Categoria: Uncategorized

Um homem de 36 anos foi morto com uma facada no peito na madrugada desta quinta-feira (5), em Mossoró. Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu após uma discussão entre dois flanelinhas na calçada da igreja Nossa Senhora de Fátima, no Abolição II.
De acordo com a PM, a vítima identificada como Gilson da Silva Santos, teria dado uma paulada no acusado após uma discussão por causa de uma dívida de R$ 3,00. Após a confusão, o acusado fugiu e minutos depois voltou armado com uma faca e desferiu um golpe na altura do peito da vítima, que morreu na hora.
 
Uma ambulância do Samu ainda chegou a ser acionada, mas a vítima já estava em óbito. Segundo informações da Polícia Civil, Gilson trabalhava como flanelinha na Praça do Relógio, no centro. 
 
O crime será investigado pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
MOSSORÓ NOTICIAS

Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana – e, por isso, são considerados analfabetos funcionais.

Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%, de acordo o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf).

O Inaf acompanha os níveis de analfabetismo no Brasil em uma série histórica desde 2001, mas, pela primeira vez neste ano, trouxe informações relacionadas ao contexto digital. Os dados relacionados ao uso de redes sociais foram divulgados nesta segunda-feira com exclusividade para a BBC News Brasil.

Robson Pires

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) descobriu que o vírus Zika, além de se replicar no cérebro de pessoas adultas, também causa prejuízos de memória e problemas motores. O estudo foi publicado hoje (5), em Londres, no Nature Communications.

O estudo foi iniciado na época do surto de Zika no país, nos anos de 2015 e 2016. “[Na época] aumentou o número de casos e, junto com a microcefalia, que foi o que chamou mais a atenção, começaram a aparecer complicações em pacientes adultos”, disse uma das coordenadoras da pesquisa, a neurocientista Claudia Figueiredo.

Apesar de a doença ser autolimitada, com sintomas leves, muitos pacientes apresentavam quadro mais grave: alguns entravam em coma ou tinham internações por períodos mais longos. “Então, surgiu a nossa pergunta: os pesquisadores têm mostrado que o vírus se replica em células progenitoras, que são aquelas do feto, do nervo central. Será que esse vírus não infecta também o neurônio maduro? Foi aí que começou a nossa abordagem”, relatou Claudia.

Neurônio maduro

Os pesquisadores da UFRJ usaram tecidos de acesso, ou seja, tecidos sem doença, de pacientes adultos que haviam se submetido a cirurgias do cérebro, mas não tinham Zika. Eles fizeram cultura em laboratório e colocaram o vírus Zika nesse tecido, que tem neurônio maduro. Observaram então que o vírus infectava aquelas células, principalmente os neurônios desse tecido, e se replicava nesse tecido. Ou seja, produzia novas partículas virais.

Nesse meio tempo, surgiram achados clínicos de que em alguns pacientes se detectava o vírus no sistema nervoso central, no líquor, que é o líquido que envolve o cérebro. Os pesquisadores da UFRJ decidiram então ver que tipo de efeito aconteceria se infectassem o cérebro de um animal adulto com esse vírus. “A gente fez a administração do vírus dentro do cérebro do camundongo adulto e observou várias coisas”, disse Cláudia.

Ler mais…

Um homem atirou na companheira e depois se matou dentro de casa, no Centro da cidade de Caicó, a 282 quilômetros de Natal, na noite da quarta-feira (4). De acordo com testemunhas, o casal costumava brigar e após uma discussão, o homem conhecido como “Cremel” ou “Teté” atirou na mulher.

Segundo a PM, mesmo ferida, ela conseguiu fugir e pedir ajuda na rua. O homem acabou cometendo suicídio dentro de casa. Uma equipe do Samu encaminhou a mulher para o Hospital Regional do Seridó. Ela chegou consciente à unidade, passou por procedimento cirúrgico e continua internada. A vítima foi identificada como Maria Elizete Pereira. Ela é professora na cidade.

OP9

Foto: Reprodução/TV Brasil

A medida provisória que permite o pagamento de pensão vitalícia a crianças com microcefalia, por causa do vírus da Zika, passa a valer assim que publicada no Diário Oficial da União.

Depois perde a validade, caso não seja analisada pelo congresso em até 120 dias. Se aprovada na casa, é promulgada como lei.

Presente na cerimônia de assinatura, nesta quarta-feira (4), o ministro da Cidadania, Osmar Terra, explicou que a ideia é conceder a pensão especial apenas para os casos provocados pelo zika, devido à responsabilidade do Estado e por limitações financeiras. Por esse motivo, pediu aos parlamentares que não modifiquem o texto original.

O mesmo pedido foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro, também no evento.

A medida deve alcançar mais de três mil crianças brasileiras de baixa renda, nascidas entre 2015 e 2018, que recebem o BPC, Benefício de Prestação Continuada, devido à microcefalia, em decorrência do vírus da Zika. O valor é de um salário mínimo, o mesmo do BPC.

Ingrid Graciliano Guimarães, Presidente da associação Pais de Anjos da Bahia, é mãe de Nicole, que nasceu com microcefalia. Presente na cerimônia, disse, emocionada, que o a medida é o começo da conquista dos direitos dessas famílias.

Lembrando que a família que optar pela pensão vitalícia, deve abrir mão do BPC, porque não é permitido o acúmulo dos dois benefícios.

Segundo o ministro da Cidadania, Osmar Terra, a MP vai permitir que os responsáveis pela criança trabalhem e aumentem a renda familiar, o que não é possível com o BPC.

Para pedir a pensão especial, os responsáveis pela criança com microcefalia devem procurar o INSS. Os pequenos passam por uma avaliação médica, para verificar se o caso tem a ver com o surto do Zika que ocorreu no Brasil nos últimos anos.

Radioagência Nacional

Mulheres vítimas de violência obstétrica no Rio de Janeiro contam com um canal de denúncias na internet. O portal, criado pela Associação de Doulas do Estado, em parceria com a Defensoria Pública, reúne informações qualificadas sobre o assunto e um formulário para que a mulher faça seu relato.

As duas instituições também assinaram um protocolo de cooperação, nessa terça-feira (3), e lançaram a cartilha Gestação, Parto e Puerpério, com o objetivo de promover capacitação técnica, difundir informação e acompanhar as demandas jurídicas.

Cerca de 5 mil exemplares da cartilha serão distribuídos em unidades básicas de saúde do Estado.

Um estudo de 2010, realizado pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Sesc, revela que uma em cada quatro brasileiras já sofreu algum tipo de violência durante o parto.

Segundo a presidente da Associação de Doulas, Morgana Eneile, muitas mulheres sequer entendem que sofrem ou sofreram violência obstétrica porque existe uma espécie de naturalização das violações, agressões e o processo de tomada de consciência do fato é doloroso.

Eneile afirma também que as violações não dizem respeito apenas a um profissional específico, como o médico.

Segundo a coordenadora do Nudem, o Núcleo de Defesa dos Direito da Mulher Vítima de Violência de Gênero, Flávia Nascimento, o racismo institucional deixa as mulheres pobres e negras mais vulneráveis a sofrer violência obstétrica.

Os dados gerados pelo portal serão catalogados e suas informações poderão servir para orientar políticas públicas de enfrentamento do problema, como afirma o defensor público geral, Rodrigo Pacheco.

Para registrar as situações de violência obstétrica é importante que a mulher reúna a maior quantidade de informações, como dados sobre a equipe que fez o atendimento, dados do prontuário, do cartão do pré-natal e dispor de possíveis testemunhas.

Os relatos serão enviados e analisados pelo Núcleo de Defesa dos Direito da Mulher Vítima de Violência de Gênero da Defensoria Pública do Estado.

Radioagência Nacional

Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

Após mais de nove horas de reunião, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou, nesta quarta-feira (4), o relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) à reforma da Previdência (PEC 6/2019). O texto segue para análise no Plenário do Senado. A expectativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, é que a votação da proposta seja concluída até 10 de outubro. Foram 18 votos favoráveis e 7 contrários ao texto-base da proposta que altera a regras de aposentadoria.

Entre outros pontos, a reforma da Previdência aumenta o tempo para se aposentar, eleva as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS (hoje em R$ 5.839) e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.

A principal mudança prevista na PEC é a fixação de uma idade mínima (65 anos para homens e 62 anos para mulheres) para servidores e trabalhadores da iniciativa privada se tornarem segurados após a promulgação das mudanças. Além disso, estabelece o valor da aposentadoria a partir da média de todos os salários, em vez de permitir a exclusão das 20% menores contribuições.

A aprovação da PEC na CCJ veio depois que senadores fecharam um acordo nesta terça-feira (3) para acelerar a tramitação da PEC paralela da reforma da Previdência. A PEC paralela é uma forma de evitar a volta da reforma da Previdência para a Câmara, o que ocorreria se houvesse mudanças feitas pelo Senado. O relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), manteve a essência do texto que veio da Câmara, apenas com algumas emendas de redação e supressões de dispositivos, como o do Benefício da Prestação Continuada (BPC) e da pensão por morte, alterações que não resultam em nova análise da PEC pelos deputados.

O objetivo do governo com a reforma da Previdência é reduzir o rombo nas contas públicas. A estimativa do relator é que o impacto fiscal total da aprovação da PEC 6/2019, com as novas mudanças, e da PEC paralela, chegará a R$ 1,312 trilhão em 10 anos, maior do que os R$ 930 bilhões previstos no texto da Câmara, e maior do que o R$ 1 trilhão que pretendia o governo federal inicialmente. Mas a PEC isoladamente vai representar uma economia de R$ 870 bilhões para a União, segundo Tasso Jereissati, com base em estudos da Instituição Fiscal Independente (IFI).

Agência Senado

Fotos: PRF/Divulgação

Dois homens foram presos na noite desta quarta-feira (4) quando transitavam com um carro roubado pela BR-304, na Grande Natal. A prisão foi feita por policiais rodoviários federais quando o veículo parou no posto de fiscalização de Macaíba, na Grande Natal. Dentro do automóvel os policiais encontraram duas pistolas e três bananas de dinamite.

Além das armas e dos explosivos, ainda de acordo com a PRF, também foram apreendidos um colete à prova de balas roubado de uma empresa de segurança, balaclavas, carregadores municiados, um detonador e ferramentas que comumente são usadas em arrombamentos de caixas eletrônicos.

Informações do G1/RN

O titular da Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), coronel Francisco Araújo, afirmou que o número de homicídios no Rio Grande do Norte teve uma queda superior a 30%, até o mês de setembro deste ano, em comparação ao mesmo período no ano passado.

De acordo com o coronel Araújo, conforme informado pelo Ministério da Justiça, o índice de redução desses Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) do estado é superior à diminuição da porcentagem desse quesito a nível nacional.

Através de uma atuação conjunta das secretarias de Saúde, Trabalho e Assistência Social e Educação, a Prefeitura de Macaíba deu início a uma série de fóruns comunitários territoriais e multiprofissionais nesta primeira semana de setembro. O primeiro foi na Morada da Fé, com coordenação de profissionais do CAPS AD.

De acordo com a psicóloga Nathaly Andrade, coordenadora do CAPS AD, mediante esse novo trabalho, é possível compreender a realidade específica vivenciada por cada território, e a partir de cada encontro, pensar em ações de prevenção e cuidado sobre as temáticas de saúde mental, vulnerabilidades e drogas.

A ação intersetorial tem como objetivo ocupar os espaços de discussão para além da saúde, tratando faixas etárias e demandas específicas conforme as sugestões dos moradores das comunidades. É um trabalho que conta com a participação ativa dos próprios usuários do CAPS AD. As reuniões poderão ser sediadas em conselhos comunitários, igrejas, escolas ou praças, conforme as sugestões dos populares.

Sobre o CAPS AD

O CAPS AD realiza um relevante trabalho de socialização e desintoxicação de usuários de álcool e outras drogas, acolhendo tanto pessoas que o procuram diretamente quanto pessoas que vêm através de encaminhamento das Unidades Básicas de Saúde (UBS), hospitais ou outros centros de referência em assistência social.

O centro acima mencionado foi implantado em Macaíba no ano de 2006 (segunda gestão do prefeito Fernando Cunha) e tem uma equipe multiprofissional formada por médico, psiquiatra, assistente social, enfermeiro, terapeuta ocupacional, psicólogo, educador, técnico de enfermagem para atender o público. Dezenas de pessoas são atendidas diariamente pelos seus serviços.

Assecom-PMM