Jornalista – Sérgio Silva

O humilhante, desconcertante e vergonhoso resultado de 7 x 1 aplicado na nossa Seleção Brasileira pela Alemã, nesta terça – feira (08/07) foi doloroso, inesquecível, mas nos mostra, enquanto brasileiros, amantes do futebol que já não somos a “pátria das chuteiras”.   

A ideia de uma “pátria de chuteiras” relatada por Nelson Rodrigues já não existi mais. O devastador resultado de ontem que fez crianças, adolescentes, jovens e idosos chorarem país e mundo a fora traz a tona o que é hoje o nosso verdadeiro futebol.

O país que já produziu dezenas de craques, o rei do futebol, que exportou jogadores para ensinar outras nações a jogarem bola caiu em desuso, ficou ultrapassado, improdutivo. O futebol na Europa se reinventou, se organizou, mudou a tática, trabalha a base, reestabeleceu de maneira espetacular a organização de seus campeonatos nacionais.

Enquanto isso, no Brasil, vivemos época das vacas magras. É inadmissível que nosso futebol, nossa seleção não tenha um camisa 10 pensante, um centroavante que imponha medo, respeito aos adversários; a escola Brasil está combalida. Nossos campeonatos, a cada dia que passa o nível técnico e de organização só piora, o que reina é atos de vandalismo e violência e, dentro de campo um pífio futebol de nossas equipes.

O resultado final de 7 x 1 (conta de mentiroso), mas que infelizmente foi real não machuca apenas pelo resultado em si, mas feri muito mais porque manchou nosso maior orgulho, porque nos provou que já não somos a “pátria de chuteiras”, a referência. O orgulho foi engolido da pior maneira,  na nossa casa e diante dos olhos de todo o mundo.   É preciso repensar nosso futebol.  

Após vexame histórico nesta terça-feira (08), acendeu o sinal vermelho da assessoria de Dilma, temendo o mau humor decorrente da derrota do Brasil para a Alemanha, traga prejuízos na eleição presidencial este ano, até aqui vinha tudo bem, sem sobressaltos, e a presidenta atacando os “pessimistas”.

Na segunda feira (07), avisou que iria ao Maracanã para a entrega da Taça, mas agora com esse acontecimento, as coisas podem, mudar, uma eventual derrota era aceita,  frente a uma seleção poderosa como a Alemanha, mas ninguém imaginava 7×1.

 

 

Após vexame histórico nesta terça-feira (08), acendeu o sinal vermelho da assessoria de Dilma, temendo o mau humor decorrente da derrota do Brasil para a Alemanha, traga prejuízos na eleição presidencial este ano, até aqui vinha tudo bem, sem sobressaltos, e a presidenta atacando os “pessimistas”.

Na segunda feira (07), avisou que iria ao Maracanã para a entrega da Taça, mas agora com esse acontecimento, as coisas podem, mudar, uma eventual derrota era aceita,  frente a uma seleção poderosa como a Alemanha, mas ninguém imaginava 7×1.

 

 

dilma copa

 

 

A presidente Dilma Rousseff voltou a ser xingada durante a partida da seleção brasileira nesta terça-feira (8). O Brasil enfrentou a Alemanha pela semifinal da Copa e perdeu de 7 a 1. Logo após a Alemanha fazer seu quinto gol, aos 29 minutos do primeiro tempo, parte da torcida no Mineirão gritou “Ei, Dilma, vai tomar no c…”. O canto durou cerca de 30 segundos e não foi gritado por todo o estádio.

Antes de o Brasil tomar o sexto gol, já no segundo tempo, os xingamentos à presidente voltaram, desta vez com mais força. A presidente havia sido xingada pela primeira vez nesta Copa na abertura do torneio, em 12 de junho, durante o duelo entre Brasil e Croácia, no estádio do Itaquerão, em São Paulo. Na ocasião, Dilma disse que não se perturbaria por agressões verbais.

“Eu não vou me deixar atemorizar por xingamentos que não podem ser sequer escutados pelas crianças e pelas famílias”, afirmou. Nos outros quatro jogos da seleção brasileira, não houve menções a Dilma Rousseff. Dilma havia afirmado na segunda (7), em uma nova rodada de entrevista via rede social, que irá entregar a taça da Copa do Mundo, no próximo domingo (13), e disse que vaias de xingamentos são “ossos do ofício”.

 

Não faltaram palavras duras para Galvão Bueno na noite desta terça-feira. Assim como todos os torcedores brasileiros, o narrador se mostrou abatido e, até certo ponto, revoltado com a humilhação imprimida ao Brasil pela Alemanha com a goleada por 7 a 1 no Mineirão, em Belo Horizonte (MG), pela semifinal da Copa do Mundo de 2014. De “time de meninos” a “maior apagão da história”, as frases fortes foram várias.

O global começou a transmissão, como de costume, empolgado e mais parecendo um torcedor. O sentimento, contudo, durou apenas pouco mais de 20 minutos, mesmo tempo que levou para o sonho do hexacampeonato morrer. As críticas começaram a ser disparadas com o gol de abertura do placar da Alemanha, chamado de “falha grosseira” do Brasil. O pentacampeão Ronaldo também detonou a jogada: do erro de Marcelo no campo de ataque à “bobeada” dentro da área após a cobrança de escanteio, completada com o pé de Thomas Müller na marca do pênalti.

A sequência de gols alemães chegou a deixar Galvão aturdido, sem encontrar grandes palavras para descrever o que ocorria. “É uma grande seleção contra um time de meninos”, ainda conseguiu dizer, com a voz baixa e abatida, o global em meio ao apagão nacional. No intervalo, o narrador decretou aqueles sete minutos como “o maior apagão da história do futebol mundial”.

O vexame escancarado também foi o estopim para críticas, principalmente contra Felipão. “Quatro gols tomados e nenhuma mudança no time”, exclamou Galvão. Ronaldo, por outro lado, apontou para a escalação inicial do Brasil: “passa tudo pela formação tática que a Seleção entrou em campo”.

No segundo tempo, Galvão mostrou conformismo e não encontrou muitas palavras para o aumento da humilhação, apenas seguiu narrando o duelo com pouca animação nas cordas vocais. Quando a torcida no Mineirão começou a ironizar a Seleção com gritos de “olé”, o narrador saiu em defesa dos fãs: “e que não se critique o torcedor porque ele torceu muito e está triste”, salientou.

Com o fim do duelo, as críticas ficaram mais escancaradas e as palavras fortes foram retornando à boca de Galvão. Primeiro, elogiou a atitude de Felipão de abraçar os jogadores: “Felipão errou e sabe que errou, mas a atitude dele é digna agora no final”, comentou, apesar de criticar veemente as escolhas do comandante. O narrador aproveitou ainda, logicamente, para elogiar a atuação alemã.

Com frases como “é o dia mais triste da história brasileira”, Galvão chegou a apresentar voz embargada pelo vexame, principalmente após a imagem de David Luiz saindo de campo chorando e pedindo desculpas aos torcedores.  “Não adianta a gente tentar esconder ou criar palavras que podem resumir o que aconteceu. Foi um vexame”, pontuou.

A Rede Globo ainda aproveitou para exibir na íntegra as explicações do técnico Luiz Felipe Scolari após a vergonhosa atuação do time. Na volta para o encerramento da transmissão, o narrador fez um longo e último desabafo, em alguns momentos até com resposta a explicações dadas pelo treinador, e decretou a humilhação nacional.

“Hoje o futebol brasileiro foi humilhado. Foi motivo de humilhação. E hoje não chegamos nem perto de cumprir a obrigação, de lutar contra uma seleção mais forte, de dar entrega. Quanto tempo será que vai demorar para aquele garotinho que apareceu chorando na transmissão se recuperar do vexame de ver o time dele humilhado? O choro desse menino, quantos anos vai demorar para se recuperar? Foi um dia de humilhação. É esporte, tem que saber perder, mas é muito difícil saber perder”, definiu Galvão Bueno, que pode fazer em 2014 sua última transmissão de Copa do Mundo.

Fonte: Terra

 

 

 

Marcelo Lima

Repórter

Um dos mais reconhecidos obstetras e ginecologistas de Natal, Iaperi Araújo, decidiu não mais realizar partos depois de um episódio inesperado na sua história como profissional: uma parturiente o agrediu verbalmente, correu nua no meio do hospital e depois se trancou para comer a sua própria placenta dentro de uma sala sob a guarda da família.

De acordo com o médico, o fato teria acontecido na quarta-feira passada (2). Segundo ela, a mulher chegou ao hospital já com 30 horas de trabalho em casa de parto por volta das 20h30. O tempo de espera em casa pode ter ocorrido em função da tentativa de um parto domiciliar planejado – nova tendência surgida dentro do escopo de humanização do parto.

Segundo Araújo, a parturiente não havia feito o pré-natal e estava muito agitada a ponto de xingá-lo. A família também o agrediu verbalmente. Na hora de realizar o parto, a grávida exigiu que o marido fizesse o parto, mas o médico afirmou que não deixou, até porque o homem não tinha habilitação profissional para tanto.

Porém, o pai ainda teve a possibilidade de cortar o cordão umbilical quando o bebê finalmente veio ao mundo por volta das 23h30. Segundo o obstetra, a mulher teria gritado reivindicando os direitos sobre a placenta. “Coloquei dentro de um saco e a entreguei”, escreveu em uma postagem na rede social.

A mãe da parturiente a persuadiu para que a mulher deixasse que outra médica a examinasse. A paciente consentiu. Mas logo em seguida, segundo o médico, ela entrou em “surto” no momento em que a neonatologista levou a criança para o berçário. Conforme Iaperi, a mulher foi em busca da cria, bateu no vidro do berçário até que o pai da criança arrombou a porta para tirar a criança do ambiente.

“Ela correu sangrando nua no meio do hospital com a placenta numa mãe e a criança na outra”, relatou o médico a nossa equipe de reportagem na manhã desta terça-feira (8). Ainda segundo ele, ela estava nua neste momento. Depois disso, a família inteira se trancou numa sala do terceiro andar do hospital. Só saíram de lá para pedir uma tesoura para cortar a placenta e pedir um pouco de coentro para temperar o “alimento”.

O médico afirmou nunca ter visto algo do tipo na sua história como obstetra. Além do fato inusitado, Araújo ficou transtornado com a forma como foi tratado pelos familiares e pela paciente. “Ela tem o direito até de morrer se quiser, mas dentro do hospital ela tem que respeitar o profissional”, declarou.

 

O episódio contribui definitivamente para que o médico decidisse encerrar sua carreira obstétrica. “Foi tão chato para mim que não vou mais fazer obstetrícia, só ginecologia”, sentenciou. Iaperi Araújo irá entregar um relatório à direção do hospital na próxima sexta-feira (11). Ele espera que as câmeras de segurança do estabelecimento corroborem com o seu testemunhou sobre o caso. Iaperi Araújo não especificou o quadro de saúde da criança e o que houve na sequência. “Para mim, esse caso morreu”, disse.

Tentamos entrar em contato com a direção do Hospital Papi, mas não foi possível. No entanto, O Jornal de Hoje apurou que a diretoria clínica e gerente médica irão se reunir com Iaperi Araújo na próxima sexta-feira para iniciar a apuração dos fatos. Não houve notícia no hospital se aconteceu algum prejuízo material ou para outros pacientes durante a noite da quarta-feira passada.

 

Placentofagia

 

O ato de guardar a placenta para comer depois do parto tem crescido nos Estados Unidos. Em geral, tem ocorrido entre mulheres de classe média, brancas, casadas e com formação universitária. Os estudos científicos sobre os benefícios do consumo dessa membrana que revestem os fetos na barriga das mães não são muito vastos. A maioria dessas mulheres se baseia numa pesquisa divulgada pela revista científica “Ecology of Food and Nutrition”. Nos EUA, há até empresas especializadas em acondicionar placentas. Os estudos apontam para a presença de ferro, ocitocina e outros hormônios que ajudariam inclusive a reduzir o sangramento pós-parto.

 

 

 

O grande desafio político do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), nas eleições 2014, não é inflar as candidaturas de Robinson Faria (PSD) e de Fátima Bezerra (PT), seus candidatos a governador e senador, em Mossoró.

A pressão é mais embaixo.

As duas candidaturas terão “combustão própria” em Mossoró, andando com a força de motivações diversas, que a própria natureza da concorrência produz. Vão se digladiar diretamente com Henrique Alves (PMDB) e Wilma de Faria (PSB), numa previsível polarização.

Por Carlos Santos

 

Cinco a zero em 28 minutos. Jogadores com olhares desnorteados dentro de campo. Centenas de brasileiros deixando o Mineirão incrédulos ainda no primeiro tempo. Outros milhares, aos prantos, ofendendo a Fifa em coro nas arquibancadas. Vaia histórica na saída da Seleção para o intervalo. O pentacampeão mundial Brasil, maior time da história do futebol, humilhado pela Alemanha na Copa do Mundo disputada em sua casa.

Nem no mais terrível pesadelo os brasileiros poderiam imaginar algo semelhante. Parecia que o que havia sobrado da Copa do Mundo, que tanto parecia orgulhar os brasileiros até então, era apenas revolta e indignação. O Maracanaço da Copa do Mundo de 1950, quando o Brasil perdeu o título em pleno Maracanã para o Uruguai, precisou de menos de meia hora para ser, avassaladoramente, substituído como maior tragédia da história do futebol brasileiro. Era o primeiro grande desastre do futebol nacional desde a derrota para a França, de Zinédine Zidane, por 3 a 0, na final da Copa do Mundo de 1998.

 

 

Cinco a zero em 28 minutos. Jogadores com olhares desnorteados dentro de campo. Centenas de brasileiros deixando o Mineirão incrédulos ainda no primeiro tempo. Outros milhares, aos prantos, ofendendo a Fifa em coro nas arquibancadas. Vaia histórica na saída da Seleção para o intervalo. O pentacampeão mundial Brasil, maior time da história do futebol, humilhado pela Alemanha na Copa do Mundo disputada em sua casa.

Nem no mais terrível pesadelo os brasileiros poderiam imaginar algo semelhante. Parecia que o que havia sobrado da Copa do Mundo, que tanto parecia orgulhar os brasileiros até então, era apenas revolta e indignação. O Maracanaço da Copa do Mundo de 1950, quando o Brasil perdeu o título em pleno Maracanã para o Uruguai, precisou de menos de meia hora para ser, avassaladoramente, substituído como maior tragédia da história do futebol brasileiro. Era o primeiro grande desastre do futebol nacional desde a derrota para a França, de Zinédine Zidane, por 3 a 0, na final da Copa do Mundo de 1998.

 

 

 

Nem os alemães acreditaram no placar de 7 a 1 contra o Brasil na disputa pela vaga na final da Copa do Mundo, nesta sexta-feira (8) no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. A cada novo gol marcado pela seleção da Alemanha, as manchetes dos sites dos jornais alemães eram atualizadas com chamadas repletas de mais otimismo e bom-humor.

“Derrota não se resume a Neymar e Thiago Silva”

A versão online do jornal Der Spiegel definiu a vitória alemã como “única, sensacional e espetacular.” A publicação descreve como o Brasil se deixou vencer durante a partida, principalmente durante o primeiro tempo. “O fraco desempenho apresentado pelo Brasil em campo não pode ser explicado apenas pela não atuação de Neymar (que sofreu lesão no jogo contra a Colômbia) e pela ausência do capitão Thiago Silva”.

Apesar de exaltar a atuação do DFB-Elf (Os onze da Seleção da Alemanha, na tradução livre) durante a partida, “a peformance dos jogadores alemães foi perfeita nos primeiros 20 minutos de partida”, o jornal criticou a o “relaxamento” do time no final da partida, como se o jogo já estivesse ganho. “Em meio a vaias da torcida brasileira, e muitos torcedores deixando as arquibancadas do Mineirão, Oscar aproveitou a oportunidade e marcou o gol de consolação para os donos da casa.” A descrição é triste, mas verdadeira.

 

 

 

Nem os alemães acreditaram no placar de 7 a 1 contra o Brasil na disputa pela vaga na final da Copa do Mundo, nesta sexta-feira (8) no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. A cada novo gol marcado pela seleção da Alemanha, as manchetes dos sites dos jornais alemães eram atualizadas com chamadas repletas de mais otimismo e bom-humor.

“Derrota não se resume a Neymar e Thiago Silva”

A versão online do jornal Der Spiegel definiu a vitória alemã como “única, sensacional e espetacular.” A publicação descreve como o Brasil se deixou vencer durante a partida, principalmente durante o primeiro tempo. “O fraco desempenho apresentado pelo Brasil em campo não pode ser explicado apenas pela não atuação de Neymar (que sofreu lesão no jogo contra a Colômbia) e pela ausência do capitão Thiago Silva”.

Apesar de exaltar a atuação do DFB-Elf (Os onze da Seleção da Alemanha, na tradução livre) durante a partida, “a peformance dos jogadores alemães foi perfeita nos primeiros 20 minutos de partida”, o jornal criticou a o “relaxamento” do time no final da partida, como se o jogo já estivesse ganho. “Em meio a vaias da torcida brasileira, e muitos torcedores deixando as arquibancadas do Mineirão, Oscar aproveitou a oportunidade e marcou o gol de consolação para os donos da casa.” A descrição é triste, mas verdadeira.

 

 

 

Pois é, eu mesmo só vi a Alemanha massacrar um país assim, em filmes da segunda Guerra Mundial. Foi um jogo da elegância contra a malandragem. O Brasil apelou várias vezes por faltas que não existiam, mostrando seu total desequilíbrio emocional em um jogo horrível, que nos envergonhou mundialmente, mostrando um futebol apelativo, sem qualquer atrativo. Sou brasileiro, mas o que vimos hoje reforça minha opinião, nosso país não merecia esse título. Parabéns a Alemanha que mostrou equilíbrio, educação e elegância, coisas que só campeões de verdade sabem fazer, em nenhum momento vimos a Alemanha com qualquer marmota em seus gols, o que se viu foi um time centrado e focado não apenas na vitória, mas em mostrar um bom e verdadeiro futebol, coisa que não se viu na nossa seleção brasileira.

 

 

Foi preso  em Santos, o auxiliar técnico do Santos e filho de Pelé, Edinho. Há cerca de um mês ele havia sido condenado por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas e respondia o processo em liberdade, mas teve que ir para a cadeia após a expedição de um mandado de prisão preventiva, pois não teria entregue seu passaporte à Justiça, segundo o delegado do caso.

“Na verdade não existe a prática de um crime, foi algum problema que teria acontecido com o passaporte, não sabemos qual seria o motivo. Consta que por uma não apresentação do documento esse caráter teria sido revogado”, disse Luiz Henrque Artacho, delegado da Polícia Civil.

A chegada da Polícia aconteceu no início da manhã, na própria casa do auxiliar técnico, e ele não ofereceu resistência. Por ordem judicial, Edinho perdeu o direito de responder o processo em liberdade, já que não forneceu o documento ao cartório, conforme tinha sido exigido. Até o momento, ele está na cadeia anexa ao 5º DP de Santos. Em 2005 o filho do Rei foi preso duas vezes, acusado de envolvimento com tráfico de drogas.

 

 

 

gol alemanha

 

 

Do UOL – Foram 64 anos de espera. Durante cinco jogos, a seleção brasileira fez seu papel – com futebol bonito ou não, alcançou as semifinais. Perdeu seu craque nas quartas de final, Neymar. E entrou com a camisa dele em campo, como se mostrasse que jogaria pelo atacante, que a usaria como motivação. Mas o Brasil conseguiu permanecer no gramado do Mineirão, nesta terça-feira (8), por exatos 9 minutos sem levar um gol. A partir daquele instante, se iniciou o maior vexame da história do futebol brasileiro. A pior derrota do selecionado nos seus 100 anos de história. Em casa, na Copa que tinha como objetivo claro o término da maldição de 1950, o Brasil foi humilhado pela Alemanha: 7 a 1. Gol brasileiro só de Oscar, bem no final do jogo.

Quem diria que aquele vice mundial sofrido após gols de Schiaffino e Ghiggia para o Uruguai, em 1950, seguirá como o melhor resultado da seleção brasileira em Copas disputadas em casa. No próximo sábado, no clima mais melancólico possível, o Brasil entrará em campo em Brasília para a disputa do 3° lugar. Aos alemães, a final. Da forma mais merecida possível. Incontestável. Humilhante.

Mick Jagger e Lucas Jagger Brasil x Alemanha

Famoso pelo pé frio, Mick Jagger esteve no Mineirão nesta terça-feira e viu de perto a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha, ao lado do filho brasileiro Lucas. O herdeiro estava de camisa amarelinha, mas o cantor usava um boné da Inglaterra.

Deveriam ter barrado sua entrada no estádio antes do jogo.

Xô uruca vai torcer pra Argentina.

 

 

Aimagem acima é de um duelo Santos x Peñarol pela Libertadores, reencontro histórico das duas equipes desde os tempos de Pelé e Alberto Spencer, nos anos 1960.

Estourou um quiproquó no gramado e o jogo foi interrompido. Olha só quem está tentando pisotear o adversário caído. Só não conseguiu o intento criminoso porque foi contido.

Pouco tempo antes desse episódio, o técnico René Simões gritou diante das câmeras do país: “estamos criando um monstro”. Era um protesto contra o mimo generalizado sobre Neymar.

 

 

A Costa Rica, o Chile, a Colômbia e a Argélia foram consideradas as surpresas da Copa e presentearam o público com exibições emocionantes e belos gols. Mas agora, na reta final do torneio, não há espaço para surpresas. As semifinais terão os “gigantes” do futebol. São dez títulos mundiais, 11 títulos de vice-campeão, seis terceiros lugares e três quartos lugares que estarão em gramados brasileiros nos jogos de hoje (8) e amanhã (9).

O Brasil e a Alemanha se enfrentam nesta terça-feira, às 17h (horário de Brasília), no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte. A Argentina e a Holanda jogam amanhã, no mesmo horário, no Estádio Itaquerão, em São Paulo. Mesmo com atuações irregulares ou ainda sem convencer plenamente a torcida, as quatro seleções chegaram às semifinais. O peso das camisas do Brasil, da Alemanha, Argentina e Holanda se confirmam pela história. Em todas as copas pelo menos uma dessas seleções figura entre as quatro primeiras colocadas.