Quando a tecnologia se torna uma arma contra crianças e adolescentes

Sociedade Brasileira de Pediatria alerta para os perigos do uso precoce e excessivo da tecnologia por crianças e adolescentes

Você já viu alguma criança portando celular, tablet ou notebook e até passando horas usando estes equipamentos? Se tratando dos adolescentes, então, é bem difícil encontrar algum que não desfrute da tecnologia. Claro, ela facilita a comunicação, inclusive com os pais, e ajuda nas pesquisas escolares, trazendo conteúdos acadêmicos e atualizados. Mas também existe muito perigo por trás desses dispositivos: prejuízos à saúde mental, física e à segurança destes usuários mirins.

A consultora de imagem Clarissa Ludovico tem um enteado e três filhos com idades de 18, 13 e 4 anos e a caçula de nove meses. Assim, ela tem vivido o impacto da tecnologia ao longo dos anos na criação dos filhos. “A preocupação é acessar o que não deve. Mas eu sou adepta e faço o uso. O de 13 e de 18 não têm nenhum controle. É com base no que a gente orienta. A de quatro anos assiste o que eu coloco, mas ela está fazendo o caminho inverso, estou lendo mais livros para ela e proibindo o uso durante viagens”, conta.

No Brasil, 80% das crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos usam a internet. Desses, 66% acessam a rede mundial de computadores mais de uma vez por dia, principalmente por meio de smartphones. Preste atenção nestas informações: 21% dos adolescentes já deixaram de comer ou dormir por causa da internet, 17% procuraram formas de emagrecer, 10% para machucar a si mesmo, 8% relataram formas de experimentar ou usar drogas e 7% formas de cometer suicídio. Todos estes dados são da pesquisa TIC KIDS ONLINE-Brasil 2015, feita pelo Comitê Gestor da internet e o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade de Informação.

Com informações do Blog do Ministério da Saúde

Matéria completa aqui: https://goo.gl/ybjVTN

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