fevereiro, 2024 - Informativo Atitude - Page 2

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) depôs na sede da Polícia Federal em São Paulo na tarde desta 3ª feira (27.fev.2024) e negou ter importunado uma baleia durante uma viagem ao litoral de São Paulo. Segundo a defesa, o depoimento foi “tranquilo”, o ex-chefe do Executivo respondeu a todas as perguntas feitas pelos investigadores e ficou constatado que não houve crime.

“O depoimento foi tranquilo. O presidente então explicou como foi a situação, ficou claramente constatado, assim como no primeiro parecer do Ministério Público, que não houve importunação, não houve nenhuma das hipóteses do tipo penal que estão querendo imputar o presidente em razão do avistamento da baleia”, afirmou Daniel Tesser, advogado de Bolsonaro.

O caso se deu em fevereiro de 2023, quando o ex-presidente viajou para São Sebastião, litoral norte de São Paulo. Bolsonaro foi flagrado a menos de 15 metros de uma baleia jubarte enquanto andava de jet-ski. Sobre o vídeo, a defesa do ex-presidente disse que ele não sabia da proibição.

“Você não consegue controlar um animal daquele tamanho que surge e emerge da água, de baixo. O presidente tomou todas as precauções a partir do momento que avistou a baleia. O que a lei determina foi cumprida. Ele também nem sabia que tinha essa proibição, mas mesmo assim tomou todos os cuidados necessários para não criar nenhum tipo de interferência ou moléstia ao animal”, disse Tesser.

Além de Bolsonaro, o advogado e ex-secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, prestou depoimento a PF no mesmo inquérito e na mesma sala utilizada pelo ex-presidente. Afirmou que estava distante do animal e o depoimento é um ato de provocação.

“Estava auxiliando uma embarcação que teve pane de motor porque aspirou areia. Doutor Kuntz deixou consignado no depoimento que é mais um ato, mais uma provocação por meramente eu estar ao lado do presidente Bolsonaro na sua defesa”, disse o ex-secretário.

Essa é a 7ª vez que Bolsonaro presta depoimento à PF desde que deixou a presidência. Já deu explicações sobre o 8 de Janeiro, a suspeita de golpe de Estado, o apoio de empresários em acampamentos nos quartéis-generais, as joias sauditas e a adulteração de cartões de vacinação.

Integrantes do governo Lula (PT) reconhecem nos bastidores que Jair Bolsonaro (PL) surpreendeu ao mobilizar aliados, como governadores e prefeitos, durante o ato que reuniu milhares de pessoas na avenida Paulista, em São Paulo, no último domingo (25).

Alguns auxiliares de Lula afirmam terem ficado surpresos com a presença de políticos que vinham apresentando sinais de moderação ou que vinham mantendo um canal de diálogo com o Palácio do Planalto.

Diante desse diagnóstico, a equipe de Lula adotou a estratégia de ignorar ou pelo menos minimizar os impactos da manifestação.

Nesta segunda-feira (26), um dia após o ato na capital paulista, integrantes do governo Lula desviaram do tema. A intenção é não dar mais visibilidade para a manifestação bolsonarista.

O presidente Lula evitou responder uma pergunta de jornalista sobre o assunto.Já o ministro Paulo Pimenta (Secretaria de Comunicação Social da Presidência) buscou minimizar a situação, afirmando que esteve mais preocupado com a rodada do futebol no domingo do que com o protesto.

“Só sei que os vermelhos ganharam tudo ontem. O Liverpool ganhou, o Inter ganhou, o Flamengo ganhou. Só deu vermelho ontem”, afirmou.

Rui Costa (Casa Civil) apenas disse que a mobilização esteve aquém do que era esperado pelos organizadores e que grande parte das pessoas que estavam lá seguiu o chamado de pastores religiosos.

Ele também ironizou que a maior surpresa foi um suposto reconhecimento de cometimento de crime por Bolsonaro durante seu discurso.

Interlocutores de Lula dizem que era natural uma reação de Bolsonaro diante das investigações da Polícia Federal. Eles também destacam que o ex-presidente ainda detém um considerável capital político.

Mas ponderam que desde o início estava claro que essa demonstração de força não teria o poder de mudar o curso das apurações em curso contra o ex-presidente.

Por outro lado, pessoas próximas a Lula manifestaram contrariedade com alguns integrantes da classe política que marcaram presença na manifestação.

A principal preocupação foi com lideranças políticas que eram consideradas, pelo Planalto, mais pragmáticas e distantes do bolsonarismo mais ideológico. Um conselheiro do presidente afirmou que alguns “optaram por estar em um lado” e esse lado é o “dessa organização criminosa”.

A fala reflete um sentimento de que havia esperança de que o ato fosse mais esvaziado de nomes políticos de peso.

Uma das surpresas negativas para a equipe de Lula foi a presença do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que nos últimos meses manteve diálogo com o governo federal para avançar projetos de interesse de seu estado.

Também chamou a atenção a postura de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Por um lado, a sua participação era esperada, considerando que ele foi eleito com o apoio de Bolsonaro e a manifestação ocorreu em São Paulo. Por outro, auxiliares do petista não contavam com uma posição de destaque para Tarcísio e muito menos um discurso lembrando o “legado” de Bolsonaro e com críticas indiretas a Lula.

“Um presidente que sempre respeitou Israel e a luta de seu povo”, afirmou o governador, numa fala que foi lida como uma estocada em Lula. O Brasil vive atualmente uma crise diplomática com Israel, após Lula ter comparado a ação militar israelense na Faixa de Gaza com o Holocausto.

Além de Tarcísio e Caiado, participaram os governadores de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), além da vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Outro participante foi o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que busca a reeleição.

O Palácio do Planalto afirma nos bastidores que não pretende mudar a relação que mantém com esses governadores, mesmo após a participação na manifestação.

Assessores de Lula buscam novamente minimizar a questão, lembrando que Bolsonaro fez um grande esforço no segundo semestre do ano passado mas não conseguiu barrar a tramitação e a aprovação da reforma tributária.

Segundo esses auxiliares de Lula, fatos como esse mostram a real força do bolsonarismo, e não uma foto com aliados em uma manifestação.

A manifestação agora de Bolsonaro acontece justamente no momento em que avançam as investigações contra ele e seus aliados a respeito de uma trama golpista para mantê-lo no poder.

Acuado pelas investigações, Bolsonaro buscou maneirar um pouco no tom de sua fala. Não desferiu a sua tradicional agressividade contra o STF, falou em pacificação, disse que as eleições presidenciais de 2022 eram “página virada da nossa história” e pediu anistia aos presos pelo ataque golpista de 8 de janeiro de 2023.

O ex-presidente também negou a existência de uma trama golpista. “O que é golpe? É tanque na rua, é arma, conspiração. Nada disso foi feito no Brasil”, disse. “Agora o golpe é porque tem uma minuta do decreto de estado de defesa. Golpe usando a Constituição? Tenha paciência”, afirmou o ex-presidente diante de seus apoiadores.

As críticas à manifestação foram verbalizadas sobretudo por membros do PT, que rebateram a defesa feita por Bolsonaro de que o Parlamento aprove um projeto para anistiar condenados por participação no 8 de janeiro.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), rechaçou essa hipótese, assim como o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). “Não pode ter anistia. Não vamos dar anistia para quem cometeu crime contra a democracia”, disse Guimarães.

O deputado também reclamou da participação de governadores no ato na avenida Paulista e disse que eles são “cúmplices de uma tentativa de golpe”.

Folha de São Paulo

 

“Nós não podemos nos enganar. Nós não podemos baixar a guarda… Não podemos dar um de [Kleber] Bambam contra o Popó – que durou 36 segundos. Nós temos que ficar alerta e fortalecer a democracia. Fortalecer as instituições e regulamentar o que precisa ser regulamentado”, afirmou.

“Nós não podemos cair nesse discurso fácil, de que regulamentar as redes sociais é ser contra a liberdade de expressão. Isso é um discurso mentiroso e pretende propagar e continuar propagando o discurso de ódio, a lavagem cerebral que é feita em milhões e milhões de pessoas”, continuou.

Alexandre de Moraes ainda defendeu que as big techs sejam responsabilizadas por crimes cometidos por usuários nas redes sociais. Para o ministro, é preciso “garantir que as redes sociais não sejam terra de ninguém”.

“Nem mais, nem menos do que ocorre no mundo real. Talvez vocês não saibam, mas a empresa que mais fatura no mundo e no Brasil com publicidade é o Google. Mas o Google é taxado como empresa de tecnologia. Então, não tem responsabilidade alguma. Isso é um absurdo. E a resposta das big techs é: ‘Nós só somos depósito de textos, vídeos, artigos”, criticou.

Poder 360

FIM DO MONOPÓLIO

Após multidão lotar a Avenida Paulista em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) avalia que a esquerda se recente por não ser dona das ruas, “o povo agora é dono de si mesmo”.

VAI QUE É TUA, LULA

O vereador Rubinho Nunes (União-SP) aproveitou a avenida Paulista lotada para tirar sarro de Lula, “o descondenado teve que cancelar as lives semanais porque não conseguia colocar 5 mil pessoas ao vivo”.

MINISTRO DESPROPORCIONAL

Ocupante de cargo desproporcional de ministro, Silvio Almeida (Direitos Humanos) atacou Israel pela reação “desproporcional” aos terroristas. Não explicou se seria “proporcional” matar velhos e bebês, usar cabeças humanas como bola de futebol, executar brasileiros, estuprar…

À BEIRA DE UM ATAQUE

A manifestação na Avenida Paulista fez muitos no governo, no STF e até mídia começarem a semana nervosos, tensos, cuspindo marimbondos de fogo. Talvez tenha sido esse o maior êxito do ex-presidente.

MINUTA RIDÍCULA 

O senador Hamilton Mourão (Rep-RS) negou que tenha havido “tentativa de golpe de Estado”, conforme versão dos adversários de Jair Bolsonaro (PL), e ironizou a suspeita. “Nunca vi golpe de Estado com minuta”, disse ele, “isso para mim é ridículo”. Durante entrevista ao podcast do Diário do Poder, Mourão lembrou que golpe foi o que tentou o coronel Hugo Chávez na Venezuela, em 1992, quando atacou o palácio presidencial, a casa do presidente com sua família lá dentro, “inclusive matou gente”.

SEM CHANCE

“Para mim, não houve tentativa de golpe de Estado, nem da parte do presidente e nem das conversas que ali ocorreram”, explicou Mourão.

TÁTICA ‘MAGISTRAL’

Ele chamou atenção para a tática (“magistral”, ironizou) de apreender celulares e divulgar mensagens privadas, jogando uns contra os outros.

NINGUÉM SOBREVIVE

“Você pega o celular de uma pessoa e escarafuncha por dois meses, quem sobrevive?”, pergunta o general da reserva do Exército.

COMPROMISSO FAMILIAR

Hamilton Mourão contou que não esteve na Av. Paulista, domingo, por não poder faltar a um compromisso familiar importante.

DIÁRIO DO PODER 

 

Com um crescimento de 15,51%, o Rio Grande do Norte teve o terceiro maior aumento percentual na arrecadação própria entre os estados da federação em 2023. Com quase R$ 1,2 bilhão a mais, a receita passou de R$ 7.720.520.442 em 2022 para R$ 8.917.699.141 no ano passado. O ICMS, que corresponde a 92,79% dos tributos estaduais, se manteve responsável pelo aumento de recursos no caixa estadual. Somente ele, cresceu 15,01%, sendo o comércio varejista o líder em arrecadação desse imposto.

De acordo com o Boletim de Arrecadação de Tributos Estaduais do Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), considerando o aumento percentual, o estado potiguar só ficou atrás dos estados de Roraima (+18,66%) e Alagoas (+16,36%), que recolheram R$ 5,5 bilhões e R$ 6,5 bilhões em 2023, respectivamente. Esses números não consideram a correção pela inflação. Três estados tiveram queda nas receitas. São eles Maranhão (-1,99%), Rio de Janeiro (0,41%) e São Paulo (-0,03%).

No Rio Grande do Norte, a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz/RN) voltou a divulgar o Boletim mensal com detalhes da arrecadação em novo formato desde novembro passado. O de janeiro, ainda não foi publicado, nem os dos outros estados.

Tribuna do Norte

Imagem: Edeilson Morais

A Prefeitura de Macaíba por meio da Secretaria Municipal de Saúde vai ampliar a faixa etária da vacinação contra a dengue, a partir desta terça-feira, 27, para crianças e adolescentes dos 10 aos 14 anos de idade, nas UBS do Potengi, Vilar, Campestre e Traíras; com Dia D, na quarta-feira, dia 28, na comunidade quilombola de Capoeiras.

De acordo com a secretário de Saúde, Júnior Rêgo, Macaíba recebeu 2.448 doses que serão aplicadas como 1ª dose no menor tempo possível. “Diante do número limitado de doses disponíveis no momento, iniciamos pela faixa etária com maior taxa de hospitalização por dengue nos últimos 5 anos no Brasil”.

O secretário enfatizou ainda que o plano de combate às arboviroses também inclui a entrega de repelentes as gestantes acompanhadas nas UBS de Macaíba inscritas no Cadúnico; mutirão com os Agentes de Combate a Endemias (ACE) e Agentes Comunitários de Saúde (ACS), com o controle do vetor Aedes aegypti dentro dos domicílios, como principal método para a prevenção; e mutirão de limpeza realizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb).

Os editais da Lei Paulo Gustavo estão disponíveis para a classe artística de Macaíba. Os documentos encontram-se disponíveis para acesso na edição do Diário Oficial Eletrônico do Município Ano IV – N° 1405, de 23 de fevereiro de 2024. Os interessados poderão se inscrever entre os dias 1º de março e 22 de março, por meio da Plataforma https://culturamacaiba.seletar.com.br.

Destaca-se que a elaboração desses editais foi feita baseada em escuta totalmente democrática dos agentes culturais da zona urbana e de comunidades rurais e tradicionais com presença de povos quilombolas e indígenas.
De acordo com o portal do Sistema Nacional de Cultura, a Lei Paulo Gustavo prevê o repasse de R$ 3,862 bilhões a Estados, Municípios e ao Distrito Federal para aplicação em ações emergenciais que visem a combater e mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19 sobre o setor cultural.

Em Macaíba, poderão ser aprovados até 133 projetos, com prioridade para a produção audiovisual, mas diversas outras linguagens como, por exemplo, música, dança, teatro, circo, poesia e fotografia, poderão ser contempladas. Macaíba recebeu um montante de R$ 720.405,07. Os prazos, etapas, documentação exigida e demais detalhes para participação podem ser conferidos na íntegra aqui: https://macaiba.rn.gov.br/wp-content/uploads/2024/02/DOMM-1405.pdf.

A força-tarefa que atua nas buscas pelos dois fugitivos da Penitenciária Federal de Mossoró (RN) divulgou neste sábado (24) que encontrou um esconderijo que estava sendo usado pelos criminosos. De acordo com os investigadores, eles estiveram no local até sexta-feira (23).

Fotos obtidas com exclusividade pela GloboNews mostram o local, em uma área de difícil acesso. Foram encontrados facão, lona e embalagens de alimentos na mata. As pistas, segundo os investigadores, apontam que eles estavam obtendo ajuda. Eles seguem foragidos.

Rogério Mendonça e Deibson Nascimento fugiram no dia 14 de fevereiro da unidade prisional. Foi a primeira fuga da história do sistema prisional brasileiro, criado em 2006.

Além da Força Nacional, o efetivo policial que busca os dois fugitivos conta com mais de 500 agentes federais e das polícias locais, helicópteros, drones e cães farejadores.

Neste sábado, as buscas entraram no 11º dia, e a Polícia Federal anunciou uma recompensa de até R$ 30 mil para quem tiver informações que levem à recaptura dos dois fugitivos.

Desde sexta, a força-tarefa tem atuado com reforço em Baraúna, na divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará. Também neste sábado, houve uma operação em uma comunidade. Uma casa chegou a ser vasculhada.

Na sexta-feira, os policiais chegaram a bloquear a RN-015, que liga Mossoró a Baraúna. O trecho tem uma grande área de mata, inclusive com um parque de tamanho equivalente a 25 mil campos de futebol.

A área tem mata fechada, cavernas e animais peçonhentos – fatores que dificultam o trabalho dos agentes de segurança.

Fonte: g1 RN

 

Foto: Iara Morselli/Divulgação

O governo Fátima Bezerra (PT) é desaprovado por 68,53% da população do Rio Grande do Norte, é o que aponta a pesquisa Consult, contra 19,59% de aprovação dos 1.700 entrevistados. Não souberam dizer, 11,88%.

A pesquisa do Instituto Consult foi feita entre os dias 15 e 17 de fevereiro em todas as regiões do Estado.

Há seis meses, a Consult Pesquisa mostrava uma desaprovação de 57,82%, um crescimento de 10,71%. Já o índice de aprovação do governo Fátima Bezerra caiu 10,88%, no começo de setembro de 2023, a aprovação chegou a 30,47%.

A desaprovação do governo Fátima Bezerra passa de 50% em todas as regiões do Estado, a mais alta em Mossoró, 82,%, seguido de Natal, 73,2%; Alto Oeste, 72,2% e Seridó, 71,3%. O mais alto índice de aprovação é de 30,0%, na região Central Cabugi/Litoral Norte e o menor, Mossoró, 10,7%.

Por gênero, os índices de aprovação do governo Fátima Bezerra é o seguinte: homens, 18,6% e mulheres, 20,4%. Desaprovação é de 69,2% (homens) e 67,9% (mulheres).

No quesito idade, a maior aprovação é de 22,7% na faixa etária acima de 59 anos e menor, 15,9%, as pessoas com menos de 25 anos. Quanto a desaprovação, o maior indice, 72,8%, na faixa dos 35-44 anos e o mais baixo, 62,1% a faixa de 45,-59 anos.

Já no segmento religioso, a maior aprovação é 26,9% entre os espíritas e a menor, 12,2% entre os evangélicos.

A desaprovação é maior entre os evangélicos, 76,9%, indo até 52,% entre os que informaram ter outra religião.

Quanto ao nível escolar, o melhor despenho do governo Fátima é entre as pessoas que não informaram a escolaridade, 38,5% aprovam. O índice mais baixo de aprovação é entre o pessoal de ensino médio, 17,7%. Dentre os que desaprovam, o maior índice, 76,0%, é o pessoal de nível superior.

 

Foto: Mariana Lima/FMS

Bambam prometeu chocar o mundo. Mas ninguém ficou em choque ao ver, na verdade, Acelino Popó Freitas nocautear o campeão do BBB 1 com apenas 36 segundos de luta, ainda no primeiro round de até seis previstos. O tetracampeão mundial de boxe aplicou dois knockdowns e não deixou Bambam em condições de seguir na luta, obrigado o árbitro a encerrar o combate na luta principal do Fight Music Show 4, na Vibra São Paulo, arena na capital paulista.

Depois da vitória, primeiro Popó destacou a importância de Bambam para promover a luta, além de lembrar que nessa mesma arena fez uma defesa de cinturão quando era campeão mundial de boxe.

– Há quatro dias fez 24 anos que lutei aqui (na mesma arena). Digo com toda a humildade, com todo respeito ao Bambam, ele foi responsável em toda essa casa estar cheia hoje. O que ele me provocou, ele provocou tipo assim, “quero ver esse Popó derrubar esse cara”. Quem tá aqui hoje veio pra ver isso, não só por causa de mim, só tava âncora ali pra derrubar ele. Ele foi o cara que fez todo o marketing, que encheu e deu todas as audiências.

Na sequência, porém, Popó não aliviou para o campeão da primeira edição do BBB e disparou sobre o influenciador.

– Você me desrespeitou muito. Você desmereceu meu boxe, meu esporte. Quando você desmerece alguem que é do esporte, você está desmerecendo o boxe. Me respeita, respeita a minha família. Deu até as costas pra mim de tão frouxo que você é. Você falou que seu soco é tipo um foguete, mas é tipo o do Elon Musk, deu de ré.

Combate