Saúde Arquivo

Segundo o relatório, a taxa de natalidade das adolescentes brasileiras entre 15 e 19 anos foi de 71 em cada mil, não tão distante assim do Afeganistão, de 90 em cada mil, país muçulmano onde ainda é tradição casar cedo as meninas. Na França, o número ficou em 12 para cada mil.

Apesar de a taxa de fecundidade no Brasil estar abaixo da média mundial, na faixa etária entre 10 a 19 anos de idade essa média é elevada, diz Anna Cunha, oficial das Nações Unidas.

A gravidez precoce tem consequências sérias para a vida das jovens e para o país. Segundo especialistas, além de riscos para a mãe e o bebê, a gestação precoce leva as jovens a enfrentar conflitos psicológicos e familiares, abandonar os estudos e ter maior dificuldade para se encaixar no mercado de trabalho.

— Voltamos ao passado quando permitimos que meninas engravidem nessa fase. Isso é da época das nossas avós e bisavós. Passamos anos tentando sair desses casamentos arranjados, para ainda termos número tão expressivo de adolescentes grávidas — afirma Ana Carolina Linhares, psicóloga do Centro de Atenção Integral a Adolescentes de Brasília (Adolescentro).

A ginecologista do Adolescentro Cecília Vianna diz que as causas da gravidez na adolescência são múltiplas, podendo ser, inclusive, o desejo da própria adolescente. A médica explica, no entanto, que a maioria dos casos se deve à desestruturação familiar. Contam igualmente o histórico de gravidez adolescente na família e falhas na orientação sobre a sexualidade.

Agência Senado

Matéria completa aqui:  https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/gravidez-precoce-ainda-e-alta-mostram-dados

A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou o Dia D da campanha de vacinação contra a raiva na Zona Urbana do município, no último sábado (7). A vacinação aconteceu em vários pontos da região.

Os  cães e gatos que não participaram da ação podem ser levados pelos seus donos para serem vacinados até o próximo dia 18 de outubro, na sede do Centro de Vigilância Sanitária, que fica na Rua Jessé Pinto Freire, número 101 (próximo à passarela do Vilar). O local funciona de segunda a sexta, das 8h às 16h. Mais informações sobre a vacinação podem ser obtidas pelo número de telefone do Centro, 3271-6574.

Na próxima quarta-feira (11), a equipe do Centro estará na Vila São José realizando a campanha. Os pontos de vacinação serão o Campo do Flamengo e a unidade de saúde do bairro, das 8h às 12h.

A abertura da campanha Outubro Rosa em Macaíba foi realizada com sucesso na tarde desta quinta-feira (5), na Praça Paulo Holanda Paz, onde muitos populares presenciaram o evento.

Na ocasião foram feitas verificações de pressão arterial, solicitações de mamografia, roda de conversas, aula de dança entre outras ações.

Durante todo o mês de outubro serão realizadas atividades referentes a campanha nas unidades de saúde de Macaíba.

Outubro Rosa

O mês de outubro é caracterizado por ações do Ministério da Saúde e de diversos órgãos e entidades que empenham os seus esforços pela detecção precoce do câncer de mama. São 31 dias dedicados à conscientização sobre a temática, mostrando os avanços já conquistados e também o desafio para vencer o câncer, o qual é uma patologia que afeta um grande número de brasileiras anualmente. Sendo a quinta maior causa de mortalidade do mundo.

O Outubro Rosa foi criado nos anos 90, mesma época em que o símbolo da prevenção ao câncer de mama, o laço cor-de-rosa, foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em New York (USA) e, desde então, é promovido anualmente em diversos países.

 

O Ministério da Saúde liberou em setembro R$ 30,4 milhões referentes à segunda parcela de recurso adicional para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Ao todo, 3.148 municípios em 20 estados e o Distrito Federal serão beneficiados porque cumpriram critérios para intensificar as medidas de prevenção e combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O envio da segunda parcela foi condicionado ao cumprimento de alguns critérios, especialmente a realização de levantamentos sobre a infestação em imóveis e o monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa (armadilhas que identificam a presença de mosquitos na região) nas cidades sem infestação do mosquito. A primeira parcela, de R$ 91,2 milhões, foi liberada em janeiro.

Por causa da epidemia de febre amarela, ocorrida nos últimos meses, o Ministério da Saúde antecipou o repasse da segunda parcela do recurso extra para todos os municípios dos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, totalizando R$ 29,3 milhões. No entanto, alguns municípios terão que restituir ao Fundo Nacional de Saúde os valores recebidos antecipadamente por não terem cumprido os critérios para o recebimento.

Em 2017, até 2 de setembro, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 84,8% em relação ao mesmo período de 2016. Os casos de febre chikungunya reduziram 34,2% no período, com o registro de 171.930 casos prováveis.

Até 2 de setembro, foram registrados 15.586 casos prováveis de zika em todo país, uma redução de 92,6% em comparação a 2016. Em relação às gestantes, foram registrados 2.105 casos prováveis, sendo 728 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

Agência Brasil

O Instituto Butantan iniciou nesta semana a fabricação das 60 milhões de doses de vacina contra a gripe que serão usadas na campanha do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde em 2018. Com investimento de R$ 5 milhões, o instituto irá fornecer 15 milhões de doses a mais do que no ano passado.

O início da produção neste ano está ocorrendo concomitante à divulgação das cepas do vírus que estão mais circulantes, feita anualmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “Esse investimento possibilitou aumentar a produção, garantindo segurança e agilidade nos processos produtivos e, posteriormente, na entrega das doses ao Ministério da Saúde”, disse o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

Em 2016, em 10 meses, o instituto conseguiu produzir 45 milhões de doses. Já em 2017, serão 60 milhões de doses em oito meses de produção. Segundo o Butantan, será necessário o trabalho de 500 funcionários, de setembro até maio de 2018, para a produção de todas as doses.

Como é feita a vacina

O processo utilizará 60 milhões de ovos de galinha fecundados, necessários para o cultivo dos vírus usados na vacina. No interior dos ovos embrionados, com 10 a 11 dias, é injetado o inóculo viral do vírus H1N1 e das outras duas cepas da gripe incluídas na vacina: H3N2 e B. Os ovos ficam em período de incubação, quando o vírus injetado se replica no líquido alantoico, que envolve o pintinho.

De acordo com o Butantan, após 60 a 72 horas de incubação, o líquido é retirado do ovo e purificado, para que apenas os vírus sejam extraídos. Em seguida, é feita a inativação e fragmentação do vírus.

Cada ovo rende, em média, o equivalente a três doses de um dos vírus. Como a vacina protege contra três tipos de variantes, são necessários 60 milhões de ovos para produzir as 60 milhões de doses da vacina influenza trivalente, fornecida para o Ministério da Saúde. Na última campanha de vacinação contra a gripe, 46 milhões de brasileiros foram imunizados em todo o país. O público-alvo da campanha era de 54,2 milhões de pessoas.

Prevenção

A transmissão dos vírus influenza ocorre por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas da boca, olhos, e nariz.

O Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto; não compartilhar objetos de uso pessoal e evitar locais com aglomeração de pessoas.

Os sintomas da gripe são febre, tosse ou dor na garganta, dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. O agravamento da doença pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, problemas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

Agência Brasil

De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), as Doenças Cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no mundo. No ano passado, 17 milhões de pessoas foram vítimas de problemas coronarianos, como ataques cardíacos e derrames. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu o dia 29 de setembro como Dia Mundial do Coração, para alertar as pessoas sobre os cuidados com o órgão.

De acordo com especialistas, 80% das ocorrências poderiam ser evitadas com medidas simples de hábitos saudáveis, como evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, cigarros e sedentarismo. A prática de atividades físicas e uma dieta balanceada com baixas concentrações de sódio e açúcares ajudam a evitar doenças.

Fatores de risco

Colesterol alto e o sedentarismo são fatores de risco para o aparecimento de doenças. O principal vilão é a hipertensão, que, quando não controlada, provoca lesões na aorta, ao sobrecarregar o coração.

Doenças

Nessas situações, o paciente pode desenvolver insuficiência cardíaca, quando o órgão aumenta de tamanho por conta da pressão nos vasos. Os acometidos pela doença têm sintomas como falta de ar e inchaço nas pernas.

Outra ocorrência recorrente é o infarto de miocárdio, que se manifesta quando o coração perde irrigação sanguínea, já que as artérias estão obstruídas por placas de gordura e a circulação fica comprometida. De acordo com o Ministério da Saúde, no Brasil, 300 mil pessoas sofrem infartos todos os anos, e em 30% dos casos o ataque cardíaco é fatal.

Sintomas

É preciso estar atento aos primeiros sintomas e realizar exames regularmente. Alguns indicadores são falta de ar, cansaço após esforço físico, dores e queimações no peito, além de formigamento no braço esquerdo.

Exames

Detectar as doenças logo no começo contribui para uma boa recuperação. É recomendado realizar avaliações periódicas. Um exame de sangue já pode indicar alterações nos níveis de colesterol, glicemia e tireoide, que estão relacionadas aos fatores de risco. O eletrocardiograma também alerta para possíveis doenças coronárias.

Portal Brasil

O HIV não tem cura, no entanto, o tratamento existente é bastante eficaz, permitindo uma excelente qualidade de vida aos portadores do vírus. Pra se der uma ideia, muitos pacientes tomam apenas 1 comprimido ao dia. Uma junção de três composições diferentes, o Tenofovir, Efavirenz e Lamivudina.

Agora, médicos e cientistas estão em fase final de uma pesquisa que estuda a possibilidade de soropositivos tomarem apenas um medicamento mensal ou bimestral. A discussão veio à tona durante o Congresso Brasileiro de Infectologia, que aconteceu recentemente no Rio de Janeiro.

O projeto de estudos chamado Latte-2, tem sido pesquisado em diversas instituições de vários países, como Estados Unidos, Espanha, Bélgica, Alemanha, França, Canadá e Reino Unido.

Nos testes, patrocinados pelas farmacêuticas Janssen e GSK, 309 pacientes receberam injeções de Cabotegravir e Abacavir-lamivudina, em doses mensais e bimestrais. No experimento que durou dois anos, 87% dos pacientes que receberam as picadas mensais, ficaram com o vírus retido, mediante 94% daqueles que tomaram a dose bimestral.

Mas quando essa nova fórmula vai estar disponível?

A data ainda não foi definida, no entanto, os pesquisadores afirmam que muito em breve. Porém, os novos medicamentos ainda necessitam passar por uma nova fase de testes em um número maior de pacientes. Vale lembrar que, os estudos que definiram a eficácia das novas drogas, demoraram em média dois anos. Portanto, o melhor remédio ainda é a prevenção. Até porque, como sabemos, além do HIV, existem diversas outras Doenças Sexualmente Transmissíveis. Camisinha gente!

Super Pride

Preparo de Soluções em uma Capela Química do Complexo Tecnológico de Vacinas da Fundação Oswaldo Cruz / Rio de Janeiro – RJ – Brasil. Arquivo/Ministério da Saúde

A produção da vacina contra o vírus da zika vai entrar na segunda etapa.  Após testes bem sucedidos com animais, a vacina começará a ser testada em humanos. De acordo com o Ministério da Saúde, essa fase deve ter início em um ano, após produção dos lotes clínicos e avaliações pré-clínicas. Também é necessário que o estudo seja aprovado pelo comitê de ética do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/Biomanguinhos), que produzirá a vacina.

O Ministério da Saúde, Ricardo Barros, destaca os impactos positivos da imunização contra o vírus. “A vacina será útil para controle da Zika em todo o mundo e evitará sequelas nas pessoas contaminadas. Tenho certeza de que o Brasil vai dar um grande exemplo ao mundo, mostrando como resolveu, rapidamente, a epidemia de zika”, afirmou.

Barros firmou, nesta terça-feira (26), uma parceria com o secretário de Saúde dos EUA, Thomas Price, para a produção da segunda etapa. Segundo ele, a expectativa é de que a vacina esteja disponível para a população em até dois anos, dependendo da evolução dos testes.

Proteção de gestantes e bebês

A vacina, desenvolvida pelo Instituto Evandro Chagas (IEC), apresentou resultado positivo nos testes em camundongos e macacos. Nesta fase da produção, os pesquisadores conseguiram impedir que o vírus da zika causasse microcefalia e outras alterações do sistema nervoso central das duas espécies.

A aplicação de uma única dose da vacina preveniu a transmissão da doença nos animais e, durante a gestação, o contágio de seus filhotes. É um dos mais avançados estudos para a oferta de uma vacina contra a doença para proteger mulheres e crianças da microcefalia e de outras alterações neurológicas.

Portal Brasil

A nova Política Nacional de Atenção Básica do Ministério da Saúde entra em vigor a partir desta sexta-feira (22). Uma das medidas é a valorização da atuação dos agentes comunitários de saúde, que passam a ter mais atribuições, como medir pressão, glicemia e fazer curativos. A expectativa é ampliar de imediato o acompanhamento domiciliar de 4,5 milhões de pacientes hipertensos e 1,12 milhão de pacientes diabéticos. A política, publicada no Diário Oficial da União (DOU), também vai aumentar o número de equipes de saúde aptas a receber recursos federais, dando maior apoio aos estados e municípios no atendimento nas unidades básicas, principal porta de entrada do SUS.

A nova PNAB visa ampliar a resolutividade na Atenção Básica, que, atualmente, soluciona cerca de 80% dos problemas de saúde da população, diminuindo a busca por atendimentos na rede de urgência e emergência. O gestor também poderá compor a equipe das Unidades Básicas de Saúde (UBS) de acordo com a realidade e necessidade do município, ampliando o acesso a serviços básicos de saúde para toda a população brasileira.

De um total de 329 mil agentes comunitários de saúde e de combate às endemias, 40% já possuem qualificação como técnicos em enfermagem e estão aptos a realizar as novas funções. Os outros 200 mil serão capacitados pelo Ministério da Saúde em um prazo máximo de cinco anos. Até lá, a expectativa é que todos os pacientes cadastrados passem a ter maior acompanhamento domiciliar.

Agora, as prefeituras que mantém equipes de atenção básica de modalidades diferentes da Estratégia Saúde da Família (ESF) poderão solicitar apoio financeiro ao Ministério da Saúde. A nova legislação mantém o mínimo de profissionais para a ESF – médico, enfermeiro, auxiliar e/ou técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde (ACS) –, garantindo a qualidade do atendimento. A nova PNAB recomenda que em áreas de grande dispersão territorial, áreas de risco e vulnerabilidade social, a cobertura de ACS seja para 100% da população.

“As novas regras vão aumentar a quantidade de profissionais a serem contratados para atender a população, além de apoiar com mais recursos os municípios. Estávamos fora da realidade, agora vamos oferecer a contrapartida do governo federal a todas prefeituras que mantém equipes de atenção básica, atendendo às necessidades locais”, destacou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Explicou ainda que a legislação anterior não considerava as especificidades locais, como o perfil social, nem atendiam bairros com menor número de habitantes. A estimativa é que 30% dos serviços de equipes de atenção básica não recebiam recursos federais devido às regras vigentes.

Outra novidade que vai fortalecer a Atenção Básica é a possibilidade de organização de novas modalidades de equipes, no intuito de atender as peculiaridades e necessidades locais. Nestas equipes, ao invés de o mesmo profissional cumprir 40h, o que dificultava a oferta de mão-de-obra em diversos municípios, as prefeituras poderão contratar até três profissionais de mesma categoria para cumprir as 40h semanais de sua área de atuação. Cada profissional deverá cumprir um mínimo de 10 horas.

O novo documento, aprovado na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), onde participam representantes das secretarias estaduais e municipais de saúde de todo o país, ficou em consulta pública por dez dias e recebeu mais de seis mil contribuições. A proposta também passou pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS).

Portal do Ministério da Saúde

O Conselho Municipal de Saúde de Macaíba realizou uma Reunião Ampliada de Vigilância em Saúde com o tema “Vigilância em Saúde: direito, conquistas e defesa de um SUS público e de qualidade”, ontem (19), no Pax Club.

O objetivo do evento foi propor diretrizes para a Política Nacional de Vigilância em Saúde e fortalecer as ações de promoção e proteção à Saúde, efetivando o controle social no Sistema Único de Saúde (SUS). A Reunião proporcionou o diálogo e a apresentação de propostas por parte de gestores, prestadores de serviços, trabalhadores e usuários dos serviços de saúde do município, e também da sociedade civil e dos movimentos sociais.

Na ocasião foram eleitos 16 delegados que representarão Macaíba na 1ª Conferência Regional de Vigilância em Saúde da 7ª região, que será realizada na próxima terça-feira (26), em Natal. O corpo de delegados é composto por quatro gestores, quatro trabalhadores e oito usuários do sistema de saúde macaibense.

Assecom-PMM

O Hemocentro do RN realiza  coleta externa de doação de sangue  nesta segunda (18) e terça-feira (19), no Natal Shopping. A ação  em parceria com o Detran/RN e Polícia Rodoviária Federal faz parte da programação da Semana Nacional de Trânsito e tem  como objetivo sensibilizar os motorista e a sociedade em geral sobre a importância da doação de sangue para a vida de outras pessoas.

Os interessados podem procurar a Unidade móvel de coleta de sangue do Hemonorte que durante estes dois dias estará no Natal Shopping. A doação de sangue é aberta a toda sociedade. Para ser doador é necessário ter entre 16 e 68 anos, Jovens menores de idade só podem realizar doação com autorização dos pais ou responsável legal, estar bem de saúde e não ter consumido algum tipo de bebida alcoólica nas últimas 12 horas. A pessoa deve levar um documento com foto (carteira de identidade, trabalho ou habilitação).

Assecom-RN

A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza a campanha de vacinação contra a raiva na próxima quarta-feira (20), em Traíras e quinta-feira (21), em Capoeiras.

No distrito de Traíras, a vacinação acontecerá das 8h às 12h, na Praça local, na unidade de saúde do distrito e de frente ao CERU. Em Capoeiras, a campanha será realizada de casa em casa, das 8h às 12h. A ação de saúde tem o objetivo de vacinar cães e gatos com mais de dois meses de vida.

Assecom-PMM

Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose é lembrado neste sábado (16). Somente em 2016, foram registrados 35.598 tratamentos clínicos no SUS

No Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, lembrado neste sábado (16), especialistas alertam para os principais fatores de risco e seus sintomas. A doença é causada pela coagulação do sangue no interior das veias, mais comumente as dos membros inferiores.

Além da predisposição genética, a obesidade, a insuficiência cardíaca, o tabagismo, o uso de anticoncepcionais, e até mesmo a desidratação ou ter mais de 60 anos são fatores de risco para a doença. Permanecer sentado por muito tempo, ao dirigir ou viajar de avião, por exemplo, também é uma ameaça.

Entre os sintomas, a dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, além da sensação de queimação na região afetada, mudanças na cor da pele e inchaço são os mais relatados.

Para o angiologista Daniel Alexandrino, é essencial procurar o médico à primeira suspeita de trombose. “Uma vez levantada a suspeita, é fundamental solicitar ultrassom doppler colorido venoso dos membros para avaliar o território das pernas. Nesse momento procura-se o coágulo, que é o ‘trombo’ na veia. Qualquer médico que faça o primeiro contato, seja na rede pública ou privada, precisa saber que deve-se iniciar o tratamento”, ressaltou o especialista.

Atendimento

De acordo com o Ministério da Saúde foram registrados no Sistema Único de Saúde (SUS) 35.598 tratamentos clínicos em decorrência da trombose. somente em 2016.

Já entre janeiro e julho de 2017, foram registrados 16.923 tratamentos clínicos. Também foram realizados 485.443 procedimentos de assistência de fisioterapia, sendo 330.142 ano passado e 155.301 neste ano.

Com relação a internações, foram registradas 900.641 em 2016 e 523.104 neste ano.

Portal Brasil

No próximo sábado (16) vai acontecer, em todos os postos de vacinação do Estado do Rio Grande do Norte, o Dia “D” de mobilização Nacional da Campanha de Multivacinação. O objetivo é a atualização da Caderneta da Criança e do Adolescente com até 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade.

A Campanha, que teve início no dia 11 de setembro, se estenderá até o dia 22 e terá no dia “D” a oportunidade de intensificação de suas atividades, visto que muitos pais não podem levar seus filhos para se vacinar no meio da semana devido a seus compromissos. Para isso, as Unidades Básicas de Saúde irão funcionar das 8h às 17h.

A multivacinação é uma estratégia que o Programa Nacional de Imunização vem adotando desde 2012 com a finalidade de atualizar a situação vacinal da população, especificamente de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias). Nesta oportunidade são oferecidas 16 vacinas de rotina, a fim de melhorar a cobertura vacinal e otimizar a logística dos serviços de saúde.

“No Rio Grande do Norte as ações vem se intensificando, a fim de conscientizar a população da necessidade de manter a caderneta atualizada. A incidência das doenças imunopreveníveis mostra que mudanças importantes ocorreram no seu comportamento com o uso de vacinas e o avanço nas coberturas vacinais. Entretanto, as baixas coberturas vacinais podem contribuir para o aparecimento de doenças e requer a adoção de estratégias adicionais para o resgate e vacinação dos não vacinados”, afirma a coordenadora do Programa Estadual de Imunização da Sesap, Katiucia Roseli.

Assecom-SESAP/RN

Profissionais de saúde de vários municípios participaram do evento

O município de Macaíba sediou uma oficina sobre o atendimento na linha de cuidado dos pacientes com sobrepeso e obesidade promovida pela Secretaria Estadual de Saúde, na manhã desta quarta-feira (06), no centro de convivência Pax Club.

O público-alvo do evento foram os profissionais da atenção básica de saúde de Macaíba e dos municípios das 3ª, 5ª e 7ª regiões de saúde do estado. Macaíba faz parte da 3ª região que é composta também por Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante e Extremoz.

O prefeito Fernando Cunha prestigiou a iniciativa que discutiu o aprimoramento das ações diárias e as experiências realizadas em cada município no tratamento do sobrepeso e da obesidade. Na oportunidade também esteve presente a coordenadora da Atenção Básica de Macaíba, Irlia de Paula.

Assecom-PMM

O Ministério da Saúde anunciou hoje (6) o fim do surto de febre amarela no país. Desde junho, quando foi confirmado o último caso no Espírito Santo, o Brasil não tem registros da doença. Segundo a pasta, a prevalência da doença é nos meses de calor, entre dezembro e abril, e, com o fim dessa sazonalidade, a expectativa é que o número de casos diminua.

De acordo com o último boletim epidemiológico, desde o início do surto, em 1º de dezembro do ano passado, até 1º de agosto deste ano, foram confirmados 777 casos e 261 óbitos por febre amarela. Outros 2.270 casos foram descartados e 213 permanecem em investigação. Além disso, 304 casos foram considerados inconclusivos.

A Região Sudeste concentrou a maioria dos casos, com 764 confirmações, seguida da Região Norte (10) e Centro-Oeste (3). As regiões Sul e Nordeste não tiveram confirmações.

Vacinação

Mesmo com a interrupção da transmissão da febre amarela, o Ministério da Saúde ressalta a importância de manter as ações de prevenção e de ampliar a cobertura da imunização contra a febre amarela para prevenir novos casos da doença no próximo verão. O Brasil adota o esquema de apenas uma dose da vacina durante toda a vida, de acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacinação é a medida mais importante para prevenção e controle da doença, com eficácia de 95% a 99%. A vacinação para febre amarela é ofertada no esquema de vacinas de rotina em 20 estados: Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Bahia, Maranhão, Piauí, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Além dessas áreas com recomendação, neste momento, também está sendo vacinada a população do Espírito Santo.

O Ministério da Saúde enviou aos estados 36,7 milhões de doses da vacina ao longo deste ano, tanto para rotina quanto para reforço nos estados afetados pelo surto.

Somente para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Espírito Santo e Bahia foram distribuídas 27,8 milhões de doses extras. A vacinação foi intensificada em 1.121 municípios desses cinco estados. Atualmente, a cobertura vacinal nessas localidades está em 60,3%. Apenas 205 cidades estão com a cobertura vacinal ideal, igual ou superior a 95%.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a situação está sob controle, mas é preciso aumentar a cobertura vacinal nas áreas de recomendação. “É preciso que as equipes façam a busca ativa, especialmente das pessoas que estão na zona rural, que são as mais suscetíveis a pegar febre amarela. E também façam o esforço, se o município é grande, tem que fazer campanha de vacinação na mídia, se o município é menor, fazer um esforça de ir de casa em casa para poder alcançar a cobertura”, explicou.

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A taxa de doadores de órgãos no Brasil subiu de 14,6 pessoas por milhão de habitantes para 16,2 no primeiro semestre deste ano, de acordo com pesquisa da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO). A expansão atingiu 11,8%, o que leva o país a ficar bem próximo da meta prevista para este ano de 16,5 doadores efetivos por milhão de habitantes.

“A taxa mostra que o número de doadores efetivos voltou a crescer de forma significativa, o que não estava acontecendo nos últimos semestres”, disse à Agência Brasil o cirurgião cardiovascular José Lima Oliveira Júnior, integrante da Comissão de Remoção de Órgãos da ABTO.

O médico afirmou que o principal entrave ao aumento do número de doadores no país é a recusa das famílias quando abordadas após a constatação da morte encefálica de algum parente. Atualmente, no Brasil, de cada 100 famílias, 43 recusam fazer a doação. “Esse é o principal entrave hoje”. Essa taxa de recusa familiar varia de estado para estado. Na Região Norte, em alguns estados, a recusa alcança 90%. “De cada dez famílias abordadas, nove recusam a doação”.

A situação é melhor na Região Sul, onde os estados do Paraná e de Santa Catarina apresentam taxas de recusa entre 22% e 23%, próximas da média de países desenvolvidos como os Estados Unidos, a Austrália, Espanha e o Canadá, cuja taxa oscila em torno de 20%.

O estudo mostra baixo aproveitamento de órgãos dos potenciais doadores notificados. No acumulado janeiro-junho de 2017, 31% dos 5.309 potenciais doadores notificados foram aproveitados. O índice é bastante inferior ao de países desenvolvidos, que varia entre 60% e 70%, segundo a entidade.

Por outro lado, a pesquisa da ABTO indica que a taxa de notificação de potenciais doadores aumentou 4,5% no primeiro semestre deste ano, enquanto a taxa de efetivação da doação de órgãos cresceu 7,2%. Foi registrado no período crescimento no número de transplantes de rim (5,8%), fígado (7,4%) e córneas (7,6%). Em contrapartida, ocorreu redução nos transplantes de coração (-3,6%), pulmão (-6,5%) e pâncreas (-6%). Oliveira Júnior esclareceu que pulmão e coração são órgãos mais difíceis de serem transplantados porque há recusa técnica, devido à viabilidade do órgão. “São órgãos mais sensíveis”.

De acordo com o cirurgião, quase 35 mil brasileiros estão na fila à espera de um órgão. “A fila só aumenta ou diminui em função das pessoas que entram na fila e morrem, aguardando por um órgão, ou das pessoas que são transplantadas e não continuam na fila”. A maioria das pessoas na fila aguarda doação de rim (20.523 pacientes).

Campanha

Este mês de setembro, a ABTO promove em todo o país a campanha Setembro Verde. Criado em 2012 por José Lima Oliveira Júnior, o projeto visa estimular a doação de órgãos, além da busca de direitos para os pacientes em fila de espera e para os transplantados.

“Esses pacientes não conseguem trabalhar no dia a dia, têm uma expectativa de vida extremamente reduzida, muitas vezes eles têm que migrar do seu estado natal e ir para fila de espera em outro estado, já que as filas no Sul e Sudeste acabam andando mais rápido porque se fazem mais transplantes. É uma realidade que a gente procura amenizar”, disse Oliveira Júnior.

Vários monumentos e pontos turísticos no país estarão iluminados de verde durante todo o mês de setembro, com o objetivo de chamar a atenção da população sobre a importância da doação de órgãos. Um deles é o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. A campanha tem como lema “Doe órgãos, a vida continua!” e destacará também o Dia Nacional da Doação de Órgãos, no dia 27 deste mês.

A campanha, que está na quarta edição, contará com diversas ações de conscientização em 22 estados que já aprovaram o projeto de lei que institui o Setembro Verde. Distribuição de folhetos, colocação de totens eletrônicos, além de eventos em agradecimento aos doadores estão agendados, entre outras iniciativas.

Na cidade de São Paulo, abrigos de ônibus e alguns pontos turísticos também ficarão coloridos de verde. No dia 30, haverá celebração ecumênica na Catedral da Sé, além de distribuição de material explicativo sobre a doação de órgãos.

Para Oliveira Júnior, a campanha mostra balanço positivo. Quando criou o projeto, ele não imaginava que fosse crescer de forma tão rápida, comentou. “Nós temos hoje vários estados que têm a campanha no seu calendário oficial e mais de 200 municípios no Brasil todo. Tudo isso chama a atenção das pessoas para esse problema. O movimento está crescendo”. Acrescentou que o objetivo da campanha é levar a doação de órgãos como pauta para a discussão da sociedade no dia a dia.

Agência Brasil

No decorrer desta semana, os funcionários da Unidade de Pronto Atendimento de Macaíba – UPA receberam uma importante capacitação referente ao atendimento de primeiros socorros. Diversas simulações foram realizadas com manequins e pessoas representando pacientes em situações que requerem ações de urgência e emergência.

 

Com mudanças aprovadas no plano, pacientes podem buscar qualquer unidade de saúde para exames

Agentes comunitários de saúde passarão a aferir pressão e glicemia da população e fazer curativos. A medida foi viabilizada pela aprovação da nova Política Nacional de Atenção Básica (Pnab), do Ministério da Saúde.

Com o Pnab, a ideia é melhorar os atendimentos de visitas em domicílio. O número de equipes aumentará, já que os agentes passarão por cursos de qualificação, como prevê o plano.

Para garantir a qualidade do atendimento, a nova legislação mantém o mínimo de profissionais – médico, técnico de enfermagem, odontólogo. Porém, torna mais flexível o número de agentes comunitários de saúde. O mínimo agora é um agente nas equipes de Saúde da Família nas regiões e quatro nas regiões de vulnerabilidade social.

Ações essenciais

As prefeituras que mantinham equipes de atenção básica menores, ou que não cumpriam o padrão estabelecido, passam agora a receber recursos federais. A carga horária também ficou flexível. Em vez de ser cumprida por um só profissional, três agentes farão as 40h exigidas por lei.

Todas as unidades básicas de saúde vão oferecer um conjunto de serviços essenciais para a saúde da população. Hoje, nem todas as unidades têm serviços como pré-natal, acompanhamento de hipertensos e diabéticos, procedimentos cirúrgicos de pequena complexidade e aplicação de vacinas.

Localização

Outra ação é facilitar o atendimento ao cidadão em todas as unidades de saúde. Atualmente, o acompanhamento do usuário é vinculado ao endereço da sua residência. A mudança permitirá o tratamento do usuário em qualquer unidade básica de sua escolha. Com a implantação do prontuário eletrônico em todas as UBS, a população poderá ser atendida em qualquer unidade de saúde.

Os investimentos na atenção básica subiram 10,4% neste ano, na comparação com o ano passado, e registraram R$ 19,1 bilhões. O novo plano beneficia 1.787 municípios e representa cobertura de mais 22 milhões de pessoas. Atualmente, existem 41.025 equipes de saúde da família credenciadas em 5.451 municípios brasileiros que atendem a 65% da população.

Portal Brasil

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recolheu lotes de medicamentos que têm como príncipio ativo o paracetamol e a amoxilina. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (30) no Diário Oficial da União.

Segundo a agência, estão suspensos em todo o Brasil a distribuição e a comercialização do medicamento genérico “Paracetamol solução oral 200mg/mL”, lote 0130/16, com validade em março de 2018. O medicamento é fabricado pela Hipolabor Farmacêutica.

A Hipolabor informa que o lote foi retirado do mercado por alteração no aspecto do medicamento. “Vamos apurar se a mudança foi ocasionada por armazenamento em condições inadequadas”, informa a empresa.

Segundo a empresa, o lote já foi recolhido e não está disponível nas drogarias para venda.

Também estão suspensos em todo o território nacional o medicamento Amoxil BD, da empresa Glaxosmithkline, nas concentrações 200 mg/5 ml e 400 mg/5 ml.

Comum, o paracetamol é utilizado para a redução da dor e da febre em gripes, por exemplo. Já a amoxilina, é um antibiótico recomendado usualmente para infecções das vias respiratórias.

G1