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G1 RN – Um jovem suspeito de assaltos foi encontrado morto na noite desta sexta-feira (14) dentro de um carro abandonado na Rua Dr Celso Ramalho, no bairro de Lagoa Seca, na Zona Leste de Natal. O morto ainda não foi identificado, mas aparenta ser adolescente. O carro, um Citroen branco, havia sido roubado no conjunto Potilândia, na Zona Sul da cidade.

Segundo a Polícia Civil, o caso foi registrado por volta das 19h, mas ainda não se sabe quem seguiu o suspeito e fez os disparos. Mais tarde, outros dois suspeitos foram presos, e apontados como membros de um mesmo grupo de assaltantes. De acordo com o delegado Ernani Júnior, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os quatro teriam feito assaltos no conjunto Potilândia, na Zona Sul da cidade.

“As informações que temos até agora são essas. O grupo teria feito assaltos em Potilândia e acabou sendo seguido por alguém. Em Lagoa Seca, houve os disparos contra o Citroen onde os assaltantes estavam e um deles acabou morto. Os comparsas conseguiram fugir naquele momento, mas depois acabaram presos pela Polícia Militar”, acrescentou.

Ainda segundo o delegado, os suspeitos presos foram identificados por vítimas dos assaltos ocorridos em Potilândia.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, descartou demitir o ministro da Justiça, Sergio Moro, diante do vazamento de conversas que supostamente manteve com procuradores quando era juiz da Operação da Lava Jato. “Possibilidade zero. Acredito nele. E o Brasil deve muito a Moro”, afirmou Bolsonaro nesta sexta-feira (14/6), a jornalistas, durante café da manhã no Palácio do Planalto.

Segundo o presidente, a revelação dos diálogos não compromete Moro. Ele disse acreditar que o ministro seria o primeiro a lhe dizer que fez algo errado.

“Ele não inventou nada. Não inventou provas. Ele não precisa inventar provas. Ele trocou diálogos com algumas pessoas”, disse Bolsonaro.

O presidente disse que o País tem uma dívida com o ex-juiz da Lava Jato por “prender corruptos” e “buscar um ponto de inflexão” no combate à corrupção, que é “o câncer do País”.

STF

O presidente disse que Moro segue como um bom nome para a próxima vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). “É uma possibilidade muito grande”, afirmou.

A greve geral contra a reforma da Previdência, convocada pelas centrais sindicais, teve atos registrados em praticamente todos os Estados. Mas, sem a adesão maciça dos trabalhadores dos setores de transporte, os efeitos acabaram sendo localizados. Em São Paulo, por exemplo, os ônibus e os trens metropolitanos funcionaram normalmente durante todo o dia. Apenas o metrô teve parte das operações paralisadas.

Na avaliação do cientista político Rafael Cortez, a greve é um movimento relevante como termômetro do poder de mobilização da oposição, mas não deve ter nenhum efeito prático em relação à votação da reforma da Previdência. “A greve é relevante, mas não trouxe algo de diferente do que já estava contabilizado tanto para a imagem do governo quanto para o cálculo de custo/benefício que os legisladores fazem (ao votar contra ou a favor de algum projeto)”, disse. Por isso, afirma Cortez, não deve significar algum impeditivo para o prosseguimento da agenda econômica do governo, sobretudo para a Previdência.

Para o cientista político e professor da USP Alcindo Gonçalves, a greve geral foi “bastante parcial, localizada e, de certo ponto, inoportuna”, por ocorrer no dia seguinte à apresentação do parecer do relator da reforma da Previdência na Câmara, Samuel Moreira (PSDB-SP), que contempla “uma série de desejos da oposição e das centrais sindicais”. Para Gonçalves, é “discutível” a decisão de manter a greve durante esse processo de negociação.

“Greves gerais precisam ser convocadas em situações muito cuidadosas”, disse Gonçalves. “Da maneira como as paralisações de hoje (sexta-feira) estão acontecendo, como se fosse um grande movimento sindical, a greve passa a gerar antipatia e revolta das pessoas impedidas de trabalhar e de se locomover.”

As centrais sindicais, porém, avaliaram que a greve geral foi um sucesso. Para o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Pattah, o movimento demonstrou a união das centrais sindicais, em um momento em que o País conta com milhões de desempregados e desalentados. “Queríamos colocar as demandas nacionais, de busca de geração de emprego e crescimento econômico.”

Já o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, será feita uma manifestação ainda maior “se o governo não desistir dessa proposta injusta para a Previdência”.

ESTADÃO CONTEÚDO

DO BLOG: Em Natal os transporte público tirando algumas horas do dia praticamente funcionou normalmente e de fato o publico foi bem menor do que os organizadores achavam.

As despesas obrigatórias do governo federal como pagamentos de salários, aposentadorias e outros benefícios corresponderam a 94,1% do gasto total nos primeiros quatro meses do ano, segundo dados da Instituição Fiscal Independente (IFI), publicados pelo Senado Federal.

De acordo com o relatório, essas despesas subiram cerca de 20% em quatro anos, atingindo R$417,9 bilhões de um total de R$444,1 bilhões.

Ainda tem gente que diz que esse país não precisa de reformas.

Um trecho do chat privado entre Sergio Moro e o então procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima mostra que o ex-juiz pediu aos procuradores da Lava Jato uma nota à imprensa para rebater o que chamou de “showzinho” da defesa de Lula após o depoimento do ex-presidente no caso do triplex do Guarujá. O conteúdo faz parte do arquivo As mensagens secretas da Lava Jato.

Os procuradores acataram a sugestão do atual ministro da Justiça de Jair Bolsonaro, em mais uma evidência de que Moro atuava como uma espécie de coordenador informal da acusação no processo do triplex. Em uma estratégia de defesa pública, Moro concedeu uma entrevista nesta sexta-feira ao jornal o Estado de S. Paulo onde disse que considera “absolutamente normal” que juiz e procuradores conversem. Agora, está evidente que não se trata apenas de “contato pessoal” e “conversas”, como diz o ministro, mas de direcionamento sobre como os procuradores deveriam se comportar.

Eu topo

Juntamente com as extensas evidências publicadas pelo Intercept no início desta semana – em que Moro e Deltan conversam sobre a troca da ordem de fases da Lava Jato, novas operações, conselhos estratégicos e pistas informais de investigação –, esta é mais uma prova que contraria a tentativa de Moro de minimizar o tipo de relacionamento íntimo que ele teve com os promotores.

Ao contrário da defesa de Moro de que as comunicações eram banais e comuns – contendo apenas notícias e informações, mas não ajudando os promotores a elaborar estratégias (“existia às vezes situações de urgência, eventualmente você também está ali e faz um comentário de alguma coisa que não tem nada a ver com o processo”, disse ao Estadão) –, essas conversas provam que Moro estava sugerindo estratégias para que os procuradores realizassem sua campanha pública contra o próprio réu que ele estava julgando.

O showzinho da defesa

O episódio ocorreu em 10 de maio de 2017, quando Moro já presidia um processo criminal contra o ex-presidente no caso do “apartamentro triplex do Guarujá”. Eram 22h04 quando o então juiz federal pegou o celular, abriu o aplicativo Telegram e digitou uma mensagem ao Santos Lima, da força-tarefa da Lava Jato no Ministério Público Federal em Curitiba.

“O que achou?”, quis saber Moro. O juiz se referia ao maior momento midiático da Lava Jato até então, ocorrido naquele dia 10 de maio de 2017: o depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo em que ele era acusado – e pelo qual seria preso – de receber como propina um apartamento triplex no Guarujá. Disponibilizado em vídeo, o embate entre o juiz e o político era o assunto do dia no país.

Seguiu-se o seguinte diálogo:

Além do depoimento, outro vídeo com Lula também tomava conta da internet e dos telejornais naquele mesmo dia. Depois de sair do prédio da Justiça Federal, o ex-presidente se dirigiu à Praça Santos Andrade, em Curitiba, e fez um pronunciamento diante de uma multidão. Por 11 minutos, Lula atacou a Lava Jato, o Jornal Nacional e o então juiz Sergio Moro; disse que estava sendo “massacrado” e encerrou com uma frase que entraria para sua história judicial: “Eu estou vivo, e estou me preparando para voltar a ser candidato a presidente desse país”. Era o lançamento informal de sua candidatura às eleições de 2018.

Um minuto depois da última mensagem, Moro mandou para o procurador Santos Lima:

Moro, o juiz do caso, zombava do réu e de seus advogados enquanto fornecia instruções privadas para a Lava Jato sobre como se portar publicamente e controlar a narrativa na imprensa.

As afirmações do então magistrado que o Intercept divulga agora contradizem também o que ele dissera horas antes a Lula, naquele mesmo dia do julgamento, publicamente, ao iniciar o interrogatório do petista: que o ex-presidente seria tratado com “todo o respeito”.

“Eu queria deixar claro que, em que pesem alegações nesse sentido, da minha parte não tenho nenhuma desavença pessoal contra o senhor ex-presidente. Certo? O que vai determinar o resultado desse processo no final são as provas que vão ser colecionadas e a lei. Também vamos deixar claro que quem faz a acusação nesse processo é o Ministério Público, e não o juiz. Eu estou aqui para ouvi-lo e para proferir um julgamento ao final do processo”, disse Moro.

“PQ RESOLVERAM FALAR AGORA? PQ ERA O EX-PRESIDENTE?”

Dez minutos depois da conversa com o então juiz, naquele 10 de maio, Santos Lima abriu o grupo Análise de clipping, em que também estavam assessores de imprensa do MPF do Paraná. Ele estaria em Recife no dia seguinte em um congresso jurídico.

Oito minutos depois, Santos Lima copiou a conversa que teve em seu chat privado com Moro – em que o juiz sugere a nota pública para apontar as contradições de Lula – e colou em outro chat privado, com o coordenador da Lava Jato no MPF, Deltan Dallagnol. Eram 22h38.

Àquele horário, os procuradores da força-tarefa discutiam num chat chamado Filhos de Januário 1 se deveriam comentar publicamente o depoimento de Lula. Às 22h43, Santos Lima escreveu no grupo, dirigindo-se a Dallagnol: “Leia o que eu te mandei.”. Ele se referia às mensagens que trocara com Moro. Três minutos depois, Dallagnol responderia em quatro postagens consecutivas no grupo:

Foi a vez então de Dallagnol mandar uma mensagem ao grupo Análise de clipping, dos assessores de imprensa.

O assessor de imprensa estranhou o pedido e alertou que poderia ser um “tiro no pé”.

O que os assessores não sabiam é que não era o MPF que queria influenciar o juiz, mas o juiz que estava influenciando o MPF. Três minutos antes de mandar essas mensagens ao grupo, Dallagnol havia escrito a Moro. Além de elogiá-lo pela condução da audiência, o procurador falou sobre a nota:

O pedido de Moro para apontar as contradições da defesa de Lula seria discutido no chat Filhos do Januário 1 até o fim da noite e também na manhã do dia seguinte, 11 de maio. E, finalmente, atendido.

Os procuradores, acatando a sugestão de Moro, distribuíram uma nota à imprensa, repercutida por Folha de S. Paulo, Estadão, Jovem Pan e todos os principais veículos e agências do país. As notícias são centradas justamente na palavra desejada pelo juiz: “contradições”.

Na nota, a força-tarefa expõe o que considera serem três contradições do depoimento de Lula e refuta diretamente uma alegação da defesa do petista, que os procuradores consideraram mentirosa.

Naquela noite, Dallagnol enviou uma mensagem a Moro para explicar por que não explorou a fundo as contradições do petista:

A RESPOSTA DO MINISTRO MORO AO INTERCEPT BRASIL

Nós procuramos a assessoria do ministro Sérgio Moro nesta sexta-feira e apresentamos com antecedência todos os pontos mostrados nesta reportagem. Recebemos como resposta a seguinte nota: “O Ministro da Justiça e Segurança Pública não comentará supostas mensagens de autoridades públicas colhidas por meio de invasão criminosa de hackers e que podem ter sido adulteradas e editadas, especialmente sem análise prévia de autoridade independente que possa certificar a sua integridade. No caso em questão, as supostas mensagens nem sequer foram enviadas previamente.”

Apesar de chamar as conversas de “supostas”, Moro admitiu, hoje, a autenticidade de um chat. Em uma coletiva, ele chamou de “descuido” o episódio no qual, em 7 de dezembro de 2015, passa uma pista sobre o caso de Lula para que a equipe do MP investigue.

Nós também entramos em contato com a assessoria do Ministério Público Federal do Paraná, que não respondeu.

Intercept Brasil

Durante a série de bloqueios que aconteceram na manhã desta sexta-feira (14), em Salvador, organizado por diversas entidades sindicais, contra a reforma da Previdência, os cortes de verbas das universidades federais e em defesa do movimento “Lula Livre”, um gerente da agência do Banco do Brasil, localizada na Avenida Sete de Setembro, foi arrastado por sindicalistas da Central Unica dos Trabalhadores (CUT) para que não entrasse na agência.

Em um vídeo, encaminhado ao Política Livre, é possível ver o gerente sendo contido pelos sindicalistas grevistas e arrastado para fora da agência. Aparentemente passando mal e ainda no chão, o gerente foi auxiliado por colegas de trabalhos que estavam no local. Novos atos estão agendados para às 15h de hoje, com saída da praça do Campo Grande até a praça Castro Alves.

Política Livre

A edição desta sexta feira (14), à noite, do Jornal Nacional  da Rede Globo de Televisão, ainda bem que tentou ‘forçar a barra’ para mostrar que a manifestação da pelegada, hoje, deu resultado e encheu as ruas do Brasil. Não conseguiu. As cenas de atos de vandalismos foram explicitas e as ruas vazias. Não empolgou.

No máximo…

O que os ‘ baderneiros’ fizeram mesmo foi proibir o TRABALHADOR de TRABALHAR. Apelaram para ‘a queima de pneus’.

Foto: Montagem

Circula notícia de que Deltan Dallagnol não quis entregar seu celular para a perícia.

Procuradores da Lava Jato ouvidos por O Antagonista garantem que até o momento não houve pedido da Polícia Federal para periciar seus telefones.

Além disso, Dallagnol está de férias com a família no exterior desde antes das matérias do Intercept.

Por enquanto, a PF está periciando os celulares de Sergio Moro e Gabriela Hardt.

O Antagonista

Um assaltante foi morto a tiro por um morador do Jardim Maria Luiza III, em Jaú (SP), na noite desta quarta-feira (12), depois de invadir a casa dele.

A polícia informou que o morador tinha autorização para a posse da arma e registrou um boletim de ocorrência como legítima defesa.

Segundo a Polícia Militar, o homem, de 39 anos, estava com uma faca quando invadiu um sobrado. O morador estava no andar de cima da residência com o filho de 6 anos, quando percebeu a invasão pelo barulho.

De acordo com a polícia, o dono da residência desceu armado e pediu que o ladrão jogasse a faca. Como ele não obedeceu, os dois entraram em luta corporal e o morador atirou duas vezes. Um tiro acertou o teto e o outro atingiu o homem.

Ainda de acordo com a PM, o homem foi socorrido e encaminhado para a Santa Casa de Jaú, mas não resistiu aos ferimentos.

O ator americano Cuba Gooding Jr foi à polícia de Nova York após ser acusado de agredir sexualmente uma mulher em Manhattan no fim de semana passado, o que ele nega.

Um porta-voz da polícia informou que o ator, de 51 anos, havia procurado as autoridades, mas não especificou a natureza dos crimes de que é acusado. Segundo veículos americanos, uma mulher denunciou o ator depois que ele apalpou seus peitos em um bar de Manhattan no domingo à noite.

Cuba Gooding Jr negou a acusação em declaração ao site de notícias sobre celebridades TMZ, que o entrevistou na terça-feira no aeroporto de Los Angeles. “Confio no sistema”, declarou. “Há uma gravação que mostra o que realmente aconteceu”.

Vários veículos americanos afirmam, além disso, que outra mulher apresentou na segunda-feira uma denúncia contra ele por fatos ocorridos em março de 2008. Ela afirma que Cuba Gooding Jr, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante em 1997, tocou suas nádegas em uma discoteca de Manhattan.