Brasil - Informativo Atitude - Page 3

Categoria: Brasil

Foto: Ricardo Stuckert e Reprodução/Redes sociais

Perfis que cobrem o universo Sertanejo no Brasil afirmam que o cantor Gusttavo Lima teria recusado um convite para almoço com Lula e outros artistas do gênero musical.

Em um movimento estratégico para fortalecer laços com o agronegócio e o público amante da música sertaneja, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou diversos cantores do gênero para um almoço. Quem estaria trabalhando nos bastidores para a realização do encontro é o senador Jorge Kajuru (PSB-GO).

Entre os convidados estavam nomes renomados da música sertaneja, como Leonardo, que já convenceu as duplas Bruno e Marrone e Chitãozinho & Xororó, segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

No entanto, um dos nomes mais proeminentes do sertanejo contemporâneo, Gusttavo Lima, recusou o convite. O Embaixador, que tem um claro posicionamento político conservador, decidiu não participar do encontro, refletindo sua distância das políticas do governo Lula.

Com informações de Conceito Sertanejo e Lauro Jardim, O Globo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, afirmou nesta sexta-feira (28) que os juízes da Corte estão “metidos em muita coisa”, mas que essa é uma consequência da “conflagração da sociedade”, e não da atuação dos próprios membros do tribunal.

A fala de Dino durante o Fórum de Lisboa, evento organizado pelo IDP, a faculdade de Direito fundada por Gilmar Mendes, ocorre dois dias depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizer que o “Supremo não tem que se meter em tudo”, após a Corte decidir pela descriminalização do porte de maconha para consumo pessoal.

Eu diria que nós estamos metidos em muita coisa exatamente em face dessa conflagração que marca a sociedade brasileira, mas não só neste momento não tão glorioso das democracias no Ocidente”, concluiu o ministro.

Os ministros Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, presidente da Suprema Corte, também comentaram a declaração de Lula.

Na avaliação de Gilmar, o presidente estaria “fazendo uma autocrítica do próprio sistema”. “Eu já disse que o Supremo não tem uma banca pedindo causas para lá. Na verdade, são as pessoas que provocam”, afirmou o ministro.

Já Barroso defendeu que o petista tem “liberdade de expressão” para opinar.

“O presidente tem liberdade de expressão, como todas as pessoas. Se ele emitiu a opinião dele, merece respeito e consideração. O Supremo cumpre o papel que lhe cabe cumprir.”

Dino também falou que há dificuldade no debate de temas no Congresso e isso leva a ações extremas, que envolvem até confrontos físicos como método de disputa política.

Essa falta de ambiente para debate, prosseguiu Dino, leva a uma sobrecarga do Supremo nas respostas às demandas constitucionais.

O ministro afirmou ainda que a “era do extremismo faz com que a funcionalidade e a eficiência da política seja posta em xeque”.

CNN

Foto: Cezaro de Luca/AFP

O fortalecimento da candidatura de Donald Trump após o debate presidencial americano, na quinta-feira (27), aumentou a preocupação no Palácio do Planalto com as consequências para o presidente Lula (PT) de uma possível volta do republicano à Casa Branca.

A principal avaliação entre auxiliares do petista é que o eventual retorno de Trump significaria um empoderamento da extrema direita no Brasil e do bolsonarismo, com risco de impacto até mesmo sobre o STF (Supremo Tribunal Federal).

Na noite de quinta, Joe Biden e Trump se enfrentaram no primeiro debate das eleições presidenciais dos Estados Unidos, nos estúdios da emissora CNN, em Atlanta.

Em um embate tenso, Trump encurralou Biden de maneira enérgica em temas-chave para o eleitorado americano, como imigração, guerras nas quais os EUA se envolveram nos últimos anos, a gestão da pandemia da Covid-19 e o aborto. O desempenho ruim do democrata aumentou a pressão para que ele desista de concorrer.

Folha de S. Paulo

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes disse nesta sexta-feira (28) que uma eventual anistia para perdoar os crimes cometidos pelos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023 pode ser revista posteriormente pela corte. “Vamos aguardar. Quem admite ou não anistia é a Constituição Federal, e quem interpreta a Constituição é o Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

As declarações dele foram dadas durante entrevista à imprensa no 12º Fórum de Lisboa, em Portugal. Na ocasião, Moraes voltou a defender que as plataformas digitais sejam regulamentadas.

“Não existe mais nenhuma dúvida de que as redes sociais, as big techs precisam ser regulamentadas e responsabilizadas. A União Europeia, o ano passado, aprovou duas leis importantíssimas exatamente para isso. Não há no mundo, e historicamente, nenhum setor importante para a sociedade que não seja regulamentado”, comentou.

As declarações dele foram dadas durante entrevista à imprensa no 12º Fórum de Lisboa, em Portugal. Na ocasião, Moraes voltou a defender que as plataformas digitais sejam regulamentadas.

“Não existe mais nenhuma dúvida de que as redes sociais, as big techs precisam ser regulamentadas e responsabilizadas. A União Europeia, o ano passado, aprovou duas leis importantíssimas exatamente para isso. Não há no mundo, e historicamente, nenhum setor importante para a sociedade que não seja regulamentado”, comentou.

De acordo com o ministro, “é absurdo que as big techs continuem sendo uma terra sem lei, atingindo e sendo instrumentalizadas contra a democracia, sendo instrumentalizadas contra a dignidade das pessoas”.

“Há estudos já, tanto na Europa, quanto nos Estados Unidos, de que os suicídios de jovens aumentaram de 15% a 20% em virtude do bullying digital. Então, é obrigatório a partir de agora que todos os países regulamentem isso”, completou.

R7

EFEITO INVERSO

O governo Lula pressionou deputados da Comissão de Segurança, até seu presidente, Alberto Fraga (PL-DF), para barrar projeto que aumenta pena de crimes contra segurança privada. A comissão ignorou e aprovou.

PEDE PRA SAIR, MANÉ

Secretário-Geral da Presidência, Márcio Macedo não é recebido por Lula desde antes da bronca pública que tomou no ato de 1º de Maio, em São Paulo. Lula tentou responsabilizá-lo por fiasco que era todo dele. Apesar das humilhações, Macedo não tem a dignidade de pedir demissão.

FUMAÇA NO ALVORADA

A senadora Damares Alves (Rep-DF) não se surpreendeu com o silêncio de Lula sobre o Pantanal e o Cerrado em chamas, logo ele, que sempre tinha uma lacração loroteira para os incêndios da Amazônia.

AUTOFAGIA SINISTRA

Enquanto o fogo devasta o Pantanal e o Cerrado, servidores federais ambientais fazem greve, em demonstração comovente de “patriotismo” e “compromisso” coma causa. Eles fazem greve em 21 estados.

SEM CABIMENTO

Descriminalização da posse de drogas repercutiu na oposição, que protestou contra a decisão do STF. O deputado Zé Trovão (PL-SC), considera esta a decisão “mais descabida” da Suprema Corte.

A VOZ DA RAZÃO

“Nós não somos Juízes eleitos. O Brasil não tem governo de Juízes”, diz Luiz Fux em votação sobre porte de maconha no STF.

Na visão do ministro, decisões sobre questões polêmicas são levadas ao Judiciário para evitar desgaste eleitoral.

“Num Estado Democrático, a instância maior é o Parlamento”, prosseguiu Fux.

Pela primeira vez, um Ministro do Supremo reconhece que a corte vem cometendo excessos e ultrapassando suas competências.

 

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criou uma comissão especial para analisar a PEC das Drogas na Casa. O texto, já aprovado pelo Senado, criminaliza o porte e a posse de qualquer quantidade de drogas e a comissão acabou sendo oficializada nesta terça-feira (25/6), em edição extra do Diário Oficial da Câmara, após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir pela descriminalização do porte de maconha para o consumo individual.

A chamada PEC das Drogas é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 45/2023, que altera o art. 5° da Constituição Federal para prever como mandado de criminalização a posse e o porte de entorpecentes e drogas afins sem autorização ou em desacordo com determinação legal. Ao usuário, a proposta aponta aplicação de penas alternativas à prisão e tratamento contra a dependência química.

A comissão oficializada por Lira terá 34 membros titulares e 34 suplentes. A PEC tem a assinatura do próprio presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que criticou, mais cedo nesta terça, a decisão do STF. Deputados federais também usaram o plenário da Câmara para pressionar pelo avanço da Proposta de Emenda à Constituição.

Metrópoles

Os leilões de carros afetados pelas chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul, com valores variando entre 45% e 60% do preço da Tabela Fipe, devem vender até 5 mil veículos. Esses automóveis são leiloados após os proprietários acionarem o seguro, que paga a indenização e fica com o bem.

Uma empresa do setor em Nova Santa Rita fez essa estimativa. Em junho, o primeiro leilão comercializou 111 veículos danificados pela enchente, e a expectativa é de que as vendas aumentem nos próximos meses.

De acordo com o portal G1, antes de serem leiloados, os veículos passam por uma limpeza e preparação, que pode incluir a remoção do óleo, entre outros procedimentos. Diversos compradores, com diferentes intenções, se interessam por esses carros, seja para revenda ou outros fins. Após a compra, o responsável pode retirar o veículo do depósito.

A empresa em Nova Santa Rita, que administra o caso, possui um estoque de seis mil carros. Os compradores podem ser indivíduos ou empresas, independentemente de serem experientes no setor.

Foto: Arquivo/Agência Brasil

O ministro aposentado do STF (Supremo Tribunal Federal) Joaquim Barbosa utilizou as redes sociais para criticar o presidente Lula (PT), em quem declarou voto nas eleições de 2022, nesta segunda-feira (24).

Ele afirmou que o mandatário é “omisso em muitas questões, em cima do muro em outras”, o chamou de conservador “à la carte” e citou incapacidade do petista de “liderar o país” em várias áreas, sem especificar alguma delas.

A declaração vem na esteira da crise na articulação política do Palácio do Planalto e as derrotas no Congresso Nacional, inclusive em temas da chamada “pauta de costumes”, como o projeto de lei antiaborto por estupro, que teve urgência aprovada há duas semanas, mas saiu de discussão após repercussão negativa.

Ele disse ainda que o Legislativo é retrógrado e omisso, e afirmou que, em muitas “questões de sociedade”, o país “é acéfalo”.

“Poderíamos avançar significativamente se o natural poder de liderança e persuasão conferido ao ocupante da cadeira presidencial fosse inteligentemente usado para fazer avançar certas pautas que nos colocam na ‘vanguarda do obscurantismo’”, concluiu o magistrado aposentado.

A última vez em que Barbosa mencionou o presidente diretamente nas redes tinha sido em outubro de 2022, o congratulando pelo resultado do pleito contra o então ocupante da cadeira presidencial, Jair Bolsonaro (PL).

“Venceram a democracia, a civilidade, a reverência às normas consensualmente estabelecidas para reger o bom funcionamento da sociedade. Parabéns a Lula, a [Geraldo] Alckmin e aos governadores democraticamente eleitos neste domingo. E, claro, ao povo brasileiro”, disse à época.

Ele ainda disse que saiam de cena elementos como “o grotesco, a barbárie e a intimidação”, além da violação das leis e da Constituição como elementos de exercício do poder.

Barbosa foi indicado à cadeira na corte pelo próprio Lula em 2003, mas depois tornou-se algoz do PT. Presidiu o STF e foi relator da ação penal do mensalão, processo que levou à prisão antigos líderes petistas, como José Dirceu e José Genoíno, em 2013. Aposentou-se em 2014.

Em 2018, foi cotado a candidato presidencial pelo PSB, mas optou por não concorrer à vaga alegando haver motivos pessoais para não disputar a eleição. Em 2022, desfiliou-se da legenda.

Fonte: Folha de São Paulo

Ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid disse à Polícia Federal que teria entregado uma parte do dinheiro da venda das joias em mãos ao ex-presidente durante uma viagem oficial a Nova York.

A notícia é do Metrópoles e foi destaque no Jornal das 6 (assista no link acima).Os recursos teriam sido entregues em espécie em setembro de 2022, quando Bolsonaro estava na cidade americana para fazer aquele que seria seu último discurso como presidente brasileiro na Assembleia Geral da ONU.

O dinheiro, de acordo com o relato de Cid à PF, seria referente a relógios de luxo recebidos por Bolsonaro de autoridades estrangeiras e vendidos pelo próprio tenente-coronel nos Estados Unidos em 2022.

Segundo fontes da PF, o ex-ajudante de ordens contou que os relógios teriam sido vendidos por cerca de US$ 68 mil e que o dinheiro da venda foi depositado em uma conta do pai dele, o general da reserva Mauro Lourena Cid.

À época, o general reformado morava em Miami, onde ele comandou o escritório da Agência Brasileira de Promoção e Exportações e Investimentos (Apex) durante o governo Bolsonaro.

Em depoimento aos investigadores, Mauro Cid contou que, após a venda dos relógios, seu pai teria sacado os US$ 68 mil de forma parcelada, porque o limite para os saques nas máquinas de caixa eletrônico seria baixo.

Com parte do dinheiro em mãos, Lourena Cid teria viajado, em setembro de 2022, de Miami a Nova York. Na cidade, encontrou com o filho, que acompanhava Bolsonaro na viagem oficial para o evento da ONU.

Em relato à Polícia Federal, o ex-ajudante de ordens afirmou que teria recebido parte do dinheiro da venda dos relógios das mãos de seu pai e repassado os dólares em espécie diretamente para Bolsonaro em Nova York.

A versão foi dada por Mauro Cid na série de depoimentos que ele deu à Polícia Federal ao longo dos últimos meses e reforçada pelo ex-ajudante de ordens na oitiva ocorrida na terça-feira (18/6).

Ao investigadores Cid disse que, na reta final do governo, o próprio Bolsonaro teria pedido para vender alguns presentes que considerava de seu acervo pessoal e que, por isso, achava que poderiam ser comercializados.

Cid: Bolsonaro recebeu parte do dinheiro em Orlando

Nos depoimentos, Cid disse ainda à PF que outra parte do dinheiro da venda dos relógios teria sido entregue ao ex-presidente já em 2023 em Orlando, cidade americana onde Bolsonaro se refugiou após deixar o governo.

Os recursos, segundo o relato de Cid, teriam sido entregues por seu pai ao segundo-tenente Osmar Crivelatti, que foi ajudante de ordens de Bolsonaro no Planalto e continuou como assessor dele após o término do governo.

Crivelatti, então, teria sido o responsável por repassar o dinheiro, também em espécie, a Bolsonaro em Orlando. O ex-presidente ficou nos Estados Unidos de 30 de dezembro de 2022 a 29 de março de 2023.

Defesa de Bolsonaro nega

Procurado, o advogado e assessor de imprensa de Bolsonaro, Fábio Wajngarten, disse à coluna que o ex-presidente nega com veemência ter mandado vender ou recebido dinheiro referente à suposta venda de joias.

Para Wajngarten, Mauro Cid foi pressionado a fechar o acordo de delação premiada com a PF porque estava preso à época, sem poder sequer receber familiares. “Quem acusa tem que provar”, afirmou o advogado.

O assessor sustentou ainda que Bolsonaro não costumava ter acesso aos presentes que recebia no exterior. Prova disso, diz, seriam os dois conjuntos de joias trazidos por uma comitiva do ex-ministro Bento Albuquerque.

Conforme o jornal o Estado de S. Paulo noticiou em março de 2023, a comitiva tentou entrar no Brasil em outubro de 2021 com dois conjuntos de joias enviados pelo governo da Arábia Saudita a Bolsonaro.

Os estojos foram transportados em mochilas de assessores do então ministro. Um deles passou sem ser percebido pelas autoridades. Já o outro foi apreendido pela Receita Federal no Aeroporto de Guarulhos.

Segundo Wajngarten, Bolsonaro só teria tomado conhecimento dos dois conjuntos 14 meses depois. “Se os dois conjuntos tivessem passado, será que teriam chegado ao presidente?”, questionou o assessor.

Foto: Fábio Nunes/Divulgação

O cantor e compositor sertanejo Chrystian, que fez dupla com o irmão Ralf, morreu na noite desta quarta-feira (19), no Hospital Samaritano, em São Paulo, onde estava internado desde o início da manhã. Ele fazia tratamento para enfrentar problemas renais e cardíacos.

“Chrystian dedicou 60 anos de sua vida à música sertaneja, construindo uma carreira brilhante e marcada por inúmeros sucessos”, diz nota divulgada pela família. “Sua voz inconfundível e sua paixão pela música trouxeram alegria e emoção aos fãs em todo o Brasil”.

Nascido em Goiânia, começou a carreira musical ainda na infância, quando acompanhava os pais e um tio em serestas. Apresentou programa infantil, ainda na cidade natal, e, ao chegar em São Paulo ao lado do pai, teve a ajuda de Roberto Carlos para iniciar a nova vida.

O artista começou uma carreira solo em 2021, após 40 anos de dupla com o irmão, com um intervalo de dois anos depois de um rompimento. Com Ralf, gravou sucessos como “Saudade”, “Ausência”, “Chora Peito” e “Nova York”. Teve composições cantadas por artistas como Leonardo e Marília Mendonça.

Folha de S. Paulo