Lava Jato: PF prende Nuzman, presidente do Comitê Olímpico do Brasil

Foto: Futura Press

Há um mês, o juiz federal Marcelo Bretas decretou o bloqueio de R$ 1 bilhão de Nuzman, e dos empresários Arthur Soares e Eliane Cavalcante.

A força-tarefa aponta que o empresário Arthur Soares direcionou propina que seria destinada ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para Papa Massata Diack, filho do presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês). Segundo o Ministério Público Federal, o objetivo era ‘garantir mais um voto na escolha do Rio de Janeiro como sede para os Jogos Olímpicos de 2016’.

A Polícia Federal prendeu na manhã desta quinta-feira (5) o presidente do COB (Comitê Olímpico do Brasil), Carlos Arthur Nuzman, na Operação Unfair Play, um desdobramento da Operação Lava Jato que investiga a suspeita de compra de votos na eleição que escolheu o Rio de Janeiro como sede dos Jogos de 2016. Também foi preso o ex-diretor do COB e do Comitê Rio 2016, Leonardo Gryner, informou a PF.

A investigação aponta que Nuzman foi o “agente responsável” por viabilizar repasse de propina do grupo criminoso do ex-governador Sérgio Cabral para a compra de votos de dirigentes africanos na eleição de 2009 do Comitê Olímpico Internacional (COI) para escolha da sede dos Jogos de 2016.

Nuzman, de 75 anos, já havia sido alvo de mandado de busca e apreensão em sua casa no Rio de Janeiro e levado à PF para prestar depoimento no início de setembro em operação deflagrada pela PF e o Ministério Público Federal em parceria com a Procuradoria francesa.

Há um mês, o juiz federal Marcelo Bretas decretou o bloqueio de R$ 1 bilhão de Nuzman, e dos empresários Arthur Soares e Eliane Cavalcante.

A força-tarefa aponta que o empresário Arthur Soares direcionou propina que seria destinada ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para Papa Massata Diack, filho do presidente da Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF, na sigla em inglês). Segundo o Ministério Público Federal, o objetivo era ‘garantir mais um voto na escolha do Rio de Janeiro como sede para os Jogos Olímpicos de 2016’.

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