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SAÚDE

A cada dia que passa, o governador eleito Robinson Faria recebe informações a respeito de ‘máfias’ que atuam na Saúde Pública do Estado. Enfermeiros, servidores e médicos narram situações que estarrecem pela desonestidade de profissionais que atuam na área.

CÉREBRO

Uma das histórias que contaram ao futuro governador é que há profissionais que prescrevem um determinado procedimento para ser efetuado na cabeça do paciente, por exemplo. O médico chega a abrir o crânio para colocar uma placa ou cateter no cérebro. Porém, mesmo após a abertura da cabeça, a peça não é colocada, mas o médico chega a cobrar R$ 30 mil do Estado como se tivesse feito o procedimento. Merece investigação rigorosa.

JUSTIÇA

Uma situação comum na Saúde Pública ocorre em relação às decisões judiciais. O paciente busca a Justiça para obrigar o Estado a conceder determinado medicamento; o Juiz concede e sentencia o Governo a comprar o remédio; o secretário, para cumprir a decisão judicial, pede ao fornecedor que mande o medicamento para acerto posterior; a empresa manda. O problema é que a ‘facilidade’ aparente da empresa é, na verdade, um grande golpe nas finanças do Estado.

JUSTIÇA II

Como tinha que cumprir a decisão judicial com prazo estabelecido, o secretário tenta se socorrer do fornecedor, que também sabe do problema e ‘ajuda’ ao repassar o medicamento sem a natural burocracia do serviço público. O problema é quando o fornecedor vai cobrar pelo remédio. O preço é sempre bem mais alto do que o de mercado, mas a ‘facada’ da empresa não aparece como superfaturamento porque o Estado está cumprindo uma decisão judicial.

JUSTIÇA III

O correto é o Estado fazer o procedimento de sempre, com uma diferença: Já ter em mãos o valor do medicamento em pelo menos três empresas ou laboratórios diferentes. Dessa forma, atende à decisão judicial, mas não deixa a empresa ‘roubar’ o Estado com preço abusivo.

Fonte Jornal de Hoje

Texto de Tulio Lemos

Detran

Duas novas formulações de medicamentos para pacientes com aids começam a ser distribuídas esta semana pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estimativa do Ministério da Saúde é que 135 mil pessoas em tratamento para a doença sejam beneficiadas.

Uma das inovações, segundo a pasta, é o ritonavir 100 miligramas (mg) na apresentação termoestável, que poderá ser mantido em temperatura de até 30 °C. A ideia é ampliar a adesão ao tratamento e facilitar a logística de armazenamento, distribuição e dispensação. O medicamento distribuído até então exigia armazenamento em câmara fria, com temperatura entre 2 °C e 8 °C.

A rede pública também vai começar a distribuir o Tenofovir 300 mg composto com a lamivudina 300 mg em um único comprimido – o chamado 2 em 1. Atualmente, cerca de 75 mil pacientes estão em uso das chamadas monodrogas, utilizando um comprimido de Tenofovir e dois comprimidos de lamivudina 150 mg ao dia.

naruto

Em outubro a prefeitura realizou as ações referentes ao Outubro. As 23 unidades de saúde espalhadas por todo município estiveram abertas e com várias equipes da saúde promovendo os atendimentos para o público. Neste mês do novembro será a vez dos homens participarem do Novembro Azul, mês mundial de combate ao câncer de próstata.

Médicos, enfermeiros, técnicos, um conjunto de palestras, realizações de exames, testes rápidos, diagnósticos entre outros fizeram partes das ações do Outubro Rosa.

Cerca de 1.234 atendimentos foram realizados durante todo o mês nas Estratégias de Saúde da Família da cidade. Aproximadamente 165 encaminhamentos para exames de mamografia foram realizados e 400 testes rápidos de HIV e Sífilis foram feitos durante a campanha. Preventivos e orientações sobre o câncer de útero, ovário e boca também fizeram parte das atividades.

naruto

 

Brittany Maynard, a jovem americana de 29 anos que decidiu encerrar a própria vida após ser diagnosticada com um câncer incurável no cérebro, morreu no último sábado, informou a ONG Compassion & Choices (Compaixão e Escolhas, em tradução literal). “Ela morreu em paz, em sua cama, rodeada por sua família”, disse a organização, que se dedica a assessorar doentes terminais que optam pela eutanásia ou pelo suicídio assistido.

Brittany Maynard, 29 anos, em um dos vídeos nos quais falou sobre sua doença. Ela foi diagnosticada com um tumor cerebral incurável e optou pelo suicídio assistido para evitar o sofrimento

Em uma história que comoveu os Estados Unidos e o mundo, a jovem anunciou que decidiu abreviar a própria vida para não sofrer mais com as dores e convulsões causadas pelo tumor e com os fortes efeitos adversos do tratamento paliativo – o câncer estava em um estágio irreversível. “Eu rapidamente decidi que a morte com dignidade era a melhor opção para mim e para a minha família”, escreveu Brittany em um depoimento à CNN publicado em outubro.

O câncer foi descoberto em janeiro, pouco mais de um ano depois do casamento de Brittany. O tumor avançou rapidamente e com agressividade, e os médicos deram apenas mais alguns meses de vida para a jovem. Eles também explicaram que a evolução da doença provocaria um grande sofrimento antes da morte. “Nenhum tratamento salvaria a minha vida, e as terapias recomendadas destruiriam o tempo que me resta”, escreveu ela, explicando sua decisão. Ler mais…