Saúde Arquivo

As usuárias e os usuários do CCI de Macaíba comemoraram o Dia Internacional da Mulher na tarde desta quarta-feira (7), na sede do Centro de Convivência.

Na ocasião, o secretário municipal de Cultura e Turismo, Marcelo Augusto Bezerra, ministrou uma palestra sobre mulheres importantes na história de Macaíba. O dia também foi cheio de atividades para os participantes, com muito forró e sorteio de brindes.

Prefeitura de Macaíba (Via Facebook)

Montante faz parte da aquisição de 2,85 milhões de frascos-ampolas que serão entregues até o primeiro trimestre de 2019

O Ministério da Saúde vai distribuir para todos os estados e o Distrito Federal em março, 526 mil frascos-ampola de penicilina benzatina – para tratamento da sífilis adquirida e em gestantes mais parcerias – e 116 mil da penicilina cristalina ou potássica – para tratamento da sífilis congênita, em bebês. A confirmação da distribuição está na Nota Informativa Nº 4, do Departamento de Vigilância, Prevenção e Controle das IST, do HIV/Aids e das Hepatites Virais (DIAHV) do Ministério da Saúde, de 23 de fevereiro.

A forma de distribuição foi elaborada com base na consulta nacional de necessidade de cada estado, realizada em contato direto com os gestores locais entre novembro de 2017 e janeiro de 2018.

No total serão comprados, de forma centralizada pelo ministério, 2,85 milhões da penicilina benzatina – sendo 2,4 milhões da apresentação 1.200.000 UI – e 450 mil da cristalina ou potássica de 5.000.000 UI, para o abastecimento da rede pública de saúde até o primeiro trimestre de 2019.

Informações do Blog da Saúde/Ministério da Saúde

A Prefeitura de Macaíba, por intermédio da Secretaria Municipal de Saúde, realizou o 4º Fórum de Saúde Mental de Macaíba, com o tema Matriciamento de Saúde Mental na Atenção Básica, na manhã desta quinta-feira (1º), no Pax Club.

O objetivo do Fórum foi apresentar e discutir sobre os trabalhos realizados no município pela Prefeitura na área psicossocial sobre a prevenção, promoção e cuidado integral dos munícipes portadores de transtornos mentais ou dependência química. O tratamento humanizado no atendimento e tratamento dos pacientes e as atividades compartilhadas entre as equipes que compõem a Secretaria de Saúde, na criação de novas propostas de intervenção nas comunidades foram enfatizados na ocasião pelos profissionais de saúde da administração macaibense.

As atividades do CAPS AD (Centro de Atenção Psicossocial em Álcool e outras Drogas), do CAPS II (Centro de Atenção Psicossocial) foram apresentadas durante o evento. Os usuários do CAPS AD que formam a banda musical Boa Esperança se apresentaram no evento e a escritora e usuária do CAPS II, Ana Faustino, conhecida popularmente como Aninha, declamou um de seus poemas na ocasião.

Macaíba é referência na área de saúde mental no Rio Grande do Norte. Com o atendimento humanizado feito pela Prefeitura, o número de usuários internados no hospital psiquiátrico João Machado, em Natal vem diminuindo ano após ano. Em 2013 foram feitas 236 internações. No ano de 2014, foram 155 e em 2015, foram feitas 144 internações. Em 2016 foram 103 e em 2017, até o mês de abril foram feitas 35 internações.

Via Assecom-PMM

SESAP/RN – A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) irá monitorar e dar o suporte técnico a todos os 55 municípios que irão participar da V Campanha Nacional de Hanseníase, Verminoses e Tracoma que irá começar na próxima segunda-feira (5). Irão participar os municípios vulneráveis ao risco de adoecimento para essas doenças e a Sesap irá oferecer o suporte técnico especialmente  aqueles que apresentarem mais dificuldades para o alcance das metas.

Ao todo, 516 escolas e mais de 92 mil alunos serão contemplados no Rio Grande do Norte. O público-alvo serão os estudantes de 5 a 14 anos de idade matriculados no ensino público. A campanha começa (5 a 9) pelas nove cidades que compõem a VI Unidade Regional de Saúde Pública (URSAP). Na Região Metropolitana de Natal a caravana irá às escolas no período de 26 a 29 de março.

O objetivo é esclarecer sobre os sinais e sintomas e ensinar a se proteger das doenças, favorecendo o diagnóstico precoce e o tratamento imediato. Durante a Campanha, será realizada busca ativa de casos novos de hanseníase, terapêutica para as verminoses, exames para detecção e tratamento dos casos de tracoma em escolares e seus contatos domiciliares.

 Para detectar casos de hanseníase será utilizada a ficha de autoimagem, a qual os estudantes levarão para casa para ser preenchida pelos pais ou responsáveis e devolverem à escola. Após triagem, os casos com lesões suspeitas serão encaminhados às unidades de saúde dos municípios para avaliação e tratamento, em caso de confirmação diagnóstica.

Para o tracoma, os escolares serão submetidos ao exame ocular externo realizado por profissionais capacitados e os casos positivos e seus contatos domiciliares, encaminhados para tratamento

Para profilaxia das verminoses será administrado Albendazol 400mg em dose única. O medicamento é eficaz, de baixo custo e já foi utilizado em milhões de indivíduos de diversos países.

MUNICÍPIOS

As atividades abrangem ainda orientações aos professores e escolares acerca das doenças a serem trabalhadas na ação, e mobilização da comunidade. Para tanto, será utilizado material didático confeccionado pelo Ministério da Saúde, que deverá ser reproduzido pelos municípios que aderiram à campanha.

O total de 55 municípios que aderiu à atividade no Rio Grande do Norte: Açu, Alexandria, Arês, Baía Formosa, Bento Fernandes, Bodó, Brejinho, Caiçara do Rio do Vento, Canguaretama, Caraúbas, Ceará-Mirim, Cerro Corá, Cruzeta, Currais Novos, Espírito Santo, Francisco Dantas, Frutuoso Gomes, Goianinha, Governador Dix-Sept Rosado, Guamaré, Ielmo Marinho, João Câmara, Jucurutu, Lagoa d’Anta, Lagoa de Pedras, Lagoa Nova, Lagoa Salgada, Macaíba, Marcelino Vieira, Maxaranguape, Mossoró, Natal, Olho-d’Água do Borges, Rio do Fogo, Patu, Pedro Avelino, Pedro Velho, Pendências, Pureza, Santana do Matos, Santo Antônio, São José de Mipibu, São Miguel, São Miguel do Gostoso, São Paulo do Potengi, São Rafael, São Tomé, Serrinha, Sítio Novo, Tangará, Tenente Laurentino Cruz, Tibau do Sul, Touros, Umarizal e Viçosa.

Todos esses municípios já foram contemplados com recursos financeiros por meio da Portaria Nº 240, de 1º de Fevereiro de 2018, em um total de R$ 254.385,26.

 

SESAP/RN – Com as últimas chuvas ocorridas no Estado, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) faz um alerta à população para redobrar os cuidados com o risco de contágio por leptospirose.  Doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira, presente na urina de ratos e outros animais, é transmitida ao homem principalmente nas águas contaminadas provenientes de alagamentos, córregos e esgotos.

Os dados mostram uma queda no número de registros da doença no Rio Grande do Norte em 2016 e 2017, quando foram confirmados apenas dois casos por cada ano, se comparados a 2015, quando foram registrados 22 casos de leptospirose.

Com sintomas semelhantes aos da gripe, febre, dor de cabeça e dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas, podem também ocorrer vômitos, diarreia e tosse. Nas formas graves, geralmente aparece icterícia (pele e olhos amarelados), sangramento e alterações urinárias.

Os pacientes com diagnóstico de leptospirose devem ser encaminhados pelas unidades básicas de saúde para o Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, que é a referência no RN para o tratamento da doença.

O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte, orientado sempre por um médico, de acordo com os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório e os graves precisam de internamento.

Para o controle da leptospirose, a bióloga do setor de Endemias da Sesap, Ximenya Lopes, explica que é possível prevenir a doença com alguns cuidados básicos, a começar na própria residência. Também são importantes medidas ligadas ao meio ambiente, como saneamento básico e melhorias nas habitações.

“É importante que as pessoas evitem o contato com água ou outros ambientes possíveis de estarem contaminados pela urina dos ratos. Cuidados também devem ser tomados com o armazenamento e o acondicionamento apropriados de alimentos, além do destino do lixo”, explica.

A bióloga também alerta para a desinfecção e completa vedação de caixas d´água como medidas preventivas a serem tomadas periodicamente. Além disso, o hipoclorito de sódio a 2,5% (água sanitária) mata as leptospiras e deverá ser utilizado para desinfetar reservatórios de água (um litro de água sanitária para cada 1000 litros de água do reservatório), locais e objetos que entraram em contato com água ou lama contaminada (um copo de água sanitária em um balde de 20 litros de água). Durante a limpeza e desinfecção de locais onde houve inundação recente, deve-se também proteger pés e mãos do contato com a água ou lama contaminada.

Dados no RN

No período de 2007 a 2017 foram registrados 546 casos suspeitos de leptospirose no Rio Grande do Norte, dos quais 185 (34%) foram confirmados, com 17 óbitos. Neste período a doença atingiu 46 municípios, com destaque para Natal (55), Frutuoso Gomes (16), São João do Sabugi (14), São Miguel (10) e Cruzeta (10). As periferias das cidades que acumulam água de chuva e lixo são as áreas mais vulneráveis ao risco de contaminação.

A proposta será discutida com os Estados e organismos internacionais. A vacinação contra febre amarela deve ser feita de forma gradual, de acordo com as possibilidades dos estados

O Ministério da Saúde estuda ampliar a vacinação contra febre amarela para todo o país ainda neste ano devido à circulação do vírus em novas áreas. Durante reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), o ministro da Saúde, Ricardo Barros, apresentou nesta quinta-feira (22) a proposta que deve ser definida com os Estados. A sugestão será também discutida com organismos internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).

Ao apresentar a proposta, o ministro Ricardo Barros defendeu que estratégia de vacinar toda a população, deve ser feita de forma gradual, de acordo com as possibilidades dos estados. “Isso é uma proposta que será discutida com as diversas competências: secretários estaduais, OMS e OPAS. Se decidido, haverá uma programação de vacinação para cada estado”, esclareceu Ricardo Barros.

A ideia é incluir todos os estados do país como Área Com Recomendação de Vacinação (ACRV). Atualmente, alguns Estados do Nordeste e parte do Sul e Sudeste do país não fazem parte das áreas de recomendação de vacina, por não apresentarem circulação do vírus. Neste locais devem ser vacinados, aproximadamente, 34 milhões de pessoas, sendo 11 milhões nos estados da região Sul e Sudeste, além de 23 milhões no Nordeste.

Atualmente, a estratégia de vacinação contra a febre amarela faz parte da rotina de 21 estados brasileiros e também é recomendada para pessoas de outras regiões que vão se deslocar para áreas silvestres e rurais nessas localidades. O Ministério da Saúde, ao longo de décadas, vem ampliando as áreas de vacinação, conforme a necessidade apontada pelo monitoramento constante da circulação do vírus.

O Ministro da Saúde ressaltou ainda que aguarda o funcionamento da nova fábrica da Libbs Farmacêutica, em São Paulo, para aumento da produção da vacina no país. “Estamos aguardando o início do funcionamento da nova fábrica que poderá produzir mais 4 milhões de vacinas por mês. Assim, teremos a capacidade de fazer a imunização de toda a população. Com isso, todo o Brasil se tornaria área de vacinação permanente”, concluiu.

Com informações do Portal do Ministério da Saúde

Sempre preocupada com a formação de seus servidores, a Prefeitura de Macaíba proporcionou mais uma capacitação, em parceria com a SESAP/RN, para profissionais que atuam nas Estratégias de Saúde da Família do município, médicos, enfermeiros e agentes comunitários de saúde, dentre outros.

A capacitação foi realizada no Pax Club na manhã desta quinta-feira (22) e teve como tema a tuberculose, focando-se na biossegurança e busca ativa de casos suspeitos.

Arquivo/Agência Brasil

Agência Brasil – Equipes de auditoria fiscal agropecuária do governo federal realizaram hoje (20) a Operação Semana Santa, com inspeções que verificam se o conteúdo da embalagem de pescado nacional e importado vendida nos supermercados é de fato o produto informado no rótulo, e não uma mercadoria inferior àquela paga pelos clientes.

Conforme dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, responsável pela operação, amostras de peixe foram coletadas em 13 unidades federativas: Alagoas; Ceará,; Distrito Federal; Mato Grosso; Minas Gerais; Pará; Paraná; Pernambuco; Rio de Janeiro; Rio Grande do Norte; Santa Catarina; São Paulo e Tocantins.

Segundo o auditor Paulo Araújo, a ação, que mobilizou 50 servidores, entre auditores fiscais agropecuários, agentes de inspeção e técnicos laboratoriais, tem ampliado significativamente, a cada ano, a garantia de qualidade do alimento que o consumidor leva para casa. Araújo informou que, em 2015, 23% dos peixes vendidos estavam em desconformidade O percentual foi reduzido no ano seguinte para 15%. No ano passado, 96% dos produtos nacionais analisados estavam dentro dos padrões esperados, e todas as unidades importadas eram verdadeiras.

Há muitas ocorrências de adulteração entre linguado, surubim e pescada amarela, que são vendidos pelos comerciantes a preços mais altos, ressaltou Araújo. As espécies mais caras de sardinha, em muitos casos, também são trocadas por savelha e mesmo pela sardinha laje, que é mais barata. “Coletamos as embalagens de peixes pré-embalados. Basicamente, são peixes congelados. Já sabemos quais são as espécies mais usadas nas fraudes. Então, vamos direcionando essas análises”, disse o auditor.

Os peixes frescos, esclareceu Araújo, são fiscalizados pelas secretarias estaduais de Saúde.

A cautela com o que é adquirido é de extrema relevância inclusive para evitar alergias alimentares, já que uma pessoa pode, por exemplo, ter reação ao peixe cação e não ter ao bacalhau, podendo ficar suscetível a mal-estar, caso não seja avisada dessa substituição. Paulo Araújo alertou que o consumidor pode estar atento a alguns sinais na identificação dos produtos, como comprar somente produtos que passem pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF).

“Outro ponto que a gente orienta é verificar a questão dos preços. Uma promoção muito barata pode indicar que há alguma coisa errada com aquele produto, não só na questão da substituição da espécie, como o glazeamento [congelamento que impede a oxidação ou desidratação] compensado, a adição de substâncias químicas que fazem o peixe inchar”, afirmou.

Outro mau indício é quando se nota que o produto que não rende a porção esperada devido à perda excessiva de água durante o processo de descongelamento.

As amostras colhidas pelas equipes nesta terça-feira serão examinadas no Laboratório Nacional Agropecuário de Goiânia. O resultado das análises laboratoriais da Operação Semana Santa deverá ser divulgado publicamente no site do ministério, no dia 30 de março.

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Um dos mais importantes pontos do debate sobre a legalização da maconha e de seus derivados é o potencial revolucionário que o uso de medicamentos à base da Cannabis vem demonstrando em literalmente centenas de doenças complexas e de difíceis tratamentos.

A mais nova descoberta é o efeito do cannabidiol (CBD), óleo extraído da planta, em crianças com microcefalia por conta do Zika vírus. O óleo vem sendo utilizado na Casa de Apoio Ninar, no Maranhão, e além dos resultados surpreendentes com uma eficácia muito superior, os pais das crianças em tratamento garantem que seu uso, diferentemente de outros medicamentos, não traz qualquer efeito colateral.

Fotos: divulgação / Felipe Dana / AP

O CBD é utilizado para o desenvolvimento neurológico de tais crianças e para o controle e combate de crises de epilepsia e convulsões. A grande preocupação da maioria dos pais ligados à Casa de Apoio Ninar é, em verdade, que eventualmente o cannabidiol volte a ser proibido no Brasil – a importação do remédio é cara e trabalhosa. Para utilizar o óleo por aqui é preciso assinar um termo de responsabilidade e consentimento.

Hypeness

Matéria completa aqui:

Derivado de maconha é testado como sucesso para tratar crianças com microcefalia no Maranhão

A Prefeitura promoveu uma ação na tarde desta segunda-feira (5) para conscientizar a população sobre a importância da prevenção contra as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s).

A atividade aconteceu na rodoviária do município e contou com a ilustre presença da Jarita Real, do programa estadual de Saúde da Sesap/RN, animando a galera e informando sobre a importância de cuidarmos da nossa saúde.

Na oportunidade foram realizados aproximadamente 180 testes rápidos de HIV, sífilis, hepatites B e C além de distribuições de panfletos informativos sobre prevenção e distribuição de preservativos masculinos e femininos. Aproveite bem a festa cuidando de sua saúde!

Prefeitura de Macaíba (Facebook)

Rede pública de saúde oferece vacinação contra a febre amarela

De primeiro de julho do ano passado até agora, o Brasil teve 213 casos confirmados de febre amarela. Desse total, 81 pessoas morreram. Desde o último balanço do Ministério da Saúde, feito há uma semana, foram mais 83 novas infecções, das quais 28 resultaram em óbitos.

Em todo o país, os casos notificados já chegaram a mil, mas 430 já foram descartados. Outros 430 ainda estão em investigação. Vários estados possuem pacientes sob observação, mas os casos confirmados, quando se sabe com certeza que é febre amarela, estão em São Paulo, com maior número de doentes e de mortes, Minas Gerais, Rio de Janeiro e o Distrito Federal, que tem uma única confirmação.

O período escolhido para contabilizar os casos da doença, a partir do mês de julho, e não de janeiro de cada ano, se relaciona ao ciclo da febre amarela, que costuma aparecer mais no verão, segundo o Ministério da Saúde.

A febre amarela é uma doença com mortalidade elevada, transmitida por mosquitos, e não por macacos. Até agora todos os ambientes de contaminação estão em zona rural, de acordo com o órgão. O último caso da doença no meio urbano foi registrado oficialmente em 1942.

EBC

Os recentes casos de febre amarela registrados no Brasil levantaram a dúvida sobre quem deve se vacinar contra a doença. A orientação geral é simples: deve se vacinar quem vive em áreas com recomendação de vacinação contra febre amarela ou com recomendação temporária, bem como quem vai viajar para uma dessas áreas, no Brasil. Uma dose garante proteção para o resto da vida.

Já em casos de viagens internacionais, é preciso verificar se o país destino exige o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Neste caso, em qualquer lugar do Brasil, procure um posto de vacinação e apresente o comprovante de viagem para tomar a vacina e dar início à emissão do certificado.

Lembre-se: A vacina deve administrada, pelo menos, 10 dias antes da viagem.

Viagem nacional para uma área com recomendação ou com recomendação temporária da vacina para febre amarela – veja lista de municípios.

Viagem internacional com destino a países que exigem o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP), com dose integral – veja lista no site da OMS.

Já o viajante que mora em área sem recomendação e vai viajar para área também sem recomendação, não precisa se vacinar. Contudo, é fundamental que todos os brasileiros mantenham as vacinas atualizadas, de acordo com os calendários de vacinação do Programa Nacional de Imunizações.

Dose padrão e dose fracionada

A dose fracionada é destinada apenas a moradores de 77 municípios dos estados da Bahia, do Rio de Janeiro e de São Paulo que terão campanha de vacinação. Nas outras áreas com recomendação da vacina são utilizadas a dose padrão. Contudo, os moradores dessas cidades que estão com viagem agendada para um país que exige o CIVP receberão dose padrão. Para isso, é preciso apresentar comprovante de viagem ao profissional de saúde do posto de vacinação.

Informações do Blog da Saúde – Ministério da Saúde

Matéria completa aqui:

http://www.blog.saude.gov.br/index.php/servicos/53177-quem-deve-se-vacinar-contra-febre-amarela-antes-de-viajar

Foto: Vinícius Lisboa/Agência Brasil

Dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, seção Rio de Janeiro (SBACV-RJ), indicam que as altas temperaturas, comuns da época do verão, aumentam entre 20% e 30% o risco de doenças vasculares, ou venosas, nos membros inferiores. De acordo com os números, normalmente elas são associadas a varizes.

“O motivo de as altas temperaturas piorarem as doenças vasculares no verão é porque o calor provoca vasodilatação, ou seja, a dilatação dos vasos sanguíneos, com uma sobrecarga nas veias dos membros inferiores”, afirmou o presidente da SBACV-RJ, Breno Caiafa.

Segundo ele, pessoas com doença vascular prévia tendem a piorar no verão, enquanto as demais podem sentir edemas, dores nas pernas, cansaço, peso, caimbra, ressecamento da pele e coceira, “tudo provocado pelo calor”.

Desidratação

Breno Caiafa explicou que nesse período aumenta a secreção de suor e isso pode ser associado à desidratação. Lembrou ainda que, como estão em férias, muitas pessoas desregulam sua alimentação, ampliando o consumo de sal e de bebidas alcoólicas, que também agravam os sintomas vasculares.

Para Caiafa, a população brasileira é propensa a ter varizes. A estimativa é que isso ocorra em 35% da população, envolvendo todas as faixas etárias. Avaliando apenas a população adulta, o percentual pode chegar até 70% de mulheres e a 50% de homens.

Para evitar o agravamento dos sintomas no verão, Caiafa informou que o ideal é que as pessoas com doença vascular procurem um angiologista ou cirurgião para um tratamento anterior à chegada da estação, a fim de, pelo menos, receber orientação.

Além do fator prévio da doença, existem agravantes, como a permanência em longos períodos com as pernas para baixo, em posição sentada ou em pé. Outros agravantes são excesso de peso e falta de exercício.

Evolução

“A correção será justamente fazer atividade física, perder peso, evitar permanência sentado ou em pé, alternar essa movimentação, movimentos com as pernas, levantar e andar durante o trabalho, restringir o uso de sal e de bebida alcoólica, aumentar a hidratação, alternar posições de elevação das pernas e, em alguns casos, com indicação médica, usar meia elástica de compressão para ajudar a circulação, sugeriu o especialista. Hidratar a pele também foi recomendado.

Entre os principais sintomas, a evolução da doença apresenta inchaço das pernas, que pode provocar pequenas fissuras na pele, facilitando infecções como a erisipela. A complicação mais temida é a formação de coágulos nas veias, a chamada trombose.

Breno Caiafa destacou que a hidratação nessa época do ano é fundamental, junto com a reposição de sais minerais. As pessoas devem beber de dois a três litros de água por dia. Se forem consumir cerveja, devem alternar a ingestão de água. Para recuperar sais minerais perdidos, podem beber sucos de frutas, isotônicos ou água de coco.

Agência Brasil

Foto: Agência Brasil

Dois produtos foram suspensos, nesta terça-feira (16), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os agentes da fiscalização identificaram um lote falso de Botox e também irregularidades em um lote de vacina contra hepatite B.

Os lotes de Botox não foram produzidos pela fabricante indicada na embalagem. Como é uma falsificação, não há qualquer garantia sobre a origem e a composição do medicamento, o que pode trazer riscos à saúde dos usuários. A toxina botulínica é um medicamento injetável e só pode ser prescrito por profissionais médicos ou odontólogos.

No caso da vacina, o próprio Instituto Butantan, responsável pela produção da vacina, detectou um resultado fora do padrão no ensaio de endotoxina presente na vacina da hepatite B. O laboratório vai recolher a vacina no mercado. Outros lotes da vacina e outros produtos do Butantan continuam liberados.

Portal Brasil

Agência Brasil – A forma de exposição e comercialização de cigarros e outros produtos derivados do tabaco poderá ser regulamentada este ano pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A questão já passou por consulta pública e será analisada na primeira reunião da diretoria colegiada da agência, marcada para a próxima terça-feira (16), em Brasília.

Entidades que defendem as políticas de controle do tabagismo argumentam que a exposição nos locais de venda é usada pela indústria como propaganda, proibida atualmente no Brasil pela Lei Antifumo. A tendência é que haja restrição na forma como os comerciantes deixam os maços ou carteiras de cigarro e outros produtos fumígenos expostos em vitrines ou locais que atraiam os consumidores.

Cigarros com aditivos no STF

A discussão sobre outras medidas de controle do uso do tabaco também deve se destacar na agenda do Judiciário e do Legislativo em 2018. Logo após o recesso, em fevereiro, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar a proibição dos aditivos de cigarro. O assunto foi colocado em pauta no ano passado pelo menos nove vezes, mas o julgamento foi adiado para o dia 1° de fevereiro.

“O Brasil foi um dos primeiros países que promulgaram uma legislação proibindo os aditivos no cigarro. A gente sabe que esses aditivos, como baunilha, chocolate, menta, são colocados nos produtos pra atrair crianças e adolescentes para iniciação [do fumo]. É um assunto bem importante pra saúde pública”, destacou a consultora no Brasil da União Internacional contra a Tuberculose e Doenças Pulmonares (The Union),  Cristiane Vianna.

Aumento da tributação

Na Câmara dos Deputados, os ativistas pelo fim do tabagismo trabalham pela aprovação de projetos de lei que aumentam impostos sobre a produção de cigarros e outros produtos derivados do tabaco. Entre as propostas em análise pelos parlamentares, há medidas que visam criar tributos sobre o tabaco para estimular a redução do consumo do produto e direcionar os recursos arrecadados para ações de prevenção e tratamento de doenças causados pelo fumo.

Um dos projetos em debate (PLP 4/2015) estabelece a criação da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) sobre a fabricação e importação do tabaco e seus derivados. A arrecadação da chamada Cide Tabaco deve ser destinada, segundo o projeto, ao financiamento do tratamento de doenças causadas pelo fumo em hospitais da rede pública. O valor destinado às vítimas seria calculado com base na alíquota de 2% sobre o lucro dos fabricantes ou importadores de tabaco.

Um dos objetivos é fazer com que o fumo se torne inviável economicamente para boa parte das pessoas, principalmente entre os adolescentes, fase na qual se inicia o consumo de cigarro em 90% dos casos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Dois em cada dez estudantes do ensino fundamental já experimentaram cigarro, segundo a última Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), de 2015.

Um quarto dos estudantes compra o cigarro em loja ou botequim e quase 40% dos jovens compram escondido ou pedem para alguém comprar. Mais da metade dos estudantes que participaram da pesquisa já presenciou pessoas que faziam uso do cigarro e quase 30% deles tem pais ou responsáveis fumantes.

“Tributação sobre tabaco é fundamental para reduzir o consumo em dois grupos populacionais que são os mais vulneráveis para o tabagismo: é evitar que os jovens comecem a fumar e reduzir o tabagismo entre pessoas de baixa renda, que são os mais expostos, os que mais fumam. A ideia não é penalizar essas pessoas, é tentar evitar que elas sofram, porque são as que mais adoecem, mais morrem por problemas relacionados ao tabagismo”, afirmou a pesquisadora e coordenadora do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde da Fiocruz. Valeska Carvalho Figueiredo.

Os projetos de lei ainda estão em fase de discussão nas comissões antes de serem avaliados em plenário. A tramitação das propostas tem sido permeada pelo embate entre representantes da indústria do tabaco e de organizações que defendem políticas de controle do tabagismo.

“A cadeia produtiva do tabaco brasileira é mais tributada do mundo. Ao aumentar o preço do cigarro brasileiro, que já um dos mais caros do mundo na relação de renda da população, significa jogar ainda mais pessoas para o consumo do cigarro contrabandeado do Paraguai, que é extremamente barato, não tem vigilância sanitária e causa prejuízo gravíssimo à economia brasileira e também à saúde. Pesquisas mostram que há produtos misturados nos cigarros que vêm do Paraguai, como chumbo, insetos e outras coisas que são extremamente prejudiciais à saúde”, afirmou o consultor executivo da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco),  Dalvi Soares de Freitas.

Saúde

O aumento dos impostos e do preço do cigarro é apresentado pela Convenção Quadro para Controle do Tabaco, compromisso assumido pelo Brasil e mais 191 países, como uma das políticas efetivas de redução do fumo. A medida também é defendida pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca).

A OMS considera o tabagismo uma doença crônica e um fator de risco para diversas enfermidades. Segundo a organização, a dependência à nicotina é responsável por cerca de 5 milhões de mortes em todo o mundo.

No Brasil, de acordo com o Inca, cerca de 156 mil pessoas morrem por ano por causas relacionadas ao tabaco, o que equivale a 428 mortes por dia. A maioria das mortes ocorre por problemas cardíacos, pulmonares, cânceres, tabagismo passivo, pneumonia e acidente vascular cerebral (AVC).

Pesquisadores projetam que se o Brasil aumentasse o preço do cigarro em 50%, seriam evitadas mais de meio milhão de internações e aproximadamente 200 mil mortes por ano, segundo estudo da Faculdade de Medicina de Buenos Aires em parceria com o Inca, a Organização Pan-americana de Saúde (Opas) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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Sol, calor e férias escolares: é no verão que muitos não resistem à tentação de ir à praia e aproveitar este período em frente ao mar. Com o clima de despreocupação, o cuidado com a alimentação pode ficar um pouco de lado, quando recorremos a alternativas menos saudáveis na hora de matar a fome – inclusive por conta da comodidade, já que não é raro encontrarmos ambulantes e quiosques com cardápios recheados por pastéis, espetinhos, porções fritas e salgadinhos, além da ampla variedade de bebidas doces, gaseificadas e alcoólicas.

Todo esse cenário pode colocar a saúde digestiva em risco: o consumo em excesso desses alimentos pode agredir a mucosa do estômago e o consumo bebidas alcoólicas aumenta o nível de acidez do suco gástrico, podendo provocar gastrite e, em casos mais graves, úlcera. Por isso, frituras, alimentos industrializados, enlatados, café, chocolate, pimenta, bebidas alcoólicas e açúcar devem ser ingeridas com moderação.

Além da gastrite, outro problema recorrente nessa época do ano caracteriza-se pela infecção intestinal ou gastroenterite aguda, cujos sintomas são diarreia e, em casos mais intensos, vômitos e febre. A infecção, em geral, é causada por água ou verduras contaminadas, e por intoxicação alimentar, originada por comidas deterioradas devido ao calor. O contágio acontece pelo ar e por alimentos, objetos ou mãos contaminadas. A bactéria mais comum é a conhecida Salmonela.

Dr. Tomazo Franzini, diretor da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), dá dicas para que essas condições sejam evitadas, sobretudo nas épocas mais quentes do ano. Confira:

Temperatura adequada
É fundamental atentar-se ao armazenamento dos alimentos em temperatura adequada, sempre buscando por escolhas que agridam menos a saúde digestiva. Não os deixe fora da geladeira por muito tempo e, quando viajar, leve-os em caixas de isopor ou bolsas térmicas.

Evite alternativas pré-cozidas 
Ou seja, se possível, evite aqueles itens já assados ou fritos – após a cocção, não há mais nenhuma etapa para eliminação de bactérias e, com o passar do tempo e o calor, as chances de estragar são maiores.

Práticos e saudáveis
Caso não possa manter a refrigeração adequada, leve frutas frescas e secas, e biscoitos de polvilho. No caso de sanduíches naturais, eles precisam ser bem conservados, servindo como fonte de proteína – melhor deixar sem molho.

Fique bem hidratado! 
Principalmente no calor, é indicado que se beba bastante água, sucos naturais e água de coco, por exemplo. Se for compra-los na praia, observe se o lacre não está violado e se a validade está dentro do prazo. Nunca beba água da torneira.

Reconheça a contaminação
Impossível levar suas próprias comidinhas para a praia? Então fique de olho nos ambientes e nos funcionários. Veja se os cabelos estão presos, se os aventais estão higienizados e a limpeza dos recipientes. A contaminação pode ser física, química e biológica. No primeiro caso, é visível: há presença de impurezas no prato, como pedras, areia ou cabelo. Quando química, acontece em decorrência da presença de produtos contaminantes, como inseticida; a biológica é causada por fungos, bactérias e vermes.

Superpride

Em entrevista ao programa A voz do Brasil, presidente da República anunciou as medidas, que devem beneficiar 15 milhões de pessoas

Mais 15 milhões de brasileiros serão atendidos com a construção de novas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e de 2 mil unidades básicas de saúde, garantiu o presidente da República, Michel Temer, em participação no programa A voz do Brasil desta terça-feira (9). As obras são parte do Programa Agora, é Avançar, do Governo do Brasil.

Temer afirmou, ainda, que metade da frota de ambulâncias do SAMU será renovada neste ano em todo o Brasil. Para melhorar o atendimento em saúde, destacou o DigiSUS, novo prontuário eletrônico que vai unificar as informações dos pacientes e facilitar o atendimento. Por ele, o paciente vai acompanhar todas as informações sobre consultas e remédios pela internet, sem precisar sair de casa.

Portal Planalto

A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) realiza a quarta edição da campanha Janeiro Branco, que acontece pela quinta vez no Brasil e neste ano adota o slogan “Quem cuida da mente, cuida da vida”. O projeto desperta a reflexão e o desenvolvimento de ações voltadas à saúde mental, com uma programação especial na UFRN durante o mês de janeiro para convidar as pessoas a pensar em suas vidas, emoções, relacionamentos, sentimentos e sonhos para 2018.

O Serviço de Psicologia Aplicada (Sepa) e o Núcleo de Apoio ao Discente (Nadis) da UFRN promoverão bate-papos e meditação junto à comunidade universitária, entre os dias 15 e 19 no Campus Central e de 22 a 26 de janeiro nos hospitais universitários. Entre os assuntos abordados estarão conversas sobre depressão, ansiedade, a mulher universitária, saúde no trabalho, além da apresentação do documentário “Entrelaços”. A iniciativa conta com apoio da Diretoria de Atenção à Saúde do Servidor (DAS), que ganha decoração sobre a campanha e ainda promove uma oficina de Arteterapia no dia 25.

A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proae), por meio da Coordenadoria de Atenção à Saúde do Estudante (CASE), também adere ao Janeiro Branco com a divulgação de material informativo em redes sociais e sites da universidade. Após o retorno às aulas, em fevereiro, serão realizadas rodas de conversa e esclarecimentos sobre os cuidados com a saúde mental em diversos pontos da UFRN, entre eles a residência universitária, sala de espera da Proae e centros acadêmicos.

Outras informações sobre o Janeiro Branco estão disponíveis na página http://janeirobranco.com.br/.

ASCOM – Reitoria/UFRN

Foto: Marcello Casal JR/ABr

Entrou em vigor hoje (2) a nova cobertura mínima obrigatória dos planos de saúde definida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que inclui 18 novos procedimentos, entre exames, terapias e cirurgias que atendem diferentes especialidades, além da ampliação de cobertura para outros sete procedimentos, englobando medicamentos orais contra o câncer.
Entre as principais inclusões e ampliações, a diretora adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos da ANS, Carla de Figueiredo Soares, destacou a incorporação, pela primeira vez, de um medicamento para tratamento da esclerose múltipla; a disponibilização de oito medicamentos orais para combate a diversos tipos de câncer, entre os quais os de pulmão, melanoma e próstata; exame de tomografia por emissão de pósitrons/tomografia computadorizada (PET-CT) para diagnóstico de tumores neuroendócrinos; e cirurgias laparoscópicas para tratamento de doenças ligadas ao sistema reprodutor feminino, como câncer de ovário e tratamentos para infertilidade.

Segundo Carla, todos os beneficiários de planos de saúde novos, ou seja, aqueles contratados a partir da Lei nº 9.656 ou adaptados a ela, têm assegurado o direito às novas coberturas. Se as operadoras negarem atendimento, a diretora recomenda que o consumidor deve apresentar reclamação à ANS. Para isso, podem ser usados os canais de atendimento Disque ANS, pelo número gratuito 0800 701 9656; a Central de Atendimento no portal da ANS (www.ans.gov.br); ou o atendimento pessoal feito nos 12 núcleos presenciais que a agência mantém no país. Os endereços podem ser consultados no portal da ANS.

Atualização

A atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS é feita a cada dois anos. A diretora adjunta de Normas e Habilitação dos Produtos disse que a revisão periódica da cobertura mínima obrigatória é importante para os beneficiários de planos de saúde de todo o país. “A atualização do rol é um avanço para os beneficiários de planos de saúde, pois as tecnologias para tratamentos de doenças evoluem e, portanto, é preciso que a cobertura dos planos de saúde acompanhe essa evolução tecnológica e que se comprove segura, eficaz e sustentável”. Esclareceu que os procedimentos incorporados são aqueles nos quais os ganhos coletivos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes. A inclusão de tecnologias é sempre precedida de avaliação criteriosa, disse.

A intenção da ANS é regulamentar os critérios para adoção de novos procedimentos, com o intuito de dar mais transparência ao tema. Atualmente, os princípios norteadores das revisões são as avaliações de segurança e efetividade dos procedimentos, a disponibilidade de rede prestadora e os custos para o conjunto de beneficiários de planos de saúde.

Para proceder à inclusão ou exclusão de itens do rol, ou mesmo para alterar os critérios de utilização dos procedimentos listados, a ANS leva em consideração estudos com evidências científicas atuais de segurança, de eficácia, de efetividade e de acurácia, isto é, de precisão das intervenções. “Desse modo, os procedimentos incorporados são aqueles nos quais os ganhos e os resultados clínicos são mais relevantes para os pacientes, segundo a melhor literatura disponível e os conceitos de avaliação de tecnologias em saúde”, acrescentou Carla.

Agência Brasil