apuração rigorosa dos crimes sob o necessário sigilo e para minorar os riscos à segurança dos procuradores atacados e de suas famílias”, concluem.

Sergio Moro acaba de divulgar uma nota sobre as matérias do site The Intercept que reproduzem supostas mensagens entre procuradores da Lava Jato e entre ele próprio e Deltan Dallagnol, durante condução do processo do triplex que condenou Lula.

Leia:

“Sobre supostas mensagens que me envolveriam publicadas pelo site Intercept neste domingo, 9 de junho, lamenta-se a falta de indicação de fonte de pessoa responsável pela invasão criminosa de celulares de procuradores. Assim como a postura do site que não entrou em contato antes da publicação, contrariando regra básica do jornalismo.

Quanto ao conteúdo das mensagens que me citam, não se vislumbra qualquer anormalidade ou direcionamento da atuação enquanto magistrado, apesar de terem sido retiradas de contexto e do sensacionalismo das matérias, que ignoram o gigantesco esquema de corrupção revelado pela Operação Lava Jato.”

Levantamento do Paraná Pesquisa sobre a legalização do aborto mostra que 75,4% se dizem ser “contrários em qualquer situação”; 18,8% são a favor e 5,8% preferiram não responder.

Entre as mulheres o índice contrário é de 70,7%, mais de 10 pontos a menos que os 80,6% de homens contra o aborto.

O Paraná Pesquisa ouviu 2.071 brasileiros entre 4 e 6 de junho de 162 cidades. Apesar da alta rejeição, 35,5% dos entrevistados admitem conhecer alguém que já fez aborto.

Claudio Humberto