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Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação em 2018.

A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente pelo Banco Central, com projeções para os principais indicadores econômicos.

A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 4,16% para 4,05% este ano.

Radioagência Nacional

Começou neste domingo o prazo para os partidos políticos enviarem a prestação de contas parcial das campanhas eleitorais.

No documento, deve constar o registro da movimentação financeira ocorrida desde o início da campanha até o último sábado, dia 8.

O prazo para o envio dessa primeira parcial à Justiça Eleitoral termina na quinta-feira (13)

O limite de gastos com campanhas depende do cargo em disputa. No caso da Presidência da República, cada candidato pode gastar até  R$ 70 milhões.

Para governador e senador, o limite de gasto depende do número de eleitores de cada unidade da federação, apurado no dia 31 de maio deste ano.

Informações da Radioagência Nacional

Foto: EBC

A proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA – PLN 27/2018) para 2019 prevê R$ 13,7 bilhões para emendas parlamentares impositivas. Desse total, R$ 9,2 bilhões vão para emendas individuais (de deputados e senadores) e R$ 4,5 bilhões para as de bancadas estaduais.

As emendas individuais contemplam demandas que chegam das bases eleitorais dos parlamentares e de grupos organizados que procuram influir no projeto orçamentário. Cada um dos 594 parlamentares poderá contar com até R$ 15,4 milhões em emendas individuais. Metade dessas irá para a saúde, seguindo divisão estabelecida na Constituição.

Já o valor máximo para apresentação de emendas impositivas por bancada será de R$ 169,6 milhões. De acordo com a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019 (Lei 13.707, de 2018), esse valor poderá ser distribuído em até seis emendas, sendo ao menos uma para a área de educação, uma para saúde e uma para segurança pública. Diferentemente das emendas individuais, as de bancada priorizam obras e serviços de interesse dos estados. Elas são discutidas dentro de cada bancada e contam, geralmente, com o aval dos governadores.

Os dados estão em informativo conjunto das consultorias de orçamento do Senado e da Câmara dos Deputados, divulgado na quinta-feira (6).

Informações da Agência Senado

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Foi publicada nesta quarta-feira (5), no Diário Oficial da União, uma nova tabela de preços de frete. O valor foi definido em uma reunião no Palácio do Planalto com representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

O reajuste tem como base na variação de 13% no preço do diesel na refinaria. Com isso, a decisão do governo foi a de aumentar o valor da tabela em 3%. Essa tabela define o preço mínimo por quilômetro, eixo e carga transportada.

Informações do Portal Brasil

Foto: Foto: Priscila Rangel/Agência Brasil

Conforme o texto aprovado pelos deputados, subvenção ficará restrita ao diesel de uso rodoviário (ônibus, caminhões e máquinas agrícolas)

Proposta foi uma das principais reivindicações dos caminhoneiros durante a paralisação de maio. Matéria segue para análise do Senado

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (4), a Medida Provisória 838/18, que concede subsídio com recursos da União para reduzir o preço do óleo diesel rodoviário até 31 de dezembro de 2018. A matéria será votada ainda pelo Senado.

A MP foi uma das principais reivindicações dos caminhoneiros, cuja greve em fins de maio provocou crise de abastecimento de combustíveis e de produtos em todo o País.

Em seu projeto de lei de conversão, o deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP) incorporou o texto da MP 847/18, que corrigiu detalhes da 838/18, como a restrição do subsídio ao óleo diesel de uso rodoviário (ônibus, caminhões e máquinas agrícolas).

A versão original da primeira medida permitia a incidência da subvenção econômica também no diesel marítimo e no usado na geração de energia elétrica e no transporte ferroviário.

O total de recursos direcionado à subvenção será de R$ 9,5 bilhões e ela será limitada a R$ 0,30 por litro do combustível. Caberá à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) estabelecer um preço de referência (vinculado ao preço real na refinaria) e um preço de comercialização para as distribuidoras de forma regionalizada.

Assim, os participantes do programa de subsídio (produtores e importadores ou distribuidores quando importarem diretamente) receberão a diferença entre o preço de referência e o preço da comercialização multiplicada pelos litros vendidos até o máximo de R$ 0,30 por litro.

A iniciativa do governo não impede o aumento do preço do óleo diesel em razão das condições de mercado do setor (valor do petróleo, do óleo refinado e alta do dólar) – o texto apenas concede um desconto pago com recursos do Orçamento federal para manter o compromisso de redução de R$ 0,46 nas bombas dos postos.

Com a sistemática, já regulamentada pelos decretos 9.403/18 e 9.454/18, se houver aumento do preço de referência, atualizado diariamente, o preço de comercialização também aumentará para manter fixo o desconto de R$ 0,30.

A cada mês também serão acrescentados ao preço de referência os valores do PIS/Pasep e da Cofins, incidentes sobre a receita da subvenção econômica, apurados no período mensal anterior.

Se ao final do ano, houver crédito para a União em razão da sistemática de cálculo, os beneficiários terão 15 dias úteis para recolher os valores ao governo.

O texto prevê ainda que, se o dinheiro para a subvenção acabar antes de 31 de dezembro, o programa de subsídios também se encerrará.

Informações da Agência Câmara Notícias

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Diante do desencanto com a política que vem sendo manifestado pelos eleitores brasileiros em pesquisas de opinião, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma campanha para incentivar o voto nas eleições de outubro. “Quando você deixa de votar, são os outros que acabam escolhendo por você”, diz o locutor sobre imagens de pessoas com dificuldade para fazer escolhas simples, como quais frutas comprar. “Votar é decidir você mesmo o que é melhor para o futuro”, conclui a narração.

Segundo o TSE, a campanha veiculada em emissoras de rádio e televisão, bem como nas mídias sociais, visa a “sensibilizar os eleitores para a importância do voto como instrumento de participação do cidadão na definição do destino do país”. A ação alerta que quem não vota ou vota em branco contribui para a escolha de governantes e parlamentares “com legitimidade reduzida e baixa representatividade”.

No primeiro turno da eleição presidencial de 2014, 115,1 milhões de eleitores foram às urnas, sendo que 4,4 milhões votaram em branco, 6,7 milhões anularam e 27,7 milhões não compareceram. No segundo turno, o número de eleitores que não foram votar aumentou, chegando a 30,1 milhões. A iniciativa da Justiça Eleitoral pretende reforçar que “o voto é a manifestação de maior relevância na democracia, sendo fundamental para sua consolidação”.

Na campanha, a Justiça Eleitoral vai esclarecer ideias equivocadas do processo eleitoral. Por exemplo, que a eleição poderá ser anulada se a maioria votar em branco. Essa ideia tem se propagado porque os votos branco e nulo não são levados em conta para a apuração dos resultados das eleições. A publicidade vai destacar ainda que votar em branco “não é mecanismo de protesto e só contribui para a escolha de políticos com um número menor de votos”.

Informações e foto da EBC

Greve de caminhoneiros provoca fila para abastecimento de combustível em posto de gasolina no Rio de Janeiro.

Cinco dias após o último aumento no preço da gasolina, a Petrobras acaba de anunciar que a partir de amanhã (5), nas refinarias de todo o país, o preço do derivado estará 1,68% mais caro. Com o novo aumento, o preço do litro da gasolina passará de R$ 1,1704, que vigorava desde o último sábado (1º), para R$ 2,2069. É o valor mais alto cobrado pelo preço do litro da gasolina desde junho do ano passado, quando a Petrobras mudou a política de preços e passou a acompanhar as oscilações do preço da commoditie no mercado externo.

“Os preços médios informados consideram a média aritmética nacional dos preços à vista, sem encargos e sem tributos, praticados na modalidade de venda padrão nos diversos pontos de fornecimento, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média. Essa variação pode ser de até 12% para gasolina A”, informa a Petrobras.

Na última sexta-feira, após três meses de congelamento em decorrência de acordo do governo que pôs fim à greve dos caminhoneiros e que envolveu subsídio governamental ao produto, a Petrobras anunciou aumento de 13% no preço médio do óleo diesel comercializado nas refinarias do país.

Informações da EBC Notícias

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Em reunião na quarta-feira (5), a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) deverá analisar o Projeto de Lei do Senado (PLS 145/2018), que busca simplificar os processos de abertura e fechamento de empresas por meio da internet. A reunião tem início às 9h, na sala 7 da ala Alexandre Costa.

De autoria do senador José Agripino (DEM-RN), o projeto estabelece a possibilidade de serem praticados atos de constituição, alteração, transformação, incorporação, fusão, cisão, dissolução e extinção de registro de empresários e de pessoas jurídicas por meio de sistema eletrônico acessível pela internet, a ser implementado no prazo de 12 meses, contados a partir da aprovação da norma.

O texto é relatado pelo senador Otto Alencar (PSD-BA), que apresentou voto favorável à aprovação do projeto, a ser analisado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).

Otto destaca que a Lei 11.598/2007 já determina a criação de sistema informatizado, acessível pela internet, para permitir o acompanhamento de processos e a realização de serviços relacionados à legalização de empresas. Dessa forma, o PLS 145/2018 busca apenas ampliar a gama de serviços a serem disponibilizados pelo sistema, explica o relator.

— De fato, não é possível admitir que, apesar dos enormes avanços na tecnologia e nas comunicações, ainda seja necessário aguardar mais de 100 dias e realizar uma dezena de procedimentos distintos, em diferentes órgãos públicos, apenas para se começar um negócio no Brasil. Enquanto isso, países como o Chile, eliminam toda a burocracia desnecessária e possibilitam, em apenas um dia e por meio da internet, concluir esse processo — argumenta Otto.

Informações da Agência Senado

Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

Já está valendo: começou semana passada o horário eleitoral gratuito das eleições de outubro deste ano.

Os candidatos a presidente da República usarão as terças, quintas e sábados.

Os candidatos a outros cargos divulgarão suas propagandas às segundas, quartas e sextas.

O Plano de Mídia elaborado e aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral prevê em detalhes a divisão dos horários de cada partido ou coligação, os prazos de entrega da propaganda, bem como a ação do pool de emissoras que veiculará a programação eleitoral.

Serão trinta e cinco dias de programação, com 25 minutos cada dia, divididos em dois blocos de 12 minutos e trinta segundos.

O Rádio transmitirá pela manhã e a televisão à tarde e à noite.

Para o primeiro dia foi feito sorteio para a ordem de entrada de cada partido ou coligação.

Após o primeiro dia de exibição partidos e coligações obedecerão a um sistema de rodízio, com o último passando para primeiro e assim sucessivamente.

O TSE autorizou também a acumulação de tempo pelos partidos ou coligações que tenham menos de trinta segundos de propaganda.

Eles poderão flexibilizar o uso de seus tempos, acumulando-os para veiculação em diferentes datas.

A combinação ficará a cargo dos partidos e coligações, via acordo de compensação de tempo, previamente comunicado ao TSE.

Semana passada também tomou posse o novo membro da corte, ministro Og Fernandes. Ele substitui Napoleão Nunes Maia Filho e terá como suplente Mauro Campbell.

Informações da Radioagência Nacional

Executivo Estadual desmentiu informação de que Robinson Faria teria se reunido com representantes do Sinte e dito que não pagaria o restante do décimo-terceiro de 2017 e 2018

O Governo do Rio Grande do Norte desmentiu informações do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (Sinte/RN) de que o Executivo Estadual, após uma suposta reunião na semana passada entre o governador Robinson Faria (PSD) e representantes do Sindicato, não pagaria o restante do décimo-terceiro de 2017 e 2018.

Por meio de assessoria, o Governo do Estado afirmou que “não houve reunião entre o governador Robinson Faria e representantes do Sinte/RN na semana passada para discutir o assunto do pagamento do décimo-terceiro ou qualquer outra pauta com o Sindicato. O Governo do RN se coloca à disposição, não apenas do Sinte/RN, como de outros sindicatos, para tratar qualquer pauta”.

Em nota o Executivo esclarece que “repudia este tipo de expediente com fins exclusivamente eleitoreiros. Trata-se, portanto, de uma fake news plantada para desestabilizar e enfraquecer o Rio Grande do Norte”.

O Governo do Estado pagou no último dia 17 de agosto o décimo-terceiro de 2017 para quem recebe entre R$ 3 mil e R$ 4 mil, atingindo o número de 84 mil servidores ativos e inativos com décimo pago, equivalente a 75% do total de 111 mil servidores. Quanto ao décimo-terceiro salário dos servidores que recebem acima de R$ 4 mil (25% da folha), o Governo informou que segue acompanhando as receitas, para anunciar em breve a finalização do pagamento.

Além disso, o Governo esclareceu que 81% do décimo-terceiro dos Policiais também já foi pago e que já foi pago em julho a antecipação de metade do décimo-terceiro de 2018 dos servidores da Educação e dos órgãos da administração indireta que têm receita própria.

“Sobre os salários do funcionalismo público, o Governo do Estado reitera que a FOLHA ESTÁ EM DIA”, finaliza a nota do Executivo.

Via Agora RN

Foto: José Aldenir

Os clientes poderão financiar até 100% do investimento, com limite de até R$ 100 mil e prazo de pagamento de até oito anos, com recursos do FNE

Em setembro, o Banco do Nordeste começa a expandir o acesso ao seu programa de financiamento para energia solar – FNE Sol –, até agora voltada às empresas de todos os portes, também às pessoas físicas para fins residenciais.

Os clientes poderão financiar até 100% do investimento, com limite de até R$ 100 mil e prazo de pagamento de até oito anos. No caso de valores até R$ 50 mil, a garantia necessária será aval somado a alienação dos equipamentos; acima deste valor, será garantia real mais alienação dos equipamentos.

A linha de crédito FNE Sol utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O funding, operado exclusivamente pelo BNB, tem parcelas do contrato equivalentes à redução projetada na conta de energia, após a implantação do sistema de compensação.

“Os equipamentos podem ser adquiridos, financiados, sem impacto nos gastos e o cliente passa a consumir a própria energia, renovável e limpa. Depois de quitado o financiamento, ficam apenas os benefícios da redução da conta”, diz o superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio do Banco, Luiz Sérgio Machado.

Para pessoas jurídicas, os financiamentos referentes a geração distribuída podem ser de até 100% do valor do investimento, quando os equipamentos financiados forem alienados em composição com outras garantias; em alguns casos, de até 75%, podendo ser os equipamentos a única garantia do crédito, dependendo do porte e da localização da empresa.

Os prazos para pagamento são de até 12 anos, com carência de até um ano. No que se refere a geração centralizada, os prazos se estendem a até 20 anos, com carência de até cinco anos.

O Banco do Nordeste já financiou mais de R$ 3,9 bilhões para geração centralizada de energia solar, eólica, biomassa e micro e minigeração no período de janeiro de 2017 a julho de 2018.  Rio Grande do Norte, foram financiados apenas R$ 14 milhões.

Via Agora RN

Foto: Divulgação

A propaganda eleitoral gratuita começa a ser divulgada no rádio e televisão para todo o país nesta sexta-feira (31). Durante o primeiro turno, o conteúdo político será veiculado até 4 de outubro, três dias antes de os eleitores comparecerem às urnas. No total, serão 35 dias de propaganda – dez a menos que antes da aprovação da Reforma Eleitoral de 2015 (Lei 13.165/2015).

Em casos em que haja segundo turno, a veiculação será retomada no dia 12 de outubro, ou seja, na primeira sexta-feira após o primeiro turno. Serão mais 15 dias até o dia 26 de outubro – dois dias antes dos eleitores voltarem às urnas.

A definição quanto aos dias de exibição das campanhas leva em conta o cargo em disputa. Os programas dos presidenciáveis irão ao ar às terças-feiras, quintas e aos sábados. No rádio, das 7h às 7h12min30seg e das 12h às 12h12min30seg. Na televisão, das 13h às 13h12min20seg e das 20h30 às 20h42min30seg. Nestes mesmos dias, serão transmitidas as propagandas dos candidatos a deputado federal. Já a publicidade dos que concorrem aos governos estaduais e do Distrito Federal, bem como ao Senado e a deputado estadual e distrital será exibida às segundas-feiras, quartas e sextas. Nos domingos, não haverá propaganda eleitoral.

Juntos, os programas dos candidatos à Presidência da República ocuparão dois blocos de 12 minutos e 30 segundos cada, totalizando 25 minutos a cada dia de exibição. Mesmo tempo destinado à propaganda do conjunto de candidatos a deputado federal. Os que concorrem aos cargos de governadores dividirão 18 minutos de campanha no rádio e na TV. Tempo igual ao destinado aos candidatos a deputados estaduais e distritais. Já os que concorrem ao Senado aparecerão em dois blocos de 7 minutos cada.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 28.306 pessoas registraram suas candidaturas. São 13 candidatos presidenciais; 199 concorrentes ao cargo de governador; 353 aspirantes ao Senado; 8.346 candidatos ao cargo de deputado federal; 17.512 a deputado estadual; 963 a deputado distrital e 353 ao Senado – que, este ano, renovará dois terços dos atuais senadores. Ou seja, 54 candidatos serão eleitos.

No último dia 23, o TSE apresentou o tempo que caberá a cada candidato ao Palácio do Planalto na campanha de TV e rádio. A divisão do tempo de TV e rádio é feita conforme o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que compõem a coligação de cada candidato. Por este critério, oito das 13 candidaturas homologadas terão direito a menos de 30 segundos por bloco do horário eleitoral.

Além da aparição em bloco, os candidatos também fazem jus a divulgar propagandas de 30 segundos ao longo da programação das emissoras de rádio e TV. A quantidade de inserções das peças publicitárias eleitorais obedece ao mesmo critério de divisão do horário eleitoral, ou seja, a representatividade da coligação na Câmara.

Informações e imagem ilustrativa da Agência Brasil

Dirigir veículo de condução escolar sem autorização para este tipo de transporte poderá ser classificado como infração gravíssima. O aumento da penalidade está previsto no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 109/2017, que aguarda a designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). O projeto também torna mais rígida a punição para quem fizer transporte remunerado de pessoas ou bens sem possuir licença para tal.

A proposta, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/1997), converte de infração grave para gravíssima a realização de transporte escolar não autorizado. Já o chamado transporte pirata passará de média para também gravíssima. As multas desta natureza implicam perda de sete pontos na carteira de habilitação. As duas infrações também estarão sujeitas a medida administrativa de remoção do veículo.

De acordo com o autor do projeto, deputado Daniel Coelho (PPS-PE), as punições vigentes para tais práticas não abrangem “a devida proporção com a gravidade dessas condutas”.

Agência Senado

Foto: Pedro França/Agência Senado

“MEU PRECIOSO”

Quem não sabe pelo menos se lembra desta figura, Mário Henrique, conhecido por muitos como “Meu Precioso.” “Precioso” ganhou espaço dentro da oposição, mas pelo que estamos sabendo, esse espaço vem se perdendo no decorrer do tempo. Isso se deve a uma série de denúncias feitas por ele que não trouxeram muitos resultados. Segundo informações, uma bomba sem precedentes está prestes a explodir. E pelo que parece, o feitiço está prestes a se virar contra o feiticeiro. Justiça é algo com o que não se brinca, “Precioso”.

SEMPRE AO SEU LADO

O Vereador Zeca Cunha confirma apoio à candidatura de Carlos Eduardo ao Governo do Estado. Sendo assim, o nosso Cavaleiro Solitário não está mais sozinho. Segundo pessoas próximas, ambos têm ideias parecidas e uma grande afinidade.

DE VOLTA AO JOGO

Quem está de volta ao cenário político é o ex-vereador Thomas Sena. Sena ficou famoso após a “Operação Reboco de Ouro”, divulgada pelo nosso site. Segundo informações, Sena vem se reunido com o PT, e já estaria apoiando a senadora Fátima Bezerra.

FORA

Segundo informações, a ex-prefeita Marília Dias está fora de qualquer projeto da oposição para 2020, pelo menos no que diz respeito ao Executivo. “Se ela tem realmente algum interesse em ser candidata, ela não terá nosso apoio.”, afirmou um vereador da oposição. Na ocasião, foi ainda sugerida a importância de Marília para a composição do Legislativo.

No dia em que a moeda norte-americana fechou no segundo maior nível desde a criação do Real, o Banco Central (BC) anunciou que venderá dólares das reservas internacionais com compromisso de recomprá-las mais adiante. Em comunicado emitido no início da noite, a autoridade monetária informou que ofertará até US$ 2,15 bilhões na próxima sexta-feira (31).

Serão feitos dois leilões, um às 12h15 e outro às 12h35. As ofertas, no entanto, não ampliarão o total de dólares injetados no mercado. Os leilões ajudarão o BC a rolar (renovar) contratos de leilões com compromisso de recompra que venceriam no início do próximo mês.

Com os leilões, os dólares das reservas internacionais, que voltariam para o BC em 5 de setembro, continuarão no mercado. Uma parte circulará até 5 de novembro; e outra, até 4 de dezembro. Caso os contratos não fossem renovados, a oferta da divisa diminuiria, pressionando a cotação do dólar ainda mais para cima.

Hoje (28), a cotação da moeda norte-americana aproximou-se da barreira dos R$ 4,15, com alta de 1,48%, cotado a R$ 4,142 para venda. O valor é o segundo maior desde o Plano Real, ficando atrás apenas do registrado em janeiro de 2016, quando bateu o valor de R$ 4,166. A cotação está sendo influenciada pela turbulência do mercado financeiro à medida que as eleições de outubro se aproximam.

Informações e foto da Agência Brasil

A partir desta segunda-feira (27), está assegurado por lei o atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS) de famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade ou risco social, mesmo que eles não apresentem comprovante de residência. A Lei 13.714, de 2018, que proíbe expressamente a recusa de atendimento pelo SUS nesses casos, foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

Informações da Agência Senado

Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

APARECEU A MARGARIDA

 

A ex-prefeita Marília Dias voltou a visitar Macaíba. Segundo informações que chegaram ao nosso site, a ex-prefeita está todos os sábados marcando presença com a sua candidata a deputada estadual, mas isso não tem sido muito bom para Marília, pois a mesma vem sendo alvo de muitas críticas, justamente por aparecer agora em um período eleitoral.

PROVA DE FORÇA

A ex-prefeita tenta mostrar a todo custo a sua força em Macaíba, mas segundo os observadores políticos, os votos que a ex-prefeita teve em 2016 não são dela, mas sim da oposição. “A ex-prefeita Marília Dias corre o sério risco de ter uma grande decepção eleitoral neste ano, isso deve acontecer logo após a abertura das urnas no dia 07 de outubro, sepultando assim seu futuro político”, finalizou o observador.

EMPENHO

Os onze vereadores que compõem a base de apoio do atual prefeito Fernando Cunha estão empenhados em dar uma grande vitória à ex-secretária de saúde e atual candidata a deputada estadual, Doutora Ederlinda Dias.

O PROFETA ESTÁ DE VOLTA

Não tem como não falar, nem muito menos não lembrar deste mito que se tornou Manoel Maurício, conhecido por muitos como “O Profeta”, que ganhou fama e vários seguidores nas redes sociais. Ainda continua tentando prever o futuro, será que desta vez vai? Bem, de toda forma, hoje ele é o mais forte cabo eleitoral de Doutora Ederlinda, basta conferir as redes sociais dele.

OS BOBS EM AÇÃO

Bob Pai e Bob Filho têm uma força inquestionável no distrito de Traíras, além de um grande poder de articulação. A dupla conseguiu convencer Luizinho e os vereadores Antônio França e Netinho a abraçarem a candidatura de Fátima Bezerra ao Governo do Estado. A candidata do PT lidera as intenções de voto em todas as pesquisas.

CAVALEIRO SOLITÁRIO

Pelo visto, o único que ficou ao lado do ex-prefeito de Natal foi o vereador Igor Targino. Segundo informações, teria existido uma articulação para levar os Bobs e Denilson Gadelha, mas como Carlos Eduardo não subiu nas pesquisas, pode ser que os Bobs tenham avaliado a situação, deixando o vereador Igor na briga como um verdadeiro Cavaleiro Solitário.

ESTRATÉGIAS POLÍTICAS    

A campanha política local falta dois anos para acontecer, mas a suplente de vereadora Chiquinha, mais conhecida como “Chiquinha de Fragoso”, que teve uma votação expressiva em 2016, estaria enfrentado um dilema. É que a mesma se separou do seu marido Fragoso, que segundo rumores não aceita mais que Chiquinha use seu nome. Então, algumas pessoas ligadas a suplente já teriam afirmado que só o nome Chiquinha ficaria muito vago. Assim, para não deixar ninguém com raiva, eles já sugeriram o seguinte nome, em vez de colocar Chiquinha de Fragoso, é possível que se coloque “Chiquinha sem Fragoso”.

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) diz que vai usar seu tempo na televisão para “falar um pouquinho” de sua vida e que não pretende gastá-lo fazendo ataques a outros candidatos. “Em 15 segundos, vou conseguir falar um pouquinho de mim, e está bom demais”, afirma.

Segundo o candidato, a campanha também teve uma ideia de chamar os eleitores para “lives” (transmissões ao vivo na internet) durante as inserções na televisão. Assim, eles tentariam aumentar o contato com o público, fora do horário regulamentar, pelas redes sociais.

“Há uma ideia de que, segunda, quarta e sexta, quando há propaganda para presidente, quando começar, sempre nesse horário da noite, a gente fazer uma live e chamar o eleitor (pela televisão)”, explicou.

O presidente do partido, Gustavo Bebianno, explica que a produção será feita “por um rapaz que a gente contratou na Paraíba, que é baratinho”. Ele admite que o contrato com “o rapaz baratinho” será feito com a empresa 9Ideia Comunicação, de João Pessoa, na Paraíba.

“Vamos ter que gastar um pouquinho com produção de vídeo, mas é tudo muito simples. Nosso dinheiro é curto. Vamos gastar R$ 1 milhão no máximo com a campanha toda. A gente come cachorro-quente, dorme no chão muitas vezes em um quarto com oito pessoas”, diz.

O contato com a empresa 9Ideia teria sido feito por meio de Julian Lemos, vice-presidente do partido, que é da Paraíba. Nos perfis da empresa nas redes sociais (Instagram e Facebook), é possível ver fotos de Julian em comemorações de aniversário da 9Ideia e um vídeo em que ele toca no violão o jingle da campanha

Julian recusou-se a dar entrevista à reportagem, alegando que a mídia “distorce informações”.

O candidato a vice-presidente da chapa de Bolsonaro, general Hamilton Mourão, explica que, em princípio, não deverá aparecer nas peças publicitárias “porque não é o candidato”.

“O candidato é ele (Bolsonaro). Ninguém vota no vice, vota é no presidente. Nosso tempo é tão pequeno que não dá”, justifica.

As redes sociais têm sido centrais na estratégia do candidato na corrida presidencial. Bolsonaro é o candidato com o maior engajamento de seguidores na internet. Em julho, levantamento do jornal O Estado de S. Paulo encontrou 83 páginas de seguidores do capitão que fazem campanha e beneficiam o candidato do PSL. Essas páginas quadruplicam sua relevância na rede, em relação ao alcance da página oficial de Bolsonaro.

Informações da Agência Brasil

Via Agora RN

Foto: José Aldenir

As primeiras pesquisas eleitorais depois do registro das candidaturas à Presidência da República geraram turbulência no mercado financeiro na última semana. O dólar comercial fechou a semana cotado a R$ 4,104 na venda com alta acumulada de 4,85%. É a terceira semana consecutiva que a moeda norte-americana sobe frente ao real, chegando a patamares de novembro de 2016, quando a eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos havia provocado uma tensão na economia mundial.

Uma desvalorização expressiva do real frente ao dólar tendo como principal causa as eleições era algo que não ocorria desde o pleito de 2002, vencido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), que governou o país até 2010. “Em 2002, foi a última vez que o dólar se valorizou fortemente frente ao real em decorrência das eleições, mas os efeitos daquela época foram bem piores”, afirma Fábio Bentes, chefe da Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio (CNC). Para ele, se trouxesse a desvalorização de 16 anos atrás para os dias atuais, o dólar estaria valendo cerca de R$ 7. “A desvalorização é bem menor no atual ciclo eleitoral do que em 2002”, pontua.

O economista da Órama Investimentos e professor do Ibmec, Alexandre Espírito Santo, explicou que há uma tendência de valorização mundial do dólar, mas “o pulo dos últimos dias é por conta da apreensão em relação ao processo eleitoral”. A incerteza eleitoral também está pressionando a taxa de juros, que, num cenário pessimista, poderia voltar a subir antes do previsto. Atualmente, a Selic está em 6,5% ao ano e a previsão do mercado financeiro, na pesquisa do BC, era que voltasse a subir somente em 2019, fechando período em 8% ao ano.

“Esse estresse do mercado está associado a essa expectativa do novo presidente. Esse quadro de apreensão é natural e vai permanecer. Está um pouquinho mais estressado do que em outras eleições. Tudo isso juntando com o cenário externo menos amigável”, disse Espírito Santo. O mercado externo enfrenta as turbulências da crise comercial entre Estados Unidos e China.

Especialistas ouvidos pela Agência Brasil em São Paulo também apontam o quadro eleitoral, associado à crise da Turquia com os Estados Unidos, como fatores para alta da moeda americana. Clemente Ganz Lúcio, diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), avalia que o dólar vai ficar oscilando em torno de R$ 4. “O mercado tem seus candidatos, suas preferências. Toda vez que sair pesquisa eleitoral, o câmbio vai dar mexida porque especuladores se movimentam para manifestar suas contrariedades e também para ganhar dinheiro”, diz.

O professor Fernando Botelho, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da Universidade de São Paulo (USP), Botelho não acredita que esse movimento especulativo do mercado possa interferir nas eleições. “Tem pouco efeito. O eleitor brasileiro, uma boa parte dele, não vai ser imediatamente afetado por esse aumento no dólar (…);  não imagino que a inflação vá aumentar significativamente nos próximos dias”, avaliou.

Segundo ele, há um clima de muita expectativa em relação ao próximo presidente. “A situação do Brasil é muito frágil, muito sensível, espera-se muito que o presidente eleito dê conta de diversos problemas começando já em janeiro. Infelizmente não se tem muito essa perspectiva”, diz o professor, que é favorável às reformas como a da Previdência.

Informações da Agência Brasil

Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Companheiro inseparável de milhões de brasileiros, o celular chamou a atenção do senador Otto Alencar (PSD-BA). Médico ortopedista e ex-professor da Universidade Federal da Bahia (UFBA), ele ressalta que os especialistas têm relatado número crescente de problemas causados pelo uso excessivo do aparelho, como dores nos braços, no ombro e na cabeça, problemas de postura e na coluna.

Diante do quadro, o parlamentar apresentou um projeto de lei (PLS 55/2018)  que obriga os fabricantes e as importadoras a advertir para os riscos relacionados ao uso contínuo de telefones portáteis do tipo smartphone.

Otto Alencar observa que é cada vez mais comum os casos em consultórios de dores na cabeça ligadas a tensões na nuca e no pescoço causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular.

“De acordo com pesquisas, os brasileiros utilizam smartphones durante três horas por dia, em média. Entre os mais jovens, a média é de quatro horas diárias. Esse uso excessivo, associado à má postura, tem provocado aumento nos casos de lesões na coluna cervical”, informou ao justificar a proposta.

O senador explica que a inclinação da cabeça para a frente, postura tipicamente observada durante a utilização dos telefones, eleva a pressão sobre as vértebras cervicais. O esforço resultante sobre a coluna pode equivaler a um peso de até 30 quilos. A repetição constante e prolongada dessa posição provoca o desgaste das vértebras e pode levar à compressão de nervos ou ao surgimento de hérnias de disco.

Conforme o projeto, os rótulos das embalagens dos telefones portáteis tipo smartphone comercializados no mercado nacional conterão advertência nos seguintes termos: “Use com moderação. O uso excessivo prejudica a coluna cervical”. A advertência deverá ser impressa de forma legível, ostensivamente destacada, ocupando 10% da área da face frontal da embalagem.

O projeto está na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor e tem Eduardo Lopes (PRB-RJ) como relator. Ele ainda não apresentou seu voto.

Informações da Agência Senado

Foto: Geraldo Magela/Agência Senado