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Categoria: Brasil

O ministro do STF Flávio Dino suspendeu a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e de outros alvos aprovada pela CPMI do INSS em votação na quinta-feira (26/2).

A decisão foi proferida após a empresária Roberta Luchsinger, também alvo de quebra de sigilo, ingressar com um mandado de segurança no Supremo pedindo a suspensão da medida.

“Ante o exposto, concedo em parte a medida liminar para suspender os efeitos do ato impugnado e o cumprimento dos ofícios respectivos ou, subsidiariamente, caso já tenham sido encaminhadas informações, determino o sobrestamento e a preservação sob sigilo pela Presidência do Senado Federal. Não há obstáculo a eventual novo procedimento no âmbito da CPMI, desta feita com análise, debate, motivação e deliberação de modo fundamentado e individualizado. A adoção desses passos e ritos deve ser devidamente registrada em ata, como atendimento do dever constitucional de motivação”, escreveu Dino.

O STF está se autodestruindo e ficando mais queimado do que bituca de cigarro em cinzeiro de motel.

Metrópoles e Informativo Atitude

A Polícia Federal prendeu o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ao deflagrar, nesta quarta-feira (4), a 3ª fase da Operação Compliance Zero, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça. A decisão incluiu um bloqueio de até R$ 22 bilhões em bens. E tem o objetivo de investigar a possível prática dos crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa.

Além de Vorcaro, outros três investigados são alvos de mandados de prisão preventiva pela PF, incluindo ordens de afastamento de cargos públicos e o cumprimento de 15 mandados de busca e apreensão, nos estados de São Paulo e Minas Gerais.

A PF disse que as investigações contaram com o apoio do Banco Central do Brasil, que liquidou o Master, em novembro de 2025. E justificou que o bloqueio bilionário de bens tem o objetivo de interromper a movimentação de ativos vinculados ao grupo investigado e preservar valores potencialmente relacionados às práticas ilícitas apuradas.

Diário do Poder 

Uma aposta de Eusébio (CE) acertou sozinha as seis dezenas do concurso 2.979 da Mega-Sena, realizado nesta terça-feira (3). O vencedor irá receber o prêmio de R$ 158.039.482,14.

Os números sorteados foram: 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53

128 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 38.728,95 cada.

7.902 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 1.034,09 cada.

O próximo concurso irá distribuir um prêmio de R$ 45 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio será realizado na quinta-feira (5).

Agência Brasil

Foto: Rosinei Coutinho/Divulgação STF

O Supremo Tribunal Federal, o governo federal e o Congresso Nacional discutem a possibilidade de reajustar o teto constitucional como forma de compensar o fim dos chamados “penduricalhos” nos salários do funcionalismo. A proposta integra uma regra de transição após decisões do STF que barraram supersalários e antes da edição de uma lei nacional para disciplinar o tema.

A hipótese enfrenta resistência no governo Luiz Inácio Lula da Silva, especialmente na equipe econômica, que considera a medida inviável. No Congresso e no Judiciário, porém, o tema não é descartado, diante da pressão da magistratura. Em ano eleitoral, líderes admitem que um aumento seria impopular e, por isso, não valeria para 2026.

Elevar o teto significa reajustar o salário dos ministros do STF — hoje em R$ 46,3 mil — o que geraria efeito cascata em todo o serviço público. O último aumento foi aprovado em 2022. Paralelamente, ministros como Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderam verbas que ultrapassavam o teto.

Uma comissão criada pelo ministro Edson Fachin busca construir uma solução “coordenada e fiscalmente responsável”, que pode incluir lei nacional e regras mais rígidas para evitar pagamentos acima do limite constitucional.

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, revelou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e outras autoridades fizeram uma proposta de acordo para enterrar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o caso do Banco Master. O acordo foi rejeitado.

“Eles querem votar a dosimetria, desde que não faça a CPI do Banco Master no Senado”, revelou Valdemar. “O Alcolumbre é um deles”, explicou o presidente do PL, que diz que o presidente do Senado é uma das autoridades que não querem criar a CPI, que “atinge meio mundo”, garante o dirigente partidário. Valdemar rejeitou o acordo pois “não tem condições”.

A “dosimetria” é a proposta que começou como anistia aos presos e condenados pelo 8 de janeiro e foi transformada em um projeto para atenuar as penas distribuídas. “Eles já fizeram vários acordos conosco para votar a dosimetria, tudo mais, e não conseguem cumprir”, afirmou Valdemar ao programa Canal Livre, da TV Band.

“A CPI do Banco Master vai parar o Brasil”, aposta o presidente do PL Assista aqui a entrevista de Valdemar Costa Neto ao Canal Livre, na íntegra.

O presidente do PL acredita que a CPI revelaria um esquema de proporções inimagináveis. “Isso pode virar o mundo de ponta-cabeça. A gente nem sabe o que está por vir”, declarou, dizendo também que prefeituras e estados podem estar envolvidos na compra de títulos e ações do banco. Valdemar disse ter recebido informações sobre prefeitos sendo pressionados a investir no Banco Master.

Foto: Reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira, 2, um requerimento de urgência para a tramitação de um projeto de lei que visa coibir a classificação “indevida ou imoral” de sigilo sobre informações do governo relacionadas a despesas públicas.

O texto é de autoria do deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS). Nas redes sociais, o parlamentar sustenta que “a farra dos sigilos de Lula precisa acabar” e que o projeto “acaba com os sigilos por parte do governo federal”.

A proposta mexe na Lei de Acesso à Informação (LAI) e veda a classificação como informação sigilosa as despesas públicas individualizadas custeadas com recursos públicos, “salvo quando houver risco concreto e atual à segurança da sociedade ou do Estado, devidamente comprovado por teste de dano, a ser publicado junto com a decisão da classificação”.

O projeto estipula que “não poderá ser negado acesso à informação necessária à tutela judicial ou administrativa de direitos fundamentais ou à fiscalização e ao controle pelo Congresso Nacional, ou por qualquer das suas Casas e suas comissões”.

O texto também estipula que “as informações classificadas em qualquer grau de sigilo serão compartilhadas com o Congresso Nacional ou com qualquer das suas Casas, mediante requerimento de suas respectivas comissões ou Mesas Diretoras, observado o tratamento e a guarda compatíveis com o grau de sigilo”.

Fica definido ainda que “o Congresso Nacional poderá, a qualquer tempo, no exercício de suas competências constitucionais de fiscalização e controle, revisar a classificação das informações”.

Istoé

A estratégia para defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, será sustentar que a lobista Roberta Luchsinger utilizava o nome do filho mais velho do presidente sem autorização para fechar negócios com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Além de se distanciar de Luchsinger, a defesa também pretende atribuir responsabilidades ao sócio de Lulinha, Kalil Bittar, e à publicitária Danielle Miranda Fonteles para reforçar que seu nome foi usado para abrir portas sem seu consentimento.

Como revelou a coluna, dois ex-integrantes do alto escalão do INSS firmaram acordo de delação premiada e relataram o suposto envolvimento de Lulinha no esquema. O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico do empresário.

A coluna mostrou ainda que Lulinha viajou com o Careca do INSS em deslocamento custeado pelo operador, que arcou com as passagens e demais despesas. À época, a defesa alegou que o fato de ambos estarem no mesmo voo não significava que tivessem viajado juntos — versão contrariada por documentos que registram a emissão dos bilhetes.

A viagem ocorreu em novembro do ano passado. Relatórios da Polícia Federal detalham inclusive as poltronas ocupadas: o Careca do INSS estava no assento 3A; Lulinha, no 6J. Ambos na primeira classe e em lugares de janela. Diante dos documentos e do avanço das investigações, a nova versão é que eles viajaram, mas não fecharam nenhum negócio.

Quem é a lobista que Lulinha acusa de ser elo com Careca do INSS
Roberta Luchsinger foi alvo de mandado de busca e apreensão em 18 de dezembro por seu envolvimento com o Careca do INSS.

Como mostrou a coluna, a proximidade dela com a família do filho do presidente é tanta que Luchsinger tem uma tatuagem de “melhores amigas” com Renata Abreu Moreira, esposa de Fábio Luís Lula da Silva.

A lobista também divide uma mansão no Lago Sul, área nobre de Brasília, com Lulinha. Após a saída dele do Brasil para Madri, é Roberta quem passou a morar na casa antes frequentada pelo filho do presidente nas suas viiagens para capital. Na mansão, Lulinha teve reuniões com Careca do INSS e costumava fazer festinhas regadas a bebidas, segundo apurou a coluna.

“Minha bff e eu eternizadas na pele e no coração! Love u”, escreveu Luchsinger em publicação no Instagram, em 30 de março de 2024 na qual mostrou. A sigla “bff” significa “best friends forever” (“melhores amigas para sempre”).

Principal doadora da campanha de Lula
Neta de um ex-acionista do banco Credit Suisse, a lobista foi uma das principais doadoras da campanha presidencial de 2022. Segundo colaborador da Polícia Federal, ela teria intermediado a aproximação entre o filho do presidente e o Careca do INSS na prospecção de negócio envolvendo a venda de canabidiol ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Para a PF, Luchsinger é “integrante vinculada ao núcleo político da organização criminosa liderada por Antônio Carlos Camilo Antunes”. A corporação solicitou o monitoramento dela por tornozeleira eletrônica, mas o pedido foi negado por Mendonça. Em contrapartida, o ministro determinou a entrega do passaporte e proibiu sua saída do país.

“Sua atuação se revela essencial para a ocultação de patrimônio, movimentação de valores e gestão de contas bancárias e estruturas empresariais utilizadas como instrumentos de lavagem de capitais”, registra trecho da decisão.

No despacho, Mendonça reproduziu áudio de WhatsApp enviado por Luchsinger ao Careca do INSS, no qual há menção direta a Lulinha: “Na época do Fábio falaram de Friboi, de um monte de coisa o (sic) maior… igual agora com você”, diz a mensagem de 5 de maio de 2025.

A referência remete a boato que circulou nas redes sociais em 2015, atribuindo falsamente a Lulinha a propriedade da marca de carnes Friboi. A empresa pertence, na realidade, ao frigorífico JBS, dos irmãos Wesley e Joesley Batista.

Andreza Matais – Metrópoles

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Foto: Kebec Nogueira

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (2/3), para se manifestar após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A decisão foi proferida na tarde desta segunda. Bolsonaro está preso na Papudinha, em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses. No início do ano, a defesa já havia solicitado a conversão da pena para o regime domiciliar.

Em publicação no próprio perfil, Michelle lamentou o resultado e classificou a situação como “muito triste”. Segundo ela, o momento faz parte de um propósito maior.

“Muito triste toda essa injustiça… Dias difíceis… Não perdi a fé e creio que tudo está no controle de Deus e que não há mal que dure para sempre”, escreveu.
A ex-primeira-dama afirmou ainda que o ex-presidente “tem um desígnio aqui na Terra” e que o que ele vive atualmente “não muda o que Deus já preparou para o seu futuro”. “O amanhã pertence somente a Deus, e Ele continua escrevendo a sua história, meu amor”, declarou.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece empatado tecnicamente com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), em possíveis cenários de segundo turno na disputa pelo Planalto. É o que mostra levantamento divulgado pelo instituto Real Time Big Data nesta terça-feira (3).

Numa eventual disputa contra o primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula tem 42% das intenções de voto, enquanto Flávio marca 41%. Votos em branco e nulos somam 10%. Outros 7% não souberam responder.

Já em simulação contra o governador paranaense, Lula surge com 43% das intenções de voto, ante 39% de Ratinho Junior. Votos em branco e nulos são 11%. Outros 7% não souberam responder.

Metodologia
Foram entrevistadas 2.000 pessoas, entre os dias 28 de fevereiro e 2 de março, em todo o território nacional.

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR09353/2026.

CNN Brasil

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Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta segunda-feira, 2, o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para que fosse concedida prisão domiciliar humanitária ao político.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia se manifestado, no último dia 20 de fevereiro, pela rejeição do pedido.

A defesa alegou que Bolsonaro apresenta um quadro clínico complexo, com múltiplas comorbidades, e pediu a conversão da pena para prisão domiciliar por razões humanitárias.

No entanto, Moraes concluiu que não estão presentes os requisitos exigidos pela jurisprudência da Corte para esse tipo de benefício.

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